Blog do Marcelão

Blog para debate sobre excelência na gestão.

Posts Tagged ‘Empreendedorismo’

MiniMáxima da Semana

Posted by Marcelão em agosto 27, 2018


“Pensar Grande, Começar Pequeno e Evoluir Rápido” Toslstoi

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Aprendendo a Aprender

Posted by Marcelão em julho 18, 2018


PessoALL,

é de conhecimento da grande maioria dos profissionais que vivemos uma época em que a única certeza é a mudança constante. Eu diria até que é mais que isso, não é uma época de mudança, mas sim uma mudança de época, e acrescentaria que é uma mudança veloz de época.

Nesse sentido, os profissionais que quiserem manter-se alinhados e conectados com essa mudança veloz de época precisam a desenvolver a habilidade de aprender, mais do que isso, precisam aprender a aprender e a desaprender.

Baseado nesse conceito, a Harvard Business Review publicou um artigo muito interessante sobre como criar uma cultura de aprendizagem nas equipes. São quatro recomendações baseadas em ciência para ajudar os líderes das empresas na criação dessa cultura com seus times. Vamos a elas com meus comentários:

Recompense o aprendizado contínuo – É impossível desencadear mudanças deliberadas na cultura de sua equipe ou organização, a menos que você realmente implemente sistemas formais de recompensa para atraí-los – e mesmo assim não há garantia de que você conseguirá mudanças a menos que as recompensas sejam efetivas. Infelizmente, mesmo quando os gerentes entendem a importância de aprender – pelo menos em teoria – eles estão mais interessados ​​em impulsionar resultados e desempenho de curto prazo, que podem ser inimigos da aprendizagem.  Da mesma forma, é difícil para os funcionários encontrar tempo e espaço necessários para aprender quando são solicitados a maximizar os resultados, a eficiência e a produtividade. Note que a curiosidade recompensadora não é apenas elogiar e promover aqueles que demonstram um esforço para aprender e desenvolver; é também sobre a criação de um clima que estimula o pensamento crítico, no qual a autoridade e o discurso desafiadores são encorajados, mesmo que isso signifique criar discórdia. Isso é particularmente importante se você quiser que sua equipe produza algo inovador, pois o pensamento critico e o conflito são faíscas da inovação. Vale aqui citar a boa prática do Google, que estimula seus funcionários a dedicar 20% do seu tempo para projetos pessoais. Ao estimular esse tipo de atitude, o Google consegue gerar respostas novas para perguntas velhas ou perguntas novas que ainda não foram feitas. Lembrando que resposta é manutenção e pergunta é inovação; Continue lendo »

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MiniMáxima da Semana

Posted by Marcelão em julho 9, 2018


“Intuição é o sussuro da alma” Kiddu Krishnamurti – Filósofo Indiano

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Você é um Líder do Século XXI?

Posted by Marcelão em dezembro 12, 2017


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Retomando esse espaço depois de muito tempo, quero abordar justamente um dos primeiros assuntos que tratei nesse blog: Liderança nos novos tempos.

Assisti a uma palestra do TED Talks sobre o que constrói um grande líder. A palestra foi apresentada pela expert em Liderança, Roselinde Torres. Ela  realizou uma pesquisa onde descobriu que o mundo corporativo está cheio de programas de formação de lideranças, mas ela, ao observar durante 25 anos o trabalho de grandes líderes, que a melhor maneira de aprender a como liderar estava bem debaixo de nossos narizes.

Suas pesquisas envolveram 4.000 empresas, aconselhando mais de 200 CEOs,  para avaliar a eficácia de seus programas de liderança e 58% citaram lacunas significativas em talentos para papéis críticos de liderança. Essa constatação a deixou frustrada e ela tomou a decisão de sair de seu emprego e  viajar por um ano para diversas partes do mundo para saber mais sobre práticas de liderança eficazes e ineficazes em empresas, países e organizações sem fins lucrativos. Entre essas viagens, ela visitou a Africa do Sul onde ela teve a oportunidade de entender como Nelson Mandela estava a frente de seu tempo.

