Blog do Marcelão

Blog para debate sobre excelência na gestão.

Archive for the ‘competição’ Category

Banco do Brasil atuará no Estados Unidos

Posted by marcelao em abril 15, 2010


Pessoal,

há algum tempo atrás, eu postei um texto sobre as oportunidades de expansão internacional que as empresas brasileiras poderiam aproveitar com a crise financeira que se instalou em 2009. Fiz até uma analogia com o futebol em que times como São Paulo e Flamengo, hexa-campeões brasileiros, no passado não teriam chances de sucesso se disputassem campeonatos como o Espanhol ou Italiano devido ao poder financeiro desses mercados, mas que com a crise essa distância havia se encurtado e as chances de sucesso desses times passaram a ser maiores. (acesse aqui para ler o post)

Pois bem, ontem o Banco do Brasil recebeu autorização do FED, Banco central norte-americano, para atuar como instituição financeira plena nos Estados Unidos nas mesmas condições inerentes aos bancos locais norte-americanos. O pedido havia sido feito há cerca de um ano. Com esse aval, o BB espera concluir as negociações para adquirir um banco na maior economia do mundo, que pode ocorrer até o meio do ano. Atualmente, existem 700 instituições à venda nos Estados Unidos.

O BB está aproveitando a oportunidade gerada pela crise, que abalou a saúde financeira de muitas instituições e, principalmente, reduziu o preço de venda dessas companhias. Continue lendo »

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Valorizando o que é nosso

Posted by marcelao em novembro 10, 2009


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Pessoal,

muitas vezes eu ouço pessoas criticando muito o nosso país, como se ele fosse o pior lugar do mundo para se morar. Não compartilho da opinião dessas pessoas. Temos problemas sim, alguns muitos graves, mas não somos tão diferentes em relação a outros países que possuem seus próprios problemas, alguns mais graves do que os nossos, apesar do seu maior poderio financeiro.

Nessas horas, eu sou forçado a concordar com o presidente Lula, temos que procurar valorizar mais o que é nosso. Temos muita coisa aqui nesse país que dá um banho em muito país altamente desenvolvido.

Na saúde, por exemplo, apesar de termos problemas com a rede pública de hospitais, temos um programa de vacinação e prevenção de doença de excelência mundial. É um programa muito bem coordenado, com ações estratégicas, boa rede de atendimento, excelente controle da agenda e com um processo de comunicação excelente.

Voltando para a minha área de atuação (tecnologia), nossa tecnologia bancária é de primeiro mundo. Tem muito banco estrangeiro que vem ao Brasil aprender com o nosso sistema bancário, como funciona a automação bancária e, mais importante, como todo esse sistema funciona de maneira completamente integrada e com processamento real-time. Continue lendo »

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Digital Age – Minhas impressões

Posted by marcelao em agosto 30, 2009


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Pessoal,

estive essa semana em São Paulo para participar do evento Digital Age 2.0, que foi organizado pelo IDG!NOW. Esse post tem o objetivo de compartilhar com vocês as minhas impressões sobre o evento.

Se eu tivesse que resumir esse evento em uma expressão, ela seria : O poder está com as pessoas e não mais com as empresas. Isso confirma várias das minhas impressões que já havia registrado aqui no blog (confira aqui). As pessoas estão no poder, seja como consumidoras, seja como funcionários. Como disse Tony Hsieh(mais detalhes aqui), CEO da Zappos, as pessoas criaram uma via de mão dupla ao se apossarem da Web.

As pessoas, com o advento da Internet, passaram a ser mais questionadoras e a exigir mais transparência nas relações que elas realizam no cotidiano. Questionamento esse que as leva a querer se relacionar mais com pessoas do que com as empresas. Vivemos em uma era em que a padronização, caracterizada principalmente pelo atendimento dos Help-Desks, acabou. O consumidor exige maior personalização dos produtos e maior transparência nos relacionamentos. Tony Hsieh afirmou categoricamente : “Seja verdadeiro e transparente e você não terá nada a temer”. Continue lendo »

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A metáfora do futebol

Posted by marcelao em agosto 12, 2009


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São Paulo

Pessoal,

ontem assisti a uma palestra de um colega de banco muito interessante onde ele contou uma metáfora de oportunidade que a crise trouxe para as empresas brasileiras.

