Blog do Marcelão

Blog para debate sobre excelência na gestão.

Posts Tagged ‘Gestão 2.0’

MiniMáxima da Semana

Posted by Marcelão em julho 9, 2018


“Intuição é o sussuro da alma” Kiddu Krishnamurti – Filósofo Indiano

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Inovação é Coletiva, não solitária

Posted by Marcelão em março 22, 2018


PessoALL,

sempre acreditei que a inovação é muito mais um processo coletivo e essencialmente colaborativo do que um trabalho solitário, e que ela floresce com maior frequência onde a diversidade é um valor e que o conflito é a faísca necessária para esse processo.

Nesse TED, a etnógrafa Linda Hill discursa sobre como deveria ser um modelo ou pensamento de gestão que facilite o processo coletivo de inovação e estabelece a diferença entre liderança e liderança para inovação.

Importante prestar atenção aos três pilares essenciais para desenvolver organizações inovadoras: abrasão criativa, agilidade criativa e resolução criativa.

Keep the Faith

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Diversidade = Antídoto para Complexidade

Posted by Marcelão em outubro 25, 2012


Man Woman Face People Problem Puzzle

Pessoal,

diante da complexidade que envolve os problemas atuais na economia e na sociedade, cresce cada vez mais em importância estudar a totalidade do sistema,  porque nenhuma colagem de estudos parciais de um sistema complexo e não linear pode dar uma boa idéia do comportamento do todo. Quando comparamos a maneira como as coisas foram feitas, como elas são feitas e como deverão ser feitas, não chegamos a nenhum tipo de certeza. O que podemos supor é que nossa forma de pensar precisa ser ajustada para lidar com as incertezas que temos pela frente.

Como escrevi no post anterior, cada vez mais cresce a importância de construir equipes interdisciplinares para que uma empresa tenha mais chances de gerar soluções inovadoras por meio de uma atitude que requer reflexão e desprendimento de forma a favorecer o criação de visão interdisciplinar. Dessa forma será possível combinar diferentes perspectivas e buscar encontrar a síntese existente na combinação dessas perspectivas.

Tudo isso refere-se ao cruzamento de conhecimentos técnicos, mas como seria a composição de uma equipe interdisciplinar do ponto de vista de personalidade de cada individuo?

Segundo Paul Torrance, professor e psicólogo americano, para o ato de criatividade em geral, insumo básico para qualquer processo de inovação, contribuem, além do conhecimento, certos traços de personalidade e características cognitivas.

Como os processos cognitivos que dizem respeito aos processos psicológicos envolvidos no conhecer, perceber, aprender, etc., fazem referência à forma como o indivíduo lida com os estímulos do mundo externo, as habilidades intelectuais, analisadas por Torrance, caracterizam os traços que fazem com que certos indivíduos sejam mais criativos do que outros, ou então, apresentem diferentes perfis de criatividade. Elas estãoclassificadas por indivíduo em habilidades cognitivas, produtivas e avaliativas:

– as habilidades cognitivas enfatizam no indivíduo criativo as características dos traços como a fluência, flexibilidade, originalidade, elaboração, e respectivos estilos presentes, tais como, gerador, conceitualizador, otimizador e implementador;

– as produtivas estão relacionadas ao uso de produtos com funções já organizadas, isto é, a descobertas de respostas convencionais e previsíveis;

– as avaliativas determinam se os produtos com funções já organizadas e conhecidas são adequados, convenientes e se corretos ou não.

Torrance, dedicando-se ao estudo da criatividade como o resultado de habilidades intelectuais, enfatiza as características dos traços individuais como a fluência, flexibilidade, elaboração e originalidade da seguinte maneira:

Fluência:   sua característica é a facilidade com que o indivíduo utiliza seu conhecimento, a partir de informações pessoais registradas, para apresentar uma resposta à um problema ou estímulo existente, e cujas funções encontram-se parcialmente conhecidas. Segundo Torrance, o escore é dado pelo número de diferentes respostas apresentadas.

