Blog do Marcelão

Blog para debate sobre excelência na gestão.

Posts Tagged ‘clima organizacional’

Gestão 2.0 : Jogue uma pizza

Posted by marcelao em julho 12, 2009


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Pessoal,

assisti no site da endeavor o vídeo com o debate entre Ricardo Cavalini, mais conhecido pelos colegas do “Update or die” como Cava, e Marcelo Tas, apresentador do programa de televisão CQC, onde o assunto era redes sociais. Recomendo a todos que assistam, pois é uma verdadeira aula sobre redes sociais. Aliás, eu recomendo todos os vídeos do site da endeavor.

O que eu queria comentar aqui no blog é sobre um trecho do debate em que o Ricardo Cavalini apresentou ao Tas uma pergunta sobre como as empresas deveriam controlar o acesso dos funcionários as redes sociais, como Twitter e Orkut,  e se isso não afetava a produtividade dos funcionários. Marcelo Tas respondeu fazendo uma analogia com a fase adolescente pela qual passou a sua filha, fase difícil porque o adolescente costuma ficar mais arredio, se isolar com seus amigos no seu quarto e não querer muito papo com os pais.Para manter o contato com sua filha, durante sua fase adolescente, ele utilizou a técnica da Pizza. Continue lendo »

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Fórum Mundial de Liderança – Síntese

Posted by marcelao em junho 6, 2009


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Pessoal,

o objetivo desse post é tentar identificar qual a linha de raciocínio comum entre todas as palestras realizadas no fórum mundial de liderança organizado pela HSM nos dia 02 e 03.06. Portanto, esse post não é o resumo de cada palestra, pois essa tarefa já foi realizada durante o fórum e já está disponível no portal da HSM (Clique aqui para acessar).

O que percebi de comum em todas as palestras foram 4 tópicos :

– Mudança de modelos;

– Sustentabilidade;

– Importância dos valores;

– Construção de significado;

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“Voldemort” nas empresas

Posted by marcelao em junho 6, 2009


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Pessoal,

estou em São Paulo hoje(02.06) participando do fórum mundial de liderança e alta performance organizado pela HSM(acesse aqui a cobertura do evento). Quem abriu o evento foi o professor da universidade de Stanford Jeffrey Pfeffer, um dos maiores especialistas em gestão de pessoas. Entre os vários ensinamentos que o professor Pfeffer compartilhou com todos, destaco a necessidade que o lider aposte na verdade para liderar uma cultura de resultados extraordinarios.

Esse é o ponto em que quero fazer com o universo criado pela autora J.K Rowling com sua saga do bruxinho Harry Potter. Quem acompanha a saga sabe que o vilão é o assassino dos pais de Harry : O Lord Voldemort. O engraçado do filme é que a maioria  dos personagens não podem mencionar o nome do vilão, sempre se referindo a ele como “aquele que não deve ser nomeado”, sendo que Harry Potter é o único que tem coragem de falar o nome do vilão. More »« Less

 

Sabemos que as pessoas dentro das empresas tem consciência dos problemas que suas respectivas empresas enfrentam e que emperram a busca por resultados extraordinários. Ocorre que a conversa e a reflexão sobre esses problemas não são estimulados por aqueles que deveriam liderar a mudança, mesmo sabendo que ela é necessária e inevitável.

Daí surgem aquelas conversas reservadas em lugares isolados e escondidos para falar desses problemas, para falar sobre “aquilo que não deve ser nomeado”. São poucos os “Harry Potter” existentes dentro das empresas que têm coragem para falar o nome do vilão “VOLDEMORT”.

Essa situação chega a extremos com a negação dos fatos como ocorre no quinto filme da série “Harry Potter e a ordem da Fênix” em que, após o quarto filme que marca a volta do vilão, o ministro da magia nega veementemente a volta do vilão e passa a perseguir Harry Potter chamando-o de mentiroso e irresponsável.

