Blog do Marcelão

Blog para debate sobre excelência na gestão.

Posts Tagged ‘cultura de inovação’

Algumas Regras para Inovadores

Posted by Marcelão em janeiro 5, 2018


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Pessoal,

li um post de um amigo no facebook sobre “Algumas Regras para a Vida” segundo Neil deGrasse Tyson, ou supostamente ditas por ele, pois, como boa prática, é sempre bom não confiar totalmente nas redes sociais, mas entendi como bastante interessantes e muito aplicáveis para quem gosta do assunto inovação. Relaciono elas abaixo e faço um complemento com meus comentários:

  • Questione a Autoridade – Existe uma afirmação de que “É melhor pedir perdão do que permissão”, mas tenha cuidado, porque uma coisa é assumir riscos outra coisa é assumir perigos. Tenha equilíbrio ao seguir esse tipo de conselho e sempre o faça com respeito e cuidado;
  • Nenhuma ideia é verdadeira só porque alguém diz que é – Incluindo as que eu escrevo aqui nesse blog. Leia, ouça e pesquise sobre qualquer ideia, mas faça seu próprio julgamento e com profundidade. Não seja como a grande maioria que lê apenas o título de um post e uma matéria e já faz seu próprio julgamento;
  • Pense por si próprio, questione a si próprio – A regra acima da ideia também vale para seus próprios pensamentos e ideias. Aliás, eu sempre digo que é importante que você tenha pessoas que te fazem e te questionam a ter um novo olhar. Se você é sonhador, ouça pessoas que são mais pé no chão. Se você é extremamente racional, ouça pessoas que são emocionais. A diversidade é e sempre será bem-vinda nesses casos(Leia mais sobre aqui);

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  • Não acredite em algo só porque quer acreditar, acreditar em algo não o torna verdadeiro – Adote como premissa que não existe verdade, mas sim que aquilo que consideramos como verdade nada mais é do que uma hipótese que ainda não foi refutada. Aliás, a história da humanidade é cheia de “verdades” que foram refutadas e se tornaram grandes invenções. É esse espaço, o espaço das hipóteses que ainda não foram refutadas, que é o espaço de trabalho dos inovadores;
  • Teste ideias pelas evidências adquiridadas, pela observação e experimentação – Inovar é observar, experimentar e fazer. Existe uma teoria popularizada por Karl Weick sobre modelos criativos que se resume em “Realização, Seleção e Retenção”(Leia mais sobre aqui). Significa fazer várias coisas, descobrir quais funcionam, entender a razão, repetir os comportamentos mais eficientes e descartar o restante. As pessoas bem-sucedidas sabem que, quando estão entaladas, devem experimentar. O pensamento pode levar à ação, mas esta, certamente, também pode direcioná-lo. Simplesmente, não pensamos para agir; agimos para pensar.
  • Se uma ideia prevalecente falhar num teste bem desenvolvido, está errada. Supere. – Não desista no primeiro teste, utilize o erro como instrumento pedagógico, aprenda a partir dele e evolua. Considere o erro como uma benção em seu processo criativo.
  • Siga as evidencias, onde quer que elas levem. Se não houver evidencias, evite julgamentos – Teste, experimente, sai de cima da sua cadeira e observe in loco suas experiências. Não se baseie no julgamento alheio e nem em informações de terceiros. Lembre-se dos episódios do Dr. House(Leia mais sobre aqui) em que ele obrigava a sua equipe a investigar cada aspecto da vida humana de seus pacientes, chegando até a invadir suas casas, em busca de evidências que o auxiliasse no diagnóstico.

No final, Neil deGrasse Tyson fecha com a regra que talvez seja a mais importante de todas:

“Lembre-se, você pode estar errado”

A visão que você tem sobre algum assunto sempre será baseada nos aspectos que formam a sua personalidade como valores, objetivos de vida, história de vida. São esses aspectos que forma a sua visão particular de mundo. Então, tenha em mente que, por mais conhecimento que você acumule, você nunca terá a visão do todo, sempre faltará algum aspecto que você não está considerando. Por isso a importância do trabalho em equipe, pois ninguém é tão inteligente quanto todos nós juntos.

