Blog do Marcelão

Blog para debate sobre excelência na gestão.

Posts Tagged ‘Visão de futuro’

O Futuro das Interfaces II

Posted by marcelao em março 11, 2012


Pessoal,

segue abaixo vídeo com a segunda versão da visão de futuro da consultoria Corning sobre o futuro das interfaces, baseadas em vidro, dos sistemas de informação com seus usuários:

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Vídeo: High Tech, High Touch

Posted by marcelao em fevereiro 23, 2011


Pessoal,

uma vez eu tive uma conversa com o Walter Longo sobre tendências de futuro e um frase, dentre várias outras, que me marcou foi que “O Futuro será High Tech e Hogh Touch”. Pelo visto, o pessoal da Corning deve ter ouvido esse conselho também e elaborou esse vídeo conceitual que abaixo compartilho como vocês. Leia o resto deste post »

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Tendências de TI: Gráfico Hype-Cycle do Gartner

Posted by marcelao em outubro 13, 2010


Pessoal,

no último mês de agosto foi publicado o mais novo gráfico Hype-Cycle do Gartner que aponta as grandes tendências de tecnologia para os próximos anos, avaliando a maturidade dessas tecnologias de forma a apontar se elas são apenas modismos ou se elas realmente emplacarão e em quanto tempo isso ocorrerá.

O Gartner examinou 1800 tecnologias e tendências distribuídas em 75 temas e áreas da indústria de TI. Cada um dos 75 relatórios oferece um retrato instantâneo de área chave de TI ou de negócios. Executivos, CIOs, estrategistas, planejadores e desenvolvedores de tecnologia devem considerar estas tecnologias no desenvolvimento de negócios emergentes e portfólios de tecnologia.

Segundo o gráfico, tablets(como o Ipad), computação em nuvem privada, TVs e Displays de tela plana em 3D, realidade aumentada e energia elétrica sem fio são algumas das tecnologias que mudaram-se para o pico das expectativas infladas. No longo prazo, para além do horizonte de cinco anos, a atenção deve estar voltada para a impressão 3D, arquiteturas voltadas para entrega de contexto, robôs móveis, veículos autônomos(leia o post sobre o veículo autonômo do Google), ondas de terahertz(leia o post sobre exaflood).

Após o jump, veja a nova atualização do gráfico Hype-Cycle do Gartner: Leia o resto deste post »

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Tendências de TI: Possíveis Cenários para a Internet em 10 anos

Posted by marcelao em outubro 1, 2010


Pessoal,

como já escrevi anteriormente, a Internet está mudando o mundo como nós o conhecemos. Aumentando o poder de indivíduos e de empresas. Ocorre que ainda estamos no começo dessas mudanças que ela irá proporcionar. Como disse Walter Longo, mentor de estratégia e inovação da Young & Rubicam, em entrevista a revista HSM Management: “sabemos o que não funciona mais, mas não sabemos o que irá funcionar daqui para frente”.

Diante disso, o site “Internet Society” criou quatro vídeos onde apresenta possíveis cenários para a Internet em 10 anos. Relaciano-os abaixo e devidamente detalhados pelo site, acrescido de alguns comentários meus:

– Cenário positivo que mantém as características mais interessantes da Internet que são a descentralização e a distribuição;

– Oportunidades de crescimento e de abundância, sem barreiras a entrada de novos atores que desejem participar. Seguindo o conceito de Web 3.0 apresentado pelo professor Silvio Meira onde todos poderemos inovar;

– Disputas e desafios serão resolvidos por competição, em oposição a direitos herdados. É como funciona a Web 2.0, o que vale é o valor das idéias e onde a capacidade conta mais do que cargos e credenciais;

– Evolução constante com um eco-sistema saudável interligado e interdependente de operadores de redes, desenvolvedores, provedores de infra-estrutura, organizações gestoras e provedoras de recursos, etc. Essa características está em sintonia com a visão apresentada pelo falecido professor C. K. Prahalad onde teremos cada vez mais N empresas atuando em conjunto para prover produtos e serviços cada vez mais customizados aos consumidores;

