Blog do Marcelão

Blog para debate sobre excelência na gestão.

Posts Tagged ‘Lideres do futuro’

Gestão 2.0 : Por quê líderes criativos são tão raros?

Posted by marcelao em julho 27, 2009


Blog do Marcelão


↑ Grab this Headline



Pessoal,


encontrei no site da Harvard Business Review artigo do professor Navi Radjou, diretor executivo do centro de pesquisas sobre a Índia da Universidade de Cambridge, em que ele comenta uma palestra apresentada pelo Dr. Abdul Kalam, ex-presidente da Índia, com o título “Liderança criativa na economia do conhecimento Global”.


Na sua palestra, o Dr. Kalam discursou sobre as mudanças tecnológicas e sócio-econômicas ocorridas no mundo, como o deslocamento do centro de gravidade econômica e geopolítica do ocidente para o oriente, o ritmo acelerado de mudanças tecnológicas e a crescente escassez de recursos.


Diante desse cenário, Dr. Kalam argumentou que as empresas, bem como as nações precisam desesperadamente do que ele chama de “líderes criativos,” uma nova geração de líderes visionários e empáticos que agem menos como comandantes e mais como treinadores, menos como gerentes e mais como facilitadores, e que permitem o auto-respeito antes de exigir respeito.


A partir de sua experiência, o Dr. Kalam articulou os oito princípios fundamentais de uma liderança criativa que são críticos para a condução de inovação e de crescimento na economia do conhecimento:


– O líder deve estabelecer uma visão para a organização;


– O líder deve ter paixão para transformar essa visão em ação;


– O líder deve ser capaz de liderar em um mundo de incerteza;


– O líder deve saber como liderar tanto no sucesso quanto no fracasso;


– O líder deve ter coragem de tomar decisões;


– O líder deve ter nobreza ao liderar;


– Cada ação do líder deve ser transparente;


– O líder deve trabalhar com integridade e ter sucesso com integridade;


 Para ilustrar seu ponto, o Dr. Kalam citou líderes que para ele lideravam imbuídos com estas oito qualidades. Por exemplo, quando Índia fracassou no lançamento do primeiro satélite missão em 1979, o presidente da agência espacial indiana, Prof Satish Dhawan assumiu total responsabilidade pela falha, embora o Dr. Kalam tenha sido realmente o diretor da missão.  Mas no ano seguinte, quando alcançaram o sucesso ao colocar o primeiro satélite contruído na Índia em órbita, o professor Dhawan não compareceu à conferência de imprensa, mas sim o Dr. Kalam para quem ele pediu que compartilhasse a história de sucesso com a mídia, dando-lhe todo o crédito para o sucesso da missão.


O autor do artigo comentou sobre como a economia mundial mergulhou em uma profunda recessão ao longo dos últimos doze meses devido a uma falta de liderança criativa em toda a sociedade e política. A falta de transparência – e muito menos nobreza – foi gritante entre as instituições financeiras, que acabou por conduzir à sua queda. Além disso, recentes escândalos políticos nos fizeram lembrar da absoluta falta de integridade em todo o espectro político.


O autor espera que, à medida que vamos saindo da recessão econômica, as empresas e os cidadãos irão eleger líderes empresariais e políticos que pratiquem uma liderança criativa com nobreza e integridade, que procurem agir menos como comandantes e mais como facilitadores, que sejam dotados de uma bússola moral que lhes permite trabalhar com integridade – e ter sucesso com integridade.


Concordo em gênero, número e grau com o professor Navi Radjou. O tema competências dos líderes do futuro é recorrente aqui nesse blog e deveria ganhar importância maior nas empresas, se elas quiserem realmente tornar-se sustentáveis, conciliando competitividade com a ética.


Esse é mais um post que vai para a série “Gestão 2.0”.


E você leitor, quem você considera como líderes criativos que apresentam os princípios acima relacionados? Quais os passos que sua organização está tomando para produzir tais lideranças?


Um abraço.


P.S : Força, Massinha!