É o seguinte, imagine o cenário competitivo das empresas como sendo o ambiente dos clubes de futebol. Imaginem que as grandes empresas brasileiras fossem os grandes clubes brasileiros como o Flamengo, São Paulo, Palmeiras, Grêmio, etc. Esses clubes detém a maior parte dos títulos do campeonato brasileiro e, portanto, dominam e conhecem muito bem o ambiente competitivo do mercado nacional o que, de certa forma, acaba por espantar clubes de outros países que queiram tentar a sorte no nosso mercado.

Agora vamos imaginar que, antes da crise, alguém determine que o São Paulo, por ser o Hexacampeão, não vai mais disputar o campeonato brasileiro, porque já está tudo dominado e que, a partir de agora, ele deve competir na liga dos campeões da Europa e enfrentar clubes como Milan, Real Madrid, Barcelona, etc. Continue lendo »

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Estratégia : 10 tendências para monitorar

Posted by marcelao em julho 29, 2009


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Pessoal,

foi publicado um artigo na edição de julho/2009 da revista Harvard Business Review um artigo – de autoria de Eric Beinhocker, Ian Davis e Lenny Mendonça – que apresenta 10 tendências a serem monitoradas por qualquer estrategista de plantão. Esse artigo é baseado nas forças subjacentes que ajudam a moldar o ambiente de negócios e buscar sinais de descontinuidade que são monitoradas pela McKinsey & Company que vão desde o crescimento em mercados emergentes à evolução do papel da empresa na sociedade. Avaliando esses fatores, os autores argumentam que, após a crise, o ambiente de negócios sofreu transformações e não voltará a ser o que era antes da crise.

Meu objetivo com esse post é relacionar essas 10 tendências, colocar a minha opinião sobre cada uma delas e provocar um debate sobre elas. Não é minha intenção colocar o conteúdo do artigo aqui até por respeito a publicação da revista. Portanto, se vocês querem mais detalhes sobre cada uma das tendências relacionadas no artigo, procurem a revista na banca e compre-a.

Vamos as tendências :

Recursos sob pressão : Lembro-me de uma palestra que assisti do professor Vicente Falconi, cujo título era “A invasão dos bárbaros e as decisões empresariais de hoje” (disponível aqui), em que o professor acredita que estamos diante de uma aceleração muito grande na economia e que coisas que serão decisivas daqui a 10 anos, mas que precisavam começar a ser preparadas hoje. Falconi apresentou o conceito histórico da palavra “bárbaros” como sendo todo aquele que não pertencia ao império romano, ou seja, eram povos pobres, nômades e pessoas com muita fome. Esses povos bárbaros eram motivados pela guerra para matar a sua fome. Fazendo um paralelo com os dias atuais, Falconi argumenta que a história se repete de formas diferentes, ou seja, o império romano mudou de mãos(países desenvolvidos ou primeiro mundo) e os bárbaros são os países excluídos desse império (países emergentes ou do terceiro mundo). Os países do novo império reunem cerca de 1 bilhão de pessoas, enquanto que os países “bárbaros” reunem em torno de 5 a 6 bilhões de pessoas. Muitos desses países “bárbaros” possum economias em franco crescimento e farão parte do “novo império”, o que caracteriza, segundo o professor Falconi, a invasão dos “novos bárbaros”. Esses bárbaros estão consumindo mais e a consequência disso é o aumento do consumo de recursos como combustível e água, o que naturalmente exerce uma pressão sobre os preços dessas comodities. Portanto, devemos nos preparar para um mundo em que haverá o encarecimento desses recursos como, por exemplo, os recursos minerais e hídricos;

Globalização sob ataque : Essa é uma tendência que deve ser analisada em partes. Com relação ao comércio mundial, acredito que haverá uma retração, mais em decorrência da crise financeira e da insegurança do consumidor que ela gerou, mas deve ser retomada com a recuperação da economia. Um revés na globalização do comércio traria consequências muito grandes para o consumidor como consequência da diminuição da competitividade entre os mercados. Já a globalização financeira porque foi justamente a complexa conexão entre os mercados financeiros que envolveu vários países é que gerou o efeito cascata que afetou todos os países durante a crise financeira mundial. A consequência desse efeito é que aumentarão os mecanismos reguladores para evitar atividades de especulação financeira e o aumento de incentivos para investimentos em atividades produtivas, que passem a gerar riquezas através da produção e não a partir de engenharia financeira; Continue lendo »

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Aprendiz 6 : Análise dos episódios e projeções

Posted by marcelao em maio 8, 2009


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Pessoal,

 

             um dos meus programas favoritos na Televisão é o Aprendiz  com Roberto Justus. A partir de hoje, farei um comentário sobre o desempenho das equipes a cada dois episódios. Primeiro, é bom deixar claro que não estou querendo assumir uma posição de superioridade em relação aos participantes, pois só quem vivencia o ambiente do programa pode tecer uma opinião mais precisa, além do fato de que o programa é editado pra caber naquele espaço de tempo. Todos nós poderíamos cometer os mesmos erros dos aprendizes ou até piores. Além do que o nome do programa é “APRENDIZ” não é a toa.

