Blog do Marcelão

Blog para debate sobre excelência na gestão.

Posts Tagged ‘Gestão de mudanças’

MiniMáxima da Semana

Posted by Marcelão em novembro 12, 2018


“Liderança é aceitar a responsabilidade de permitir que outros atinjam objetivos compartilhados sob condições de incerteza” John Maeda – Designer

Anúncios

Posted in criatividade, Empreendedorismo, Gestão 2.0, Gestão do Conhecimento, Inovação, liderança, Uncategorized | Etiquetado: , , , , , , | Leave a Comment »

Vídeo: 4 pilares para Transformação Organizacional

Posted by Marcelão em novembro 7, 2018


Pessoal,

compartilho abaixo um vídeo produzido pelo canal do Youtube “Strategy And Business” que apresenta de forma lúdica sobre 4 pilares que as empresas devem adotar para conduzir com sucesso uma transformação organizacional que são:

  • Identidade Estratégica;
  • Transparência;
  • Escalabilidade;
  • Constância de Propósitos;

Continue lendo »

Posted in Colaboração, criatividade, Gestão 2.0, Gestão de mudanças, Gestão de pessoas, Gestão do Conhecimento, Inovação, liderança, Planejamento Estratégico, Uncategorized | Etiquetado: , , , , , , , , , | Leave a Comment »

MiniMáxima da Semana

Posted by Marcelão em outubro 29, 2018


“A sorte favorece a mente conectada” Steven Johnson

Posted in criatividade, Gestão de mudanças, Gestão do Conhecimento, Inovação, Uncategorized | Etiquetado: , , , , , , , | Leave a Comment »

Newton X Darwin nas Empresas

Posted by Marcelão em novembro 12, 2012


Pessoal,

esse post é mais um que tem o objetivo de compartilhar as impressões e as tendências que, do meu ponto de vista, terão grande influência no mundo empresarial. Esse post especificamente vamos falar da mudança de um modelo baseado na fisica clássica Newtoneana para um modelo mais próximo da Teoria de Darwin.

Do meu ponto de vista, o mundo que vivemos atualmente é caracterizado pelo aumento da velocidade da mudança e, consequentemente, pelo aumento da complexidade dos sistemas e das relações. Tal cenário vai contra as premissas sobre as quais a maioria das organizações cresceram. As empresas, principalmente as mais antigas, cresceram sobre a ótica da fisica de Newton que estabelecia uma exata correspondência entre causa e efeito e de que havia a certeza que até mesmo as mais complicadas situações poderiam ser resolvidas por meio de interações de umas poucas leis simples e, dessa forma, prever o comportamento dos mais complexos sistemas ao longo do tempo.

No entanto, ao longo do tempo, a fisica clássica de Newton mostrou-se inadequada em diversas situações e vem sendo gradativamente substituída pela visão de que mesmo mudanças diminutas podem acarretar desvios radicais no comportamento de sistemas. Na verdade, chegou-se a conclusão que, ao contrário da filosofia de Newton, os sistemas tendem, espontânea e irreversivelmente, a um estado de desordem, ou de entropia crescente.

As premissas da fisica Newtoniana funcionaram muito bem enquanto as empresas controlavam o poder na economia, pois, dessa forma, era possível controlar a incerteza com o estabelecimento de diversos modelos e metodologias padrões, o que acabou por reforçar que as empresas eram sistemas fechados, ou seja, não eram impactados por mudanças externas ao seu sistema.

Sob essa visão, as mudanças são previsíveis – e podem ser antecipadas, pelo menos no horizonte de implementação dos planos. As decisões tomadas são comunicadas – e executadas fielmente ao longo da cadeia de comando. A consequência disso é que esse modelo mental foi reproduzido no tratamento as pessoas, tanto do ponto de vista delas como consumidores como também como trabalhadores.

Ocorre que a Internet, grande vetor da velocidade da mudança nos tempos atuais, é um sistema complexo e aberto formado por redes de agentes individuais que interagem para criar um comportamento autogerenciado, mas extremamente organizado e cooperativo. A Internet, cuja premissa básica é seu caráter público, possibilita a esses agentes individuais feedback do ambiente e, em função dele, ajustar seu comportamento, aprendendo com a experiência e retornam o aprendizado na estrutura desse mesmo sistema. Continue lendo »

Posted in Colaboração, Gestão de mudanças, Inovação, Nova Economia | Etiquetado: , , , | Leave a Comment »