“Keep the faith”


Bookmark and Share


Leia também os seguintes posts :


– A diferença entre líderes e gerentes – > Clique aqui para ler;


– Palestra realizada na Tecnologia do BB – Inovação, empreendedorismo e projetos – > Clique aqui para ler;


– Busque a Unidade, mas sem Uniformidade – > Clique aqui para ler;


– Receita do sucesso é a mesma do insucesso – > Clique aqui para ler;


– Empreendedor corporativo – Vida difícil nas empresas brasileiras – > Clique aqui para ler;


– Importância da franqueza nas organizações – > Clique aqui para ler;


– Identifique os agentes da inovação e da mudança – > Clique aqui para ler;


– A gestão de projetos na nova economia – > Clique aqui para ler;


– Você já fez o velho – > Clique aqui para ler;


– Gestão por decreto = números torturados = comportamento não ético – > Clique aqui para ler;


– Gestão 2.0 : Jogue uma pizza -> Clique aqui para ler;


– Perguntar é a resposta para a inovação – > Clique aqui para ler;


– 10 razões porquê o CEO sabota a inovação – > Clique aqui para ler;


– O exemplo na prática – > Clique aqui para ler;


– “Voldemort” nas empresas – > Clique aqui para ler;


– O que precisa mudar – > Clique aqui para ler;


– O dilema da inovação na gestão – > Clique aqui para ler;


– Gestão 2.0 : Fortaleça os incomodados – > Clique aqui para ler;


– Palestra : Planejamento estratégico pessoal – > Clique aqui para ler;


– Enxergue de forma mais abrangente – > Clique aqui para ler;


– Google – Modelo de inovação na Gestão – > Clique aqui para ler;


– Ostra feliz não faz pérola – > Clique aqui para ler;


– Por quê é tão dificil mudar? – > Clique aqui para ler;


– Não existe planejamento perfeito – > Clique aqui para ler;


– Autoconhecimento : O conhecimento mais importante – > Clique aqui para ler;


– Chegou a hora da administração? – > Clique aqui para ler;


– Questionar é preciso : liderando equipes talentosas – > Clique aqui para ler;


– Gestão e inovação é com o lado direito do cérebro – > Clique aqui para ler;


– Livro : O futuro da administração – > Clique aqui para ler;


– Dica de video – Conheça a cultura corporativa do Google – > Clique aqui para ler;


– Google – Modelo de inovação na Gestão – > Clique aqui para ler;


Anúncios

Posted in Ética, Gestão de pessoas, Inovação, liderança, Nova Economia | Etiquetado: , , , , , , | 19 Comments »

A diferença entre líderes e gerentes

Posted by marcelao em janeiro 2, 2009


Blog do Marcelão

↑ Grab this Headline

Pessoal,

                  tem uma frase do grande Peter Drucker que diz : “Como gerente, você é pago para estar desconfortável. Se você está confortável, é um sinal seguro de que você está fazendo as coisas erradas.” Peço licença ao grande mestre, mas gostaria de corrigi-lo(quanta audácia da minha parte), na verdade, lideres é que são pessoas desconfortáveis e não gerentes.

                  O objetivo desse post é apresentar o que considero as principais diferenças entre ser um lider e ser um gerente.

Continue lendo »

Posted in Empreendedorismo, Gestão 2.0, Gestão de mudanças, Gestão de pessoas, Gestão do Conhecimento, Inovação, liderança | Etiquetado: , , , , , , , , , , , , , , , , , | 52 Comments »

Livro : Know-How – As 8 competências que separam os que fazem dos que não fazem

Posted by marcelao em setembro 22, 2008


Blog do Marcelão

↑ Grab this Headline Animator

Pessoal,

              esse é um livro de autoria de Ram Charan que é um consultor de empresas altamente requisitado e conferencista famoso entre os executivos por sua impressionante capacidade de resolver os mais dificeis problemas de negócio.

               Como diz o título, esse é um livro que apresenta as características que diferenciam aqueles que fazem e realizam daqueles que não fazem. É um livro que apresenta uma nova abordagem sobre liderança, uma liderança mais abrangente. Traduz a necessidade de possuirmos lideres em nossas organizações que saibam o que estão fazendo e que saibam tomar boas decisões nos negócios, pois as mudanças são constantes em nossas vidas, mas a magnitude, a velocidade e a intensidade com que elas ocorrem atualmente são diferentes de tudo o que já foi vivenciado até esse momento pela humanidade.

               O autor apresenta 8 competênciais essenciais que as pessoas devem desenvolver se quiserem tornar-se lideres das organizações no que promete ser o ambiente de negócios mais dificil das últimas décadas. Sua capacidade de desenvolver essas competências dependerá do refinamento de suas características pessoais :

                – Ambição – > Líderes necessitam de uma dose saúdavel de ambição para impulsionar a si próprios e aos outros. Nesse caso, deve-se tomar cuidado com o excesso de ambição que pode ter como consequências uma conduta indesejável;

                – Determinação e tenacidade – > É a procura por respostas específicas e não desistir até consegui-las. A grande energia que possuem é contagiante. Impulsionam suas prioridades de modo persistente por toda a empresa;

                – Autoconfiança – > Você tem de ser capaz de ouvir sua voz interior e suportar os momentos de solidão quando uma decisão importante fica a seu cargo. Tem de falar o que pensa e agir com decisão, sabendo que poderá arcar com as consequências.