             Assim como fiz na temporada anterior, assisti vários episódios para começar essa série de posts sobre o programa e apresentar as minhas análises. Como nas outras edições, o maior erro cometido pelos aprendizes é não começar por entender qual o objetivo da tarefa e o que será avaliado como resultado. Continue lendo »

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Palestra : Planejamento estratégico pessoal

Posted by marcelao em maio 8, 2009


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Pessoal,

                no último congresso de gestão de projetos organizado pelo PMI-DF( Acesse o site do evento aqui), tive a oportunidade de apresentar uma palestra  com o título “Planejamento estratégico pessoal – Aplicando gestão de projetos a sua vida”.  Abaixo, segue a apresentação disponível no slideshare e um resumo de minha palestra :.

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Inovação na Gestão : Três forças disruptoras da gestão by Gary Hammel

Posted by marcelao em março 30, 2009


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Pessoal,

                  eu estava navegando na Internet procurando por figuras associadas ao assunto inovação na gestão e encontrei o blog do professor Gary Hammel no “The Wall Street Journal”(acesse o link para o blog) e um post sobre os 25 desafios para inovação na gestão identificados pelo professor e que foram citados pelo Jorge Carvalho no blog da HSM( acesse aqui o post do Jorge).

                  A partir dessa descoberta, li outros excelentes posts e entre eles destaco os dois últimos posts do blog : Continue lendo »

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Palestra Realizada na Tecnologia do BB : Empreendedorismo, Inovação e projetos

Posted by marcelao em dezembro 13, 2008


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BOAS NOTÍCIAS

Pessoal,

                realizei hoje (11.12) uma palestra na diretoria de tecnologia do Banco do Brasil com o titulo “empreendedorismo corporativo, inovação e projetos”. O objetivo da palestra era apresentar o que caracteriza a inovação e o empreendedorismo e a relação deles com a gestão de projetos.

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Livro : Safari de Estratégia

Posted by marcelao em novembro 3, 2008


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Pessoal,

              este é um excelente livro para quem quer conhecer mais sobre o assunto estratégia. O professor Henry Mintzberg, grande nome nessa área de estratégias, em parceria com Bruce Ahlstrand e Joseph Lampel.

              O livro apresenta o assunto usando uma analogia de uma grande selva – onde a confusão impera, as diversas visões do assunto coexistem e não há um padrão reconhecido, com o objetivo de esclarecer e criticar uma variedade de perspectivas que os autores identificaram e classificaram em 10 escolas de pensamentos distintos, comparando-as entre si, explicando seus pressupostos, identificando seus pontos fortes e criticando seus pontos fracos, mostrando em que situações a utilização de cada uma dessas escolas pode ser mais apropriada.

              As 10 escolas identificadas no livro são :

Design – > Formação da estratégia como um processo de concepção, onde o controle permanece nas mãos do CEO que mantém o processo de maneira informal e simples. Seu ponto fraco é que não vê o processo de desenvolvimento da estratégia como um processo de aprendizado;

Planejamento – > Formação da estratégia como um processo formal dividido em etapas, que são apresentadas na forma de listas de verificação. Seu ponto fraco é que, apesar de fornecer uma direção clara e dar estabilidade a organização, ela mina a flexibilidade;

Posicionamento – > Formação da estratégia como um processo analitico para lidar com posições de mercado no geral e de forma reconhecível. Seu ponto fraco está no seu pragmatismo em concentrar-se em fatores puramente econômicos e quantificáveis, desconsiderando outros fatores;

Empreendedora – > Formação da estratégia como um processo visionário definido pelo CEO como uma percepção da direção que a empresa deve seguir no longo prazo e aí é que reside o seu ponto fraco devido a concentrar no comportamento de um único individuo;

Cognitiva – > Formação da estratégia como um processo mental como formas de enxergar conceitos, mapas, esquemas e estruturas. Seu ponto fraco está na demora por ter que passar por um longo caminho através da psicologia cognitiva;

Aprendizado – > Formação da estratégia como um processo emergente em que o sistema coletivo é que aprende. Seu ponto fraco está no seu custo alto, pois leva tempo, gera uma quantidade enorme de reuniões, troca de mensagens, …;