Resistência a Mudança: 10 razões

Posted by Marcelão em setembro 27, 2012


Pessoal,

implementar mudanças em qualquer ambiente é sempre um grande desafio para qualquer empresa, no entanto, a mudança é uma realidade sempre presente na humanidade, o que mudou nos últimos tempos é que ela se tornou muito mais frequente do que no passado. Mudar nunca foi fácil e sempre encontrará resistências. No blog da Harvard Business Review, a professora Rosabeth Moss Kanter listou 10 razões para as pessoas resistirem a mudança, as quais listo abaixo com meus comentários:

Perda de controle da mudança -> Mudança mexe com a autonomia das pessoas no exercício de suas atividades fazendo com que as pessoas tenham a sensação  de perda de controle do seu território. Isso se deve ao fato que a mudança mexe com a relação de poder das pessoas. O importante nessa hora é promover empatia e entender quais as motivações e como as pessoas encaram a mudança fazendo-as participar do processo de planejamento da mudança;

Incerteza Alta -> as pessoas têm medo do desconhecido e do novo. Nosso cérebro é preparado para nos preservar do excesso de informação e, por essa razão, procura categorizar as informações que filtra. Mudar os paradigmas construídos com essa categorização é um processo demasiadamente doloroso. Nesse sentido, um processo de comunicação que vise mostrar as razões e os beneficios da mudança torna-se mais importante do que comunicar como a mudança será executada; Continue lendo »

Posted in Colaboração, Gestão 2.0, Gestão de mudanças, Gestão de pessoas, liderança | Etiquetado: , , , | Leave a Comment »

Forum HSM Novas Fronteiras: O Fator Automação

Posted by Marcelão em setembro 5, 2012


Pessoal,

uma dos aspectos que ficou bastante evidente no Forum HSM Novas Fronteiras da Gestão é que a tecnologia e a ciência estão avançando cada vez mais rápido e rompendo até mesmo com os limites da física de tempo, espaço e massa. O Vídeo abaixo mostra um protótipo de robô carregando 120 kilos, mas que consegue se adaptar rapidamente a qualquer tipo de terreno e continua progredindo:

O segundo vídeo mostra os robôs adotados pela Amazon, conhecidos como Kiva, que organizem o estoque da Amazon segundo a demanda pelos produtos, ou seja, os produtos menos demandados são colocados mais para o fundo da loja, enquanto que os mais demandados ficam mais próximo do setor de empacotamento para agilizar o processo de envio de pedidos:

O que podemos enxergar como tendência é que tudo aquilo que for possível de ser executado por um computador, será executado por um computador. E mais do que substituir pessoas, a tecnologia e a ciência diminuindo cadeias de fornecimento e processo.

Quando comecei a trabalhar com tecnologia, havia um setor responsável pelo digitação dos dados dos documentos, esses dados eram empacotados em arquivos e transmitidos para a central de processamento, após processados eram gerados relatórios para conferir se os dados foram digitados corretamente. Hoje em dia, não existe mais esses 3 passos: Digitar, empacotar e conferir. A grande maioria das transações financeiras é realizada de forma totalmente digital. Cheques, depósitos em papel, ordens de pagamento viraram pó na cadeia bancária. Isso sem falar em outros processos como armazenamento dos documentos, encaminhamento para incineração e outros processos mais.

Diante desse avanço, seremos exigidos a desenvolver novas habilidades e competências que o computador não poderá reproduzir. Aliás, a automação é uma das 3 forças sociais e economicas apontadas por Daniel Pink, em seu livro “O Cérebro do Futuro”, que nos obrigam a desenvolver habilidades mais ligadas ao lado direito do cerébro.

No meu post anterior, eu mencionei as habilidades a serem desenvolvidas pelas pessoas no século XXI(clique aqui para ler), mas vale também resgatar os seis aptidões, simbolizadas por seis sentidos, apontados por Daniel Pink: Continue lendo »

Posted in Empreendedorismo, Gestão 2.0, Gestão de mudanças, Inovação, liderança, Nova Economia | Etiquetado: , , , , , , , , | Leave a Comment »

Forum HSM Novas Fronteiras: Mundo dos “sem”

Posted by Marcelão em agosto 28, 2012


Pessoal,

na semana passada participei do Fórum HSM – Novas Fronteiras da Gestão realizado entre os dias 21 e 22.08. Nesse evento, a HSM investiu em um formato que buscava mostrar as mudanças pelas quais o mundo vem passando e que tem sua origem no avanço exponencial que a ciência e a tecnologia desenvolveu ao longo dos últimos 10 anos.

