Blog do Marcelão

Blog para debate sobre excelência na gestão.

Posts Tagged ‘Ética’

ExpoManagement 2010: O que eles disseram

Posted by marcelao em novembro 30, 2010


Pessoal,

na última página da revista HSM Management, sempre vem a seção “O que eles dizem sobre “. Trata-se de um conjunto de frases sobre determinado assunto e que servem como insights para o nosso cotidiano. Acho a idéia excelente e sempre a utilizo para reunir aqui no blog algumas frases apresentadas pelos palestrantes nos eventos da HSM de que participo.

Seguem abaixo, algumas frases que capturei durante a ExpoManagement 2010 realizada entre os dias 08 e 10 de Novembro:

Jim Collins:

“Quanto maior o sucesso, mais aterrorizados ficam os executivos, porque o fracasso sempre pode bater a nossa porta”

“As empresas parecem saudáveis por fora, com uma imagem de robustez e crescimento, mas já tem dentro delas uma doença, que se detectada precocemente pode ser curada”

“Não dá para criar uma empresa duradora se tudo gira ao seu redor de líderes isolados que acreditam que toda a base do sucesso de uma organização se deve a ele.”

“O grande sucesso dos CEOs que lideraram empresas duradouras não se deve a boas intenções, personalidade ou carisma”

“O crescimento sem disciplina pode liquidar uma empresa. A questão não é como crescer, mas como crescer com disciplina”

“Se uma organização permite que o crescimento supere a capacidade de ter as pessoas corretas, nos cargos adequados, isto é um indício de que está a caminho do declínio. O problema não é o crescimento, mas ter gente suficiente para executar o crescimento de forma brilhante”

“Não existe um grande segredo para motivação. As pessoas certas nos lugares certos são auto-motivadas por natureza. O problema é como não destruir esta motivação”

“O maior erro na liderança é oferecer esperanças falsas que serão destruídas pelos fatos”

“90% dos presidentes das empresas que se mantiveram no sucesso vieram de dentro da própria companhia. A busca de “um salvador externo heróico” é uma medida indisciplinada.  Isto porque a grandeza não acontece da noite para o dia com um único evento”

“Ninguém consegue competir quando só o dinheiro é a medida do sucesso” Continue lendo »

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Gestão, Zico e Flamengo

Posted by marcelao em outubro 9, 2010


Pessoal,

tempos atrás, eu escrevi um post sobre a volta do Zico’para o Flamengo(clique aqui para ler sobre) e dessa vez na condição de diretor executivo profissional. Por tudo o que o Zico representou dentro e, principalmente, fora do campo, escrevi que seu nome dentro do Flamengo é indiscutível devido a sua postura sempre profissional durante seus tempos de jogador e também por ter mantido distância de administrações anteriores. Zico poderia representar uma conexão entre todas as correntes políticas existentes dentro do clube.

Antes de prosseguirmos com o texto, quero deixar bem claro que o que vou escrever trata da visão de uma pessoa que apenas acompanhou o noticiário sobre o assunto, mas que não vive o cotidiano do clube e, portanto, não tem como vivenciar e fazer juízo de valor. Apenas quero fazer uma análise dos acontecimentos com uma visão de gestão empresarial.

Zico comunicou o fato de sua contratação via Twitter(@ziconarede) e levantou toda uma esperança da nação rubro-negra por novos tempos no Flamengo. Tempos de maior profissionalismo, dedicação e compromentimento por parte dos jogadores, pois, com ele no comando do Futebol, fica dificil qualquer jogador do Flamengo, como alguns jogadores no passado, dirigir-se a sua torcida com declarações ou atitudes de desprezo, desrespeitando o que os próprios dirigentes do Flamengo afirmam ser seu maior patrimônio.

Depois de algum tempo, começaram a surgir boatos e notícias de que o Zico estava insatisfeito com algumas coisas, notadamente a questão de ter maior autonomia para decidir sobre os assuntos relacionados ao futebol, e também incomodado com notícias que começaram a surgir que atacavam o seu comportamento ético. Diante disso, começaram a surgir alguns movimentos pela Internet visando dar apoio a ele na luta contra essas adversidades, sendo maior exemplo desse movimento, o perfil @comZicopeloFla que em certo momento reuniu vários seguidores para uma visita a Gávea visando demonstrar todo esse apoio ao ídolo maior da torcida.