– Funcionamento e estruturas organizacionais cada vez mais horizontais em detrimento de estruturas verticais para que todos os recursos oferecidos pela infra-estrutura de colaboração da Internet esteja disponível a todos, facilitando a inovação;

– A grande vitória da Internet em que ela continua sendo escalável e capaz de reagir e responder as novas exigências do futuro(veja mais sobre isso aqui); Leia o resto deste post »

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Princípios de liderança

Posted by marcelao em dezembro 31, 2009


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Pessoal,

o tema liderança é sempre um dos mais debatidos quando estamos falando de gestão. Ainda assim é um tema em que não há um senso comum, pois se você perguntar a 30 especialistas, você terá 30 visões diferentes. Talvez seja melhor que liderança não deva mesmo ter um senso comum como se fosse uma receita, afinal de contas, liderança deve ser situacional e contingencial.

Diante disso, vou listar abaixo o que considero serem os meus princípios de liderança :

– Criar uma visão – > Essa é básica, mas não custa nada reforçar, afinal de contas, eu sigo a linha de que se você precisa comunicar 10 vezes uma mesma mensagem, comunique 10 vezes. Sem criar uma visão de futuro, dificilmente você conseguirá extrair de sua equipe o melhor deles e dificilmente você atenderá o que seu cliente necessita. Líderes precisam estar focadas na estratégia e em questionar o status quo vingente. Durante esse processo, é vital que sua equipe seja seja envolvida e compreenda o sentido e o significado que a sua visão de futuro possui;

– Fazer acontecer – > Como líder você deve ajudar a sua equipe a vencer as dúvidas e os obstáculos para alcançar suas metas. Todo projeto e toda inovação é carregada de incertezas. Diante disso, o líder deve funcionar um facilitador para que sua equipe não seja paralisada pelo medo de errar ou de seguir em frente. Ajude sua equipe a viver o agora e a projetar o futuro focando nas oportunidades e não nos problemas. Estabeleça um conexão entre o saber e o fazer; Leia o resto deste post »

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Tendências da TI : Anytime, anywhere e anything

Posted by marcelao em junho 26, 2009


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Pessoal,

nosso país pode ter vários problemas que precisam ser solucionados, mas temos muitas áreas em que nós somos referências como, por exemplo, a tecnologia bancária. Hoje, você quase não precisa mais deslocar-se a uma agência bancária para movimentar seus recursos financeiros, pois quase tudo pode ser realizado através de canais como os terminais de auto-atendimento e a Internet, ou seja, os bancos deixaram de estar disponíveis apenas no horário entre onze horas da manhã e quatro horas da tarde e passaram a oferecer seus serviços vinte e quatro horas por dia, introduzindo o conceito de ANYTIME.

Agora, os bancos querem expandir seus serviços e passar a disponibiliza-los através dos celulares. Alguns bancos já oferecem serviços eletrônicos pelo celular como transferência entre contas, visualização de extrato e saldo. Na Febraban (Federação Brasileira de Bancos), principal entidade representativa dos bancos brasileiros, os bancos concordaram em lançar uma plataforma unificada para transações financeiras móveis até o final de 2010, passando a utilizar os celulares também como meio de pagamento. Com essas medidas, os bancos passam a oferecer seus serviços ANYWHERE.

No mundo da tecnologia, há quase um consenso que o celular será o instrumento de convergência do futuro, o instrumento que ofereceria todas as funcionalidades para você desenvolver suas atividades do dia-a-dia e substituir o computador pessoal, devido as suas características que permitem que ele seja superportátil. Com o desenvolvimento do celular como meio de pagamento, essa tendência começa a ficar mais real. Além disso, com a adoção e desenvolvimento cada vez maior de tecnologias como Cloud Computing e Virtualização (veja aqui), a necessidade de capacidade de processamento desses dispositivos será cada vez menor, aumentando o seu poder de mobilidade.

