Blog do Marcelão

Blog para debate sobre excelência na gestão.

Posts Tagged ‘Inovação’

Aprendendo a Aprender

Posted by Marcelão em julho 18, 2018


PessoALL,

é de conhecimento da grande maioria dos profissionais que vivemos uma época em que a única certeza é a mudança constante. Eu diria até que é mais que isso, não é uma época de mudança, mas sim uma mudança de época, e acrescentaria que é uma mudança veloz de época.

Nesse sentido, os profissionais que quiserem manter-se alinhados e conectados com essa mudança veloz de época precisam a desenvolver a habilidade de aprender, mais do que isso, precisam aprender a aprender e a desaprender.

Baseado nesse conceito, a Harvard Business Review publicou um artigo muito interessante sobre como criar uma cultura de aprendizagem nas equipes. São quatro recomendações baseadas em ciência para ajudar os líderes das empresas na criação dessa cultura com seus times. Vamos a elas com meus comentários:

Recompense o aprendizado contínuo – É impossível desencadear mudanças deliberadas na cultura de sua equipe ou organização, a menos que você realmente implemente sistemas formais de recompensa para atraí-los – e mesmo assim não há garantia de que você conseguirá mudanças a menos que as recompensas sejam efetivas. Infelizmente, mesmo quando os gerentes entendem a importância de aprender – pelo menos em teoria – eles estão mais interessados ​​em impulsionar resultados e desempenho de curto prazo, que podem ser inimigos da aprendizagem.  Da mesma forma, é difícil para os funcionários encontrar tempo e espaço necessários para aprender quando são solicitados a maximizar os resultados, a eficiência e a produtividade. Note que a curiosidade recompensadora não é apenas elogiar e promover aqueles que demonstram um esforço para aprender e desenvolver; é também sobre a criação de um clima que estimula o pensamento crítico, no qual a autoridade e o discurso desafiadores são encorajados, mesmo que isso signifique criar discórdia. Isso é particularmente importante se você quiser que sua equipe produza algo inovador, pois o pensamento critico e o conflito são faíscas da inovação. Vale aqui citar a boa prática do Google, que estimula seus funcionários a dedicar 20% do seu tempo para projetos pessoais. Ao estimular esse tipo de atitude, o Google consegue gerar respostas novas para perguntas velhas ou perguntas novas que ainda não foram feitas. Lembrando que resposta é manutenção e pergunta é inovação; Continue lendo »

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MiniMáxima da Semana

Posted by Marcelão em julho 16, 2018


“Ao duvidar, nós duvidamos, e ao investigar, descobrimos novas ideias. Duvide de tudo e de todos o tempo todo – especialmente de você mesmo” Rod Judkins – do livro “A Arte da Criatividade”

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MiniMáxima da Semana

Posted by Marcelão em julho 9, 2018


“Intuição é o sussuro da alma” Kiddu Krishnamurti – Filósofo Indiano

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Vídeo: A História e o Futuro de Tudo

Posted by Marcelão em julho 5, 2018


Pessoal,

um estúdio alemão de nome Kurzgesagt vem produzindo uma animação todo mês, sempre explicando assuntos científicos. Seu lema é “Nós somos um pequeno grupo que quer dar uma cara bonita para a ciência. Porque ela é bonita.”

O vídeo abaixo trata da questão do tempo, usando um resgate histórico da história e o futuro de tudo. Achei muito interessante, pois sempre admirei a capacidade de historiadores abstraírem de pequenos fatos e conseguir enxergar a floresta como um todo, identificando a relação dos fatos e as consequências para a humanidade.

É a capacidade de enxergar o que está distribuído e conseguir fazer as conexões e as relações entre os acontecimentos.

Como conselho, procure perceber como dependendo do “zoom” que você dá na linha temporal, sua percepção de tempo e da história da humanidade muda completamente.

Segue o vídeo abaixo(legendas em português estão disponíveis): Continue lendo »

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Reflexão: MiniMáxima da Semana

Posted by Marcelão em julho 3, 2018


"Nesse mundo novo, não é o peixe grande que come o peixe pequeno. É o peixe rápido que come o peixe lento" Klaus Schwab – Presidente e Fundador do Fórum Econômico Mundial

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Inovação é Coletiva, não solitária

Posted by Marcelão em março 22, 2018


PessoALL,

sempre acreditei que a inovação é muito mais um processo coletivo e essencialmente colaborativo do que um trabalho solitário, e que ela floresce com maior frequência onde a diversidade é um valor e que o conflito é a faísca necessária para esse processo.