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Resistência a Mudança: 10 razões

Posted by Marcelão em setembro 27, 2012


Pessoal,

implementar mudanças em qualquer ambiente é sempre um grande desafio para qualquer empresa, no entanto, a mudança é uma realidade sempre presente na humanidade, o que mudou nos últimos tempos é que ela se tornou muito mais frequente do que no passado. Mudar nunca foi fácil e sempre encontrará resistências. No blog da Harvard Business Review, a professora Rosabeth Moss Kanter listou 10 razões para as pessoas resistirem a mudança, as quais listo abaixo com meus comentários:

Perda de controle da mudança -> Mudança mexe com a autonomia das pessoas no exercício de suas atividades fazendo com que as pessoas tenham a sensação  de perda de controle do seu território. Isso se deve ao fato que a mudança mexe com a relação de poder das pessoas. O importante nessa hora é promover empatia e entender quais as motivações e como as pessoas encaram a mudança fazendo-as participar do processo de planejamento da mudança;

Incerteza Alta -> as pessoas têm medo do desconhecido e do novo. Nosso cérebro é preparado para nos preservar do excesso de informação e, por essa razão, procura categorizar as informações que filtra. Mudar os paradigmas construídos com essa categorização é um processo demasiadamente doloroso. Nesse sentido, um processo de comunicação que vise mostrar as razões e os beneficios da mudança torna-se mais importante do que comunicar como a mudança será executada; Continue lendo »

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Forum HSM Novas Fronteiras: O Fator Automação

Posted by Marcelão em setembro 5, 2012


Pessoal,

uma dos aspectos que ficou bastante evidente no Forum HSM Novas Fronteiras da Gestão é que a tecnologia e a ciência estão avançando cada vez mais rápido e rompendo até mesmo com os limites da física de tempo, espaço e massa. O Vídeo abaixo mostra um protótipo de robô carregando 120 kilos, mas que consegue se adaptar rapidamente a qualquer tipo de terreno e continua progredindo:

O segundo vídeo mostra os robôs adotados pela Amazon, conhecidos como Kiva, que organizem o estoque da Amazon segundo a demanda pelos produtos, ou seja, os produtos menos demandados são colocados mais para o fundo da loja, enquanto que os mais demandados ficam mais próximo do setor de empacotamento para agilizar o processo de envio de pedidos:

O que podemos enxergar como tendência é que tudo aquilo que for possível de ser executado por um computador, será executado por um computador. E mais do que substituir pessoas, a tecnologia e a ciência diminuindo cadeias de fornecimento e processo.

Quando comecei a trabalhar com tecnologia, havia um setor responsável pelo digitação dos dados dos documentos, esses dados eram empacotados em arquivos e transmitidos para a central de processamento, após processados eram gerados relatórios para conferir se os dados foram digitados corretamente. Hoje em dia, não existe mais esses 3 passos: Digitar, empacotar e conferir. A grande maioria das transações financeiras é realizada de forma totalmente digital. Cheques, depósitos em papel, ordens de pagamento viraram pó na cadeia bancária. Isso sem falar em outros processos como armazenamento dos documentos, encaminhamento para incineração e outros processos mais.

Diante desse avanço, seremos exigidos a desenvolver novas habilidades e competências que o computador não poderá reproduzir. Aliás, a automação é uma das 3 forças sociais e economicas apontadas por Daniel Pink, em seu livro “O Cérebro do Futuro”, que nos obrigam a desenvolver habilidades mais ligadas ao lado direito do cerébro.

No meu post anterior, eu mencionei as habilidades a serem desenvolvidas pelas pessoas no século XXI(clique aqui para ler), mas vale também resgatar os seis aptidões, simbolizadas por seis sentidos, apontados por Daniel Pink: Continue lendo »

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Desafios da Gestão 2.0: Repacitar Mentes Gestoras

Posted by Marcelão em setembro 3, 2012


Pessoal,

um dos assuntos mais recorrentes aqui nesse espaço é discussão de um novo modelo de gestão para as empresas, um modelo mais adaptado para os novos rumos que a economia tomou com o advento das novas tecnologias, principalmente e notadamente a Internet. Esse é um dos assuntos pelo qual tenho grande interesse, porque considero que a inovação na gestão trará grandes benefícios para a sociedade como um todo.

