Blog do Marcelão

Blog para debate sobre excelência na gestão.

Posts Tagged ‘web 2.0’

Vídeo: A Transformação do Marketing

Posted by marcelao em fevereiro 13, 2011


Pessoal,

segue vídeo abaixo mostra a transformação do Marketing, com maior foco no “P” de promoção/publicidade, mostrando as adaptações pelo que o mercado passou de acordo com o surgimento de novas mídias e formas de contato com o consumidor. Mostra também a grande transformação que a Internet, mais especificamente o advento da colaboração e da WEB 2.0, trouxe invertendo o fluxo de mensagem deixando de ser um fluxo de 1 meio para N pessoas, unidirecional, e passando a ser N meios para N pessoas com fluxo multidirecional, onde os consumidores fazem e são a parte mais importante do processo de comunicação entre marcas, produtos e consumidores.

Toda essa evolução potencializada pela WEB 2.0 traz para o mundo atual onde temos a substituição da massificação e da customização em massa em busca de uma maior personalização, onde temos a substituição dos 4 “P”s do Marketing (Preço, Praça, Produto, Promoção) pelos 4 “E”s que envolvem troca(Exchange), Experiência, Onipresença(EveryWhere) e Engajamento.

Assista logo após o jump: Continue lendo »

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Os princípios da Gestão 2.0

Posted by marcelao em julho 8, 2010


Pessoal,

é certo que não estamos passando por uma época de mudanças, mas sim por uma mudança de época. O que tem ficar bem claro é que toda essa mudança vem sendo potencializada pela Internet e as redes sociais, afinal de contas, redes sociais sempre existiram, o que acontece hoje é que a Internet potencializa a criação de redes sociais de todos os tipos que você possa imaginar.

Apenas para exemplificar a proliferação de redes sociais, semana retrasada estava participando de um curso para formação de educadores corporativos do BB e estava explicando aos meus colegas como utilizo o Twitter para aumentar minha rede de relacionamento, troca de conhecimento e também para me divertir. Fiz essa explanação enviando tweeties para as pessoas que me seguem. A partir daí, comecei a receber vários tweeties ressaltando a importância das redes sociais, entre elas, o amigo @lossio indicou uma rede social de instituições de ensino chamada Konviva.

Essa revolução proporcionada pelas novas tecnologias e pela redes sociais vão transformar quase tudo na sociedade da mesma forma que a linha de produção e as máquinas revolucionaram no século XIX. Na verdade, essa transformação será ainda maior e mais profunda. E com certeza, as empresas não ficarão a margem dessa transformação, principalmente em relação aos seus modelos de gestão.

Os modelos de gestão irão se assemelhar cada vez mais ao modelo da Internet, cujos princípios são:

– Todos têm direito de opinar: Na Internet não existem editores ou filtros. Qualquer um pode se manifestar e expressar suas opiniões. Não é necessário saber codificar um site. Prova disso é esse blog, onde coloco minhas opiniões e crenças sem a necessidade de digitar nenhuma linha de código. É como disse o professor Silvio Meira: “pela primeira vez, nós começamos a ter a disponibilidade de um conjunto de tecnologias, infra-estruturas, serviços e aplicativos que tornaram possível, para uma parte cada vez maior da humanidade, um modo de relacionamento pessoa a pessoa de maneira colaborativa e não intermediada por terceiros.”; Continue lendo »

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Livro : A grande Mudança – Reconectando o mundo, De Thomas Edison ao Google

Posted by marcelao em dezembro 21, 2008


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Pessoal,

                 esse livro é de autoria do ex-editor da revista Harvard Business Review, Nicholas Carr, que trata, segundo ele, da grande mudança que está ocorrendo no mundo com o advento da Internet e o que tendências da tecnologia, como Computação em nuvem, trarão de benefícios para a sociedade. Se fosse para resumir esse livro em uma única frases escreveria que ele classifica a Internet como sendo a grande ferramenta de mudança dos tempos atuais assim como a eletricidade foi para a revolução industrial.

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Caso OI Celular : Estratégia Inovadora e Inteligente

Posted by marcelao em setembro 7, 2008


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Pessoal,

             já havia comentado em outros posts que em tempos de mudança, o segredo para obter vantagem competitiva é liderar a mudança. Isso exige das empresas empreenderem estratégias inovadoras, estratégias que quebrem algumas leis do mercado. Esse foi o caso da empresa de telefonia celular OI.