As perguntas que quero deixar para reflexão são : Quantos “Voldemort” temos dentro das empresas que precisam deixar de ser “aquele que não deve ser nomeado”? Onde estão os “Harry Potter” dentro das nossas empresas? Até quando teremos que negar a existência dos “Voldemort” dentro de nossas empresas?

Se quisermos alcançar resultados extraordinários temos que passar a encarar de frente os “Voldemort” presentes em nossas empresas. Afinal de contas, para resolver um problema, de qualquer natureza, o primeiro passo é reconhece-los e passar a nomea-los.

Um abraço.

P.S Quero agradecer aqui as minhas colegas de blog da HSM, Adriana e a Raquel, por ter inspirado esse post durante o nosso excelente jantar.

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– O dilema da inovação na gestão – > Clique aqui para ler;

– Gestão 2.0 : Fortaleça os incomodados – > Clique aqui para ler;

– Palestra : Planejamento estratégico pessoal – > Clique aqui para ler;

– Enxergue de forma mais abrangente – > Clique aqui para ler;

– Google – Modelo de inovação na Gestão – > Clique aqui para ler;

– Ostra feliz não faz pérola – > Clique aqui para ler;

– Por quê é tão dificil mudar? – > Clique aqui para ler;

– Não existe planejamento perfeito – > Clique aqui para ler;

– Autoconhecimento : O conhecimento mais importante – > Clique aqui para ler;

– Chegou a hora da administração? – > Clique aqui para ler;

– Questionar é preciso : liderando equipes talentosas – > Clique aqui para ler;

– Gestão e inovação é com o lado direito do cérebro – > Clique aqui para ler;

– Livro : O futuro da administração – > Clique aqui para ler;

– Dica de video – Conheça a cultura corporativa do Google – > Clique aqui para ler;

– Google – Modelo de inovação na Gestão – > Clique aqu para ler;

 

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Gestão 2.0 : Fortaleça os incomodados

Posted by marcelao em maio 15, 2009


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Pessoal,

um dos desafios propostos pelo Gary Hammel para inovação na gestão é fortalecer os renegados e desarmar os reacionários.

Segundo o artigo do professor Hammel publicado na Harvard Business Review de fevereiro/2009, “O monarca no trono normalmente não promove revoluções. A maioria dos sistemas de gestão, no entanto, dá uma parcela desproporcional da influência sobre políticas e estratégias a um pequeno número de altos executivos. Ironicamente, esse é justamente o grupo com mais interesse no status quo e o mais inclinado a defendê-lo. É por isso que empresas estabelecidas costumam “ceder” o futuro para novatas. A única saída é criar sistemas de gestão que transfiram poder para aqueles cujo capital emocional está investido basicamente no futuro e que têm pouco a perder com mudanças.” Continue lendo »

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Um tour pelo Googleplex em 200 segundos

Posted by marcelao em maio 8, 2009


Pessoal,

                abaixo vídeo muito legal e divertido contendo um tour pelo Googleplex :

Quem não gostaria de trabalhar dentro de um ambiente como esse?

Um abraço.

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– Livro : A grande mudança, de Thomas Edison ao Google – > Clique aqui para ler;

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A diferença entre líderes e gerentes

Posted by marcelao em janeiro 2, 2009


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Pessoal,

                  tem uma frase do grande Peter Drucker que diz : “Como gerente, você é pago para estar desconfortável. Se você está confortável, é um sinal seguro de que você está fazendo as coisas erradas.” Peço licença ao grande mestre, mas gostaria de corrigi-lo(quanta audácia da minha parte), na verdade, lideres é que são pessoas desconfortáveis e não gerentes.

                  O objetivo desse post é apresentar o que considero as principais diferenças entre ser um lider e ser um gerente.

