Blog do Marcelão

Blog para debate sobre excelência na gestão.

Posts Tagged ‘tecnologia’

Você é um Líder do Século XXI?

Posted by marcelao em dezembro 12, 2017


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Retomando esse espaço depois de muito tempo, quero abordar justamente um dos primeiros assuntos que tratei nesse blog: Liderança nos novos tempos.

Assisti a uma palestra do TED Talks sobre o que constrói um grande líder. A palestra foi apresentada pela expert em Liderança, Roselinde Torres. Ela  realizou uma pesquisa onde descobriu que o mundo corporativo está cheio de programas de formação de lideranças, mas ela, ao observar durante 25 anos o trabalho de grandes líderes, que a melhor maneira de aprender a como liderar estava bem debaixo de nossos narizes.

Suas pesquisas envolveram 4.000 empresas, aconselhando mais de 200 CEOs,  para avaliar a eficácia de seus programas de liderança e 58% citaram lacunas significativas em talentos para papéis críticos de liderança. Essa constatação a deixou frustrada e ela tomou a decisão de sair de seu emprego e  viajar por um ano para diversas partes do mundo para saber mais sobre práticas de liderança eficazes e ineficazes em empresas, países e organizações sem fins lucrativos. Entre essas viagens, ela visitou a Africa do Sul onde ela teve a oportunidade de entender como Nelson Mandela estava a frente de seu tempo.

Encontrou-se também com vários líderes de organizações sem fins lucrativos que, apesar dos limitados recursos financeiros, estavam causando um enorme impacto no mundo. Passou incontáveis horas em bibliotecas presidenciais para entender como o ambiente tinha moldado as lideranças, os movimentos que eles fizeram, e então os impactos desses movimentos para além de seus mandatos.

A partir dessa pesquisa, ela compartilhou 3 simples perguntas, mas cruciais, que a alta administração das empresas precisam fazer para preparar líderes em sintonia com o contexto atual de mudança constante e exigência por inovação e com um mundo que é mais global, digitalmente habilitado e transparente, com um fluxo veloz de informação e inovação, e no qual não se faz nada grande sem algum tipo de matriz complexa.

Dentro desse contexto, práticas atuais de avaliação de desempenho 360º trarão falsos positivos, fazendo você pensar que está mais preparado do que está. Diante disso, ela identificou essas 3 simples perguntas que marcam e definem o Século XXI:

  • Para onde você está olhando para antecipar a PRÓXIMA mudança de seu modelo de negócio ou de sua vida? Essa é uma pergunta muito importante para mim pessoalmente. Lembro-me de uma palestra do falecido C. K. Prahalad onde ele dizia que ele não estava mais preocupada em pesquisar as Melhores Práticas (Best practices), mas sim em pesquisar as PRÓXIMAS práticas. Para mim, como uma pessoa curiosa, essa frase despertou quase como uma vocação, um chamado. Desde que comecei a me interessar por gestão de projetos que o novo me atrai, me fascina. A pesquisadora Roselinde disse que a resposta para essa pergunta está na sua agenda e complementa essa pergunta com outras como “Com quem você está passando o seu tempo?”, “Sobre o que discute?”, “Para onde você está viajando?” e “O que você está lendo?”. Em seguida, você deve se perguntar como você transforma isso em entendimento de potenciais descontinuidades. Grandes líderes não esperam acontecer. Eles ficam de olho nas encruzilhadas, moldam seu futuro e não apenas reagem a ele.