             O primeiro movimento da OI foi lançar a campanha de desbloqueio dos celulares. A campanha envolveu chamadas na televisão que mostravam clientes “acorrentados” as empresas de telefonia celular, como vocês podem ver no video abaixo.

               A mensagem anunciava que a OI passou a comercializar celulares desbloqueados, que você deve ficar com um celular da empresa porque quer e não porque é obrigado.

               Essa ação da OI iniciou uma onda de clientes exigindo que seus celulares fosse desbloqueados e chegou até a blogosfera com campanhas iniciadas por alguns blogs como o Kibeloco (link : http://www.kibeloco.globolog.com.br/archive_2008_02_27_10.html?postId=479922) e até a iniciativa de criar um site chamado “Bloqueio Não” que hoje está fora do ar devido a ação liminar de uma operadora de telefonia celular.

                O resultado é que em 13 de fevereiro, a Anatel soltou nova regulamentação que obrigava a todas as operadoras a desbloqueiar gratuitamente os aparelhos de seus clientes.

                Isso abriu uma porta para novas oportunidades para OI. Nesse caso, alguém deve ter lido e interpretado muito bem o livro “A estratégia do Oceano Azul”, começando por quebrar uma lei do mercado para depois criar um novo mercado, que envolveu os cliente das outras operadoras insatisfeitos com o atendimento de suas operadoras e que não podiam trocar, e culminou agora com uma ação de conquista de novos clientes, aliado com redução de custos, com a campanha atual que mostra que os clientes precisam apenas comprar o chip disponível em vários tipos de estabelecimentos, como farmácias e lojas, e instala-los em qualquer celular desbloqueado,  uma vez que ela não precisa abrir mais lojas para venda de celular e sim disponibilizar o chip em vários estabelecimentos ao alcance do cliente.

                Esse é um caso de uso da inteligência na estratégia para abertura de novos mercados. Uma estratégia que envolveu ações de curto, médio e longo prazo, uma vez que a campanha do desbloqueio começou em julho de 2007. Além disso, foi uma estratégia inovadora que contou com a colaboração de um importantissimo fator para a inovação que foi a participação dos clientes nas campanhas de desbloqueio e dos blogs na Internet.

                  Quem ganha com isso somos nós, consumidores, porque agora para conquistar a tão procurada “fidelidade do consumidor”, as empresas terão de oferecer um serviço melhor. Como disse em outros posts (veja a lista abaixo), cada vez mais consolida-se uma transferência de poder no mundo atual, uma transferência do poder das empresas para os consumidores, trasferência essa potencializada pela Internet e a WEB 2.0 com seu poder de viral e oferecendo toda a estrutura necessária para proliferação dessas grandes redes sociais que estão surgindo cada vez mais em maior número. 

Um abraço.

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Tendências da tecnologia da informação

Posted by marcelao em julho 19, 2008


Pessoal,

              como vocês sabem, eu trabalho na área financeira mais precisamente no Banco do Brasil e, como vocês devem perceber no seu dia-dia, nenhum banco consegue sobreviver nos tempos atuais sem utilizar fortemente tecnologia da informação, tornando-os fortemente dependentes da TI para realização de negócios. Diante disso e da velocidade com que TI evolui, vem a minha pergunta : Qual é a tendência da Tecnologia da Informação para os próximos anos?

              Em 2003, o ex-editor da revista Harvard Business Review, Nicholas G. Carr, escreveu um artigo polêmico à época de que TI já não importa, não seria mais uma vantagem competitiva para as empresas. A base de seu argumento é que o que torna ferramentas como a TI como um recurso realmente estratégico – o que o capacita a servir de base para uma vantagem competitiva sustentada – não é a sua ubiqüidade, mas sim sua escassez. A vantagem competitiva está em possuir algo que os seus concorrentes não tem.

             Segundo Nicholas G. Carr, as funções básicas de TI – armazenamento, processamento e transporte de dados – estão disponíveis a todos, ou seja, já não oferecem diferenciação em relação ao seu concorrente. Já havia escrito isso em outro post, o mainframe de última geração que sua empresa adquiriu também pode ser adquirido pelo seu concorrente, afinal de contas, trata-se do mesmo fornecedor.

             Para embasar sua tese, o autor faz comparações com outros setores da economia ao considerar TI como a mais recente de uma série de tecnologias amplamente adotadas que remodelaram a indústria ao longo dos últimos dois séculos – da locomotiva e da ferrovia ao telégrafo e ao telefone, passando pelo gerador elétrico e pelo motor de combustão interna.