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Palestra Realizada na Tecnologia do BB : Empreendedorismo, Inovação e projetos

Posted by marcelao em dezembro 13, 2008


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BOAS NOTÍCIAS

Pessoal,

                realizei hoje (11.12) uma palestra na diretoria de tecnologia do Banco do Brasil com o titulo “empreendedorismo corporativo, inovação e projetos”. O objetivo da palestra era apresentar o que caracteriza a inovação e o empreendedorismo e a relação deles com a gestão de projetos.

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Receita do Sucesso é a mesma do insucesso

Posted by marcelao em novembro 11, 2008


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Pessoal,

 

              parece que para corroborar com o meu post anterior sobre enpreendedorismo corporativo, ouvi o comentário do Max Gehringer na segunda-feira dia 3 de novembro sobre a receita do sucesso.

              Max, com sua espetacular competência de sintetizar e tornar os assuntos do mundo corporativo claros e simples, respondeu a carta de um ouvinte que lhe perguntava qual era a receita para o sucesso.

              Ele resumiu a receita em 4 fatores determinantes para construir uma carreira :

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Dica de vídeo : Conheça a cultura corporativa do Google

Posted by marcelao em setembro 28, 2008


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Pessoal,

              em tempos de crise financeira, que mostra que o modelo exploratório baseado na máxima de que para alguém ganhar alguém tem que perder, é importante conhecer modelos de gestão onde o capital intelectual (talento humano) vale mais do que o capital financeiro, principalmente aqueles decorrentes de especulação financeira.

                O Google é um exemplo de empresa da nova economia que está alinhado aos novos tempos mais condizentes com modelos colaborativos, onde para ganhar não é preciso que outro perca.

                Por essa razão, aqui vai a dica de video que é a palestra em video disponivel no site da endeavor (www.endeavor.org.br) no link http://endeavor.isat.com.br/info.asp?Palestra_ID=332 . Nele, o diretor de comunicação do Google, Carlos Felix Ximenes, apresenta a cultura corporativa do Google. Uma cultura inovadora fortemente baseado no empreendedorismo interno de seus colaboradores. Lá a missão não precisa ficar exposta em um quadro pregado na parede. Faz parte do dia-dia da empresa.

                 Carlos apresenta vários cases que comprovam como essa cultura está enraizada dentro da empresa. A missão de organizar toda informação útil e acessível do mundo aparece em todos os produtos que o Google desenvolveu ao longo da sua existência, como no caso da parceria do Google com o exercito americano no auxilio as vitimas do furacão Katrina.

                  O modelo de empreendedorismo interno é baseado na idéia de que aquelas pessoas que abriam empresas no vale do silicio, quebravam suas empresas e abriam novos empreendimentos logo em seguida, poderiam fazer tudo isso dentro do Google. Lá não existe um departamento de inovação, todos podem ser inovadores e qualquer idéia pode ser desenvolvida desde que atendesse uma única regra, passar pelo julgamento do usuário final.

                   Mas, mesmo um produto não aceito pelo usuário final, não é totalmente descartado, como no caso de um colaborador que resolveu aplicar a idéia do Google Earth em outro planeta, criando assim o Google Mars. Como nenhum “marciano” interessou-se pelo produto, ele voltou para a prancheta para ser aproveitado em outro momento, pois um dia alguém irá precisar dele.

                   Tudo isso permitido pelo modelo de inovação apresentado na figura abaixo :

                   Aliás, alguns dizem que os 10% constantes do gráfico acima quer dizer que cada um pode fazer o que quiser no seu tempo livre. Como disse Carlos na sua palestra, não existe “tempo livre” existe o tempo em que ele está trabalhando em novas idéias. Isso não é “tempo livre”.

                   No Google, as pessoas são estimuladas a querer melhorar sempre e o conflito de idéias é incentivado e bem vindo. No livro “O futuro da Administração”, o autor relata um depoimento do atual presidente do Google, Eric Schmidt, que quando participiou da primeira reunião com todos os colaboradores da empresa, ele sentiu como se estivesse no meio de dez partidas simultâneas de tênis tal era o nível de discussão da empresa. A partir daí, ele percebeu que ele deveria adaptar-se a cultura da empresa e não a empresa adaptar-se ao seu estilo. Ele teria que adotar uma postura mais questionadora e direcionadora do que uma postura deterministica.