Mas eu quero ir um pouco além dessa tendência e introduzir um novo conceito, o conceito de ANYTHING, ou seja, em qualquer objeto. Vejamos alguns vídeos abaixo (alguns já divulgados aqui) :

Pelos dois vídeos acima, podemos vislumbrar um futuro onde poderemos interagir com os recursos computacionais em qualquer superfície, ou seja, não estaríamos restritos a apenas o celular como instrumento de conectividade, que, aliás, possui suas limitações como dependência de baterias para funcionar.

Aliás, se juntarmos o vídeo da microsoft acima com o vídeo em que ela apresenta seu novo projeto de video-game, o Natal (clique aqui para ver), podemos perceber um foco maior da empresa no desenvolvimento de interfaces, o que pode ser considerado como uma ofensiva da Microsoft em criar e dominar um novo mercado, mas isso é assunto para outro post.

Voltando ao assunto central, essa é mais uma evolução da tecnologia que deve ser utilizada a favor das pessoas. Hoje utilizamos os benefícios da tecnologia ANYTIMEANYWHERE, no futuro passaremos desfrutar desse benefício em qualquer superfície (ANYTHING).

Tudo isso é muito legal, mas temos que pensar no desafio maior que é oferecer todos esses benefícios das tecnologia para ANYBODY e não apenas para SOMEBODY. Se não pensarmos cada vez mais em promover a inclusão digital, a distância socio-econômica entre os mais pobres e os mais ricos será cada vez maior. Portanto, vamos utilizar a tecnologia a nosso favor para vencer mais esse desafio.

Um abraço.

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Leia também os seguintes posts :

– Vídeo : Evan Willians co-fundador do Twitter – > Clique aqui para ler;

– Vídeo : O futuro da web segundo seu criador – > Clique aqui para ler;

– Livro : A grande mudança, de Thomas Edison ao Google – > Clique aqui para ler;

– Correios, Google Trends e o fim do e-mail com o Google Wave – > Clique aqui para ler;

– Semelhanças entre TI e a torre de babel – > Clique aqui para ler;

– TI é serviço e não produto – > Clique aqui para ler;

– Tendências da tecnologia da informação : 2009 – O ano do cloud computing? – > Clique aqui para ler;

– Tendências da Tecnologia da Informação : Interface em qualquer lugar – > Clique aqui para ler;

– Tendências da tecnologia da informação : Video com Silvio Meira – > Clique aqui para ler;

– Mercado de Ti : Tendência de consolidação – > Clique aqui para ler;

– Tendências da Tecnologia da Informação – > Clique aqui para ler;

– É o fim do analista de TI – > Clique aqui para ler;

– Tendências da TI : Consolidação do mercado, cloud computing, TI verde e virtualização – > Clique aqui para ler;

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Internacional : Exemplo de visão de futuro

Posted by marcelao em janeiro 31, 2009


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Pessoal,

                  como escrevi no post anterior sobre a gestão no Flamengo, considero o Internacional de Porto Alegre uma das exceções em termos de gestão no futebol brasileiro.

                   Hoje(31.01.2009), tivemos mais uma confirmação da eficiência e efetivadade da gestão do Inter, pois o seu estádio, Beira-Rio, foi indicado como estádio para a copa do mundo de 2014 no Brasil, caso a cidade de Porto Alegre seja uma das doze cidades escolhidas pelo comitê da FIFA para receber jogos da copa.

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Livro : A grande Mudança – Reconectando o mundo, De Thomas Edison ao Google

Posted by marcelao em dezembro 21, 2008


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Pessoal,

                 esse livro é de autoria do ex-editor da revista Harvard Business Review, Nicholas Carr, que trata, segundo ele, da grande mudança que está ocorrendo no mundo com o advento da Internet e o que tendências da tecnologia, como Computação em nuvem, trarão de benefícios para a sociedade. Se fosse para resumir esse livro em uma única frases escreveria que ele classifica a Internet como sendo a grande ferramenta de mudança dos tempos atuais assim como a eletricidade foi para a revolução industrial.

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Livro : Know-How – As 8 competências que separam os que fazem dos que não fazem

Posted by marcelao em setembro 22, 2008


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Pessoal,

              esse é um livro de autoria de Ram Charan que é um consultor de empresas altamente requisitado e conferencista famoso entre os executivos por sua impressionante capacidade de resolver os mais dificeis problemas de negócio.

               Como diz o título, esse é um livro que apresenta as características que diferenciam aqueles que fazem e realizam daqueles que não fazem. É um livro que apresenta uma nova abordagem sobre liderança, uma liderança mais abrangente. Traduz a necessidade de possuirmos lideres em nossas organizações que saibam o que estão fazendo e que saibam tomar boas decisões nos negócios, pois as mudanças são constantes em nossas vidas, mas a magnitude, a velocidade e a intensidade com que elas ocorrem atualmente são diferentes de tudo o que já foi vivenciado até esse momento pela humanidade.

               O autor apresenta 8 competênciais essenciais que as pessoas devem desenvolver se quiserem tornar-se lideres das organizações no que promete ser o ambiente de negócios mais dificil das últimas décadas. Sua capacidade de desenvolver essas competências dependerá do refinamento de suas características pessoais :

                – Ambição – > Líderes necessitam de uma dose saúdavel de ambição para impulsionar a si próprios e aos outros. Nesse caso, deve-se tomar cuidado com o excesso de ambição que pode ter como consequências uma conduta indesejável;

                – Determinação e tenacidade – > É a procura por respostas específicas e não desistir até consegui-las. A grande energia que possuem é contagiante. Impulsionam suas prioridades de modo persistente por toda a empresa;

                – Autoconfiança – > Você tem de ser capaz de ouvir sua voz interior e suportar os momentos de solidão quando uma decisão importante fica a seu cargo. Tem de falar o que pensa e agir com decisão, sabendo que poderá arcar com as consequências.

                – Abertura psicológica – > A disposição de se deixar influenciar por outras pessoas e de compartilhar idéias abertamente aprimora o Know-How, ao passo que ser psicologicamente fechado pode ocasionar problemas. Lideres abertos buscam opiniões variadas e, por essa razão, vêem e ouvem mais e contam com maior número de informações para tomar decisões. Esse tipo de abertura permeia o sistema social, intensificando a franqueza e a comunicação.

                 – Realismo – > É o ponto intermediário entre o otimismo e o pessimismo. O realista é aberto a qualquer ajuda que a realidade lhe oferece. Só o realista quer receber informações não-filtradas, que podem ser cuidadosamente examinadas, mensuradas, avaliadas e testadas, para determinar que medidas tomar em seguida. Ele passa muito tempo interagindo com clientes, funcionários e fornecedores,  a fim de obter informações e uma “percepção” desses grupos sobre suas opiniões.

                 – Vontade de aprender – > As competências se aprimoram quando expostas a situações com um crescente nível de complexidade, por esse motivo, certa avidez por novos desafios é essencial. Líderes que buscam novas experiências e aprendem com elas desenvolverão seu Know-How mais rapidamente do que aqueles que não o fazem.

                 O autor faz um alerta de que é importante compreender que esses traços de personalidade interagem entre si e com as 8 competências, para o bem e para o mal, e que, quando excessivos, apresentam um lado desagradável. Confiança excessiva combinada com determinação em excesso, por exemplo, pode levar a um comportamento narcisista, excesso de competitividade e desconfiança de outras pessoas.

                   Seguem abaixo as oito competências relacionadas pelo autor :

                  – Posicionar e reposicionar a empresa para ganhar dinheiro – > O posicionamento trata do que sua empresa oferece aos seus clientes, sobre qual benefício você oferece. Também é importante saber que posicionamento não é para sempre, reposicionar é preciso frequentemente diante da velocidade das mudanças. Nas minha palestras cito sempre o exemplo da Kopenhagen, que muitos acham que seu posicionamento é vender chocolate, quando na verdade é vender presentes tendo chocolate como conteúdo;

                  – Ligar os fatos, identificando e tomando providências sobre o surgimento de padrões de mudança externa – > Guarda muita relação com a teoria de Michael Porter sobre as cinco forças competitivas : Poder de negociação de consumidores, poder de negociação de fornecedores, obsolecência de produtos, entrada de novos concorrentes e acirramento da disputa no mercado. O autor ressalta que mudanças abruptas e expenenciais são a regra;

                   – Gestão do sistema social da empresa como meio para o trabalho integrado dos profissionais – > Trata-se da principal função de um lider que é transformar o conhecimento em ação e resultados. Envolve estabelecer um alinhamento entre os objetivos pessoais de cada profissional com os objetivos da empresa. No processo decisório, envolve juntar as pessoas certas, com a frequência certa e as informações certas para a tomada de decisões;

                    – Avaliando, selecionando e formando lideres – > Um sinal forte da liderança é a formação do seu substituto. Essa atitude mostra o compromisso do lider com o futuro da empresa. É ter a habilidade de identificar os próximos lideres da organização e saber onde cada um terá o melhor resultado, em que ela precisa se desenvolver mais e como revelar as melhores realizações de cada lider em potencial;

                    – Unidade sem uniformidade – moldando uma equipe de líderes – Essa é minha competência preferida. Liderar talentos não é fácil, pois tratam-se de profissionais de grande dinamismo, capacidade e com egos enormes em uma equipe de trabalho de líderes que sincronizem esforços e impulsionem a empresa. Nas empresas, existem muitos gestores que inibem o surgimento desses talentos por pura falta de competência em lidera-los. Um exemplo disso você pode identificar isso no filme “Dremgirls” onde o empresário do trio de cantoras escolhe para lider vocal a personagem interpretada pela cantora e atriz Beyonce porque ela era mais dócil do que a cantora que era o talento do trio e reconhecida por todos por esse talento;

                    – Determinando e estabelecendo os objetivos certos – > Trata-se do desafio de estabelecer objetivos não tão altos que correm o risco de gerar frustrações quando não atingidas e nem tão modestos que não gerem a energia e a motivação necessárias. Têm de ser satisfatórios para os investidores, cuja maioria se preocupa mais com o curto prazo, mas também assegure que a empresa ganhe dinheiro no longo prazo. Deve refletir as oportunidades no mundo externo, mas levando em consideração a capacidade potencial existente dentro da empresa para persegui-los

                    –  Estabelecendo prioridades precisas e importantes – > As prioridades são o caminho para a concretização dos objetivos. As prioridades determinam como os recursos são distribuidos e, dessa forma, têm potencial de desencadear conflitos quando recursos são redirecionados. Envolve escolher entre quatro critérios : o que é importante, o que é urgente, o que é de longo prazo em relação ao que é de curto prazo, e o que é realista em relação ao que é visionário;

                    – Enfrentando forças sociais que transcendem o mercado – > Toda empresa opera em um ambiente político e social complexo, elas precisam enfrentar questões que transcedem o mercado como o poder dos blogs na Web 2.0 e a sua responsabilidade social corporativa. Não se trata apenas de se comportar dentro da lei, mas sim também da ética. Lidar com grupos externos pode não gerar valor para os acionistas, mas não lidar com eles pode destruir esse valor;

                    Recomendo esse livro porque muitos dos posts desse blog abordam várias das competências relacionadas pelo autor. A diferença é que elas são apresentadas com muito mais profundidade devido a experiência do autor nas consultorias que realiza em grandes empresas como a GE.

Um abraço.

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Leia o resumo de outros livros que recomendo nesse LINK.

Leia também os seguintes posts :

Competências dos lideres do futuro – > Clique aqui para ler;

Competências dos lideres do futuro – II – > Clique aqui para ler;

Inovação – o poder da colaboração – > Clique aqui para ler

Importância da franqueza nas organizações – > Clique aqui para ler;

Questionar é preciso : liderando equipes talentosas – > Clique aqui para ler;

Google – Modelo de Inovação na Gestão – > Clique aqui para ler;

Motivação : O que é isso? – > Clique aqui para ler;

O que é liderar? – > Clique aqui para ler;

Livro : O futuro da administração – > Clique aqui para ler;

Gestão de longo prazo – > Clique aqui para ler;

Importância do aprendizado contínuo – > Clique aqui para ler;

Livro : O lider do futuro – > Clique aqui para ler;

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Forum Mundial de Estratégia HSM 2008 – Impressões – Parte II

Posted by marcelao em agosto 14, 2008


Pessoal,

              continuando a série sobre o evento organizado pela HSM, vamos abordar a segunda parte da palestra de Vijay Govindarajan sobre “Como construir negócios altamente inovadores dentro de um negócio lucrativo existente”.