Nesse TED, a etnógrafa Linda Hill discursa sobre como deveria ser um modelo ou pensamento de gestão que facilite o processo coletivo de inovação e estabelece a diferença entre liderança e liderança para inovação.

Importante prestar atenção aos três pilares essenciais para desenvolver organizações inovadoras: abrasão criativa, agilidade criativa e resolução criativa.

Keep the Faith

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Adidas e a Importância da Criatividade

Posted by Marcelão em janeiro 23, 2018


PessoALL,

segue abaixo vídeo de uma campanha da Adidas que reúne a nata dos seus atletas patrocinados demonstrando a importância da criatividade nos esportes.

via Update Or die (Clique Aqui para Acessar)

Keep the Faith

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A 4ª Revolução Industrial

Posted by Marcelão em janeiro 18, 2018


PessoALL,

segue abaixo vídeo elaborado pelo Fórum Econômico Mundial sobre a 4ª Revolução Industrial. A partir dele, espero que vocês possam entender um pouco da grande transformação que a humanidade atravessa.

Destaco alguns trechos do vídeo:

  • “Precisamos de uma mudança para um novo sistema que nos permitirá atender as necessidades básicas de cada ser humano no planeta que viverá dentro de meios planetários que serão mais justos e que será focado como seu principal objetivo, não no próprio crescimento, mas na maximização do bem-estar humano”;
  • “O Design é critico hoje. É o primeiro sinal da intenção humana, mas a questão de adição de qualidade à quantidade não é uma questão de simplesmente circular coisas que são potencialmente tóxicas. Trata-se de realmente de um mundo diverso, seguro, saudável e justo com ar limpo, água limpa, solo limpo, energia limpa.”
  • “A quarta revolução industrial tem o potencial para tornar visíveis as desigualdades, e torná-las menos aceitáveis no futuro e esperamos reunir e angariar apoio político para tomar a decisão necessária para reduzir as lacunas.”
  • “A tecnologia existe, mas como podemos implementá-la na escala que precisamos a um preço que as pessoas possam pagar?”

O assunto é extenso e requer maior profundidade de estudo. A partir desse post, a 4ª Revolução industrial será um tema mais abordado nesse espaço. Na verdade, ele já era, mas não com esse nome.

Mas assuntos como esse, só reforçam algo que já escrevi em outros textos. Não vivemos uma época de mudanças, mas sim uma mudança de época.

Keep The Faith.

 

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Algumas Regras para Inovadores

Posted by Marcelão em janeiro 5, 2018


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Pessoal,

li um post de um amigo no facebook sobre “Algumas Regras para a Vida” segundo Neil deGrasse Tyson, ou supostamente ditas por ele, pois, como boa prática, é sempre bom não confiar totalmente nas redes sociais, mas entendi como bastante interessantes e muito aplicáveis para quem gosta do assunto inovação. Relaciono elas abaixo e faço um complemento com meus comentários:

  • Questione a Autoridade – Existe uma afirmação de que “É melhor pedir perdão do que permissão”, mas tenha cuidado, porque uma coisa é assumir riscos outra coisa é assumir perigos. Tenha equilíbrio ao seguir esse tipo de conselho e sempre o faça com respeito e cuidado;
  • Nenhuma ideia é verdadeira só porque alguém diz que é – Incluindo as que eu escrevo aqui nesse blog. Leia, ouça e pesquise sobre qualquer ideia, mas faça seu próprio julgamento e com profundidade. Não seja como a grande maioria que lê apenas o título de um post e uma matéria e já faz seu próprio julgamento;
  • Pense por si próprio, questione a si próprio – A regra acima da ideia também vale para seus próprios pensamentos e ideias. Aliás, eu sempre digo que é importante que você tenha pessoas que te fazem e te questionam a ter um novo olhar. Se você é sonhador, ouça pessoas que são mais pé no chão. Se você é extremamente racional, ouça pessoas que são emocionais. A diversidade é e sempre será bem-vinda nesses casos(Leia mais sobre aqui);