Poder – > Formação da estratégia como um processo de negociação através do exercício da influência para negociar estratégias favoráveis a certos interesses. Seu ponto fraco é desconsiderar aspectos como a cultura da empresa e o exercício da liderança;

Cultural – > Formação da estratégia como um processo coletivo baseado nas crenças e interpretações comuns a todos os membros da organização. Seu ponto fraco é basear-se apenas no presente desconsiderando as mudanças que estão por vir;

Ambiental – > Formação da estratégia como um processo reativo ao meio-ambiente, que se apresenta para a organização como um grupo de forças contra as quais ela precisa reagir. Seu ponto fraco está em acreditar que o meio-ambiente pode ser generoso ou complexo, hostil ou dinâmico;

Configuração – > Formação da estratégia como um processo de transformação que interrompem períodos de estabilidade. Seu ponto fraco é o argumento fraco de que as empresas são estáticas ou só mudam por meio de grandes avanços;

 

              Essas 10 escolas são divididas em 2 grupos : prescritivas e descritivas. No primeiro grupo, os autores incluem três escolas (design, planejamento e posicionamento), responsáveis pelas abordagens mais ortodoxas da formulação estratégica e com ênfase nas questões de método e forma, no como deve ser a gestão estratégica.

              No segundo grupo, encontram-se as sete escolas descritivas (empreendedora, cognitiva, aprendizado, poder, cultural, ambiental e configuração) que representam diferentes perspectivas mais orientadas para a compreensão de como são efetivamente formuladas e implementadas as estratégias.   

              A diferença entre esses dois grupos é que os prescritivos devem ser associados aos modelos mais mecânicos, enquanto que os descritivos devem ser associados às arbodagens mais orgânicas e contemporâneas, o que podemos concluir que há uma relação entre as escolas prescritivas e a estabilidade e, inversamente, entre as descritivas e a instabilidade, ou seja, quanto mais instáveis o ambiente em que a empresa opera, menos eficaz será a aplicação dos modelos prescritivos.

               Outra relação que podemos estabelecer a partir do livro é que quanto mais centralizados e hierarquizados forem os sistemas organizacionais, maior será a tendência de utilização das escolas prescritivas ao contrário de ambientes evoluidos para modelos de estruturas flexíveis, mais necessárias e imprescindíveis se tornam as estratégias descritivas.

              O final do livro é um apelo a integração, pois o ambiente empresarial atual exige um processo de criação de uma estratégia que combine os vários elementos de cada uma das escolas, selecionando e combinando as caracteristicas que sejam as mais adequadas às tarefas e aos desafios a serem enfrentados em cada momento, sendo que o essencial não é a ferramenta utilizada, mas sim as competências de análise, integração e aplicação efetuadas pelos gestores das empresas.

             Afinal de contas, como já escrevi em outros posts, adaptabilidade é o nome do jogo no século XXI e, adaptabilidade é uma especialidade do professor Mintzberg.

Um abraço.

P.S : Ao procurar figuras para compor o post, encontrei o blog “Stratègós” da Marcella Santos Souza  Cardoso. No blog da Marcella, você encontrará um post com a descrição de cada uma das escolas identificadas no livro(Link : http://marcella-strategos.blogspot.com/2008/04/ee-aula-4-safri-de-estratgia.html). Recomendo a leitura desse post e dos demais posts do blog. Por essa razão, esse será o próximo blog que recomenderei em um post futuro.

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Leia também os seguintes posts :

– Importância da franqueza nas organizações – > Clique aqui para ler;

– Livro : Wikinomics – > Clique aqui para ler;

– Questionar é preciso : liderando equipes talentosas – > Clique aqui para ler;

– Gestão e inovação é com o lado direito do cérebro – > Clique aqui para ler;

– Competências dos lideres do futuro – > Clique aqui para ler;

– Busque a Unidade, mas sem Uniformidade – > Clique aqui para ler;

–  Modelos de gestão – necessidade de evolução – > Clique aqui para ler;

– Processo decisório : 3 modelos de Mintzberg – > Clique aqui para ler;

– Livro : O futuro da administração – > Clique aqui para ler;

– Importância do planejamento estratégico para o processo decisório – >  Clique aqui para ler;

– Importância do planejamento estratégico em ambientes de grandes mudanças – > Clique aqui para ler;

– Sua empresa é Flexível? – > Clique aqui para ler;

– Gestão de longo prazo – > Clique aqui para ler

– Época de mudança ou mudança de época? – > Clique aqui para ler;

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