Encontrou-se também com vários líderes de organizações sem fins lucrativos que, apesar dos limitados recursos financeiros, estavam causando um enorme impacto no mundo. Passou incontáveis horas em bibliotecas presidenciais para entender como o ambiente tinha moldado as lideranças, os movimentos que eles fizeram, e então os impactos desses movimentos para além de seus mandatos.

A partir dessa pesquisa, ela compartilhou 3 simples perguntas, mas cruciais, que a alta administração das empresas precisam fazer para preparar líderes em sintonia com o contexto atual de mudança constante e exigência por inovação e com um mundo que é mais global, digitalmente habilitado e transparente, com um fluxo veloz de informação e inovação, e no qual não se faz nada grande sem algum tipo de matriz complexa.

Dentro desse contexto, práticas atuais de avaliação de desempenho 360º trarão falsos positivos, fazendo você pensar que está mais preparado do que está. Diante disso, ela identificou essas 3 simples perguntas que marcam e definem o Século XXI:

  • Para onde você está olhando para antecipar a PRÓXIMA mudança de seu modelo de negócio ou de sua vida? Essa é uma pergunta muito importante para mim pessoalmente. Lembro-me de uma palestra do falecido C. K. Prahalad onde ele dizia que ele não estava mais preocupada em pesquisar as Melhores Práticas (Best practices), mas sim em pesquisar as PRÓXIMAS práticas. Para mim, como uma pessoa curiosa, essa frase despertou quase como uma vocação, um chamado. Desde que comecei a me interessar por gestão de projetos que o novo me atrai, me fascina. A pesquisadora Roselinde disse que a resposta para essa pergunta está na sua agenda e complementa essa pergunta com outras como “Com quem você está passando o seu tempo?”, “Sobre o que discute?”, “Para onde você está viajando?” e “O que você está lendo?”. Em seguida, você deve se perguntar como você transforma isso em entendimento de potenciais descontinuidades. Grandes líderes não esperam acontecer. Eles ficam de olho nas encruzilhadas, moldam seu futuro e não apenas reagem a ele.

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  • Qual a variedade de sua rede de suporte pessoal e profissional? Isso tem muito a ver com um assunto que já escrevi muito aqui nesse blog que é usar o potencial da diversidade humana para trabalhar com a complexidade do mundo atual. Aliás, eu diria que o mundo sempre foi complexo, o que mudou é que isso está muito mais claro hoje em dia. Já escrevi sobre como a diversidade pode ser o antídoto para essa complexidade(Clique aqui para ler) e também sobre a importância da interdisciplinariedade (Gestão 2.0: A Importância da Interdisciplinaridade). A diversidade não é apenas essencial a sobrevivência de uma espécie. É, também, um requisito para a viabilidade das empresas a longo prazo. A organização que não acolher, estimular e explorar uma diversidade de experiências, valores e capacidades será incapaz de produzir uma farta variedade de idéias, opções e experimentos, ingredientes essenciais da renovação estratégica. Sistemas futuros de gestão terão de dar à diversidade, ao desacordo e à divergência valor no mínimo igual ao que dão à conformidade, ao consenso e à coesão. Todos nós temos uma rede de conhecidos, mas essa pergunta refere-se a sua capacidade de desenvolver relações com pessoas que são diferentes de você e, principalmente, como você respeita o ponto de vista diferente ao seu e como isso te faz aprender e crescer. E essas diferenças podem ser das mais diversas formas seja ela física, funcional, politica, cultural ou socioeconômica. O segredo está em como você, apesar das diferenças, conecta-se a essas pessoas e faz com que elas confiem em você o suficiente para colaborar com você na realização de um objetivo comum. Grandes líderes entendem que ter um grupo mais diversificado é uma fonte de identificação de padrões, em amplo nível, e também de suas soluções, porque há pessoas que estão pensando diferente de você.