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  • Não acredite em algo só porque quer acreditar, acreditar em algo não o torna verdadeiro – Adote como premissa que não existe verdade, mas sim que aquilo que consideramos como verdade nada mais é do que uma hipótese que ainda não foi refutada. Aliás, a história da humanidade é cheia de “verdades” que foram refutadas e se tornaram grandes invenções. É esse espaço, o espaço das hipóteses que ainda não foram refutadas, que é o espaço de trabalho dos inovadores;
  • Teste ideias pelas evidências adquiridadas, pela observação e experimentação – Inovar é observar, experimentar e fazer. Existe uma teoria popularizada por Karl Weick sobre modelos criativos que se resume em “Realização, Seleção e Retenção”(Leia mais sobre aqui). Significa fazer várias coisas, descobrir quais funcionam, entender a razão, repetir os comportamentos mais eficientes e descartar o restante. As pessoas bem-sucedidas sabem que, quando estão entaladas, devem experimentar. O pensamento pode levar à ação, mas esta, certamente, também pode direcioná-lo. Simplesmente, não pensamos para agir; agimos para pensar.
  • Se uma ideia prevalecente falhar num teste bem desenvolvido, está errada. Supere. – Não desista no primeiro teste, utilize o erro como instrumento pedagógico, aprenda a partir dele e evolua. Considere o erro como uma benção em seu processo criativo.
  • Siga as evidencias, onde quer que elas levem. Se não houver evidencias, evite julgamentos – Teste, experimente, sai de cima da sua cadeira e observe in loco suas experiências. Não se baseie no julgamento alheio e nem em informações de terceiros. Lembre-se dos episódios do Dr. House(Leia mais sobre aqui) em que ele obrigava a sua equipe a investigar cada aspecto da vida humana de seus pacientes, chegando até a invadir suas casas, em busca de evidências que o auxiliasse no diagnóstico.

No final, Neil deGrasse Tyson fecha com a regra que talvez seja a mais importante de todas:

“Lembre-se, você pode estar errado”

A visão que você tem sobre algum assunto sempre será baseada nos aspectos que formam a sua personalidade como valores, objetivos de vida, história de vida. São esses aspectos que forma a sua visão particular de mundo. Então, tenha em mente que, por mais conhecimento que você acumule, você nunca terá a visão do todo, sempre faltará algum aspecto que você não está considerando. Por isso a importância do trabalho em equipe, pois ninguém é tão inteligente quanto todos nós juntos.

Keep the Faith

 

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Você é um Líder do Século XXI?

Posted by Marcelão em dezembro 12, 2017


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Retomando esse espaço depois de muito tempo, quero abordar justamente um dos primeiros assuntos que tratei nesse blog: Liderança nos novos tempos.

Assisti a uma palestra do TED Talks sobre o que constrói um grande líder. A palestra foi apresentada pela expert em Liderança, Roselinde Torres. Ela  realizou uma pesquisa onde descobriu que o mundo corporativo está cheio de programas de formação de lideranças, mas ela, ao observar durante 25 anos o trabalho de grandes líderes, que a melhor maneira de aprender a como liderar estava bem debaixo de nossos narizes.

Suas pesquisas envolveram 4.000 empresas, aconselhando mais de 200 CEOs,  para avaliar a eficácia de seus programas de liderança e 58% citaram lacunas significativas em talentos para papéis críticos de liderança. Essa constatação a deixou frustrada e ela tomou a decisão de sair de seu emprego e  viajar por um ano para diversas partes do mundo para saber mais sobre práticas de liderança eficazes e ineficazes em empresas, países e organizações sem fins lucrativos. Entre essas viagens, ela visitou a Africa do Sul onde ela teve a oportunidade de entender como Nelson Mandela estava a frente de seu tempo.

Encontrou-se também com vários líderes de organizações sem fins lucrativos que, apesar dos limitados recursos financeiros, estavam causando um enorme impacto no mundo. Passou incontáveis horas em bibliotecas presidenciais para entender como o ambiente tinha moldado as lideranças, os movimentos que eles fizeram, e então os impactos desses movimentos para além de seus mandatos.

A partir dessa pesquisa, ela compartilhou 3 simples perguntas, mas cruciais, que a alta administração das empresas precisam fazer para preparar líderes em sintonia com o contexto atual de mudança constante e exigência por inovação e com um mundo que é mais global, digitalmente habilitado e transparente, com um fluxo veloz de informação e inovação, e no qual não se faz nada grande sem algum tipo de matriz complexa.