                – Abertura psicológica – > A disposição de se deixar influenciar por outras pessoas e de compartilhar idéias abertamente aprimora o Know-How, ao passo que ser psicologicamente fechado pode ocasionar problemas. Lideres abertos buscam opiniões variadas e, por essa razão, vêem e ouvem mais e contam com maior número de informações para tomar decisões. Esse tipo de abertura permeia o sistema social, intensificando a franqueza e a comunicação.

                 – Realismo – > É o ponto intermediário entre o otimismo e o pessimismo. O realista é aberto a qualquer ajuda que a realidade lhe oferece. Só o realista quer receber informações não-filtradas, que podem ser cuidadosamente examinadas, mensuradas, avaliadas e testadas, para determinar que medidas tomar em seguida. Ele passa muito tempo interagindo com clientes, funcionários e fornecedores,  a fim de obter informações e uma “percepção” desses grupos sobre suas opiniões.

                 – Vontade de aprender – > As competências se aprimoram quando expostas a situações com um crescente nível de complexidade, por esse motivo, certa avidez por novos desafios é essencial. Líderes que buscam novas experiências e aprendem com elas desenvolverão seu Know-How mais rapidamente do que aqueles que não o fazem.

                 O autor faz um alerta de que é importante compreender que esses traços de personalidade interagem entre si e com as 8 competências, para o bem e para o mal, e que, quando excessivos, apresentam um lado desagradável. Confiança excessiva combinada com determinação em excesso, por exemplo, pode levar a um comportamento narcisista, excesso de competitividade e desconfiança de outras pessoas.

                   Seguem abaixo as oito competências relacionadas pelo autor :

                  – Posicionar e reposicionar a empresa para ganhar dinheiro – > O posicionamento trata do que sua empresa oferece aos seus clientes, sobre qual benefício você oferece. Também é importante saber que posicionamento não é para sempre, reposicionar é preciso frequentemente diante da velocidade das mudanças. Nas minha palestras cito sempre o exemplo da Kopenhagen, que muitos acham que seu posicionamento é vender chocolate, quando na verdade é vender presentes tendo chocolate como conteúdo;

                  – Ligar os fatos, identificando e tomando providências sobre o surgimento de padrões de mudança externa – > Guarda muita relação com a teoria de Michael Porter sobre as cinco forças competitivas : Poder de negociação de consumidores, poder de negociação de fornecedores, obsolecência de produtos, entrada de novos concorrentes e acirramento da disputa no mercado. O autor ressalta que mudanças abruptas e expenenciais são a regra;

                   – Gestão do sistema social da empresa como meio para o trabalho integrado dos profissionais – > Trata-se da principal função de um lider que é transformar o conhecimento em ação e resultados. Envolve estabelecer um alinhamento entre os objetivos pessoais de cada profissional com os objetivos da empresa. No processo decisório, envolve juntar as pessoas certas, com a frequência certa e as informações certas para a tomada de decisões;

                    – Avaliando, selecionando e formando lideres – > Um sinal forte da liderança é a formação do seu substituto. Essa atitude mostra o compromisso do lider com o futuro da empresa. É ter a habilidade de identificar os próximos lideres da organização e saber onde cada um terá o melhor resultado, em que ela precisa se desenvolver mais e como revelar as melhores realizações de cada lider em potencial;

                    – Unidade sem uniformidade – moldando uma equipe de líderes – Essa é minha competência preferida. Liderar talentos não é fácil, pois tratam-se de profissionais de grande dinamismo, capacidade e com egos enormes em uma equipe de trabalho de líderes que sincronizem esforços e impulsionem a empresa. Nas empresas, existem muitos gestores que inibem o surgimento desses talentos por pura falta de competência em lidera-los. Um exemplo disso você pode identificar isso no filme “Dremgirls” onde o empresário do trio de cantoras escolhe para lider vocal a personagem interpretada pela cantora e atriz Beyonce porque ela era mais dócil do que a cantora que era o talento do trio e reconhecida por todos por esse talento;

                    – Determinando e estabelecendo os objetivos certos – > Trata-se do desafio de estabelecer objetivos não tão altos que correm o risco de gerar frustrações quando não atingidas e nem tão modestos que não gerem a energia e a motivação necessárias. Têm de ser satisfatórios para os investidores, cuja maioria se preocupa mais com o curto prazo, mas também assegure que a empresa ganhe dinheiro no longo prazo. Deve refletir as oportunidades no mundo externo, mas levando em consideração a capacidade potencial existente dentro da empresa para persegui-los

                    –  Estabelecendo prioridades precisas e importantes – > As prioridades são o caminho para a concretização dos objetivos. As prioridades determinam como os recursos são distribuidos e, dessa forma, têm potencial de desencadear conflitos quando recursos são redirecionados. Envolve escolher entre quatro critérios : o que é importante, o que é urgente, o que é de longo prazo em relação ao que é de curto prazo, e o que é realista em relação ao que é visionário;

                    – Enfrentando forças sociais que transcendem o mercado – > Toda empresa opera em um ambiente político e social complexo, elas precisam enfrentar questões que transcedem o mercado como o poder dos blogs na Web 2.0 e a sua responsabilidade social corporativa. Não se trata apenas de se comportar dentro da lei, mas sim também da ética. Lidar com grupos externos pode não gerar valor para os acionistas, mas não lidar com eles pode destruir esse valor;

                    Recomendo esse livro porque muitos dos posts desse blog abordam várias das competências relacionadas pelo autor. A diferença é que elas são apresentadas com muito mais profundidade devido a experiência do autor nas consultorias que realiza em grandes empresas como a GE.

Um abraço.

Bookmark and Share

Leia o resumo de outros livros que recomendo nesse LINK.

Leia também os seguintes posts :

Competências dos lideres do futuro – > Clique aqui para ler;

Competências dos lideres do futuro – II – > Clique aqui para ler;

Inovação – o poder da colaboração – > Clique aqui para ler

Importância da franqueza nas organizações – > Clique aqui para ler;

Questionar é preciso : liderando equipes talentosas – > Clique aqui para ler;

Google – Modelo de Inovação na Gestão – > Clique aqui para ler;

Motivação : O que é isso? – > Clique aqui para ler;

O que é liderar? – > Clique aqui para ler;

Livro : O futuro da administração – > Clique aqui para ler;

Gestão de longo prazo – > Clique aqui para ler;

Importância do aprendizado contínuo – > Clique aqui para ler;

Livro : O lider do futuro – > Clique aqui para ler;

Posted in Colaboração, Empreendedorismo, Gestão 2.0, Gestão de mudanças, Gestão de pessoas, Gestão do Conhecimento, Inovação, liderança, Livros recomendados | Etiquetado: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | 8 Comments »

Busque a Unidade, mas sem uniformidade

Posted by marcelao em setembro 2, 2008


Blog do Marcelão

↑ Grab this Headline Animator

Pessoal,

    

                hoje eu estava ouvindo a rádio CBN uma reportagem sobre a exploração do petróleo na camada pré-sal e os desafios que esse tipo de empreendimento está trazendo. Durante a discussão, os debatedores abordaram a questão das competências necessárias para esse projeto e o problema da falta de mão-de-obra qualificada no Brasil. A consequência disso é que algumas empresas estão trazendo talentos de fora e esse fluxo de importação de talentos está aumentando cada vez mais. Para se ter uma idéia, há cinco anos o governo brasileiro vem controlando a entrada de estrangeiros e no primeiro semestre de 2008 foi batido o recorde de entrada de estrangeiros no Brasil.

                Esse é um dos efeitos da globalização, cada vez mais existem trabalhadores importados de outros países o que traz uma transformação social muito grande podendo gerar conflitos, mas principalmente o contato com novos valores e comportamentos desses estrangeiros.

<Viva a diversidade

                Alguns podem achar esse fato um problema, mas se bem gerenciado pode ser um importante fator de vantagem competitiva, pois traz um elemento muito importante que é a diversidade.

                Já escrevi em outros posts que nesses tempos de muita competição e de grandes transformações na economia, o sucesso de qualquer empresa depende muito de quão flexível é essa empresa para conseguir sobreviver nesse ambiente de alta competitividade. Adaptabilidade é o novo jogo.   

               A diversidade é um dos aspectos a ser considerado na medição do nível de flexibilidade da empresa. Diretorias que possuem alto grau de homogeneidade de conhecimentos e formações tendem a possuir um maior grau de conformidade e uma maior tendência a focar na eficiência e a preservar o status quo. Já diretorias mais heterogêneas buscam aumentar o potencial de adaptabilidade e criatividade da empresa devido a variedade de perspectivas e fontes de informação favorecendo uma maior criatividade e inovação na tomada de decisões. Lembro-me de uma frase que ouvi na palestra do Ricardo Viana Vargas : “Onde 10 concordam, 9 são dispensáveis.”

               Diante da necessidade de uma maior diversidade de competências dentro da emprea, o papel da empresa passa a ser de cria a unidade de objetivos para direcionar essa diversidade de competências, pois, muitas vezes, tratam-se de profissionais de grande dinamismo, capacidade e com egos enormes. São profissionais que possuem suas próprias ambições pessoais, mas que essa diversidade pode fazer com que caminhem em direções diferentes. O papel da liderança passa a ser criar um objetivo único que faça com que esses profissionais renunciem ao ego e às suas prioridades pessoais. É fazer a equipe entender, priorizar e comprometer-se com a empresa como um todo.

               Um exemplo de empresa, que busca a unidade gerenciando a diversidade, é a Toyota. Esse exemplo foi apresentado na revista “Época Negócios” de ago/2008 na coluna do Sr. Francisco Gracioso sobre marketing com o título “Diferentes, mas unidos” (disponível em http://epocanegocios.globo.com/Revista/Epocanegocios/0,,EDG84156-8493-18,00-DIFERENTES+MAS+UNIDOS.html). Na coluna, o autor relata que o presidente da empresa reuniu todos os principais executivos e lhes disse “Agora, nosso objetivo é conseguir um carro fabricado com metade das peças dos carros atuais”.

               Com esse ato, ele criou uma unidade de objetivos para concentrar as competências diversas na empresa em uma única direção. Como escreveu o colunista “A Toyota lançou um desafio que nos próximos anos irá guiar, estimular e unir os esforços de dezenas de milhares de engenheiros, pesquisadores, financeiros e vendedores em todo o mundo. Obteve, assim, o que é essencial para qualquer empresa: unidade de pensamento e de ação. Mas esse é apenas o primeiro fator de uma equação que inclui também a diversidade. Poucos se apercebem disso, mas obter um compromisso entre a unidade e a diversidade é parte importante da tarefa do gestor. A Toyota só terá êxito neste novo desafio se conseguir criar, inovar e implementar soluções novas num grau nunca antes visto na indústria automobilística mundial.”

<

               Para que isso aconteça, cada membro da empresa deve dominar os conceitos básicos da empresa : mercados, segmentação de mercado, clientes e hábitos de compra, a natureza da concorrência e o que impulsiona ou inibe a capacidade de ganhar dinheiro. Essa ação contribui para desenvolver um diálogo interno de equipe, em que cada um contribui com a discussão que formará uma visão geral da equipe sobre a empresa, seus desafios, oportunidades e recursos disponíveis. Quanto mais os profissionais puderem ter uma visão sistêmica da empresa, a intersecção de suas peças em movimento e contexto mais amplo em que ela funciona, melhor será o trabalho que realizarão. Com isso, o cenário para a colaboração está preparado.

            Nesse século de grandes transformações sociais e mudança de valores e comportamentos, gerenciar a diversidade em torno de uma unidade é um dos grandes desafios dos gestores da empresa. Afinal de contas, já dizia Nelson Rodrigues : “A união é uma virtude, mas a unanimidade é burra.”

Um abraço.

Bookmark and Share

Leia também os seguintes posts :

Google – Modelo de Inovação na Gestão – > Clique aqui para ler;

Questionar é preciso : liderando equipes talentosas – > Clique aqui para ler;

Modelos de gestão – necessidade de evolução – > Clique aqui para ler;

Sua empresa é Flexível? – > Clique aqui para ler;

Livro : O futuro da administração – > Clique aqui para ler;

Livro : Desafios gerenciais do século XXI – > Clique aqui para ler;

Gestão de longo prazo – > Clique aqui para ler;

Importância do planejamento estratégico para o processo decisório – >  Clique aqui para ler;

Importância do planejamento estratégico em ambientes de grandes mudanças – > Clique aqui para ler;

Empreendedor corporativo – > Clique aqui para ler;

O que é liderar? – > Clique aqui para ler;

Competências dos lideres do futuro – > Clique aqui para ler;

A importância das pessoas para a inovação nas empresas – > Clique aqui para ler;

As sete leis da criatividade – > Clique aqui para ler;

Posted in Colaboração, competição, Gestão 2.0, Gestão de pessoas, Inovação, liderança, Nova Economia, Planejamento Estratégico, Uncategorized | Etiquetado: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | 20 Comments »

Importância da franqueza nas organizações

Posted by marcelao em agosto 1, 2008


Pessoal,

             o que me inspirou a escrever esse post foi a entrevista do professor Falconi concedeu a revista HSM Management (clique aqui para ler uma resenha da entrevista). Na entrevista, o professor Falconi apresenta o real significado da palavra método. Método em grego é a soma das palavras meta e hodós. Meta é o resultado a ser atingido e hodós o caminho para atingi-lo. Segundo Falconi, você gerencia para conseguir resultados e, sabendo o caminho, será uma gestão muito melhor. Independente do nome das ferramentas de gestão que você usa, no final tudo se resume ao método, o que constitui a busca e o conhecimento da verdade. É tomar decisões com base na verdade e não em opiniões, entender e continuar.

             O problema que ocorre hoje é que muitos gestores não estão preparados ou não querem ouvir a verdade. Estão muito preocupados com seu próprio umbigo e não possuem humildade suficiente para reconhecer suas fraquezas e que precisam do trabalho em equipe para buscar a melhoria contínua. Leia-se trabalho em equipe como a união das DIVERSAS competências existentes na empresa para solução dos problemas, ou seja, “O todo é maior que a simples soma das partes”.

             Há pouco tempo atrás, escrevi um post com o título “Sua empresa é flexível?” (clique aqui para ler) onde escrevi que um dos aspectos, a serem considerados na medição do nível de flexibilidade de uma empresa, é quão heterogenêa é a alta administração da empresa. Diretorias que possuem alto grau de homogeneidade de conhecimentos e formações tendem a possuir um maior grau de conformidade e uma maior tendência a focar na eficiência e a preservar o status quo. Já diretorias mais heterogêneas buscam aumentar o potencial de adaptabilidade e criatividade da empresa devido a variedade de perspectivas e fontes de informação favorecendo uma maior criatividade e inovação na tomada de decisões.

             As organizações do futuro serão aquelas que incentivam e sabem gerenciar a divergência de opiniões. Ser um lider significa também estar disposto a dizer o que pensa, mesmo que para manifestar uma opinião não muito popular. Alguns presidentes de empresas anseiam por pessoas que apresentem opiniões contrárias as suas oferecendo aspectos que ele desconhecia ou não considerou. Esse tipo de comportamento ajuda a aumentar as suas perspectivas na hora de tomar decisão, melhorando o processo decisório da empresa. O cuidado que esse presidente deve ter é exercer discernimento para poder calcular o tom e o momento da dissidência, deve saber qual o seu limite para correr riscos e quando afirmar o que realmente pensa.

             O grande lider é aquele que sabe que não tem todas as respostas, mas que ele e sua equipe, COLETIVAMENTE, são capazes de encontra-las. Para isso, é necessário que seja criado um clima que estimule as pessoas a falar francamente. É uma questão de maturidade e liderança colocar os assuntos em discussão na frente do restante da equipe, e depois deixar que o assunto seja debatido, permitindo encontrar a melhor solução para a empresa.

             Trata-se de uma questão de buscar a unidade, mas sem uniformidade, pois onde “10 concordam, 9 são dispensáveis”. Os conflitos devem ir a tona e serem debatidos com respeito, pois o conflito gera a faísca da inovação. 

Um abraço.

Leia também os seguintes posts :

Sua empresa é Flexível? – > Clique aqui para ler;

Questionar é preciso – Liderando equipes talentosas – > Clique aqui para ler;

Google – Modelo de Inovação na Gestão – > Clique aqui para ler;

Inovação – o poder da colaboraçãoo – > Clique aqui para ler;

Modelos de gestão – necessidade de evolução – > Clique aqui para ler;

Quanto vale uma empresa da nova economia? – > Clique aqui para ler;

A sua empresa é do século XXI? – > Clique aqui para ler;

Livro : Desafios gerenciais do século XXI – > Clique aqui para ler;

Como transformar sua empresa em uma empresa adaptável aos novos tempos? – > Clique aqui para ler;

Época de mudança ou mudança de época? – > Clique aqui para ler;

Livro : O futuro da administração – > Clique aqui para ler;

Importância do aprendizado contínuo – > Clique aqui para ler;

Posted in Uncategorized | Etiquetado: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | 25 Comments »

Por quê precisamos de lideres?

Posted by marcelao em julho 26, 2008


Pessoal,

             imaginem que vocês assumam um projeto como lideres e o cenário seja o seguinte :

             – Todos os recursos necessários;

             – As pessoas certas com as habilidades certas;

             – Toda a informação necessária para tomar decisão;

             – Recebe tudo de que você precisa dos intervenientes do projeto;

             – Não acontece nenhum imprevisto durante o projeto;

             – Não existem conflitos dentro da equipe.

             Diante de todas essas características, a pergunta que faço é : Por quê precisamos de lideres? Ora se tudo o que você precisa está disponível para o projeto, você não precisa de lideres. Mas, como sabemos, dificilmente, para não dizer impossível, você terá todas essas condições favoráveis. É por essa razão que precisamos de lideres.

             Lideres são necessários em situações adversas, onde os recursos são escassos, a negociação é dificil e os objetivos não estão claros. Lideres fazem a coisa acontecer mesmo em condições dificeis. São pro-ativos e criam as condições necessárias para o projeto, não ficam esperando que as circustâncias os ajudem.

             Afinal de contas, como disse James Russel Lowell, poeta americano do século XIX :

“Contratempos são como facas, que nos servem ou nos cortam, conforme as pegamos pelo cabo ou pela lâmina.”

 

Um abraço.

Leia também os seguintes posts :

Inovação – O poder da colaboração – > Clique aqui para ler

Empreendedor Corporativo – > Clique aqui para ler

Liderança do futuro – lider 2.0 – > Clique aqui para ler

O que é liderar? – > Clique aqui para ler

Nova economia exige um novo perfil de profissional – > Clique aqui para ler

Mudança de época requer mudança de pensamento – > Clique aqui para ler

Questionar é preciso : liderando equipes talentosas – > Clique aqui para ler;

Liderança do Futuro – Lider 2.0 – > Clique aqui para ler;

Motivação – O que é isso? – > Clique aqui para ler;

Livro : O lider do futuro – > Clique aqui para ler;

Competências dos lideres do futuro – > Clique aqui para ler;

Competências dos lideres do futuro II – > Clique aqui para ler;

Posted in Empreendedorismo, Gestão de pessoas, Gestão de Projetos, liderança, Uncategorized | Etiquetado: , , , , , , , , , , , , , , , , , , | 13 Comments »

O que é liderar?

Posted by marcelao em maio 11, 2008


Pessoal,

              o assunto liderança é um dos assuntos mais discutidos no meio empresarial em virtude dos tempos atuais de mudança frequente (leia mais aqui). Nesse post, vou colocar a minha opinião quanto ao que é liderar e no final vou colocar um questionamento para ser debatido nos comentários.

              Liderar para mim é fazer o que é certo e não o que é conveniente. Liderar é agir com ética (leia mais aqui), ou seja, pensar no coletivo, dando exemplo de conduta e atitude.
 

             Liderar é trabalhar pelo desenvolvimento das pessoas como funcionários da empresa e como cidadãos. É construir uma comunidade de pessoas através de valores compartilhados (leia mais aqui). É criar um espirito de equipe onde cada um cobre as fraquezas do outro.

             Liderar é alinhar objetivos pessoais com os objetivos empresariais. É criar uma visão, um sonho, e fazer com que as pessoas sigam esse sonho.

            Liderar é comunicar com palavras e, principalmente, COM AÇÕES.

            Liderar é ser agente de transformação. É estar sempre pronto para as mudanças através da avaliação do ambiente e isso requer PLANEJAMENTO (Leia mais aqui).

            Liderar é não esperar pelas mudanças, mas sim criá-las. É Apresentar as mudanças através dos benefícios e das oportunidades.

            Liderar é agir com transparência mesmo que a verdade a ser dita seja dolorosa.

            Liderar é ouvir sem PRÉconceitos o que as pessoas tem a dizer. É ter auto-confiança e não ser e nem parecer arrogante ( Leia mais aqui).

           Liderar é aprender, reaprender e voltar a aprender(Leia mais aqui).

           Liderar é não se acomodar. É buscar sempre o novo. É encarar os desafios não como obstáculos, mas sim como oportunidades de aprendizado.


          Liderar é ter humildade para reconhecer que você não tem todas as respostas, mas sabe encontrar as perguntas certas e se apoiar nas pessoas que tem as respostas, independente do cargo que elas ocupam.

          Liderar é encarar o fracasso não como uma derrota, mas sim como um adiamento da vitória.

          Liderar é saber que a direção é mais importante que a velocidade.