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  • Você é corajoso o suficiente para abandonar uma prática que o fez bem-sucedido no passado? É como disse o professor Silvio Meira em uma das conversas que tive com ele: No mundo de hoje é preciso aprender, Desaprender e Reaprender. Comentei sobre isso um post que resume essa conversa (Gestão 2.0: Evoluindo do T.E.A para o T.E.A.R). A pesquisadora Roselinde cita uma expressão antiga: “Concordar para evitar Conflitos”. Mas, se você segue esse conselho, as possibilidades são de que, como líder, você continuará a fazer o que é mais familiar e cômodo. Os grandes líderes ousam ser diferentes. Eles não apenas falam sobre correr riscos, eles de fato correm. E a maior qualidade de um líder está quando você tem a capacidade emocional para ir em frente e resistir quando alguém diz que você está errado, quando o “senso comum” aponta para outra direção. Imaginem se Thomas Edison desistisse apenas uma única vez entre as mais de 10.000 tentativas para criar a lampada. Vale aqui uma de suas frases excelentes, mas não tão conhecida: “A surdez foi de grande valia para mim. Poupou-me o trabalho de ficar ouvindo grande quantidade de conversas inúteis e me ensinou a ouvir a minha voz interior.” Nesse caso, a decisão de ir em frente não é apenas um primeiro passo, mas sim um salto.

Resumindo, os líderes do século XXI serão aqueles que se preparam para o amanhã, para o desconhecido, para a incerteza e apostam na diversidade com ferramenta e aliada nessa longa jornada. Deixam o conforto do passado, observam a verdadeira realidade de hoje e todas as possibilidades do amanhã. Eles investem seu capital emocional no futuro.

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Forum HSM Novas Fronteiras: O Fator Automação

Posted by Marcelão em setembro 5, 2012


Pessoal,

uma dos aspectos que ficou bastante evidente no Forum HSM Novas Fronteiras da Gestão é que a tecnologia e a ciência estão avançando cada vez mais rápido e rompendo até mesmo com os limites da física de tempo, espaço e massa. O Vídeo abaixo mostra um protótipo de robô carregando 120 kilos, mas que consegue se adaptar rapidamente a qualquer tipo de terreno e continua progredindo:

O segundo vídeo mostra os robôs adotados pela Amazon, conhecidos como Kiva, que organizem o estoque da Amazon segundo a demanda pelos produtos, ou seja, os produtos menos demandados são colocados mais para o fundo da loja, enquanto que os mais demandados ficam mais próximo do setor de empacotamento para agilizar o processo de envio de pedidos:

O que podemos enxergar como tendência é que tudo aquilo que for possível de ser executado por um computador, será executado por um computador. E mais do que substituir pessoas, a tecnologia e a ciência diminuindo cadeias de fornecimento e processo.

Quando comecei a trabalhar com tecnologia, havia um setor responsável pelo digitação dos dados dos documentos, esses dados eram empacotados em arquivos e transmitidos para a central de processamento, após processados eram gerados relatórios para conferir se os dados foram digitados corretamente. Hoje em dia, não existe mais esses 3 passos: Digitar, empacotar e conferir. A grande maioria das transações financeiras é realizada de forma totalmente digital. Cheques, depósitos em papel, ordens de pagamento viraram pó na cadeia bancária. Isso sem falar em outros processos como armazenamento dos documentos, encaminhamento para incineração e outros processos mais.

Diante desse avanço, seremos exigidos a desenvolver novas habilidades e competências que o computador não poderá reproduzir. Aliás, a automação é uma das 3 forças sociais e economicas apontadas por Daniel Pink, em seu livro “O Cérebro do Futuro”, que nos obrigam a desenvolver habilidades mais ligadas ao lado direito do cerébro.

No meu post anterior, eu mencionei as habilidades a serem desenvolvidas pelas pessoas no século XXI(clique aqui para ler), mas vale também resgatar os seis aptidões, simbolizadas por seis sentidos, apontados por Daniel Pink: Continue lendo »

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Desafios da Gestão 2.0: Repacitar Mentes Gestoras

Posted by Marcelão em setembro 3, 2012


Pessoal,

um dos assuntos mais recorrentes aqui nesse espaço é discussão de um novo modelo de gestão para as empresas, um modelo mais adaptado para os novos rumos que a economia tomou com o advento das novas tecnologias, principalmente e notadamente a Internet. Esse é um dos assuntos pelo qual tenho grande interesse, porque considero que a inovação na gestão trará grandes benefícios para a sociedade como um todo.