Dentro desse contexto, práticas atuais de avaliação de desempenho 360º trarão falsos positivos, fazendo você pensar que está mais preparado do que está. Diante disso, ela identificou essas 3 simples perguntas que marcam e definem o Século XXI:

  • Para onde você está olhando para antecipar a PRÓXIMA mudança de seu modelo de negócio ou de sua vida? Essa é uma pergunta muito importante para mim pessoalmente. Lembro-me de uma palestra do falecido C. K. Prahalad onde ele dizia que ele não estava mais preocupada em pesquisar as Melhores Práticas (Best practices), mas sim em pesquisar as PRÓXIMAS práticas. Para mim, como uma pessoa curiosa, essa frase despertou quase como uma vocação, um chamado. Desde que comecei a me interessar por gestão de projetos que o novo me atrai, me fascina. A pesquisadora Roselinde disse que a resposta para essa pergunta está na sua agenda e complementa essa pergunta com outras como “Com quem você está passando o seu tempo?”, “Sobre o que discute?”, “Para onde você está viajando?” e “O que você está lendo?”. Em seguida, você deve se perguntar como você transforma isso em entendimento de potenciais descontinuidades. Grandes líderes não esperam acontecer. Eles ficam de olho nas encruzilhadas, moldam seu futuro e não apenas reagem a ele.

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  • Qual a variedade de sua rede de suporte pessoal e profissional? Isso tem muito a ver com um assunto que já escrevi muito aqui nesse blog que é usar o potencial da diversidade humana para trabalhar com a complexidade do mundo atual. Aliás, eu diria que o mundo sempre foi complexo, o que mudou é que isso está muito mais claro hoje em dia. Já escrevi sobre como a diversidade pode ser o antídoto para essa complexidade(Clique aqui para ler) e também sobre a importância da interdisciplinariedade (Gestão 2.0: A Importância da Interdisciplinaridade). A diversidade não é apenas essencial a sobrevivência de uma espécie. É, também, um requisito para a viabilidade das empresas a longo prazo. A organização que não acolher, estimular e explorar uma diversidade de experiências, valores e capacidades será incapaz de produzir uma farta variedade de idéias, opções e experimentos, ingredientes essenciais da renovação estratégica. Sistemas futuros de gestão terão de dar à diversidade, ao desacordo e à divergência valor no mínimo igual ao que dão à conformidade, ao consenso e à coesão. Todos nós temos uma rede de conhecidos, mas essa pergunta refere-se a sua capacidade de desenvolver relações com pessoas que são diferentes de você e, principalmente, como você respeita o ponto de vista diferente ao seu e como isso te faz aprender e crescer. E essas diferenças podem ser das mais diversas formas seja ela física, funcional, politica, cultural ou socioeconômica. O segredo está em como você, apesar das diferenças, conecta-se a essas pessoas e faz com que elas confiem em você o suficiente para colaborar com você na realização de um objetivo comum. Grandes líderes entendem que ter um grupo mais diversificado é uma fonte de identificação de padrões, em amplo nível, e também de suas soluções, porque há pessoas que estão pensando diferente de você.

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  • Você é corajoso o suficiente para abandonar uma prática que o fez bem-sucedido no passado? É como disse o professor Silvio Meira em uma das conversas que tive com ele: No mundo de hoje é preciso aprender, Desaprender e Reaprender. Comentei sobre isso um post que resume essa conversa (Gestão 2.0: Evoluindo do T.E.A para o T.E.A.R). A pesquisadora Roselinde cita uma expressão antiga: “Concordar para evitar Conflitos”. Mas, se você segue esse conselho, as possibilidades são de que, como líder, você continuará a fazer o que é mais familiar e cômodo. Os grandes líderes ousam ser diferentes. Eles não apenas falam sobre correr riscos, eles de fato correm. E a maior qualidade de um líder está quando você tem a capacidade emocional para ir em frente e resistir quando alguém diz que você está errado, quando o “senso comum” aponta para outra direção. Imaginem se Thomas Edison desistisse apenas uma única vez entre as mais de 10.000 tentativas para criar a lampada. Vale aqui uma de suas frases excelentes, mas não tão conhecida: “A surdez foi de grande valia para mim. Poupou-me o trabalho de ficar ouvindo grande quantidade de conversas inúteis e me ensinou a ouvir a minha voz interior.” Nesse caso, a decisão de ir em frente não é apenas um primeiro passo, mas sim um salto.

Resumindo, os líderes do século XXI serão aqueles que se preparam para o amanhã, para o desconhecido, para a incerteza e apostam na diversidade com ferramenta e aliada nessa longa jornada. Deixam o conforto do passado, observam a verdadeira realidade de hoje e todas as possibilidades do amanhã. Eles investem seu capital emocional no futuro.

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