             O argumento do autor é que tecnologias infra-estruturais como TI geram muito mais valor quando compartilhadas do que quando usadas exclusivamente. Para reforçar esse argumento, o autor faz um resgate da história do desenvolvimento das ferrovias levantando a hipótese de uma determinada indústria detivesse os direitos de toda a tecnologia exigida para criar uma ferrovia. Se quisesse, essa empresa poderia erguer apenas linha proprietárias entre seus fornecedores, suas fábricas e seus distribuidores e rodar suas próprias locomotivas e vagões nos trilhos. Mas, para a economia de maneira geral, o valor produzido por tal atitude seria pequeno se comparado ao que seria gerado pelo desenvolvimento de uma malha ferroviária aberta que conectasse várias empresas, fornecedores e clientes.

             Se o exemplo acima não ficou claro para você, podemos usar como exemplo também o uso de energia elétrica no seus primórdios em que as empresas, para obter vantagem competitiva, instalavam-se perto de usinas geradoras ou, se retrocedermos mais ainda no tempo, no fim do século XIX, as empresas dependiam da pressão da água ou do vapor para operar seu maquinário. Com o avançar do tempo, a disponibilidade de energia cresceu, o seu custo diminui e o acesso a rede elétrica tornou-se maior e menos custoso. A partir disso, recursos como as ferrovias e a energia elétrica deixaram de serem vantagens competitivas.

             A partir dessa constatação, voltamos ao cerne da questão levantada por Nicholas G. Carr sobre a tecnologia tornar uma comoditie. A pergunta é : Ele tem razão? Se tem razão, que sinais podem ser identificados que podem confirmar a sua tese? A resposta pode estar em dois conceitos : cloud computing e SAAS.

             O conceito de Cloud Computing(Computação em Nuvem) refere-se a um ambiente de computação baseado em uma rede massiva de servidores, sejam estes virtuais ou físicos (cloud). Cloud computing pode ser visto como o estágio mais evoluído do conceito de virtualização. Esse conceito já é utilizado em larga escala por empresas como o Google e Yahoo, ou seja, cada consulta utilizando o Google pode ser providenciada por um servidor diferente localizados até mesmo em países diferentes. O que vai definir qual o servidor que atenderá o serviço solicitado por você é o nível de utilização de processamento que é definido por ferramentas que controlam o balanceamento de processamento entre os servidores. Para se ter idéia do poder de processamento dessa nuvem, segundo dados fornecidos no site da IBM (http://www.ibm.com/developerworks/blogs/page/ctaurion?entry=cloud_computing), que as cinco maiores empresas de busca na Internet tenham ao todo um parque computacional de cerca de 2 milhões de servidores.

             Segundo o site da IBM, o principal benefício é  uma melhor utilização dos recursos computacionais, potencializando os conceitos de consolidação e virtualização. Além disso, reduz sensivelmente o time-to-market para aplicações e-business e Web 2.0, que demandam conceitos do modelo computacional on-demand (alocar recursos à medida que for necessário, de forma dinâmica).

             Como exemplo de cloud computing sendo utilizada por nós usuários da internet é o serviço de armazenamento de fotos Picasa(www.picasaweb.com) oferecido pelo Google.

            Cloud computing tem muito a ver com outro conceito importante que é o conceito de SaaS (Software as a Service). SaaS funciona como um cloud computing, a diferença é que ao invés de oferecer infra-estrutura de armazenamento e processamento, SaaS disponibiliza softwares utilizados via browser para milhares de clientes como se uma mesma instância de um software sendo disponibilizado para múltiplos clientes ao mesmo tempo, ou seja, são aplicações web dispobilizados como serviço.

            O modelo de negócios de aplicações baseados em SaaS não utiliza o conceito de licenças de software em que você paga por cada licença, mas sim pela utilização do software. Essa características tornam o SaaS extremamente atrativo para as empresas devido ao baixo custo de manutenção, a diminuição da dependências dos departamentos de TI internos e o seu uso descentralizado.

            A comparação que podemos fazer para tornar mais claro para você leitor são os pacotes de aplicativos de escritório como processadores de texto e planilhas de cálculo. O modelo da Microsoft é baseado na venda de licenças do pacote Office, enquanto o Google oferece pela Web os serviços do GoogleDocs. Outra diferença entre esses dois modelos é que, quando você compra a licença de um aplicativo como WORD e você utiliza nem 10% de todas as funcionalidades, no GoogleDocs, que por enquanto é gratuito, você pagará apenas pelas funções que mais utiliza.