A sintese que eu faria do conteúdo apresentado no evento seria colocando que vivemos um mundo de vários “sem”. Primeiramente, vivemos um mundo sem fronteiras onde as possibilidades que a ciência e a tecnologia são praticamente infinitas e ainda pouco explorada, ainda que tenha avançado muito. O acesso fácil e a maior disponibilidade da informação nos tempos atuais mudou tudo. Como disse Walter Longo em sua palestra, há 500 anos atrás apenas o clero tinha acesso a cultura e informação em grande quantidade e de grande qualidade, há 300 anos atrás somente os nobres passaram a ter também acesso a esses conteúdo, há 100 anos os ricos se juntaram a esse grupo, aos 30 as pessoas que viviam em grandes cidades e há 10 anos toda a população mundial passou a ter acesso a toda informação existente no mundo. Todo esse acesso amplia as possibilidades e muda o comportamento de toda uma sociedade. Continue lendo »

Posted in Gestão de mudanças, Inovação, Nova Economia | Etiquetado: , , , , | 1 Comment »

A verdade está lá fora

Posted by Marcelão em agosto 7, 2012


Pessoal,

o título do post é frase bastante conhecida pelos fãs da série “Arquivo-X”, mas ela poderia também ser um mantra para as empresas que desejam manter-se competitivas no século atual.

Isso se deve ao fato que, com o crescimento das redes sociais, a relação de forças no jogo econômico mudou. Hoje são os consumidores que detém o maior poder na economia, pois as midias sociais possibilitaram que as pessoas articulem-se em prol de objetivos comuns que antes não eram possíveis.

historicamente muitos mercados eram protegidos por fortes barreiras de entrada, como a Inércia dos Consumidores (relutância ou preguiça para mudar), Restrições de Capital (financiamentos caros e inacessíveis), Economias de escala (métodos de produção que favoreciam grandes quantidades) e Tecnologias proprietárias (marcas e patentes).

Tais restrições foram caindo paulatinamente com a crescente desregulamentação e afrouxamento de leis, bem como evoluções tecnológicas disruptivas.

No passado, a colaboração era de pequena escala, pois uma quantidade excessiva de pessoas era excluída da circulação de conhecimento, poder e capital, e portanto, participava das margens da economia. Ela ficava restrita em pequenos territórios como comunidades, locais de trabalho e acontecia apenas entre amigos, parentes e sócios nesses locais. Com o advento da Internet e da WEB 2.0 tudo mudou, pois torna o acesso dessas pessoas a apenas um click no mouse o que coloca todas essas pessoas para participarem da inovação e da criação de riqueza em cada setor da economia. Continue lendo »

Posted in Colaboração, Consumidor 2.0, Gestão 2.0, Gestão de mudanças, Inovação, Nova Economia | Etiquetado: , , , , , , | Leave a Comment »

4 dicas para promover mudança nas empresas

Posted by Marcelão em maio 21, 2012


Pessoal,

promover mudanças nas empresas trata-se de um desafio em tanto que aumenta conforme o tamanho da empresa e quão forte está fundamentada a cultura da empresa. No entanto, mudar é preciso.

Já passei por alguns processos de mudança como implantação de escritório de projetos e inicio de implementação de governança corporativa de TI e posso dizer, por experiência própria, que é um processo complexo demais e que necessita do envolvimento de vários atores, principalmente a alta direção da empresa.

Atualmente, estou lendo o livro “Design de Negócios” de autoria do professor Roger Martin, uma das maiores referências mundiais quando se fala em Design Thinking. No livro, o professor relata a mudança conduzida pelo presidente da Procter & Gamble, A. G. Lafley, cujo objetivo era implantar a cultura de design nos processos da empresa.

No livro são apresentados 4 dicas para condução de mudanças nas empresas, que relaciono abaixo com alguns comentários:

Defina as expectativas com clareza desde cedo e obtenha o aval do seu chefe -> A primeira coisa a se fazer é firmar um contrato com seu chefe especificando o que você poderia ou não fazer e o que teria que aprender para implementar a proposta. O mais importante é definir por onde começar e, no caso da Procter & Gamble – e eu concordo, foi começar pelas áreas onde já havia um interesse pelo Design Thinking e não pelas áreas em que a necessidade era maior, pois não seria uma boa estratégia começar por uma área onde as pessoas não querem o Design Thinking. Outra boa prática é definir prazos com antecedência. No caso da Procter & Gamble, a referência foi a Philips que se transformou de uma indústria manufatureira em uma organização de design centrado no consumidor em um projeto que  levou 10 anos. Isso foi importante para mostrar que nada iria acontecer da noite para o dia; Continue lendo »

Posted in Gestão de Projetos, Inovação, liderança, Nova Economia | Etiquetado: , , , , , | Leave a Comment »

6 Hábitos de Pensadores Estratégicos

Posted by Marcelão em abril 15, 2012


Pessoal,

o cotidiano de um gerente é cheio de tentações que o atraem para lidar apenas com micro-atividades ou de curto-prazo porque sempre parece ser mais urgente e concreto. No entanto, tal atitude pode acarretar vários riscos a perenidade de sua empresa, pois o mundo muda em uma velocidade que é muito dificil acompanhar, principalmente em uma economia onde é o consumidor que possui maior poder de negociação e, diante disso, as empresas precisam acompanhar a velocidade na mudança das necessidades de sua principal razão de existir que são seus clientes.