               O palestrante abordou a dificuldade que as empresas possuem em evoluir seus modelos de negócios para modelos mais adaptados a nova economia, uma economia da era digital. Podemos fazer aqui uma analogia com a tese do professor adjunto da Harvard Business School, Clayton M. Christensen, que elaborou a tese do “Dilema da Inovação” que assume a posição radical de que grandes empresas fracassam exatamente porque fazem tudo certo. Ele demonstra por que boas empresas, mesmo mantendo sua antena competitiva ligada, ouvindo os clientes e investindo agressivamente em novas tecnologias, perderam sua liderança no mercado quando se confrontaram com mudanças tecnológicas de ruptura e incrementais na estrutura do mercado.

               Construir um negócio altamente inovador dentro de um negócio lucrativo existente envolve gerenciar muitos conflitos entre os dois modelos de negócio e, principalmente, construir a nova estrutura sem carregar o modelo mental do negócio anterior, tomando emprestado (horizonte 2) apenas alguns ativos.

               Essa não é uma tarefa fácil e exigirá muita disciplina da empresa, pois, afinal de contas, Thomas Edson já dizia que a inovação é 1% inspiração e 99% transpiração. E esse problema torna-se maior ainda, pois, segundo o palestrante, as pessoas passam muito pouco tempo pensando na execução, porque ter idéias é mais atraente do que executá-las e consome poucos recursos. Nesse ponto, é bom esclarecer a diferença entre criatividade e inovação. A criatividade está ligada a idéias e a imaginação, enquanto que a inovação está ligado ao fazer, a comercialização da criatividade.

               Para exemplificar a sua tese, o palestrante citou o case do jornal New York Times cuja proposta de valor para seus clientes é entregar conteúdo premium a preço premium com uma arquitetura de valor que consiste nas operações de colher notícias, gerar assinaturas, vender anúncios, imprimir e distribuir. Ocorre que nessa era digital, o mundo inteiro passa a ser seu cliente, predominantemente de pessoas mais jovens do que os leitores do jornal impresso, o que exige uma nova proposta de valor.

            Essa transição do New York Times não foi um projeto fácil, sendo que o principal problema enfrentado foi esquecer o que era necessário deixar para trás (horizonte 2), pois as lembranças de como ter sucesso no mundo impresso eram carregadas para o mundo digital, além do conflito com o modelo de negócio anterior (jornal impresso) que disputava recursos com o novo modelo (jornal digital), problema esse potencializado pelo fato de que o gerente geral do jornal digital era subordinado ao gerente geral do jornal impresso, que dava preferência a alocar os recursos ao jornal tradicional.

            Nesse caso de transição de modelos de negócio, são três os desafios da execução dessa estratégia que são : Esquecer, Tomar emprestado e aprender. O que se esquece e o que se aprende é diferente do que deve ser tomado emprestado, ou seja, como salientou o apresentador, se você não esquecer, não conseguirá aprender. Esquecer envolve deixar para trás os pressupostos (hipóteses), vieses e modelos mentais do negócio anterior, enquanto tomar emprestado envolve, no caso do New York Times, pegar alguns ativos emprestados do jornal impresso como a marca, a expertise, capacidade de produção e o relacionamento com os clientes.

            Vijay considera que os fatores mais criticos no desafio de esquecer são a cultura de promoções internas, de longas carreiras e de ênfase na gestão do desempenho. Somavam-se a isso um vigoroso desempenho financeiro do negócio e mecanismos fortes de socialização, que faziam com que os novos se adaptassem rapidamente à cultura antiga.

            

            No caso do New York Times, o sucesso da transição começou a surgir a partir do momento em que o gerente geral do jornal digital passou a ter o mesmo nível do gerente geral do jornal impresso e a proporção de pessoas de fora na equipe do veículo digital em relação às pessoas da casa aumentou, o que comprova que “as escolhas organizacionais fazem muita diferença entre o sucesso e o fracasso de um novo negócio inovador”, segundo Vijay.

            No final de sua apresentação, Vijay apresentou às dez regras fundamentais para os negócios inovadores que são criados dentro de negócios lucrativos já existentes. Essas regras contemplam os desafios de esquecer o aprendizado obtido na empresa antiga, de tomar emprestado alguns ativos dessa empresa e, principalmente, de aprender na nova realidade :

               1. Idéias são apenas pontos de partida.
               2. A nova empresa deve contratar gente de fora para cargos influentes.
               3. A nova empresa deve prestar contas a um nível hierárquico acima do nível em que se encontra a empresa original.
               4. A nova empresa deve ter métricas de desempenho distintas das métricas usadas pela empresa antiga.
               5. Somente um ou dois dos ativos mais valiosos da empresa principal devem ser mantidos.
               6. Tensões existirão entre as duas empresas e o líder deve gerenciá-las.
               7. Deve-se facilitar para que a empresa principal faça empréstimos.
               8. A nova empresa deve ser responsabilizada pelo aprendizado.
               9. O processo de planejamento da nova empresa deve ser mais freqüente, para estimular o aprendizado e se chegar mais rapidamente da fase de premissas à fase de conhecimento.
              10. As reuniões de planejamento das duas empresas devem ser separadas.

            Vijay coloca aos presentes os desafios da liderança que deseja ter sucesso na criação do futuro:

               1. Foco excessivo no desempenho imediato. “Encontrei líderes que falam muito sobre o curto e o longo prazos, mas focam só o curto.”
               2. Forte tendência de dividir a empresa em unidades estanques. “Criar o futuro exige capacidade de conexão entre as unidades.”
               3. Falta de clima para assumir riscos. “Quanto maior a organização, maior o problema da assunção de riscos.”
               4. Falta de incorporar a inovação às capacidades da organização. “Uma pessoa não consegue inovar, nem um pequeno grupo. Inovação tem que ser uma capacidade embutida. Todos os funcionários têm que se sentir inovadores.”
               5. Falta de uma mentalidade global.
 

            Eu, particularmente, já vinha comentando em alguns pontos sobre esses desafios da liderança no que diz respeito a visão de curto prazo, a empresa organizada em silos estanques, falta de clima para assumir riscos e não incorporação da inovação a cultura da empresa como vocês poderão ver nos links abaixo relacionados. A visão de curto prazo traz resultados imediatos, mas são resultados que não são duradouros e sustentáveis no longo prazo, enquanto que a organização baseada em silos estanques dificulta a colaboração entre os setores e consequentemente a criação de uma cultura inovadora na empresa, agravado pela cultura de punição ao erro ao invés de usar o erro como instrumento pedagógico para melhoria contínua.

Um abraço.

P.S : O próximo post será sobre a palestra de C.K. Prahalad

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Medo – Barreira para a inovação – > Clique aqui para ler;

Para os rebeldes. Pense diferente – > Clique aqui para ler;

Inovação – o poder da colaboração – > Clique aqui para ler;

Miopia gerencial – > Clique aqui para ler;

Sua empresa é Flexível? – > Clique aqui para ler;

Questionar é preciso – Liderando equipes talentosas – > Clique aqui para ler;

Google – Modelo de Inovação na Gestão – > Clique aqui para ler;

Modelos de gestão – necessidade de evolução – > Clique aqui para ler;

Motivação – O que é isso? – > Clique aqui para ler;

Livro : Qual é a tua obra? – > Clique aqui para ler;

Livro : O futuro da administração – > Clique aqui para ler;

Livro : Wikinomics – > Clique aqui para ler;

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