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  • Qual a variedade de sua rede de suporte pessoal e profissional? Isso tem muito a ver com um assunto que já escrevi muito aqui nesse blog que é usar o potencial da diversidade humana para trabalhar com a complexidade do mundo atual. Aliás, eu diria que o mundo sempre foi complexo, o que mudou é que isso está muito mais claro hoje em dia. Já escrevi sobre como a diversidade pode ser o antídoto para essa complexidade(Clique aqui para ler) e também sobre a importância da interdisciplinariedade (Gestão 2.0: A Importância da Interdisciplinaridade). A diversidade não é apenas essencial a sobrevivência de uma espécie. É, também, um requisito para a viabilidade das empresas a longo prazo. A organização que não acolher, estimular e explorar uma diversidade de experiências, valores e capacidades será incapaz de produzir uma farta variedade de idéias, opções e experimentos, ingredientes essenciais da renovação estratégica. Sistemas futuros de gestão terão de dar à diversidade, ao desacordo e à divergência valor no mínimo igual ao que dão à conformidade, ao consenso e à coesão. Todos nós temos uma rede de conhecidos, mas essa pergunta refere-se a sua capacidade de desenvolver relações com pessoas que são diferentes de você e, principalmente, como você respeita o ponto de vista diferente ao seu e como isso te faz aprender e crescer. E essas diferenças podem ser das mais diversas formas seja ela física, funcional, politica, cultural ou socioeconômica. O segredo está em como você, apesar das diferenças, conecta-se a essas pessoas e faz com que elas confiem em você o suficiente para colaborar com você na realização de um objetivo comum. Grandes líderes entendem que ter um grupo mais diversificado é uma fonte de identificação de padrões, em amplo nível, e também de suas soluções, porque há pessoas que estão pensando diferente de você.

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  • Você é corajoso o suficiente para abandonar uma prática que o fez bem-sucedido no passado? É como disse o professor Silvio Meira em uma das conversas que tive com ele: No mundo de hoje é preciso aprender, Desaprender e Reaprender. Comentei sobre isso um post que resume essa conversa (Gestão 2.0: Evoluindo do T.E.A para o T.E.A.R). A pesquisadora Roselinde cita uma expressão antiga: “Concordar para evitar Conflitos”. Mas, se você segue esse conselho, as possibilidades são de que, como líder, você continuará a fazer o que é mais familiar e cômodo. Os grandes líderes ousam ser diferentes. Eles não apenas falam sobre correr riscos, eles de fato correm. E a maior qualidade de um líder está quando você tem a capacidade emocional para ir em frente e resistir quando alguém diz que você está errado, quando o “senso comum” aponta para outra direção. Imaginem se Thomas Edison desistisse apenas uma única vez entre as mais de 10.000 tentativas para criar a lampada. Vale aqui uma de suas frases excelentes, mas não tão conhecida: “A surdez foi de grande valia para mim. Poupou-me o trabalho de ficar ouvindo grande quantidade de conversas inúteis e me ensinou a ouvir a minha voz interior.” Nesse caso, a decisão de ir em frente não é apenas um primeiro passo, mas sim um salto.

Resumindo, os líderes do século XXI serão aqueles que se preparam para o amanhã, para o desconhecido, para a incerteza e apostam na diversidade com ferramenta e aliada nessa longa jornada. Deixam o conforto do passado, observam a verdadeira realidade de hoje e todas as possibilidades do amanhã. Eles investem seu capital emocional no futuro.

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Brasil – Um País (além) do Futebol

Posted by marcelao em novembro 8, 2012


Pessoal,

o Brasil sempre foi conhecido como sendo o país do futebol, dos grandes craques do passado e dos títulos mundiais da Copa do Mundo da FIFA. No entanto, algumas vezes essa característica é apresentada de forma negativa como se nós fossemos apenas o país do futebol.

Essa realidade vem mundando com o passar do tempo e com o crescimento recente de nossa economia. Este ano o Brasil foi o país parceiro da feira internacional de TI e telecom, considerado um dos eventos mais importantes do setor em nível mundial. Foi uma oportunidade histórica para a TI brasileira consolidar a sua marca no exterior, acabando com a velha imagem de que somos o país do samba e do futebol. Somos benchmarking em vários campos de desenvolvimento da TI. Notadamente no campo da automação bancária com nosso sistema de pagamentos brasileiros que permite a compensação e a intermediação de valores entre bancos praticamente em real-time. Além disso, temos o exemplo também do nosso sistema automatizado de eleições.

Mas o grande marco para mostrar que nosso país também é um país que acredita no desenvolvimento do conhecimento, da tecnologia e da ciência será dado com a concretização do projeto “Walk Again” conduzido pelo professor Miguel Nicolelis e apresentado durante a HSM Expomanagement 2012.