Nesse sentido, acompanho muito o site “Management Innovation eXchange” desenvolvido pelo professor Gary Hamel, responsável pelo laboratório de inovação na gestão na London Business School e uma das maiores referências em se tratando de reinventar a gestão. O site é uma iniciativa baseada em colaboração para discutir cada um dos 25 desafios da gestão 2.0, apontados por Gary Hamel e uma brigada de renegados, que seriam necessários para se reinventar a gestão.

Dentre os 25 desafios, eu considero o desafio de recapacitar mentes gestoras como o mais importante. O foco do treinamento de gerentes sempre foi ajudar o lider a desenvolver um arsenal especifico de habilidades cognitivas: o uso do lado esquerdo do cérebro, o raciocínio dedutivo, a solução analítica de problemas e a engenharia de soluções. Segundo esse desafio, o gerente do século XXI precisará de novas habilidades. No site são apresentadas algumas dessas habilidades que precisarão ser desenvolvidas:

– Pensamento Reflexivo: Examinar questões de forma mais profunda, mais conceitual. É concentrar-se mais em descobrir os “porquês” do que descobrir os “Comos”. É concentrar-se inicialmente em descobrir quais as perguntas a serem respondidas para depois procurar as respostas. É estar disposto a prolongar o estado de dúvida como um estímulo para uma investigação perfeita, na qual nenhuma ideia se aceite, nenhuma crença se afirme positivamente, sem que se tenha descoberto as razões justificativas; Continue lendo »

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Fórum HSM Novas Fronteiras: Ovelhas Negras

Posted by Marcelão em agosto 29, 2012


Pessoal,

durante sua palestra no Fórum HSM – Novas Fronteiras da Gestão, Walter Longo alertou para o fato de é preciso dar voz e ouvir mais os rebeldes existentes dentro das empresas, pois toda empresa precisa de rebeldes, de gente que pergunte “Por quê não?”. Ressaltou porém que uma empresa deve buscar o equilibrio entre acomodados e rebeldes, pois uma organização de acomodados quebra em três anos, enquanto que uma só de rebeldes quebra em três meses. O problema atual nas empresas é que os acomodados estão se dando muito bem nas empresas. Segundo Walter, uma empresa que não tem a capacidade de nutrir seus rebeldes, tem o seu futuro não assegurado em um mundo em que a imaginação não tem limites.

Ser um rebelde dentro de uma empresa requer muitas vezes nadar contra a maré, enxergar o que a grande maioria não consegue enxergar, ir além do que a verdade do momento nos diz. O problema é que nem todos vão ficar felizes com esse tipo de mente aventureira. A maioria das pessoas dentro das empresas  está satisfeita com as ideias que servem bem a elas e à sua cultura, e com a visão a que se acostumaram sobre o que é ou não verdade. Elas não se animam com a perspectiva de sair de sua zona de conforto. Continue lendo »

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Gary Hamel na Globo News

Posted by Marcelão em agosto 9, 2012


Pessoal,

uma das minhas referências em gestão com certeza é o professor Gary Hamel da London Business School. Abaixo linkei o vídeo de sua entrevista a Globo News onde fala das principais forças atuantes na economia que exigem uma nova postura das empresas se quiserem continuar existindo no século atual.

“O problema não é o capitalismo, mas sim alguns capitalistas”

Um abraço.

“I Believe in Change”

Twitter: @blogdomarcelao

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A verdade está lá fora

Posted by Marcelão em agosto 7, 2012


Pessoal,

o título do post é frase bastante conhecida pelos fãs da série “Arquivo-X”, mas ela poderia também ser um mantra para as empresas que desejam manter-se competitivas no século atual.

Isso se deve ao fato que, com o crescimento das redes sociais, a relação de forças no jogo econômico mudou. Hoje são os consumidores que detém o maior poder na economia, pois as midias sociais possibilitaram que as pessoas articulem-se em prol de objetivos comuns que antes não eram possíveis.

historicamente muitos mercados eram protegidos por fortes barreiras de entrada, como a Inércia dos Consumidores (relutância ou preguiça para mudar), Restrições de Capital (financiamentos caros e inacessíveis), Economias de escala (métodos de produção que favoreciam grandes quantidades) e Tecnologias proprietárias (marcas e patentes).