Keep the Faith

 

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Gestão 2.0: Vida=Risco – Se você nunca falhou, você nunca viveu

Posted by Marcelão em dezembro 9, 2010


Pessoal,

muito se fala em inovação, mas pouco se fala o que está envolvido em um processo de inovação. Sem risco e a possibilidade de falha, não pode haver inovação e sucesso. Risco faz parte de qualquer processo de inovação e se há risco, há erro. A diferença está no uso que fazemos do erro, se para a punição gerando o medo, ou como instrumento pedagógico gerando assim aprendizado.

O vídeo abaixo ilustra muito bem a diferença no uso do erro e do fracasso. Enjoy!!

As empresas mais inovadoras têm maior tolerância a erros e encorajam as pessoas a assumirem riscos. Ao invés de puni-los, elas aprendem como melhorar visando o futuro. Elas estabelecem um nível altíssimo de confiança para que seus times não tenham medo de pensar fora da caixa. Elas sabem que, para construir uma cultura de inovação, é preciso encorajar as pessoas a assumirem riscos.

Portanto, sem riscos não há erros, e sem riscos e erros não há inovação. A vida fica sem graça.

Um abraço.

“Keep the Faith”

Twitter: @blogdomarcelao

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Gestão 2.0: Seis Segredos para Criar uma Cultura de Inovação

Posted by Marcelão em agosto 15, 2010


Pessoal,

o blog da Harvard Business Review publicou artigo sobre uma pesquisa realizada pela IBM que recentemente entrevistou 1500 executivos em 60 países. A pesquisa apontou que os executivos elegeram a criatividade como sendo a competência de liderança mais importante atualmente.

De acordo com a pesquisa, 80% dos CEOs disseram que o ambiente de negócios está crescendo em complexidade de forma assustadora, o que exige, literalmente, novas formas de pensar e agir(veja mais sobre isso aqui). Menos de 50% disseram acreditar que suas organizações estejam equipadas para lidar efetivamente com esta complexidade crescente. Uma das razões para essa falta de preparo é a escassez de líderes criativos e a ausência de uma infra-estrutura organizacional que facilite o surgimento desses líderes(Veja mais sobre isso aqui).

O problema é que, como já abordei em vários posts, a mudança dificilmente vem de cima. A alta administração dificilmente lidera movimentos de transformação necessários para promover a cultura da criatividade e inovação, sendo que, algumas vezes, chegam até a sabotar(Veja mais sobre isso aqui)

Assim como na gestão de pessoas, há uma distância muito grande entre o discurso e a prática. Eu acrescentaria que uma das razões, de porquê a inovação tem dificuldades para surgir nas empresas, é a mentalidade ainda muito mecanicista presente na alta administração das empresas. Acham que a inovação pode surgir a qualquer momento sem que se crie um ambiente adequado não só referente a cultura organizacional, mas também um ambiente físico próprio para o estímulo a inovação.

Voltando ao artigo da Harvard, ele apresenta seis movimentos fundamentais que as empresas devem adotar para criar uma cultura de inovação:

1 – Atender as necessidades das pessoas: Reconhecer que questionar a ortodoxia e as convenções – a chave para a criatividade – começa com questionar as formas como as pessoas tem expectativas sobre o trabalho. Como suas necessidades principais – fisicas, emocionais, mentais e espirituais – podem ser atendidas no ambiente de trabalho? Quanto mais as pessoas estão ocupadas com as necessidades não satisfeitas, menor a energia e o empenho que eles trazem para o seu trabalho. Comece perguntando aos seus funcionários, um de cada vez, o que eles precisam para executar o seu melhor. Em seguida, defina o que é sucesso para as pessoas e mantenha-as informadas sobre as metas, mas, tanto quanto possível, deixe-as conceber seus próprios dias como acharem melhor para alcançar esses resultados. Mais do que nunca, é preciso colocar as pessoas no centro da gestão(Veja mais sobre isso aqui); Continue lendo »

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Gestão 2.0 : Crie uma cultura de inovação

Posted by Marcelão em setembro 6, 2009


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Pessoal,

o nível atual de competitividade existente no mundo de hoje exige que as empresas busquem a inovação como forma de se manterem competitivas no mercado. Por outro lado, a tecnologia está transformando a inovação na sua essência, permitindo que as empresas testem idéias novas e preços em uma velocidade que era inimaginável há uma década.

Com toda essa velocidade e facilidades proporcionadas pela tecnologia, a inovação deve ser contínua e deve vir de todos os lugares da empresa. Por essa razão, mais importante do que inovar é criar uma cultura de inovação, mas para que essa cultura de inovação apareça dentro das empresas é preciso criar as condições propícias.

Diante disso, relaciono abaixo o que considero as ações necessárias para criar uma cultura de inovação dentro das empresas :

– Adoção imediata de Redes Sociais dentro das empresas : É o que escrevi no post sobre redes sociais nas empresas(clique aqui para ler). É preciso liberar o fluxo contínuo de troca de idéias dentro das empresas fazendo com que as pessoas sintam-se a vontade para expor suas idéias e opiniões sem restrições e preconceitos. As empresas terão de reconhecer as sociedades virtuais como fontes de aprendizado e potencial solução de problemas;

 – Capacitar a gerência Média no sentido de facilitar a inovação : A gerência média é sempre alvo de críticas por filtrar em demasia as idéias criativas de suas equipes. É preciso fazer com que a gerência média entenda que são seus funcionários que estão mais próximos dos clientes que, em última instância, são os maiores beneficiados quando a inovação surge, além de também serem fontes para a inovação. É preciso dar maior autonomia aos funcionários que estão na ponta, afinal de contas,  algumas das melhores experiências vêm de fora da cadeia de comando; Continue lendo »

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10 razões para adotar redes sociais nas empresas

Posted by Marcelão em setembro 2, 2009


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Pessoal,

como escrevi no post anterior sobre o Digital Age, esse post tem o objetivo de compartilhar as minhas impressões sobre a palestra do consultor da IBM, Mauro Segura, sobre a utilização de redes sociais dentro das empresas.

Muitas empresas tem receio de utilizar redes sociais dentro das empresas alegando que haverá queda na produtividade de seus funcionários. Isso prova, como sempre, que as pessoas preocupam-se mais em identificar os problemas do que em enxergar as oportunidades presentes em certas decisões. Esse tipo de pensamento focado apenas no problema faz com que as empresas substimem a capacidade criativa, de mobilização e criatividade coletiva das pessoas dentro das empresas.

A realidade das empresas mudou. A competição é muito maior do que no século passado e isso faz com que a inovação seja a principalmente competência a ser desenvolvida pelas empresas. Inovação que deve vir de todos os lugares da empresa. A emrpresa deve buscar conhecimento onde quer que ele esteja, seja dentro ou fora da empresa. Alguns dizem que ela deve ser “chuveiro” (de cima para baixo), outros dizem que deve ser “bidê” (de baixo para cima), mas o importante é que ela seja do tipo “hidromassagem” (de todos os lados).

Mauro apresentou o resultado de uma pesquisa que a IBM faz regularmente que se chama “CEO study – The enterprise of the future”. Essa pesquisa apontou 5 tendências :

– As empresas serão ávidas por mudança;

– Inovação de fora para dentro;

– Empresas globalmente integradas;

– Disruptivas por natureza;

– Pensam na sustentabilidade e no longo prazo;

Diante desse cenário, as empresas devem basear suas ações no desenvolvimento do seu capital intelectual a fim de criar uma cultura de inovação em que todos sintam que são livres para expor suas idéias. Para isso, é preciso dar voz as conversas existentes dentro das organizações. Nesse sentido, as redes sociais são ótimas ferramentas para criar esse ambiente de conversas dentro das empresas, pois ela aproxima as pessoas e facilita a conexão entre pessoas com interesses comuns e que poderiam compartilhar idéias. Nesse sentido, Mauro apresentou as 10 razões para se adotar redes sociais dentro das empresas : Continue lendo »

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Ostra feliz não faz pérola

Posted by Marcelão em março 1, 2009


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Pessoal,

                 no blog da HSM, da qual faço parte como updater, foram apresentados alguns posts sobre “ostras com pérolas” que você pode encontrar no seu cotidiano ou na cultura popular que muitas vezes passam desapercebidos por nós.