Diante de tal realidade, cresce cada vez mais a importância de desenvolvermos habilidades relacionadas a pensar estrategicamente nossas empresas. Nesse sentido, inspirado em um artigo do professor Paul Schoemaker que li recentemente, apresento seis habilidades que, na minha opinião, os lideres devem desenvolver se quiserem pensar estrategicamente suas empresas:

– Antecipe: Vale a máxima “É melhor previnir do que remediar”. Pensar apenas no cotidiano pode leva-lo a não enxergar movimentações de seus concorrentes o que deixa sua empresa vulnerável para perda de mercado. Nesse sentido, é preciso acompanhar a mudança nas necessidades de seus clientes e como eles utilizam os produtos. Procure olhar de forma conceitual para as necessidades de seus clientes, pois, como diria Peter Drucker, o que seu cliente precisa não é de uma furadeira, mas sim de um furo na parede;

– Pense criticamente: O chamado senso-comum é na maioria das vezes baseado no olhar que as pessoas tem sobre o passado, naquilo que deu certo até agora. Pensar criticamente ajuda você olhar com mais carinho para dados que são desprezados pela grande maioria e faz com que você comece a enxergar problemas ou soluções futuras ainda na fase de concepção, possibilitando que você se antecipe e se prepare melhor para a mudança que está por vir. Procure desafiar crenças e mentalidades atuais, inclusive as suas e, principalmente, não se deixe manipular por PRÉ-CONCEITOS;

– Interprete: Sempre há uma tentação pela solução rápida. Muitas pessoas sentem-se angustiadas porque tem a percepção de que nossas vidas estão muito corridas. Mas precisamos desesperadamente, afastarmos um pouco para refletir com calma sobre nossas próprias experiências. Afinal de contas, ninguém entende o significado de suas experiências sem reflexão. Explore diversas opções, dê meia volta e tente outra quando a primeira não funcionar;

– Decida: Não se deixe paralizar pela análise. Vivemos em um mundo cada vez mais complexo e, devido a essa alta complexidade, existem muitas variáveis a serem consideradas em qualquer processo. Portanto, é impossível termos todas as informações disponíveis para tomar a decisão 100% perfeita. Isso aumenta mais ainda a chance de erro nas nossas decisões, mas isso não pode ser justificativa para tornar o processo decisório vagaroso e retardar a ação. Uma coisa é certa, nenhuma decisão considerará todas as variáveis e nenhuma decisão conseguirá agradar a todos, mas a ausência de decisão e ação é meio caminho andado para o fracasso de um projeto ou de uma empresa;

– Alinhe: Consenso total é utopia. Também não se deixe levar pela maioria, afinal de contas, como disse em post anterior, se a maioria tivesse razão sempre, nenhuma eleição poderia ser contestada. Isso não significa que você não deva promover o diálogo aberto, mas sim que você deve procurar entender os motivos de cada pessoa que participa do processo do debate de ideias, entender seus vieses e procurar agir de forma integrar os diversos pontos de vistas apresentados;

– APRENDA: A mais importante de todas as habilidades. Entenda que o sucesso e, principalmente, o fracasso são fontes abundantes de aprendizado. Utilize o erro como instrumento pedagógico e não como instrumento de punição. Não se trata de tentar para errar e depois aprender, mas sim de tentar e, se errar, aprender com o erro.  Não existe inovação sem assumir riscos e assumir riscos é saber que erros podem acontecer, a diferença está em como aprendemos com nossos erros. Nesse sentido, o papel do líder é de criar ambiente propício para que as pessoas sintam-se confiantes para arriscar e orientar os membros da equipe a aprender com os erros cometidos.

Pensar estrategicamente é como se enxergássemos nossas empresas como uma tapeçaria tecida a partir dos fios da reflexão, análise, visão de mundo, colaboração e proatividade, todos unidos pelo fio da integridade social. Afinal de contas, empresas são abstrações. O que vale, de verdade, são as pessoas dentro delas. Empresas são redes interativas, não hierarquias verticais. Empresas são redes sociais tecidas e integradas pelos fios do conhecimento.

Um abraço.

“I Believe in change”

Twitter: @blogdomarcelao

Posted in Gestão de mudanças, liderança, Planejamento Estratégico | Etiquetado: , , , , , | Leave a Comment »

 
%d blogueiros gostam disto: