Blog do Marcelão

Blog para debate sobre excelência na gestão.

Posts Tagged ‘revolução industrial’

Livro : O Cérebro do Futuro – A revolução do Lado Direito do Cérebro

Posted by marcelao em janeiro 11, 2009


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Pessoal,

                  esse livro foi indicado a mim pelo meu professor de gestão empreendedora, Professor Adolfo. É de autoria de Daniel H. Pink. O autor considera que a era do “Lado esquerdo do Cérebro”, dominada por advogados – contadores e engenheiros de software, está ultrapassada. O futuro pertence a um tipo diferente de pessoa, com uma mente diferente : Designers, inventores, professores, contadores de história – pensadores criativos e empáticos que usam o “lado direito do cérebro” cujas capacidades determinam quem vai seguir adiante e quem vai ficar para trás.

                    Antes de mais nada, é bom esclarecer que o autor não faz uma condenação do “lado esquerdo do cérebro” em favor do “lado direito do cérebro”. Ele apenas coloca que as funções desempenhadas pelo lado direito do cérebro serão mais valorizadas nessa nova era do que as funções do lado esquerdo do cérebro. Antes de mais nada, o autor explica que “os dois hemisférios do cérebro não funcionam como interruptores de liga-desliga – em que um se desativaria no momento em que o outro entrasse em ação. Ambas as partes exercem alguma função em praticamente tudo o que fazemos. Podemos dizer que certas regiões do cérebro são mais ativas do que outras no que diz respeito a determinadas funções”. Isso é comprovado cientificamente pela medicina.

                    Esclarecido esse ponto, o autor relaciona as quatro diferenças principais :

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Livro : A grande Mudança – Reconectando o mundo, De Thomas Edison ao Google

Posted by marcelao em dezembro 21, 2008


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Pessoal,

                 esse livro é de autoria do ex-editor da revista Harvard Business Review, Nicholas Carr, que trata, segundo ele, da grande mudança que está ocorrendo no mundo com o advento da Internet e o que tendências da tecnologia, como Computação em nuvem, trarão de benefícios para a sociedade. Se fosse para resumir esse livro em uma única frases escreveria que ele classifica a Internet como sendo a grande ferramenta de mudança dos tempos atuais assim como a eletricidade foi para a revolução industrial.

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Funcionários satisfeitos = Maior valor das ações

Posted by marcelao em agosto 3, 2008


Pessoal,

              durante a semana, sempre que posso, ouço os comentários da Mara Luquet no programa “CBN Brasil” da rádio CBN apresentado pelo economista Carlos Alberto Sardenberg, que ocorre entre 13:40 e 14:00. A coluna é sobre o mercado financeiro e as influências dele na vida de todos nós cidadãos.

              Na sexta-feira, primeiro de agosto de 2008, o comentário da Mara Luquet foi sobre uma pesquisa realizada por um professor da Warlton School – universidade da Pensilvania – que chegou a conclusão que empresas que possuem funcionários satisfeitos possuem ações com maior valor na bolsa. O professor montou uma carteira com as 100 melhores empresas para se trabalhar na américa, e essa carteira teve um retorno anual de 4% acima da média de mercado no período de 1984 a 2005, sendo que os retornos são mais significativos entre 1998 e 2005.

              Outro dado levantado por esse estudo realizado foi que esse nível de satisfação não tem necessariamente relação com aumento de salário. Tem a ver com conjunto de práticas de recompensa como salário variável, participação nos lucros, plano de saúde, ambiente no trabalho, ter oportunidades na carreira com novos desafios, …

              Outro aspecto levantado é que o retorno do investimento na satisfação do funcionário não se dá no curto prazo, mas sim no longo prazo, tornando assim os resultados mais sustentados e duradouros. O próprio professor responsável pela pesquisa condena as empresas que tiram o máximo de horas de trabalho dos seus funcionários, pois essa é uma ação que dá resultados no curto prazo, mas que no longo prazo tornam-se catastróficas, ou seja, quantidade não significa qualidade.

               Segundo o professor, trabalhador satisfeito é a nova chave para ser competitivo no mercado atual. Entenda-se por trabalhador satisfeito aqueles que são compromissados com a missão da empresa e que serão recompensados por isso de diversas formas.