                 Essa série de posts inpirou-me a escrever sobre o título de um livro que foi citado pelo Artur Szabo, patrocinador da carreira de gerente de projeto na IBM, em uma palestra que ele realizou na jornada de tecnologia do Banco do Brasil no final de 2008. O nome do livro é “Ostra Feliz Não Faz Pérola”.

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Empreendedor corporativo : Vida dificil nas empresas brasileiras

Posted by Marcelão em outubro 23, 2008


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Pessoal,

                um dos assuntos que mais gosto de abordar aqui nesse espaço é a questão do empreendedor corporativo. Como já escrevi em outros posts, empreendedor corporativo ou intraempreendedor é aquele sujeito que possui as características de empreendedor, mas não não é dono de um negócio próprio, pois prefere e sente-se confortável trabalhando dentro de uma empresa.

                O objetivo desse post é mostrar as dificuldades que esse empreendedor encontra no cotidiano das empresas para empreender.

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Livro : Intraempreendedorismo na Prática

Posted by Marcelão em abril 29, 2008


Pessoal,

 

               este livro é de autoria Ron Pellman e Gilfford Pinchot, um dos maiores especialistas nessa área de intraempreendedorismo. O livro é fruto de um aprendizado dos autores baseado em experiências de sucesso com equipes envolvidas em projetos que partiram de uma idéia e atingiram margens de vendas superiores a US$ 1 bilhão, e também em casos de fracasso que resultaram de falta de disciplina em seguir os preceitos do intraempreendedorismo.

                O livro apresenta formas práticas de alcançar a inovação com maior eficácia com o objetivo de auxiliar todos os atores envolvidos no processo de inovação, pois mais importante do que inovar é criar uma cultura de inovação voltada não somente para as grandes inovações (no livro chamadas de Home Run), mas também para criação de grandes quantidades de pequenas inovações.

                O livro preocupa-se primeiro em entender qual o papel desse ator dentro da empresa e as barreiras existentes na empresa(leia o post Barreiras para inovação) que o impedem de, em primeiro lugar, surgir e depois de inovar. Barreiras como o excesso de normas, atitudes burocráticas evasivas, gerentes que não apoiam a experimentação e o pensamento da alta administração da empresa de “Detemos o melhor conhecimento”, pensamento tipico da revolução industrial ligado a resistência as iniciativas de mudanças, pois seu próprio domínio está ameaçado de perder o poder ou influência.

                No atual ambiente competitivo em que as empresas estão inseridas, inovar é mais do que importante, é uma questão de sobrevivência. Os autores argumentam que marcas só conseguem sobreviver com a constante inovação do produto e quando esse é renovado através de campanhas de marketing, mas toda essa inovação vem de colaboradores que apresentam atitude e espirito empreendedor, que apresentam coragem, visão estratégica e desejo de se comprometer e fazer acontecer, pois não basta ter boas idéias, mas sim transformar essas idéias em realidades rentáveis.