Nesse sentido, acompanho muito o site “Management Innovation eXchange” desenvolvido pelo professor Gary Hamel, responsável pelo laboratório de inovação na gestão na London Business School e uma das maiores referências em se tratando de reinventar a gestão. O site é uma iniciativa baseada em colaboração para discutir cada um dos 25 desafios da gestão 2.0, apontados por Gary Hamel e uma brigada de renegados, que seriam necessários para se reinventar a gestão.

Dentre os 25 desafios, eu considero o desafio de recapacitar mentes gestoras como o mais importante. O foco do treinamento de gerentes sempre foi ajudar o lider a desenvolver um arsenal especifico de habilidades cognitivas: o uso do lado esquerdo do cérebro, o raciocínio dedutivo, a solução analítica de problemas e a engenharia de soluções. Segundo esse desafio, o gerente do século XXI precisará de novas habilidades. No site são apresentadas algumas dessas habilidades que precisarão ser desenvolvidas:

– Pensamento Reflexivo: Examinar questões de forma mais profunda, mais conceitual. É concentrar-se mais em descobrir os “porquês” do que descobrir os “Comos”. É concentrar-se inicialmente em descobrir quais as perguntas a serem respondidas para depois procurar as respostas. É estar disposto a prolongar o estado de dúvida como um estímulo para uma investigação perfeita, na qual nenhuma ideia se aceite, nenhuma crença se afirme positivamente, sem que se tenha descoberto as razões justificativas; Continue lendo »

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Fórum HSM Novas Fronteiras: Ovelhas Negras

Posted by Marcelão em agosto 29, 2012


Pessoal,

durante sua palestra no Fórum HSM – Novas Fronteiras da Gestão, Walter Longo alertou para o fato de é preciso dar voz e ouvir mais os rebeldes existentes dentro das empresas, pois toda empresa precisa de rebeldes, de gente que pergunte “Por quê não?”. Ressaltou porém que uma empresa deve buscar o equilibrio entre acomodados e rebeldes, pois uma organização de acomodados quebra em três anos, enquanto que uma só de rebeldes quebra em três meses. O problema atual nas empresas é que os acomodados estão se dando muito bem nas empresas. Segundo Walter, uma empresa que não tem a capacidade de nutrir seus rebeldes, tem o seu futuro não assegurado em um mundo em que a imaginação não tem limites.

Ser um rebelde dentro de uma empresa requer muitas vezes nadar contra a maré, enxergar o que a grande maioria não consegue enxergar, ir além do que a verdade do momento nos diz. O problema é que nem todos vão ficar felizes com esse tipo de mente aventureira. A maioria das pessoas dentro das empresas  está satisfeita com as ideias que servem bem a elas e à sua cultura, e com a visão a que se acostumaram sobre o que é ou não verdade. Elas não se animam com a perspectiva de sair de sua zona de conforto. Continue lendo »

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A História da Lego

Posted by Marcelão em agosto 16, 2012


Pessoal,

segue abaixo animação em vídeo em comemoração aos 80 anos da Lego. História repleta de persistência, coragem e criatividade.

Um abraço.

“I believe in change”

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O Futuro Pertence aos Curiosos, …

Posted by Marcelão em julho 2, 2012


… afinal de contas, são as perguntas que movem o mundo para frente, não as respostas.

Um abraço.

“I believe in change”

Twitter: @blogdomarcelao

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Documentário: Design Thinking

Posted by Marcelão em maio 23, 2012


Pessoal,

segue abaixo vídeo contendo um trailer do documentário sobre Design Thinking:

Um abraço.

Twitter: @blogdomarcelao

“I believe in change”

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