               Gostaria de complementar os dados apresentados pela Mara Luquet com os dados levantados por outra pesquisa realizada pela SERASA e publicada no site da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade) que comprova que o desempenho financeiro das empresas usuárias do Modelo de Excelência da Gestão(MEG) é melhor do que a média de seus respectivos setores. O estudo foi elaborado a partir dos demonstrativos financeiros de 137 empresas usuárias do MEG em comparação com os números gerais da indústria, do comércio e do setor de serviços e leva em consideração indicadores financeiros desde 1999. Os dados você pode consultar no link http://www.fnq.org.br/site/ItemID=769/369/DesktopDefault.aspx?PageID=769

               O arquivo com o relatório de 2007 está disponível no link : https://www.fnq.org.br/Portals/_FNQ/Documents/Estudo%20FNQ%20Empresas%20Associadas_11_2006_rev1.pdf

               Eu, particularmente, já venho escrevendo sobre isso em vários posts aqui no blog sobre a importância do capital intangível nas empresas nessa era do conhecimento. Na era industrial (Revolução industrial), a empresa era constituída de 85% de capital tangível (recursos financeiros, máquinas, patrimônio) e 15% de capital intangível (valor da marca, capacidade de inovação, talento humano). Na atual era do conhecimento (revolução do conhecimento), essa proporção inverteu-se, pois, com a globalização, a oferta de recursos financeiros e maquinários tornou-se mais abundante, já o talento humano verdadeiro é um recurso escasso e o que torna a posse de um recurso uma vantagem competitiva é a sua escassez e não a sua abundância, como escreveu Nicholas Carr a respeito da TI nas empresas (clique aqui para ler o post sobre esse comentário).

               Diante disso, já está mais que na hora de algumas empresas deixarem de ficar só no discurso da valorização de seus funcionários e partir para ação, dando o mesmo valor aos seus departamentos de gestão de pessoas que elas dão para os departamentos financeiros.

Um abraço.

P.S : Quem quiser ouvir a coluna da Mara Luquet sobre o assunto na integra, é só clicar no link :

http://cbn.globoradio.globo.com/cbn/wma/player_gradio.asp?audio=2008%2Fcolunas%2Fmara%5F080801%2Ewma&OAS%5Fsitepage=sgr%2Fsgr%2Fradioclick%2Fradiosam%2Fcbn%2Fmaraluquet1

Leia também os seguintes posts :

Quanto vale uma empresa da nova economia? – > Clique aqui para ler;

Questionar é preciso – Liderando equipes talentosas – > Clique aqui para ler;

Google – Modelo de Inovação na Gestão – > Clique aqui para ler;

Inovação – o poder da colaboraçãoo – > Clique aqui para ler;

Modelos de gestão – necessidade de evolução – > Clique aqui para ler;

A sua empresa é do século XXI? – > Clique aqui para ler;

Livro : Desafios gerenciais do século XXI – > Clique aqui para ler;

Como transformar sua empresa em uma empresa adaptável aos novos tempos? – > Clique aqui para ler;

Época de mudança ou mudança de época? – > Clique aqui para ler;

Livro : O futuro da administração – > Clique aqui para ler;

Livro : Wikinomics – > Clique aqui para ler;

Transferência de poder e nova postura do profissional – > Clique aqui para ler;

Competências dos lideres do futuro – II – > Clique aqui para ler;

Miopia gerencial – > Clique aqui para ler;

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Seis Meses de Blog – Hora de Revisão

Posted by marcelao em julho 12, 2008


Pessoal,

             na quarta-feira (09.07) fui convidado, pelo pessoal que cuida da comunicação interna na Diretoria em que trabalho no Banco do Brasil, a selecionar um dos posts do meu blog para ser utilizado como parte de uma reportagem sobre os blogueiros que eles iriam publicar na reinauguração da intranet da Vice-Presidência.

             Escolher um dos posts que já escrevi é uma tarefa dificil, pois todos os que escrevi até hoje foram feitos com muito carinho e dedicação. Foi aí que percebi que no dia 10.07.2008 completavam seis meses do meu projeto de blog. Nesses seis meses foram 121 posts, mais de 67.700 acessos sendo que no último mês a média de acesso foi em torno de 800 por dia e o dia com maior acesso foi 20.06 com 1.246 acessos.

             Então pensei comigo mesmo : porque, ao invés de escolher um post, eu não faço um histórico e um resumo das minhas idéias.

             Esse blog começou como fruto de um planejamento estratégico pessoal que criei no começo do ano. O primeiro passo para realizar um planejamento estratégico pessoal é fazer uma jornada interior para descobrir os seus valores, esperanças, sonhos e aspirações possibilitando visualizar objetiva e autenticamente sua vida enquanto pessoa completa. É uma auto-análise na busca por mudar o processo de pensamento e raciocinio, preparando-se para a ação e para o envolvimento interno em seu trabalho, com resolução, paixão e energia.

              Ao término dessa jornada interior, uma das características que identifiquei foi o prazer que sinto em aprender continuamente e compartilhar conhecimento. Característica essa acentuada com minha participação na comunidade do Orkut chamada “Q3 – No mundo da excelência”. A partir dessa característica, estabeleci a minha missão de vida : “Transmitir paixão pelo aprendizado contínuo através do compartilhamento de conhecimento.” Daí para montar o blog foi um pulo, pois ele serve como um registro das minhas idéias, uma forma de memória disponibilizando um pouco do que sinto, estudo, vivo e, desta forma, serve como uma fonte de informação e conhecimento para os meus amigos e pessoas que compartilham das minhas idéias.

             O assunto escolhido foi tudo relacionado a excelência da gestão com maior enfase em gestão de projetos, liderança, empreendedorismo corporativo e inovação. Mas se eu tivesse que resumir toda a mensagem que procuro passar nos meus posts em uma única palavra, essa palavra teria que ser um verbo e esse verbo seria EVOLUIR.

             A partir desse verbo, dividirei esse resumo em três partes : Evolução das empresas, Evolução dos Gestores e evolução dos individuos.

             No âmbito das empresas, os posts que escrevi sempre abordam a necessidade de evoluirmos nos modelos de gestão, na busca de modelos mais apropriados ao momento de transição que estamos passando no mundo no campo da economia, da politica, da educação e das relações pessoais.

             A associação que sempre faço é que os modelos de gestão do século passado foram baseados na revolução industrial, na analogia com o funcionamento das máquinas. A visão mecanicista de como o mundo funciona em que as empresas devem ser perfeitas e estáticas como as máquinas, que as pessoas devem ser tratadas como mão-de-obra e do funcionamento dos processos como linhas de montagem onde as responsabilidades são fragmentadas pelos vários níveis hierárquicos dentro da empresa afastando cada vez mais as pessoas da verdadeira razão de existência de uma empresa que é atender a sociedade.

             Essa fragmentação das responsabilidades teve como consequência a perda de significado para as pessoas que trabalham nas empresas do sistema como um todo. Para efeito de comparação, antes da revolução industrial, o fazendeiro trabalhava em todo o processo iniciando pela plantação das sementes, passando pela colheita e finalizando com a venda de seus produtos diretamente aos consumidores o que proporcionava a ele um feedback, sem ruidos na comunicação, de como os seus clientes avaliavam os seus produtos, oferencendo a oportunidade de rever seu processo e aprimorá-lo.

             Na atual era, o modelo a ser seguido é o da Internet buscando a construção de modelos de gestão que se assemelhem ao modelo da Internet devido as suas características de adaptabilidade, envolvimento e inovação onde todos têm o direito de opinar, a capacidade conta mais do que cargos e credenciais, o compromentimento é voluntário, quase tudo é descentralizado, as idéias competem em pé de igualdade e onde as decisões são tomadas entre os usuários.    

            A razão para essa evolução é muito simples. A economia do século passado tinha como fatores de produção terra, trabalho e capital. Com o advento da globalização, esses fatores passaram a estar disponíveis em maior escala como, por exemplo, o Capital financeiro que não possue limitações relacionados a fronteiras geográficas. Outro exemplo que podemos citar é que não existem mais vantagens competitivas na utilização de ferramentas ou processos mais modernos. O Mainframe de última geração que você adquiriu recentemente, também é vendido para o seu concorrente, assim como novos processos, como a gestão de projetos, são utilizados pela sua empresa e pelo seu concorrente.

            A pergunta é : Se tudo isso virou comoditie, qual passa a ser o fator de vantagem competitiva do século XXI? A resposta é : Conhecimento e talento humano. Se você acha que essa não é a resposta, responda a pergunta de por quê empresas como o Google e a Microsoft valem na bolsa de valores até 100 vezes mais do que o registrado em seus balanços patrimoniais?

            Essa resposta exige que passemos agora a tratar da questão da evolução dos gestores.

            Como o fator de vantagem competitiva do século XXI passa a ser o conhecimento e talento humano, o único lugar onde você os encontrará não será nas máquinas, mas sim nas pessoas, no trabalhador do conhecimento. E isso muda o papel dos gestores dentro das empresas que passam a ter que adotar uma postura mais de lideres cuja principal responsabilidade passa a ser TRANSFORMAR O CONHECIMENTO EM AÇÃO E RESULTADOS.

            Toda empresa quer contar com equipes constituidas de pessoas inteligentes e talentosas, mas quanto mais inteligentes e talentosas são essas pessoas, mais dificil é lidera-las, pois elas são exigentes e avessas a opiniões que não sejam as suas e agem de acordo com quem as gerencia.

             Por essa razão, os lideres dessas equipes devem adotar novas maneiras de tratar essas pessoas. O velho modelo de controlar e patrulhar terá que ser substituido por um modelo que utilize mais os verbos facilitar e possibilitar. O papel do lider dessas equipes passa ser mais de direcionador.

             O lider terá que criar uma missão e um clima de colaboração dentro da equipe. Para isso terá atuar mais com perguntas do que oferecendo respostas. Questionar é preciso. Diante disso, terá que adotar uma postura mais humilde e menos competitiva com sua equipe.

             O lider de equipes de talento cria um senso de ética, integridade, confiança, transparência, aprendizado contínuo, inovação, proatividade, paixão e, sobretude, humildade. Cultiva a capacidade de colocar o cliente como seu foco. Encara o empreendedorismo como um estado de espírito, além de ser coerente servindo de exemplo pelas suas ações e não só pelas suas palavras.

             Essas equipes de talentos não gostam de se sentirem comandadas. Por essa razão, o lider deve atuar como questionador, direcionando com suas perguntas as ações dessas pessoas de forma a perceberem o seu ponto de vista. Ele terá que estar do lado das perguntas e não das respostas. As respostas devem ficar a cargo dos talentos da sua empresa.

              Mas o lider sozinho não consegue fazer toda a transformação necessária. Ele precisará da colaboração de todos nesse processo de evolução. Inclusive, esse foi um dos tópicos discutidos na comunidade “Q3 – No mundo da excelência” se a transformação na empresa deve vir de cima ou de baixo, bidê ou chuveiro. Foi quando um dos membros da comunidade fez um comentário fantástico : A transformação não deve ser bidê OU Chuveiro, ela deve ser Banheira de Hidromassagem, ou seja, deve vir de todos os lados.

              Para isso, os colaboradores das empresas deve estar conscientizados de que as transformações que estão ocorrendo no mundo exigem uma nova forma de pensar e de ser como profissionais. Elas devem passar a ser mais NEXIALISTAS. Esse termo eu colhi do blog da Viviane Ventura, vencedora do primeiro aprendiz com Roberto Justus, em que ela afirma que a discussão não está mais se você deve ser generalista ou especialista, você tem que ser nexialista, um profissional que têm experiência em diversos tipos de ambiente e também uma formação diferenciada. Nas palavras do Walter Longo : “É o que não tem todas as respostas, mas sabe onde encontrá-las”.

               Esse modelo de profissional aproxima-se bastante do modelo “T”, que é o profissional que tem uma forte especialização em uma área de conhecimento, mas que tem uma visão abrangente e conceitual de todas as outras áreas que compõem a empresa. Dessa forma, ele consegue montar uma rede “Subterrânea” de contatos em todas as outras áreas facilitando o seu trânsito entre elas, e consequentemente, conseguindo que as pessoas dessas áreas contribuam para os seus projetos sem que ele tenha que enfrentar a burocracia das estruturas hierarquicas dos modelos de gestão do século passado.  

                Esse profissional “T” tem visão multidisciplinar e coloca sempre o cliente em primeiro lugar para atingir suas metas. Ele executa qualquer tarefa necessária para fazer o projeto funcionar, a despeito da descrição do cargo. Não são movidos pelo poder, mas sim pelo sonho. São obcecados pelas oportunidades, holisticos nas abordagens e procuram sempre apresentar propostas que agreguem valor.

                Para isso, será necessário resgatar e implantar um compromisso ético entre as partes e a busca por resultados que não exija que os individuos faltem com a verdade em nome de uma maior lucratividade, além de criar um senso de justiça e de maior solidariedade entre as pessoas que trabalham e vivem nas empresas.

                O ambiente competitivo exigirá das empresas o abandono de velhos paradigmas, um verdadeiro processo de “Destruição criativa”, eliminando preconceitos e adotando posturas mais alinhadas a realidade da sociedade pós-industrial, ultracompetitiva, baseada sobretudo na aquisição permanente de conhecimento.

                Afinal de contas, vivemos em uma nova era, em uma nova economia. Uma economia que está passando de analógica para digital caracterizada pela rapidez e pela inovação que requer pequenas ações empreendedoras de cada um dos personagens do cenário altamente competitivo em que vivemos atualmente.

                Para finalizar, faço um convite a todos para exercitar a competência de colaborar e participar da Blogosfera citando um ditado chinês que encontrei em uma comunidade do Orkut :

“Se dois homens vêm andando por uma estrada, cada um carregando um pão, e, ao se encontrarem, eles trocam os pães, cada homem vai embora com um. Porém, se dois homens vêm andando por uma estrada cada um carregando uma idéia, e, ao se encontrarem, eles trocam as idéias, cada homem vai embora com duas.
Sempre que possível troque idéias, elas esclarecem, acrescentam, ajudam, evoluem… ainda que você não precise, servirão para o outro.”

BLOGAR FAZ BEM PARA A ALMA E PARA O CORAÇÃO.

Keep the Faith.

Um abraço.

Leia também os seguintes posts :

Sua empresa é Flexível? – > Clique aqui para ler;

Google – Modelo de Inovação na Gestão – > Clique aqui para ler;

Inovação – o poder da colaboração – > Clique aqui para ler;

Modelos de gestão – necessidade de evolução – > Clique aqui para ler;

Quanto vale uma empresa da nova economia? – > Clique aqui para ler;

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Livro : Desafios gerenciais do século XXI – > Clique aqui para ler;

Época de mudança ou mudança de época? – > Clique aqui para ler;

As sete leis da criatividade – > Clique aqui para ler;

Dicas para estimular a criatividade – > Clique aqui para ler;

Livro : O futuro da administração – > Clique aqui para ler;

Importância do aprendizado contínuo – > Clique aqui para ler;

Empreendedor corporativo – > Clique aqui;

Empreendedorismo corporativo e o gerente de projetos – > Clique aqui para ler;

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Mudança de época requer Mudança de Pensamento

Posted by marcelao em junho 19, 2008


Pessoal,

               como havia prometido no post anterior, farei uma análise do mudança de época que estamos vivendo e da necessidade de mudarmos alguns paradigmas. Esse post é mais uma etapa preparatória para o post onde abordarei o Google como modelo de inovação de gestão e quais as características poderiamos aprender com seu modelo de gestão e adaptar para nossas empresas.

               Como já havia argumentado em posts anteriores, os modelos de gestão refletem muito o momento histórico que a humanidade está passando. Na era da revolução industrial, o processo mecânico de produção acabou sendo o modelo mental para moldar vários processos da sociedade, desde os modelos de educação, muito mais voltados para criar certezas do que dúvidas, uma vez que as máquinas eram perfeitas, até os modelos de gestão das empresas levando as empresas a criarem vários níveis hierárquicos dentro da empresa como se funcionassem como uma linha de produção de um carro.

               Hoje, era da revolução do conhecimento, vivemos uma época onde há excesso de informação, onde lidar com a incerteza é uma das principais características que um lider deve desenvolver. Para isso, esse lider deve procurar desenvolver muito mais a habilidade de encontrar as perguntas a serem respondidas do que em encontrar as respostas para os seus problemas.

                Todo esse excesso de informação que temos hoje devemos uma importante ferramenta dessa era do conhecimento que é a Internet. A Internet passa a ser para a sociedade pós-industrial um modelo mental a ser perseguido assim como foram as máquinas para a sociedade que desenvolveu-se durante a era da revolução industrial.

                 Agora, Vejam o video abaixo :

               Destaco os seguintes pontos :

                – Mais de 50% dos jovens americanos com 21 anos tem gerado conteúdo na Web;

                – Ocorrem 2,7 bilhões de pesquisas no google por mês. A pergunta é : Para onde essas pesquisas eram direcionadas ANTES do Google?

                – Mais de 3.000 livros são publicados por dia;

                Como o video destacou : Vivemos tempos exponenciais.

                Esses tempos exponenciais exigirão uma nova forma de gerir as pessoas. Na verdade, exigirá uma postura e um ambiente na empresa que permita que as pessoas possam se auto-gerir buscando fazer parte de uma missão maior da empresa, procurando colaborar para a criação de uma sociedade mais justa e sustentável.

                Os modelos mentais da revolução industrial incentivaram a exploração sem compromisso com o futuro, o individualismo e a visão mecanicista da sociedade. A transição para essa nova época baseada no conhecimento exigirá postura que visem mais a sustentabilidade, a colaboração entre as pessoas visando a complementaridade das habilidades e conhecimentos e uma maior valorização do individuo como parte de uma coletividade,  de uma comunidade globalizada.

                É baseado nesses conceitos de viver em comunidade e de valorização da colaboração entre as pessoas ao redor do mundo é que abordaremos no próximo post sobre o modelo de gestão do Google.

Até lá e um abraço.

Leia também os seguintes posts :

Livro : O futuro da administração – > Clique aqui para ler;

Liderança do Futuro – Lider 2.0 – > Clique aqui para ler;

Motivação – O que é isso? – > Clique aqui para ler;

O que é liderar? – > Clique aqui para ler;

Importância das pessoas para a inovação – > Clique aqui para ler;

Transferência de poder e nova postura do profissional – > Clique aqui para ler;

 Livro : Desafios gerenciais do século XXI – > Clique aqui para ler;

Como transformar sua empresa em uma empresa adaptável aos novos tempos? – > Clique aqui para ler;

Época de mudança ou mudança de época? – > Clique aqui para ler;

Livro : O lider do futuro – > Clique aqui para ler;

Competências dos lideres do futuro – > Clique aqui para ler;

Competências dos lideres do futuro II – > Clique aqui para ler;

A sua empresa é do século XXI? – > Clique aqui para ler;

Medo – barreira para inovação – > Clique aqui para ler;

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Inovação – O poder da colaboração

Posted by marcelao em junho 15, 2008


Pessoal,

              nos últimos meses, tenho reparado que muitas revistas ligadas ao mundo corporativo tem apresentado algumas reportagens considerando a capacidade de colaboração como um dos fatores mais criticos na busca da inovação, principalmente em reportagens ligadas ao Google e ao site Innocentive.

              O Google todo mundo conhece, mas o Innocentive é um portal independente que reune mais de 30 grandes empresas americanas(Boeing, Procter&Gamble, IBM, …)  e um grupo de 1400 pesquisadores em 175 países. Nesse portal, as empresas lançam desafios que elas não conseguiram resolver internamente e recompensam em dinheiro as pessoas que apresentarem as soluções. É o conceito de Inovação aberta utilizando as redes sociais onde você busca o conhecimento onde ele estiver, independente se ele está dentro ou fora da sua empresa.

               Vamos a relação das publicações que abordaram esses dois exemplos de colaboração :

               Google :

                           – Revista Exame – > Edição 915 de 09/04/2008;

                           – Revista Harward Business Review – > Edição de abril/2008;

                           – Revista Hsm Management – > Edição de maio/junho de 2008;

               InnoCentive :

                            – Revista Exame : Edição 920 de 18/06/2008;

                            – Revista Business Week de Junho/2008;

                            – HSM Management de set/outubro de 2002;

               Na literatura, relacionado ao Google tivemos o livro “O Futuro da Administração” de Gary Hammel(leia o resumo do livro clicando aqui) e ao InnoCentive tivemos o livro “Wikinomics” de Don Tapscott (Leia o resumo do livro clicando aqui).

               Esses dois exemplos evidenciam cada vez mais a necessidade de mudança dos modelos de gestão das empresas se quiserem sobreviver no século XXI, era da revolução do conhecimento. Os modelos de gestão atuais das empresas ainda estão na era da revolução industrial em que a criatividade e o poder da inovação ficavam restritos aos altos escalões da empresa e mantidas a sete chaves como segredos industriais.

                  Ocorre que vivemos em uma nova era na qual as pessoas participam da economia como nunca antes devido as profundas mudanças na demografia, nos negócios, no mundo e, principalmente, na tecnologia que permite que as pessoas se conectam cada vez mais livremente em redes de colaboração para produzir bens e serviços de uma maneira muito tangível contínua, uma vez que uma quantidade excessiva de pessoas era excluída da circulação de conhecimento, poder e capital e, portanto, participava das margens da economia.

 

               No slide acima, disponibilizado no site do Clemente Nóbrega (www.clementenobrega.com.br), vocês podem perceber que os ciclos da economia(crescimento, recessão, depressão e retomada) estão cada vez mais menores. Diante desses ciclos cada vez menores, as empresas são forçadas a diminuir cada vez mais os ciclos de inovação, mas encontram-se diante do dilema da inovação que é a questão do risco de se inovar, pois a inovação depende muito da aceitação dos clientes, uma vez que os produtores inovadores precisarão também de clientes inovadores.

               Esse risco pode ser mitigado de duas formas :

               – Inovando com seus clientes : Criando redes de colaboração com seus clientes e tornando-os cada vez mais produtores do produtos e serviços que eles mesmos consumirão mais tarde, ou seja, criando uma comunidade de prosumers. Milhões de pessoas já unem forças em colaborações auto-organizadas que produzem novos bens e serviços dinâmicos;

               – Inovando com seus fornecedores : Um dos benefícios de inovar com fornecedores é que você compartilha os riscos e os custos do processo como um todo;

               Empresas como o Google e o InnoCentive são modelos de empresas já ambientadas na era conhecimento e na era da Internet. Nesse sentido, a Internet é a ferramenta ideal para disseminar esses modelos de gestão baseados em colaboração para outras empresas visando a colaboração massiva entre empresas, funcionários, clientes e fornecedores. Essa colaboração em massa traz muitas oportunidades de negócios para as empresas através de redes sociais como o Orkut e os blogs. Os blog representam cada vez mais o “Poder do nós”, cujas informações podem se disseminar com grandes rapidez e ferir companhias, mas que também podem ser encarados como oportunidades de um relacionamento mais próximos com funcionários e clientes.

               A Internet tem essa capacidade suprema de formar grupos. Diante disso, os modelos de gestão do século XXI devem se aproximar cada vez mais do modelo da Internet onde todos têm o direito de opinar, as idéias concorrem em pé de igualdade, a capacidade conta mais que cargos e credenciais, o acesso a informação é livre e as decisões são tomadas entre os usuários. 

Um abraço.

Leia também os seguintes posts :

Livro : Wikinomics – > Clique aqui para ler;

Livro : O futuro da Administração – > Clique aqui para ler;

Inovação é só em produto> – > Clique aqui para ler;

Como transformar sua empresa em uma empresa do século XXI – > Clique aqui para ler;

A sua empresa é do século XXI? – > Clique aqui para ler;

Transferência de poder e nova postura do profissional – > Clique aqui para ler;

Quanto vale uma empresa da nova economia – > Clique aqui para ler;

Época de mudança ou mudança de época – > Clique aqui para ler;

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Prosumer – Caso Prático

Posted by marcelao em junho 10, 2008


Pessoal,

              um dos primeiro posts que escrevi foi o resumo do livro Wikinomics. No livro é abordado a necessidade que as empresas tem de inovar com seus clientes, tarefa essa facilitada pela existência de grandes redes sociais como o Orkut e o Facebook. Daí surge o conceito de PROSUMER, ou seja, consumidores atuando também como colaboradores para empresas no processo de criação de novos produtos ou de idéias que serão consumidos por esses mesmo consumidores. Outro termo utilizado para caracterizar esses consumidores é “Consumidor 2.0”.