                O livro apresenta os principios da inovação economica que são :

  • Procure agir de forma rápida e econômica diante de erros : Aborda a questão do tempo que uma inovação leva para apresentar resultados em ambientes burocráticos com excesso de zelo que levam a retardar as ações que poderiam levar a um aprendizado mais rápido;
  • Aposte nas pessoas e não apenas em idéias : A inovação nunca ocorre conforme planejado. Aposte em pessoas que possam fazer correções diante de imprevistos;

  • Saiba reconhecer verdadeiros intra-empreendedores : Saber diferenciar entre “promotores”  e intraemprendedores. Promotores identificam e vendem o objetivo, mas não tem inclinação para arregaçar as mangas e trabalhar para atingir esse fim;
  • Procure não filtrar a verdade : Crie sistemas abertos que distribuam aprendizagens a partir de sucessos e fracassos, sem rotular pessoas no processo;

  • Trate a equipe como uma única entidade : A equipe é uma unidade, coletivamente responsável pelo sucesso ou fracasso do todo, para isso recompense toda a equipe e não apenas o líder ou alguns membros excepcionais;
  • Não dispare o sistema de autodefesa da empresa com suas grandiosidades : Inicialmente, divulgue idéias com modéstia, a fim de não assustar as pessoas que podem se opor a você. Converse com amigos e procure obter feedback. Concentre-se no aprendizado e não em contas as pessoas sobre sua grande idéia;
  • Conviva com os clientes : Ningué consegue descrever precisamente a forma como os clientes pensam. Aprenda sobre as necessidades dos clientes observando-os, verificando seus problemas e tentando descobrir o que você buscaria se estivesse na mesma situação. Passe algum tempo com eles até dizerem “Você parece um de nós”. Assim, você poderá identificar o que os clientes requisitarão, não mais se concentrando apenas no que eles acreditam desejar;
  • Patrocinadores, sejam mais modestos em relação ao seu status : Patrocinadores devem proteger intraempreendedores do poder destrutivo do sistema imunológico contra mudanças da empresa, mas seu status podem intimidá-los. Para isso, eles devem manter um relacionamento cooperativo com as equipes patrocinadas;
  • Sem fronteiras : Inovação exige trabalho conjunto para romper barreiras organizacionais. Agradeças as pessoas de outras áreas a ajuda prestada a você ou a membros de sua equipe. Rejeite o comportamento “Territorial”;
  • Construa a comunidade organizacional privelegiando a generosidade (leia o post sobre o poder da colaboração em comunidades) : O valor da comunidade está no prazer em servir os outros sem pedir nada em troca. A inovação é uma dádiva, pois cria o futuro para todos na empresa.

                 O livro traz uma importante contribuição que é uma pesquisa com perguntas voltadas para identificar como está o clima organizacional para o surgimento e trabalho dos intraempreendedores abordando os fatores de sucesso para criar uma cultura de inovação que abordam a questão da comunicação da visão e do objetivo estratégico, aprendizado com os erros, suporte gerencial, autonomia dos intraempreendedores, visão estratégica, forte comunidade organizacional, foco no cliente e outros mais.

                 Assim como no livro “O Futuro da Administração” (leia o resumo aqui), esse não é um caminho fácil em que não podem se transformar promessas em sucesso da noite para o dia sem ter disciplina, compromisso e coragem. Para isso, é preciso motivar cada colaborador a ser uma parte dessa engrenagem e de uma nova mentalidade dentro do seu universo de trabalho, mesmo com todas as dificuldades que o ambiente de trabalho possa apresentar. O desafio aqui é visualizar essa nova postura como uma valiosa contribuição para o crescimento indivudual e coletiva, começando com a mudança por parte do próprio individuo. Como disse Mahatma Gandhi e Leon Tolstoi respectivamente : “Você deve ser a mudança que deseja ver no mundo.” e “Todo mundo pensa em mudar o mundo, mas ninguém pensa em mudar a si mesmo.”

 

Um abraço.

Leia também os seguintes posts :

Empreendedor corporativo : Clique aqui;

Transformação da empresa deve vir de cima ou de baixo : Clique aqui;

Importância das pessoas para inovação nas empresas : Clique aqui

Miopia Gerencial : Clique aqui;

Empreendedorismo, Inovação e projetos : Clique aqui;

– Competências dos lideres do futuro – Parte I – > Clique aqui;

– Competências dos lideres do futuro – Parte II – > Clique aqui;

– Leia o resumo do livro “O livro do futuro” de John Naisbitt – > clique aqui;

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