Mesmo diante desse apoio da torcida, nasceram movimentos dentro do clube, segundo noticiado pela imprensa, que questionavam o contrato que o Flamengo havia celebrado com o CFZ, clube que Zico fundou e que era proprietário, e acusações de possível participação de um de seus filhos na contratação de jogadores para o Flamengo. Denúncias essas que Zico fez questão de derrubá-las.

Esse acúmulo de fatos culminou no seu pedido de demissão no dia 30.09. Passado alguns dias, Zico manifestou-se sobre as razões de porque resolveu pedir demissão. Zico declarou que não se sentiu protegido pela Presidente Patricia Amorim e que não teve autonomia que ele considerava necessário para fazer as mudanças que ele gostaria de fazer e com a celeridade que gostaria. A gota d’água desse processo foi quando a presidente Patrícia não permitiu que ele fosse ao conselho fiscal defender-se das acusações que envolviam o contrato do Flamengo com o CFZ.

Analisando tudo o que aconteceu e as declarações e depoimentos que a imprensa esportiva divulgou em sites e jornais, quero apresentar minhas opiniões:

– Problema de comunicação: Zico alegou que não se sentia protegido pela Presidente Patricia. Não sei em relação a outros acontecimentos, mas no caso da defesa no conselho fiscal referente a questão contratual do CFZ, foi justamente isso que aconteceu. Segundo o que ouvi e li na imprensa, a presidente Patricia Amorim procurou preservar o Zico do desgaste de ir ao conselho fiscal.  O que pode ter ocorrido aqui foi justamente um problema de comunicação entre os dois, problema esse reconhecido pela própria presidente. O mesmo Zico alega que volta e meia você precisa bater na mesa para impor sua opinião, mesmo que isso desagrade a algumas pessoas, pois é justamente isso que ele deveria ter feito para manifestar com maior veemência sua vontade de ir ao conselho fiscal para se defender;

– Falta de autonomia: Antes de trabalhar no Flamengo como diretor executivo do futebol, Zico trabalhou em clubes europeus e foi o grande responsável pelo crescimento do futebol no Japão, ou seja, trabalhou com outras culturas de gestão. No Brasil, ainda temos uma cultura muito ultrapassada que concentra poder em poucas pessoas e fragmenta a responsabilidade em várias áreas, mantendo uma cultura burocrática que privilegia a segurança e a conformidade em detrimento da agilidade e da flexibilidade. Essa é uma cultura que não se muda em pouco tempo, pelo menos não em quatro meses, período em que Zico esteve no Flamengo. Uma mudança cultural só pode ser alcançada a médio e longo prazo;

– Disputa pelo poder: Uma vez eu ouvi de um reporter que faz a cobertura do cotidiano do Flamengo e ele argumentou que o Flamengo era o clube que mais tinha ex-presidentes vivos e que, portanto, haviam várias correntes políticas dentro do clube. Cada ex-presidente é responsável por uma corrente, o que acaba por desunir e dificultar a gestão do clube;

Entre outras declarações, Zico fez uma avaliação de seu trabalho como dirigente e se deu nota abaixo de 5 em razão do insucesso na questão de contratações para o time profissional. Na minha opinião, do mesmo jeito que não se pode fazer uma mudança cultural em quatro meses, também não se deve fazer uma avaliação do trabalho de um executivo baseado em quatro meses de trabalho. O trabalho de um executivo, como era o cargo de Zico no Flamengo, só pode ser avaliado a médio-longo prazo.

Outra declaração foi que ele só voltaria ao Flamengo na condição de presidente do clube para fazer o que ele acha necessário. Também acho um equívoco ele pensar que o cargo de presidente é suficiente para fazer as mudanças necessárias, ainda mais em um clube de futebol. É preciso que haja um entedimento comum de que são necessárias mudanças e que continuar com o mesmo pensamento de gestão, estruturas organizacionais e atitudes arcaicas só levarão aos mesmos resultados alcançados no passado e que dificilmente trará resultados diferentes.

Nesses acontecimentos todos, entendo que o Zico deveria seguir o próprio conselho que ele apresentou quando, em entrevista coletiva, assumiu o cargo de executivo do futebol do Flamengo. Na ocasião, ele disse que retornava sem assumir ares de salvador da pátria, ou de um Deus, pedindo a torcida para deixar de lado as cobranças de falta precisas, as arrancadas do meio-de-campo até o gol e os dribles geniais e passassem a se concentrar em seu futuro como dirigente. Chegou afirmando que nem tudo estava errado, pois ninguém ganha tanto com tudo errado (1 campeonato brasileiro e Copa do Brasil mais 7 campeonatos cariocas em 11 disputados), mas que chega para somar com sua visão de profissionalismo que, entre outras coisas, ajudou a revolucionar o futebol no Japão.