              Se fizermos um resgate histórico das três ondas de toffler, na primeira onda (revolução agricola), o fazendeiro era responsável por todo o processo, desde a plantação dos alimentos, passando pela manutenção e irrigação da terra, até o processo de venda. No ato da venda, esse mesmo fazendeiro tinha o feedback do cliente quanto a qualidade do seu produto seja por sugestões ou reclamações do cliente, seja pela baixa venda. Esse feedback realimentava o processo do fazendeiro fazendo com que ele melhorasse cada vez mais a qualidade do seu produto, ou seja, o estímulo a melhoria era gerado pelos seus clientes.

               Com o tempo, essa estrutura de fazendas teve que crescer porque já não atendia a demanda do mercado, foi onde houve o investimento nas grandes máquinas e a criação das indústrias (revolução industrial). Para que fosse possível controlar o processo produtivo com mais qualidade, as indústrias começaram a criar mais níveis hierárquicos, o que começou a afastar o nível de decisório, que na revolução agricola era de responsabilidade do fazendeiro, do contato com o cliente final, porque para essa informação (feedback do cliente) chegasse ao presidente da empresa, era necessário passar por vários níveis, o que acabava por distorcer a mensagem inicial.

               Hoje em dia (Revolução do conhecimento), com as redes sociais como o Orkut e o Facebook, o contato com o cliente final ficou mais facilitado. E um exemplo prático disso, você pode constatar acessando o link http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=16659751&tid=5209865359523411841&start=1 que é um tópico criado na comunidade “Aprendiz 5 # O sócio” no orkut. Nesse tópico, a primeira vencedora do aprendiz, Vivianne Ventura, participará como entrevistadora oficial da comunidade entrevistando os demitidos do programa logo após o programa. Além disso, alguns representantes da comunidade estarão na platéia do auditório no programa final do Aprendiz.

               Trata-se de um exemplo prático de uso das redes de relacionamento pelas empresas na busca da inovação dos seus produtos, pois além desse tópico, existem outros tópicos com diversas sugestões dos participantes para melhoria do programa.

Um abraço.

Leiam também os seguintes posts :

Livro : Wikinomics – > Clique aqui para acessar;

Transferência de poder e nova postura do profissional – > Clique aqui para acessar;

Palestra realizada na Aiec – > Clique aqui para acessar;

Revolução na sociedade – > Clique aqui para acessar;

Quanto vale uma empresa da nova economia? – > Clique aqui para acessar;

A sua empresa é do século XXI? – > Clique aqui para acessar;

Livro : Desafios gerenciais do século XXI – > Clique aqui para acessar;

Como transformar sua empresa em uma empresa adaptável aos novos tempos? – > Clique aqui para acessar;

Época de mudança ou mudança de época? – > Clique aqui para acessar;

Livro : O lider do futuro – > Clique aqui;

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Transferência de poder e nova postura do profissional

Posted by marcelao em maio 6, 2008


Pessoal,

quem acompanha esse blog, já deve ter identificado que um dos assuntos que mais gosto de escrever é sobre as transformações que estão ocorrendo na sociedade e que traz consequências para o ambiente de competição em que as empresas vivem hoje em dia. Mudanças essas que geram a necessidade de identificação e formação de um novo profissional dentro das empresas. Um profissional com atitude mais participativa nas decisões das empresas, com mais atitude empreendedora( clique aqui para ler sobre isso).

Primeiro, vamos trazer para análise os conceitos apresentados pelo pesquisador americano Alvin Toffler que são concentrados na temática da mudança.

Toffler baseias suas pesquisas no que acontece com às pessoas quando toda a sociedade se transforma abruptamente em algo novo e inesperado, além do efeito dessas transformações nas organizações. Entre seus estudos, destacam-se os três livros lançados por ele que são “O Choque do futuro”, “A terceira onda” e “Powershift”. Nesse post, vamos nos concentrar nos dois ultimos trabalhos que são os mais recentes.

“A terceira onda” fala das três ondas existentes na história da humanidade e que foram importantes para o desenvolvimento humano. A primeira onda foi denominada como a revolução agricola que trouxe a transformação do ser-humano em uma figura do caçador-coletor, que precisa sair a caça do seu alimento para sobreviver, para o agricultor organizado proporcionando a estabilidade e a segurança necessárias para o desenvolvimento das artes e da tecnologia, que são a base da sociedade como a conhecemos hoje.

Para efeito de comparação com as outras ondas, o trabalho na agricultura permite ao trabalhador acompanhar todo o processo de produção, desde o momento que ele espalha as sementes dos produtos, passando pela colheita e finalizando com a venda do produto, permitindo a esse trabalhador uma visão completa de todo o processo, além de ter o feedback do consumidor no momento da venda possibilitando a esse trabalhador rever o seu processo a fim de atender as exigências do consumidor apresentadas quando da venda do produto.