           Podemos perceber que o elemento comum entre esses dois conceitos é a Internet. Tudo isso só é possível de se imaginar hoje devido ao nascimento da Internet pela sua característica de canal perfeito para transporte de dados, informações e aplicações genéricas, sendo que essas tendências ganharam aceleração com o advento da WEB 2.0.

           Esse movimento de disponibilização da TI como serviço para satisfazer as necessidades das empresas, já vem sendo liderado por empresas como a IBM, Google e Microsoft oferecendo seus serviços pagos cobrando tarifas, da mesma forma que o modelo utilizado por empresas de energia elétrica ou de telecomunicações.

            Com base nesses dois conceitos, cloud computing e SaaS, na minha opinião, pode-se concluir que a tese apresentada por Nicholas G. Carr está correta e está muito próxima de se tornar realidade. Vale lembrar que o sonho de qualquer administrador é sempre trabalhar com custos variados, pois dessa forma o aumento ou redução do custo acompanhará de forma diretamente proporcional o nível de demandas por serviços. Os dois conceitos apresentados, por serem baseados em pagamento sob demanda, podem viabilizar cada vez mais esse sonho dos administradores.

            A pergunta que deixo para reflexão é : Qual o impacto que esses conceitos trarão para os departamentos de TI das grandes empresas? Isso será assunto do próximo post cujo titulo será “O FIM DO ANALISTA DE TI”.

Um abraço.

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Transformação pela Tecnologia

Posted by marcelao em junho 3, 2008


Pessoal,

               hoje assisti no site da globo.com, a série de reportagens que o Jornal Nacional apresentou na semana de 26.05 a 30.05 sobre as transformações que a tecnologia da informação vem fazendo na nossa sociedade. A série de reportagens está disponível no link : http://jornalnacional.globo.com/Telejornais/JN/0,,LS0-15457-58471,00.html

                A série apresentada pelo JN é de muita qualidade e aborda várias questões já colocadas por esse blog (leia no final os posts relacionados) como o poder que a Internet tem de possibilitar situações que não eram possível tempos atrás como a reportagem sobre os Indios Ashaninka que vivem na fronteira do Brasil com o Peru que evitaram a guerra e a exploração de suas terras com o envio de e-mail.

               Além dessa reportagem sobre os indios, destaco as reportagens sobre as possibilidades de melhoria da educação, principalmente em lugares isolados onde é muito dificil trazer e fixar professores do ensino médio como, por exemplo, Fernando Noronha. A tecnologia possibilitou a jovens, que residem nesses lugares isolados, a tornar mais possível seus sonhos de realização como profissionais.

               Outra reportagem interessante é sobre o vale do silicio, onde é contada a história de jovens empreendedores que trabalhavam nas garagens de suas casas e criaram verdadeiros impérios como o Google e a HP. O reporter foi muito feliz ao abordar a questão do espirito empreendedor desses jovens que aprenderam desde cedo a assumir riscos, saber enfrentar o fracasso de cabeça erguida, e mesmo depois de cometer muitos erros, são capazes de começar tudo outra vez. Destaque para a reportagem com os fundadores do Google que fizeram as ações da empresa saltarem de 85 dólares para 600 dólares.

               A série fecha com a apresentação das novidades que estão vindo aí, onde destaco o conceito de “Cloud Computing” onde será possível, em um futuro não muito distante, que os computadores de casa não terão discos rigidos ou processadores, pois tudo estará conectada a uma grande rede que oferecerá os serviços de armazenamento e processamento, ou seja, você vai estar aqui no Brasil e o processamento do cálculo financeiro que você controla em uma planilha excel será atendido por uma máquina na Austrália e os dados armazenados na Rússia.

 

Um abraço.

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A sua empresa é do século XXI? – > Clique aqui;

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Palestra realizada na Aiec – > Clique aqui;

             

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Frase Inspiradora sobre colaboração

Posted by marcelao em março 18, 2008


“Na longa história da espécie humana (e do gênero animal, também), prevaleceram os indivíduos que aprenderam a colaborar e a improvisar com mais eficácia.” Charles Darwin

Todas as frases desse blog estão reunidas na página “Frases e pensamentos marcantes”.