Entendo que houve erros e acertos tanto da parte do Zico quanto do lado da presidente Patricia Amorim. O que não concordo é com o tratamento que algumas correntes políticas dentro do clube deram ao ídolo maior do Flamengo, tentando atingir a pessoa do Zico. Criticas ao trabalho como dirigente são aceitáveis e até mesmo saudáveis, mas ataque pessoal é uma atitude condenável em qualquer empresa.

Como disse no inicio, essa é a minha visão diante das informações que tive acesso através da imprensa. Não quero colocar-me como dono da verdade, pois os únicos que podem falar com propriedade sobre os acontecimentos são as pessoas que vivenciaram os acontecimentos.

Um abraço.

“Keep the Faith”

Twitter: @blogdomarcelao

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Humildade: Diferença entre Arrogância e Auto-confiança

Posted by marcelao em setembro 16, 2010


Pessoal,

já escrevi em posts anteriores que existe uma linha tênue entre arrogância e auto-confiança e que a diferença entre os dois estava na humildade e no comportamento que as pessoas apresentam diante de uma mesma situação.

Há tempos atrás, eu escrevi um post exaltando a “rebeldia” saudável que o jogador do Santos Paulo Henrique Ganso teve ao desobedecer o técnico Dorival Júnior quando quis substituí-lo na final do campeonato paulista desse ano, pois, naquele momento, ele entendia que estava sendo muito importante para o time na retenção de bola.

Ontem tivemos uma situação semelhante de rebeldia, mas de forma negativa. A situação envolveu o jogador Neymar do Santos, da mesma geração de talentos que vem o Paulo Henrique Ganso, e que vem sendo alvo de diversas polêmicas nos últimos tempos. No último domingo, ele se desentendeu com o volante João Marcos, do Ceará. Nesta quarta-feira, durante jogo contra o Atlético-GO, na Vila Belmiro, a confusão foi com seus próprios companheiros. Rebelde, se recusou a cumprir ordens. Passou a rebolar em campo, negando-se a trocar passes com o restante da equipe. Ele discutiu com o zagueiro Edu Dracena e com o técnico Dorival Júnior. Chegou até a xingar o chefe.

Qual a diferença entre essas duas situações? Apenas uma palavra: HUMILDADE.

Um abraço.

“Keep the Faith”

twitter: @blogdomarcelao

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O Poder Corrompe. A Falta Dele Também

Posted by marcelao em julho 19, 2010


Pessoal,

em um artigo passado, eu procurei trazer para reflexão se os modelos de gestão e a postura dos administradores da empresa estão estimulando o comportamento não ético dos funcionários da empresa, principalmente a postura de tentar alcançar a excelência por decreto(clique aqui para ler). Hoje quero abordar a questão da autonomia dos funcionários no desempenho de suas tarefas diárias.

Na edição de julho de 2010, recentemente lançada, a revista Harvard Business Review Brasil apresenta um artigo da especialista em Gestão de mudanças, Rosabeth Moss Kanter, em que ela levanta a questão sobre se a falta de poder pode corromper e que isso tem muito a ver com os entraves existentes dentro das empresas por questões burocráticas e manutenção de silos de poder. Você tenta avançar no seu trabalho e emperra em frases como, por exemplo, “Os procedimentos não permitem”, “Vai levar meses para ser aprovado”, “Isso não vai dar certo”, “Aqui sempre foi assim”.

Diante desse tipo de barreira, ou você entra no jogo da troca de favores ou você é excluído do processo. É por essa razão que as relações políticas imperam muito mais nas empresas do que o atingimento dos resultados que interessam realmente a empresa. O projeto passa a ser individual e não de interesse coletivo. Leva mais quem tem maiores relações com quem está no poder atualmente do que a importância que um projeto tem para a empresa, o que leva a um fisiologismo pérpetuo que compromete a eficácia organizacional. Como as pessoas não podem enfrentar muitas dessas barreiras, elas acabam por “sabotá-la”. Acabam usando as relações para inverter e conseguir o que deseja. Quanto mais ordem, quanto mais centralização do poder, maior é a inversão.

Tal comprometimento da eficácia organizacional da empresa tende a trazer conseguências terríveis em futuro muito próximo para as empresas, uma vez que uma das grandes forças de mudança no cenário competitivo das empresas é a transferência de poder do centro para as bordas, principalmente, em consequência do aumento do poder do consumidor que hoje ainda é muito mais ciente de sua força na econonia do que em tempos anteriores.

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Resultados não sustentáveis

Posted by marcelao em julho 15, 2010


Pessoal,

toda empresa deve buscar apresentar excelentes resultados financeiros, até porque é cobrada por isso pelos seus acionistas, mas deve-se ter cuidado com a sustentabilidade dos resultados obtidos, ou seja, qual o custo que a empresa pagará no futuro para obter os resultados obtidos no presente.

Querem um exemplo disso? Ontem, terça-feira, o novo diretor de futebol do Flamengo, o Sr. Arthur Antunes Coimbra, mais conhecido como ZICO, deu uma entrevista coletiva onde ele comentava sobre a situação atual do Flamengo em meio a todos os encandalos em que o nome do Flamengo vem sendo envolvido nos últimos meses. Zico deu a seguinte declaração:

– “Não é porque o Flamengo teve um título que poderia se fazer o que quisesse no Flamengo. Esse título acabou sendo ruim, porque as coisas que estão acontecendo e que vem acontecendo só denegriram a imagem do clube. É preferível não ganhar um título e ter um clube intacto, um clube limpo, do que ganhar um título e acontecer o que nós estamos vendo aí.” Continue lendo »

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Afinal, De quem é a culpa?

Posted by marcelao em maio 8, 2010


Pessoal,

eu estava acompanhando via twitter alguns comentários sobre a edição do TED Sudeste quando apareceu um comentário que teremos 50 bilhões de carros transitando pelo planeta. Imaginem o impacto que isso teria para a nossa qualidade de vida não só do ponto de vista ecológico, mas também com relação ao tempo gasto no trânsito das grandes cidades, aumentando o nosso custo de transação (veja mais aqui).

Algumas pessoas chegam a culpar esse problema gerado pelos carros ao fundador da Ford, Henry Ford, por ter inventado a linha de montagem e facilitado a massificação da comercialização dos carros. A pergunta que faço é : Podemos atribuir aos inventores a culpa pelo uso irresponsável de suas invenções?

É claro que não.

Já ouvi de um amigo meu que a Internet é o grande mal da humanidade que, por causa dela, vemos coisas repugnantes como pedofilia e outras coisas afim. Ora essa, crimes como a pedofilia sempre existiram, apenas ganharam mais visibilidade com a Internet e, sem a Internet, seria mais dificil encontrar esses criminosos. Atribuir a Internet a culpa por crimes como pedofilia é o mesmo que atribuir a Tramontina a culpa por todos os assassinatos com utilização de facas. Continue lendo »

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O que é legal e o que é moral

Posted by marcelao em abril 20, 2010


Pessoal,

durante a madrugada de sábado para domingo, eu assisti ao GP da China de F-1  e, assim como eu, havia várias pessoas no twitter acompanhando e comentando a corrida. A corrida estava cheia de alternativas, assim como sempre acontece quando chove, até que houve a ultrapassagem do Fernando Alonso em cima do Felipe Massa quando os dois estavam entrando para os boxes e ocorreu o que mostra o vídeo abaixo :

A partir desse fato, começou uma discussão no Twitter sobre a manobra do Alonso se teria sido uma manobra legal ou não.

Na F-1, visando a segurança dos pilotos, existe uma linha branca que delimita o caminho dos carros quando eles entram e quando eles estão saindo do box. Segundo o regulamento, se o carro tocar nessa linha branca, o piloto recebe uma punição que consiste em passar pela área dos boxes o que faz com eles percam tempo na corrida. Ocorre que essa punição só é aplicada quando essa infração ocorre na saída dos boxes e não se aplica quando tal fato acontece na entrada dos boxes.

O que quero levar a reflexão nesse post não é a questão esportiva, mas sim a diferença entre o que é legal e o que é moral. Continue lendo »

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O valor do respeito

Posted by marcelao em outubro 5, 2009


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Pessoal,

se eu pudesse resumir o Fórum Mundial de Negociação em uma palavra, essa palavra seria respeito. Assim como em vários momentos da vida nós estamos negociando e decidindo, em vários momentos da vida devemos procurar respeitar as pessoas em seus sentimentos e nas suas intenções.

Nas negociações, uma das atitudes mais importantes para se ter credibilidade é procurar respeitar os interesses do outro lado na negociação, como afirmou Paul Schoemaker. Bons negociadores procuram escutar o que trás por trás de qualquer negociação, e essa tarefa só será possível se você respeitar o outro lado. Respeitar, nesse aspecto, significa calçar o sapato do outro e saber onde está apertando no calo do outro.

Aliás, Willian Ury resgatou com muita felicidade o significado da palavra “respeito” que vem de RE-SPECT que significa “olhar de novo para ver o outro”. Olhar de novo para ver o outro para dar valor a si mesmo e ao outro com o objetivo de prestar atenção positiva a outra pessoa. Respeito esse que, independente do resultado da negociação, será muito importante para manter uma relação saudável e sustentável com o outro lado após o fim da negociação. Continue lendo »

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10 lições de Gandhi para mudar o mundo

Posted by marcelao em setembro 28, 2009


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(Via @GuyKawasaki)

Pessoal,

Mahatma Gandhi não precisa de introdução longa para que vocês saibam que ele foi. Todo mundo sabe sobre o homem que levou o povo indiano a independência do domínio britânico em 1947. Portanto, segue abaixo 10 ensinamentos dele para mudar o mundo :

1 – Mude a si mesmo – > “Você deve ser a mudança que você quer para o mundo”. Antes de querer mudar o mundo, você deve mudar a si mesmo. Fazendo isso, as pessoas que estão ao seu redor perceberão a mudança e também mudarão. Por essa razão que o conhecimento mais importante é o autoconhecimento. A partir desse conhecimento, você começará a perceber quais são as premissas e os preconceitos que te guiaram em outras situações e que você deve trabalhar para corrigir;

2 – Você está no controle – > “Ninguém pode me ferir sem minha autorização” O que você sente e como você reage a algo está sempre com você. Você é senhor dos seus pensamentos e atitudes. Ninguém além de você pode controlar o que você sente. O segredo é fazer com que esse pensamento ganhe cada vez mais força ao longo do tempo;

3 – Perdoar e deixar ir em frente – > “Os fracos nunca podem perdoar. O perdão é o atributo do forte.” Combater o mal com o mal não vai ajudar ninguém. E, como foi colocado no item anterior, você sempre escolhe como reagir a algo. Não perdoar é ficar preso ao passado e significa falta de aprendizado com a situação, causando apenas sofrimento e paralisando sua ação no presente;

4 – Sem ação, não se vai a lugar algum – > “Uma grama de prática vale mais do que toneladas de pregação” Intenção sem ação é o mesmo que nada. Agir pode ser duro e díficil diante do novo, mas não podemos criar resistências internas. Os livros podem na maior parte apenas lhe trazer conhecimento, mas você tem que agir e transformar esse conhecimento em resultados e em compreensão; Continue lendo »

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O papel das empresas – Parte II – A lição Tony Stark

Posted by marcelao em agosto 30, 2009


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Pessoal,

Existem duas coisas que gosto muito de fazer nas minhas horas que é assistir filmes e ler quadrinho, mais especicamente filmes de aventura e quadrinhos de super-heróis da Marvel. Quando é possível conciliar os dois ao mesmo, surge os melhor dos mundos. Pois bem, hoje assisti mais uma vez o filme “Homem de Ferro” e relembrei vários insights que tive ao assistir o filme pela primeira vez e que gostaria de escreve em um post e o legal foi isso ter acontecido nesse momento, pois, dessa forma, é possível encaixar esses insights relembrados com a série sobre o papel das empresas.

Vamos analisar o filme sob o ponto de vista empresarial e de sustentabilidade.

Tony Stark é um empresário prodígio e um playboy milionário chamado de “DaVince” por alguns e de “Mercador da Morte” por outros devido a sua excelente competência em construir as armas mais poderosas e avançadas tecnologicamente e vendidas ao exército americano em nome da paz. Paz essa que era uma verdadeira falácia e que ele só percebeu quando, em um evento em que ele apresentou suas mais nova invenção, o míssil Jericó, o comboio militar que o levava de volta para casa é atacado e todos os soldados que estavam ali para protege-lo são mortos. Não restando mais nada a fazer, Tony Stark sai do carro e tenta se proteger. É nessa hora que ele é confrontado com sua responsabilidade quando um míssil, fabricado pela sua própria indústria, explode e o fere mortalmente.

A partir desse instante, de nada vale o poder desse empresário bem sucedido. Ele é confrontado contra o seu legado que está sobre o poder dos mercenários que foram contratados para matá-lo.O acampamento todo está cheio de armas fabricado pelas suas indústrias. A sorte dele é que ele é aprisionado junto a outro cientista que mostra todas as consequências de seus atos e consegue transmitir a ele uma nova razão para viver e um novo significado para sua vida. Continue lendo »

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