                   A cultura do Google é fortemente baseada nos valores apresentados na figura abaixo :  

                   Para fechar, seguem as 9 noções de inovação do Google :

                   – Inovação, não perfeição instantânea;

                   – Compartilhe tudo o que você possa;

                   – Se você é brilhante, nós contratamos;

                   – Uma licença para perseguir sonhos;

                   – Idéias surgem de todos os lados;

                   – Evite a promoção, use dados;

                    – Criatividade odeia restrições;

                   – Foco na usabilidade e no usuário, não no dinheiro;

                   – Não mate projetos, transforme-os;

                   Um dos principios mais forte é lançar produtos o mais rápido possível e depois aperfeiçoa-los. O segredo é identificar a principal necessidade do usuário e diminuir o custo do erro o máximo possível. Um exemplo claro disso é o Orkut que começou permitindo adicionar 12 fotos ao seu perfil e hoje permite um número infinito, criação de albuns para organiza-las, adicionar videos,…

                   Esse é modelo de empresa da nova era, a era do conhecimento, que se assemelha ao modelo da Internet devido as suas características de adaptabilidade, envolvimento e inovação onde todos têm o direito de opinar, a capacidade conta mais do que cargos e credenciais, o compromentimento é voluntário, quase tudo é descentralizado, as idéias competem em pé de igualdade e onde as decisões são tomadas entre os usuários.  

                    Tudo isso é resumido no pensamento dos fundadores, Larry Page e Sergei Brin :

“É preciso ter um desprezo saudável pelo impossível

 e tentar coisas que a maioria das pessoas não tentaria.”

Um abraço.

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– Modelos de gestão – necessidade de evolução – > Clique aqui para ler;

– Livro : Wikinomics – > Clique aqui para ler;

– Época de mudança ou mudança de época? – > Clique aqui para ler;

– Livro : Qual é a tua obra? – > Clique aqui para ler;

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– Competências dos lideres do futuro – II – > Clique aqui para ler;

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Forum Mundial de Estratégia HSM 2008 – Impressões parte IV

Posted by marcelao em agosto 17, 2008


Pessoal,

 

              dando prosseguimento a série sobre o evento organizado pela HSM, esse post abordará a palestra sobre o Google apresentada pelo atual diretor executivo do Google Brasil, Andreas Huettner e foi sobre o modelo de negócios do Google. Eu, particularmente, sempre que posso estudo sobre essa empresa fantástica que é o Google que vem provando que é possível trabalhar com liberdade e disciplina voltada para resultados.

              O palestrante iniciou sua apresentação falando sobre as mudanças que o mundo vem passando com o avanço da tecnologia da informação e da Internet. Essas mudanças e o avanço da internet passaram por três fases : informação, distribuição e comunicação e, a do relacionamento pelas redes sociais como o Orkut e Facebook. Isso permite nos dias de hoje que 1,3 bilhões de pessoas estejam conectadas e façam tudo o que é possível na Internet como pesquisa de preços, informações, encontrar pessoas, sendo que isso tudo ocorre sem limites de fronteiras geográficas e muito mais democrático.