O professor Miguel Nicolelis Lidera um grupo de pesquisadores da área de Neurociência da Universidade Duke (Durham, Estados Unidos), no campo de fisiologia de órgãos e sistemas, na tentativa de integrar o cérebro humano com máquinas (neuropróteses ou interfaces cérebro-máquina). O objetivo das pesquisas é desenvolver próteses neurais para a reabilitação de pacientes que sofrem de paralisia corporal. Nicolelis e sua equipe foram responsáveis pela descoberta de um sistema que possibilita a criação de braços robóticos controlados por meio de sinais cerebrais. O trabalho está na lista do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) sobre as tecnologias que vão mudar o mundo. Continue lendo »

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Fórum HSM de Marketing e Tendências de Consumo: Tecnologia

Posted by marcelao em outubro 4, 2011


Pessoal,

outro aspecto importante abordado no fórum HSM de Marketing e Tendências de consumo foi a influência da tecnologia nos tempos atuais gerando novos comportamentos do consumidor. A tecnologia vem mudando a forma como as pessoas consomem serviços, entretenimento e conteúdo.

A especialista em comportamento mobile, Mimi Ito, ressaltou que o espaço móvel tem importância em si mesmo, e não é uma segunda versão da internet para computadores pessoais (PC). “Se você é uma pessoa que se baseia em PC, tem de ultrapassar essa visão”. E entrar na mente do cliente móvel. Tem de compreender que existe uma relação intima entre os consumidores e os seus dispositivos móveis.

Mimi Ito fez uma incursão no universo dos jovens japoneses e descobriu que eles estão deixando de utilizar carros para se locomover e preferindo andar de trem, pois, dessa forma, é possível ter mais tempo para acessar conteúdo utilizando seus dispositivos móveis. Continue lendo »

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Tendências da TI: O Futuro das Telas

Posted by marcelao em setembro 8, 2010


Pessoal,

telas são muito importantes na tecnologia, pois é através delas que é possível realizar a interface entre o homem e a máquina. Diante de tal importância, é natural que existam cada vez mais pesquisas e desenvolvimento nessa área com o objetivo de melhorar a experiência das pessoas com a tecnologia.

A TAT liberou um vídeo conceito, prevendo como será nossa relação com gadgets em 2014. Telas extensíveis, semi-transparentes, comunicação sem fio natural e em tempo real. Parece bom demais para ser verdade.

Em notícia relacionada, recentemente a LG apresentou telas funcionais de 9,7″ e 19″ flexíveis, colorida e preto e branco, respectivamente. Detalhe interessante: a previsão da empresa sul-coreana é de iniciar a produção em massa dessas telas, chamadas e-paper, no final de 2010.

Pelo visto, aqueles jornais que aparecem nos filmes da saga Harry Potter, onde as figuras estão em movimento e em tempo real, vão deixar de ser magia para virar realidade.

(via @Leandro_Ogalha)

Um abraço.

“Keep the Faith”

Twitter: @blogdomarcelao

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Livro : A grande Mudança – Reconectando o mundo, De Thomas Edison ao Google

Posted by marcelao em dezembro 21, 2008


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Pessoal,

                 esse livro é de autoria do ex-editor da revista Harvard Business Review, Nicholas Carr, que trata, segundo ele, da grande mudança que está ocorrendo no mundo com o advento da Internet e o que tendências da tecnologia, como Computação em nuvem, trarão de benefícios para a sociedade. Se fosse para resumir esse livro em uma única frases escreveria que ele classifica a Internet como sendo a grande ferramenta de mudança dos tempos atuais assim como a eletricidade foi para a revolução industrial.

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Tendências da tecnologia da informação

Posted by marcelao em julho 19, 2008


Pessoal,

              como vocês sabem, eu trabalho na área financeira mais precisamente no Banco do Brasil e, como vocês devem perceber no seu dia-dia, nenhum banco consegue sobreviver nos tempos atuais sem utilizar fortemente tecnologia da informação, tornando-os fortemente dependentes da TI para realização de negócios. Diante disso e da velocidade com que TI evolui, vem a minha pergunta : Qual é a tendência da Tecnologia da Informação para os próximos anos?

              Em 2003, o ex-editor da revista Harvard Business Review, Nicholas G. Carr, escreveu um artigo polêmico à época de que TI já não importa, não seria mais uma vantagem competitiva para as empresas. A base de seu argumento é que o que torna ferramentas como a TI como um recurso realmente estratégico – o que o capacita a servir de base para uma vantagem competitiva sustentada – não é a sua ubiqüidade, mas sim sua escassez. A vantagem competitiva está em possuir algo que os seus concorrentes não tem.

             Segundo Nicholas G. Carr, as funções básicas de TI – armazenamento, processamento e transporte de dados – estão disponíveis a todos, ou seja, já não oferecem diferenciação em relação ao seu concorrente. Já havia escrito isso em outro post, o mainframe de última geração que sua empresa adquiriu também pode ser adquirido pelo seu concorrente, afinal de contas, trata-se do mesmo fornecedor.

             Para embasar sua tese, o autor faz comparações com outros setores da economia ao considerar TI como a mais recente de uma série de tecnologias amplamente adotadas que remodelaram a indústria ao longo dos últimos dois séculos – da locomotiva e da ferrovia ao telégrafo e ao telefone, passando pelo gerador elétrico e pelo motor de combustão interna.

             O argumento do autor é que tecnologias infra-estruturais como TI geram muito mais valor quando compartilhadas do que quando usadas exclusivamente. Para reforçar esse argumento, o autor faz um resgate da história do desenvolvimento das ferrovias levantando a hipótese de uma determinada indústria detivesse os direitos de toda a tecnologia exigida para criar uma ferrovia. Se quisesse, essa empresa poderia erguer apenas linha proprietárias entre seus fornecedores, suas fábricas e seus distribuidores e rodar suas próprias locomotivas e vagões nos trilhos. Mas, para a economia de maneira geral, o valor produzido por tal atitude seria pequeno se comparado ao que seria gerado pelo desenvolvimento de uma malha ferroviária aberta que conectasse várias empresas, fornecedores e clientes.

             Se o exemplo acima não ficou claro para você, podemos usar como exemplo também o uso de energia elétrica no seus primórdios em que as empresas, para obter vantagem competitiva, instalavam-se perto de usinas geradoras ou, se retrocedermos mais ainda no tempo, no fim do século XIX, as empresas dependiam da pressão da água ou do vapor para operar seu maquinário. Com o avançar do tempo, a disponibilidade de energia cresceu, o seu custo diminui e o acesso a rede elétrica tornou-se maior e menos custoso. A partir disso, recursos como as ferrovias e a energia elétrica deixaram de serem vantagens competitivas.

             A partir dessa constatação, voltamos ao cerne da questão levantada por Nicholas G. Carr sobre a tecnologia tornar uma comoditie. A pergunta é : Ele tem razão? Se tem razão, que sinais podem ser identificados que podem confirmar a sua tese? A resposta pode estar em dois conceitos : cloud computing e SAAS.

             O conceito de Cloud Computing(Computação em Nuvem) refere-se a um ambiente de computação baseado em uma rede massiva de servidores, sejam estes virtuais ou físicos (cloud). Cloud computing pode ser visto como o estágio mais evoluído do conceito de virtualização. Esse conceito já é utilizado em larga escala por empresas como o Google e Yahoo, ou seja, cada consulta utilizando o Google pode ser providenciada por um servidor diferente localizados até mesmo em países diferentes. O que vai definir qual o servidor que atenderá o serviço solicitado por você é o nível de utilização de processamento que é definido por ferramentas que controlam o balanceamento de processamento entre os servidores. Para se ter idéia do poder de processamento dessa nuvem, segundo dados fornecidos no site da IBM (http://www.ibm.com/developerworks/blogs/page/ctaurion?entry=cloud_computing), que as cinco maiores empresas de busca na Internet tenham ao todo um parque computacional de cerca de 2 milhões de servidores.