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Livro : Wikinomics

Posted by marcelao em março 1, 2008


           Livro elaborado pelo consultor em estratégias Don Tapscott que aborda temas relacionados a mudança que a colaboração vem trazendo e que revoluciona os relacionamentos entre empresas com os vários públicos interessados (stakeholders) como, por exemplo, seus clientes, colaboradores e fornecedores. Temas como redes e sociais, inovação com clientes e relacionamentos com comunidades pelo mundo são abordados com muita profundidade e com apresentação de vários cases que comprovam as teorias apresentadas pelo autor. São apresentados casos de colaboração como o Linux, Wikipedia, youtube, Second Life e o projeto Genoma Humano.

           O livro aborda casos de muitas empresas inteligentes que, ao invés de combater, estão estimulando o crescimento vertiginoso de enormes comunidades on-line levando até mesmo concorrentes ferrenhos colaborarem em parceria em iniciativas cientificas revolucionarias que aceleram a descoberta em seus campos de atuação. O motivo para construção dessas parcerias vem da consciência que as empresas precisam inovar para continuar existindo, sendo que para inovar é preciso investir em pesquisas que envolvem riscos altos e quando há parceria, esses riscos são compartilhados e no caso de haver prejuízos devido a inovações que não deram certo, os prejuízos também são divididos. Além disso, a colaboração em massa traz outros benefícios como redução de custos, inovação com mais rapidez, parcerias com clientes e sócios, além de colocar a empresa no ambiente empresarial do século XXI.

               No passado, a colaboração era de pequena escala, pois uma quantidade excessiva de pessoas era excluída da circulação de conhecimento, poder e capital, e portanto, participava das margens da economia. Ela ficava restrita em pequenos territórios como comunidades, locais de trabalho e acontecia apenas entre amigos, parentes e sócios nesses locais. Com o advento da Internet e da WEB 2.0 tudo mudou, pois torna o acesso dessas pessoas a apenas um click no mouse o que coloca todas essas pessoas para participarem da inovação e da criação de riqueza em cada setor da economia. 

            Um dos exemplos apresentados no livro é de uma pequena firma de mineração de ouro com sede em Toronto chamada Goldcorp que estava lutando para sobreviver, sitiada por greves, dividas prolongadas e um custo de produção excessivamente alto, o que havia provocado a interrupção das operações de mineração. Para completar o cenário, o mercado estava em recessão e não havia indicios de novos depósitos significativos de ouro. Tudo isso levava a crer que a GoldCorp iria a falência.

            A salvação veio após os geólogos da empresa encontrarem outra propriedade onde foi feita uma descoberta importante : perfurações de teste sugeriam novas e grandes jazidas de ouro, com uma quantidade trinta vezes superior à que a GoldCorp estava extraindo até aquele momento, mas após anos de explorações, os geólogos tinham dificuldade em fornecer uma estimativa precisa do valor e da localização exata do ouro.

             Com o futuro ainda incerto, o presidente da empresa, Rob McEwen,  tirou uma licença para desenvolvimento pessoal quando esteve em uma conferência sobre Linux onde ouviu atentamente a história de como Linus Torvalds e uma turma de voluntários de programadores de software haviam montado, através da Internet, um sistema operacional de primeira classe com a ajuda e contribuição de milhares de programadores anônimos ao redor do mundo.

           McEwen ponderou sobre esse fenômeno e teve um insight. Se os funcionários da GoldCorp não conseguiam achar o ouro, talvez outra pessoas pudesse conseguir e a chave para achar essas pessoas seria abrir o processo de exploração da mesma maneira que Torvalds “abriu o código” do Linux. Tal idéia representava uma quebra de paradigma para a empresa, uma vez que a indústria da mineração é muito fechada e os dados geológicos são os recursos mais preciosos e bem guardados.

           Em março de 2000 foi lançado o “Desafio GoldCorp” com um prêmio de U$575.000,00 para os participantes que tivessem os melhores métodos e estimativas. As notícias do concurso se espalharam rapidamente pela Internet à medida que mais de mil prospectores virtuais se ocupavam em analisar os dados. Vieram contribuições de várias fontes, entre elas alunos de pós-graduação, consultores, matemáticos e oficiais militares, todos querendo uma parte do prêmio. No final, foram identificados 110 alvos de exploração, dos quais 50% não haviam sido identificados previamente pela empresa e mais de 80% dos novos alvos produziram quantidades significativas de ouro. Resultado de tudo isso, a empresa saltou de um faturamento de U$100 milhões para U$ 9 bilhões e suas ações saltaram de cem dólares em 1993 para mais de U$ 3 mil hoje.

             Esse é um exemplo de busca de novos talentos fora do limite da organização e da exploração da genialidade  e de competências coletivas através do compartilhamento de propriedade intelectual. Um exemplo de que a colaboração em massa pode transformar todas as instituições em sociedades.

           Como já havia colocado em posts anteriores (Você pode acessar aqui, aqui e aqui), essas tranformações apresentadas pelo autor exigirão uma nova postura dos lideres empresariais, uma nova maneira de pensar sobre competitividade em virtude das mudanças profundas que estão ocorrendo na economia do século XXI que modificam as estruturas e modus operandi das empresas, mudanças baseadas em abertura, transparência, relação de confiança, compartilhamento e ação global. Toda essa mudança só foi possível com a expansão cada vez mais frequente da internet e o avanço da WEB 2.0, pois com isso bilhões de individuos conectados podem agora participar ativamente da inovação, da criação de riqueza e do desenvolvimento social de uma maneira que antes era apenas um sonho. Esse é um mundo sem volta, onde as pessoas participam da economia como nunca antes.

            Essas mudanças fazem com que as corporações tranformem-se em instituições sociais – como comunidades. Passando a funcionar melhor quando seres humanos comprometidos trabalham em relações cooperativas, sob condições de respeito e confiança. Se essa transformação não ocorrer, a instituição empresarial como um todo poderá entrar em colapso. Diante disso, Os presidentes das empresas devem adotar uma nova postura, uma postura que estimule o trabalho em equipe e a saúde corporativa a longo prazo, e que passando a enxergar os seres humanos como sendo os “maiores ativos” das empresas.

              Só quando entendermos que as empresas trabalham como comunidades para chegar a grandeza, e que as sociedades combinam necessidades sociais e econômicas para atingir o equilíbrio, é que as empresas entrarão, realmente, no ambiente empresarial do século XXI.

Um abraço

P.S : Leia o resumo de outros livros que recomendo nesse link.

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Revolução na Sociedade

Posted by marcelao em janeiro 19, 2008


Pessoal,

            abro esse novo tópico para falar no poder que a WEB 2.0 traz para todos nós. A Internet é a nossa grande chance de RE-criarmos uma nova sociedade, uma nova humanidade, uma HUMANIDADE 2.0 como diria o meu amigo Gil Giardelli. Parafraseando um famoso politico, Nunca na história desse mundo estivemos tão perto de fazer uma revolução de baixo para cima, uma RE-Evolução.

            O mais recente exemplo dessa revolução é movimento dos moradores e associações de bairros da cidade do Rio de Janeiro que estão propondo o boicote ao pagamento IPTU desse ano. A razão desse boicote é que a cidade do Rio de janeiro, segundo relatos, está entregue a própria sorte quanto a sua manutenção com ruas e calçadas esburacadas, grama sem cortar virando capim, árvores que não recebem poda há muito tempo, proliferação de camelôs nas ruas, … E só quando se aproximam as eleições é que o prefeito da cidade resolve fazer acontecer valendo-se daquela máxima de que a “última impressão é a que fica”.

               Ocorre que os moradores cansaram-se dessa postura e resolveram pagar o IPTU apenas em Novembro fazendo com que o prefeito não tenha recursos para continuar com essa prática eleitoreira.

                Esse é o poder da revolução que vem de baixo para cima. Se começarmos a reparar, existem várias dessas revoluções acontecendo ao redor do mundo, como a que cito abaixo sobre os leitores do Homem-Aranha,  e o potencializador dessa revolução é a WEB 2.0 oferecendo toda a estrutura necessária para proliferação dessas grandes redes sociais que estão surgindo cada vez mais em maior número. 

                  Em um futuro cada vez mais próximo, essa revolução vai mudar a forma como as empresas serão geridas  e como os governantes de todos os países prestam contas de seus atos perante a sociedade. Os chefões, que não respeitam os seus funcionários e não conseguem transforma-los em parceiros do seu sucesso, e os governantes, que não governam com os ouvidos voltados para a sociedade como um todo, estão fadados a extinção, pois as armas, que eles possuiam para segurar essa revolução, acabaram, principalmente, porque não há como esconder mais nada da população uma vez que a informação corre o mundo inteiro em uma velocidade assustadora o que torna as pessoas mais conscientes dos seus direitos e mais dispostas a brigarem por eles.

                 Para fechar, segue abaixo um video que pode orientar você a iniciar essa revolução começando por você mesmo.

Um abraço.

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