No entanto, os bens produzidos não eram suficientes para atender a todos que deles necessitassem, ou que os desejassem, prevalecendo a escassez. A partir desse fato, iniciou-se um movimento para aumentar o volume de produção, com a mecanização das oficinas, que se transformaram nas primeiras fábricas. Trata-se da segunda onda, a revolução industrial.

Na revolução industrial, passou a prevalecer a produção em série, com redução de custos, que tornava os produtos acessíveis a um número bem maior de consumidores, muitos dos quais integrantes de uma nova classe social que surgia, a dos assalariados. A revolução industrial teve o mérito de dar um fantástico salto à frente nos métodos de produção e na organização do trabalho.

Por outro lado, a revolução industrial trouxe alguns malefícios onde podemos citar algumas consequências como o afastamento de boa parte da empresa da percepção de necessidade do consumidor o que levou o homem a ter uma visão fragmentada do processo. Se utilizarmos a fazenda como analogia, é como se eu tivesse uma pessoa para semear, outra para irrigar o terreno, outra para colher e outra pessoa para vender o produto. Cada um desses atores passou a ter a visão apenas da funcionalidade atribuida a ele perdendo a visão do todo e do significado e importância que a sua tarefa tinha para o todo. A imagem mais emblemática desse período é o filme de Charles Chaplin chamado “Tempos modernos”.

A terceira onda trata da revolução da informação, dos profundos efeitos que a tecnologia da informação e a biotecnologia trazem para a economia, e as mudanças que hoje vemos acontecer com os métodos de fabricação, marketing e padrões de trabalho.  Mudanças essas que permitem a geração de novas oportunidades como o marketing de nicho e o aumento do poder do consumidor. Até cunhou um novo termo chamado “prosumidor” que é o consumidor como produtor (clique aqui para ler sobre isso). Apenas para exemplificar, esse blog é um exemplo de consumidor e produtor, pois gera conteúdo e consome conteúdo ao permitir que ele localize e seja localizado por pessoas que possuem os mesmos interesses referentes a excelência da gestão.

Toda essa mudança proporcionada pela terceira onda traz profundas mudanças na questão do poder, não se limitando apenas a transferência do poder das empresas para os consumidores, mas também do alto escalão da empresa para o trabalhador do conhecimento, mas também de uma mudança profunda na própria natureza do poder. Esse é o trabalho apresentado no terceiro livro chamado “Powershift”.

Esse trabalho apresenta as três fontes básicas de poder : violência, riqueza e conhecimento. Podemos utilizar esse conceito e aplica-los as três ondas onde a violência foi o poder que imperou antes da primeira onda, pois o homem precisava caçar para sobreviver e nesse ambiente ganhava o mais forte. Na revolução agricola e industrial imperou o poder da riqueza onde as pessoas com maior “salário” eram quem determinava os destinos da empresa.

Já a crescente importância do conhecimento provocou mudança no equilibrio entre elas, pois com a revolução da informação potencializada pela Internet, a informação passou a estar disponível em larga escala e com maior facilidade de acesso. Junta-se a isso o crescente número de pessoas que tiveram acesso a cursos de nível superior e temos ai um maior nivelamento do conhecimento entre as pessoas. Deter o conhecimento passa a ser o diferencial competitivo das empresas e das nações. Para se ter idéia dessa mudança, existem empresas onde quem ganha os maiores salários ou recompensas são aqueles que detém maior conhecimento e não aqueles que estão nos níveis mais superiores das organizações.

Outra mudança identificada por Toffler é a reversão das tendências das soluções de massa predominantes no final do século XX com o surgimento do marketing de nicho e da exigência dos consumidores por soluções mais customizadas o que leva as grandes empresas a serem divididas em unidades pequenas e autônomas.

Daí podemos concluir que toda essa transformação exige uma nova postura do profissional que trabalha dentro das empresas, posturas essas abordadas em outros tópicos desse blog como nos posts sobre empreendedorismo corporativo (clique aqui para acessar), empreendedorismo corporativo e o gerente de projetos (clique aqui para acessar), empreendedorismo e inovação e projetos (Clique aqui para acessar). Uma postura mais próativa, uma visão mais conectada com o mundo, mais participativa das decisões das empresas o que exigirá a contra-partida que é assumir responsabilidades.  Exigirá também uma nova postura dos gerentes das empresas, uma postura que saiba trabalhar com a diversidade de opiniões, trabalhe com a motivação no sentido de identificar o motivo para ação de cada colaborador, uma postura que coloque o conhecimento em ação, afinal de contas, uma empresa na mais é do que um portfólio de competências a serviço da sociedade.

Um abraço.

Leia também os seguintes posts :

Revolução na sociedade – > Clique aqui para acessar;

Quanto vale uma empresa da nova economia? – > Clique aqui para acessar;

A sua empresa é do século XXI? – > Clique aqui para acessar;

Livro : Desafios gerenciais do século XXI – > Clique aqui para acessar;

Como transformar sua empresa em uma empresa adaptável aos novos tempos? – > Clique aqui para acessar;

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