               Segundo o palestrante, há três motivos para esse avanço da Internet :

                – Custo da memória está diminuindo – > Segundo o apresentador, há poucos anos, se pagava US$100 por um MB e hoje é US$ 0,1. Além da memória ser cada vez mais portátil. Em compensação, a outra forma de estocar e gravar dados, papel e filmes, ficou com preço estável. “Hoje o mundo cabe em um dispositivo como um iPod. Em 2012, ele vai armazenar um ano de vídeo. Em 2015, estocará todas as musicas que já foram feitas e em 2020 toda a informação deste mundo caberá ali”;

             – mais conectividade. Hoje tudo está conectado: a banda larga triplicou no Brasil nos últimos quatro anos. “No Brasil se gosta muito de interagir com Internet e telefone móvel. Fica-se 36 horas por mês na Internet, mais do que uma hora por dia, o que é mais que qualquer outra nação no mundo”
            – custo de produção está caindo muito. Tempos atrás, a TV, a prateleira ou o jornal determinava qual vídeo seria visto, qual show, o que seria lido. Hoje qualquer um pode gravar música e espalhar pelo mundo, a pessoa agora é ativa na mídia e não mais passiva. “ É o fim da tirania dos espaços fisicos limitados para disponibilidade de produtos e serviços;

            Soma-se a isso o fato de que hoje os consumidores estão cada vez mais ávidos por participar do processo produtivo das empresas de forma ativa, criando verdadeiras comunidades de PROSUMERS ao redor do mundo que se encontram principalmente na Blogosfera que em três anos cresceu 100 vezes no Brasil e a cada 200 dias duplica, sendo que alguns blogs possuem mais audiência que alguns jornais de grande circulação.

            O palestrante apresentou diversos exemplos de consumidores gerando conteúdo e sendo espalhado de forma viral por toda a internet, independente do lugar onde esse conteúdo foi originado ou armazenado. É o que eles chamam de conceito de computação em nuvem (Cloud computing) onde a informação vale muito mais por si do que por onde ela está.

            Conduzir esse desafio, de tornar a informação disponível a qualquer um e quando desejar, somente é possível em uma empresa que estimula, dentro de um ambiente lúdico, um clima de colaboração (impossível em ambientes hierarquizados) e que concentra os empregos mais desejados do mundo ocupados por pessoas de talento que são complicados de achar, manter e educar. A vantagem é que a busca por esse talento é realizada de forma global.

            A visão dos fundadores da empresa, Larry Page e Sergei Brin, é tornar o mundo um lugar melhor para se viver oferecendo informação disponível para quem quiser e quando quiser. Para cumprir essa visão, a empresa está sempre em busca de diminuir o tempo de resposta as consultas o que faz com que todos estejam sempre buscando a inovação, pois os fundadores sabem que o sucesso inicial da empresa foi um golpe de sorte e que só é possível mante-lo e incrementa-lo através da inovação constante. Aliás, na entrada do prédio principal da empresa foi colocado o esqueleto de um Dinossauro para lembrar a todos que se ficarem parados no tempo poderão virar peça de museu.

            Eu já havia comentado em outros posts no blog sobre o Google e seu modelo de gestão inovador. Um modelo que diminuiu o custo de falha para permitir falhar mais vezes gerando aprendizado constante, seguindo uma frase de um dos seus fundadores, Sergei Brin, em que ele afirma que “o único jeito de ser bem sucedido é começar falhando várias vezes.”

Um abraço e até o próximo post da série.

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Google – Modelo de Inovação na Gestão – > Clique aqui para ler;

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Livro : Desafios gerenciais do século XXI – > Clique aqui para ler;

Funcionários satisfeitos = maior valor das ações – > Clique aqui para ler;

Importância da franqueza nas organizações – > Clique aqui para ler;

Nova economia exige um novo perfil de profissional – > Clique aqui para ler

Mudança de época requer mudança de pensamento – > Clique aqui para ler

Importância do aprendizado contínuo – > Clique aqui para ler;

Inovação – o poder da colaboração – > Clique aqui para ler;

Sua empresa é Flexível? – > Clique aqui para ler;

Questionar é preciso – Liderando equipes talentosas – > Clique aqui para ler;

Livro : O futuro da administração – > Clique aqui para ler;

Livro : Wikinomics – > Clique aqui para ler;

Transferência de poder e nova postura do profissional – > Clique aqui para ler;

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