             Segundo o site da IBM, o principal benefício é  uma melhor utilização dos recursos computacionais, potencializando os conceitos de consolidação e virtualização. Além disso, reduz sensivelmente o time-to-market para aplicações e-business e Web 2.0, que demandam conceitos do modelo computacional on-demand (alocar recursos à medida que for necessário, de forma dinâmica).

             Como exemplo de cloud computing sendo utilizada por nós usuários da internet é o serviço de armazenamento de fotos Picasa(www.picasaweb.com) oferecido pelo Google.

            Cloud computing tem muito a ver com outro conceito importante que é o conceito de SaaS (Software as a Service). SaaS funciona como um cloud computing, a diferença é que ao invés de oferecer infra-estrutura de armazenamento e processamento, SaaS disponibiliza softwares utilizados via browser para milhares de clientes como se uma mesma instância de um software sendo disponibilizado para múltiplos clientes ao mesmo tempo, ou seja, são aplicações web dispobilizados como serviço.

            O modelo de negócios de aplicações baseados em SaaS não utiliza o conceito de licenças de software em que você paga por cada licença, mas sim pela utilização do software. Essa características tornam o SaaS extremamente atrativo para as empresas devido ao baixo custo de manutenção, a diminuição da dependências dos departamentos de TI internos e o seu uso descentralizado.

            A comparação que podemos fazer para tornar mais claro para você leitor são os pacotes de aplicativos de escritório como processadores de texto e planilhas de cálculo. O modelo da Microsoft é baseado na venda de licenças do pacote Office, enquanto o Google oferece pela Web os serviços do GoogleDocs. Outra diferença entre esses dois modelos é que, quando você compra a licença de um aplicativo como WORD e você utiliza nem 10% de todas as funcionalidades, no GoogleDocs, que por enquanto é gratuito, você pagará apenas pelas funções que mais utiliza.

           Podemos perceber que o elemento comum entre esses dois conceitos é a Internet. Tudo isso só é possível de se imaginar hoje devido ao nascimento da Internet pela sua característica de canal perfeito para transporte de dados, informações e aplicações genéricas, sendo que essas tendências ganharam aceleração com o advento da WEB 2.0.

           Esse movimento de disponibilização da TI como serviço para satisfazer as necessidades das empresas, já vem sendo liderado por empresas como a IBM, Google e Microsoft oferecendo seus serviços pagos cobrando tarifas, da mesma forma que o modelo utilizado por empresas de energia elétrica ou de telecomunicações.

            Com base nesses dois conceitos, cloud computing e SaaS, na minha opinião, pode-se concluir que a tese apresentada por Nicholas G. Carr está correta e está muito próxima de se tornar realidade. Vale lembrar que o sonho de qualquer administrador é sempre trabalhar com custos variados, pois dessa forma o aumento ou redução do custo acompanhará de forma diretamente proporcional o nível de demandas por serviços. Os dois conceitos apresentados, por serem baseados em pagamento sob demanda, podem viabilizar cada vez mais esse sonho dos administradores.

            A pergunta que deixo para reflexão é : Qual o impacto que esses conceitos trarão para os departamentos de TI das grandes empresas? Isso será assunto do próximo post cujo titulo será “O FIM DO ANALISTA DE TI”.

Um abraço.

Leia também os seguintes posts :

Google – Modelo de Inovação na Gestão – > Clique aqui para ler;

Inovação – o poder da colaboração – > Clique aqui para ler;

Modelos de gestão – necessidade de evolução – > Clique aqui para ler;

Empreendedor corporativo – > Clique aqui para ler;

Empreendedorismo corporativo e o gerente de projetos – > Clique aqui para ler;

Livro : Wikinomics – > Clique aqui para ler;

Transferência de poder e nova postura do profissional – > Clique aqui para ler;

Nova economia exige um novo perfil de profissional – > Clique aqui para ler

Mudança de época requer mudança de pensamento – > Clique aqui para ler

Posted in Colaboração, competição, Gestão de mudanças, Nova Economia, Planejamento Estratégico | Etiquetado: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | 32 Comments »

 
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