Tais restrições foram caindo paulatinamente com a crescente desregulamentação e afrouxamento de leis, bem como evoluções tecnológicas disruptivas.

No passado, a colaboração era de pequena escala, pois uma quantidade excessiva de pessoas era excluída da circulação de conhecimento, poder e capital, e portanto, participava das margens da economia. Ela ficava restrita em pequenos territórios como comunidades, locais de trabalho e acontecia apenas entre amigos, parentes e sócios nesses locais. Com o advento da Internet e da WEB 2.0 tudo mudou, pois torna o acesso dessas pessoas a apenas um click no mouse o que coloca todas essas pessoas para participarem da inovação e da criação de riqueza em cada setor da economia. Continue lendo »

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3 Práticas de uma Empresa que Aprende

Posted by Marcelão em julho 11, 2012


Pessoal,

como disse o pensador Alvin Tofler: “Os analfabetos do século XXI não serão aqueles que não saberão ler ou escrever. Serão que aqueles que não conseguirão aprender, desaprender e reaprender.”

Em um mundo em constante mudança, buscar o aprendizado constante torna-se uma estratégia vital para qualquer empresa que deseje continuar competitiva no mercado atual. No entanto, a maneira que nós aprendemos em ambientes corporativos não mudou em décadas. Nós ainda assistimos a sessões de treinamento de fim de semana, lemos manuais de vendas, e assistimos palestras gravadas.

Nesse sentido, encontrei esse artigo no site www.mashable.com apresentado por Craig Malloy, CEO da Blomfire, que apresenta 3 práticas que auxiliam a tornar a sua empresa em uma organização que aprende constantemente. Relaciono-as abaixo com meus comentários:

Conhecimento no momento e na quantidade exata em que você precisa -> Hoje as empresas empurram uma quantidade enorme de informação nas suas equipes e espera que elas saibam lidar com essa verdadeira avalhanche de informação, além de esperar que eles a recuperem no momento em que precisarem. Agora pense em um sistema de aprendizado que utilizasse o modelo mental de busca do Google. As empresas poderiam possuir algo equivalente. Se você disponibiliza uma estrutura como essa, você fornece aos seus funcionários um corpo permantente de conteúdo / Conhecimento na forma de vídeos e documentos, juntamente com um meio simples de conexão entre os funcionários permitindo a troca de conhecimentos no momento exato em que você precisa;

Todo mundo tem algo valioso para contribuir -> Como sempre digo, mesmo um relógio parado está certo pelo menos duas vezes por dias. Todo mundo tem algo a contribuir. O conhecimento existente nas equipes é o ativo mais valioso de sua empresa, principalmente o conhecimento latente armazenado na experiência e interação entre os seus companheiros e colegas de trabalho. É importante abrir o processo de aprendizagem criando estruturas que facilitem o livre fluxo de infomações entre seus colaboradores, até porque as lições dos pares são frequentemente as mais importantes e as mais fáceis de serem aprendidas. Mas se você quiser tirar vantagem dessa abordagem, é preciso incorporá-la como valor no cerne da cultura da sua empresa;

Nenhum de nós é tão inteligente quanto todos nós -> Um trabalhado gasta em média nove horas por semana em busca de informações. Isso é muito tempo perdido. Deveríamos passar menos tempo procurando respostas, mais tempo colocando-as em prática e refletindo sobre seus resultados. Você precisa ter uma idéia do fluxo de trabalho entre os setores para que você possa facilitar esse processo. Na minha experiência como consultor, já vi vários casos de relacionamento dificeis entre dois setores em que bastava apenas uma conversa onde fosse esclarecido o que cada um espera do outro como entrega para poder dar continuidade ao seu trabalho com qualidade;

Por trás da maioria dos problemas das organizações do século XXI está relacionado a um problema de aprendizado. As 3 práticas acima citadas podem fazer toda a diferença através da prática de compartilhamento de conhecimentos. Isso levará sua empresa de um estágio estático e obsoleto para um estágio dinâmico e próspero.

Afinal de contas, qualquer empresa que deseje prosperar deve aprender ou morrer.

Um abraço.

“I Believe in change”

Twitter: @blogdomarcelao

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