          Liderar é ensinar o que sabe, praticar o que ensina e perguntar o que se ignora.

————————————————————————————-

 
          Diante disso, como a sua empresa trata a liderança? Existe espaço para as pessoas exporem suas idéias? Existe muita diferença entre o discurso e a prática?

Um abraço.

 

Leia também :

Estilos de liderança – Existe o ideal? – > Clique aqui para ler;

Liderança do futuro – Lider 2.0 – > Clique aqui para ler;

A importância das pessoas para a inovação – > Clique aqui para ler;

Competências dos lideres do futuro – > Clique aqui para ler;

Competências dos lideres do futuro II – > Clique aqui para ler;

A sua empresa é do século XXI? – > Clique aqui para ler;

Medo – barreira para inovação – > Clique aqui para ler;

Posted in Ética, Colaboração, Empreendedorismo, Gestão 2.0, Gestão de mudanças, Gestão de pessoas, Gestão do Conhecimento, Inovação, liderança, Uncategorized | Etiquetado: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | 14 Comments »

O que é Inovação?

Posted by marcelao em fevereiro 22, 2008


Pessoal,

                  ultimamente venho notando uma certa banalização do termo Inovação na mídia e nos ambientes corporativos. Fico muito preocupado com esse fato, pois receio que o termo Inovação fique “queimado” tanto quanto outros termos e ferramentas de gestão que tinham grandes qualidades, mas, devido a má interpretação e a péssima implementação, acabaram queimados no meio empresarial

                   Esse foi um dos motivos que me levou a escrever os posts sobre inovação que estou iniciando hoje.
                   É bom deixar claro que criatividade e inovação são termos diferentes, mas que se completam. Inovação não existe sem criatividade. A criatividade está mais ligada ao saber e a inovação está ligada ao fazer. Eu posso ter uma idéia extremamente criativa como inventar um carro que funciona como um escritório (Estamos quase lá), mas se eu não tenho a competência para transformar essa idéia em algo tangível, eu não estou inovando, estou sendo apenas criativo.
                   Portanto, inovação é a implementação de novas idéias geradoras de um diferencial competitivo, que abre novos mercados e que traz dinheiro novo para a organização.
                   Para estar sempre na vanguarda de sua área de atuação, a organização precisa gerar continuamente idéias originais e incorpora-las a seus processos e produtos, visando conquistar novos clientes e criar mercados.
                   A inovação não está associada somente à velocidade requerida em ambientes altamente competitivos, mas também as soluções simples ou complexas, sistêmicas ou não, advindas de simples observações ou de complexas análises. Igualmente, não deve estar restrita à área de pesquisa e desenvolvimento, mas deve abranger todos os aspectos dos processos e do negócio.
                   Cultivar essa maneira de pensar deve ser uma filosofia da organização. Nesse aspecto, o papel da direção é fundamental para manter um ambiente propício à criatividade, gerar idéias e implantar as novas soluções encontradas.Em resumo, a inovação na prática é :

                   – Processos e produtos são constantemente atualizados, incorporando idéias originais para conquista de novos clientes e mercados;
                   – As inovações estão presentes em todo o ambiente e não somente na área de Pesquisa & Desenvolvimento. Além disso, as soluções contemplam diferentes abordagens e podem ser simples ou complexas, sistêmicas ou pontuais, desenvolvidas com diferentes metodologias (observação direta, análises complexas, etc.);
                   – A direção mantém um ambiente propício à criatividade e implanta as novas soluções encontradas.

Um abraço.

Posted in competição, Gestão 2.0, Inovação, Nova Economia | Etiquetado: , , , , , , , | 1 Comment »

Livro : Transformando Suor em Ouro

Posted by marcelao em fevereiro 21, 2008


            O livro é um resumo da trajetória profissional como técnico de Bernardo Rezende, o Bernardinho, considerado por muitos como o melhor técnico de esportes coletivos do mundo.

            O livro reúne os fundamentos utilizados na busca pela excelência no voleibol desde os tempos como técnico de um modesto clube italiano na cidade de Perugia até os tempos atuais com o grande sucesso da seleção brasileira de voleibol masculina. O livro tem como enfoque principal a carreira como técnico, mas possui também algumas passagens dos tempos de jogador onde Bernardinho já apresentava as atitudes que hoje tem como técnico.

              Percebe-se ao ler o livro quais os valores que Bernardinho prega e faz valer em tudo que faz. Valores como espirito de equipe, paixão pelo que faz, disciplina, trabalho e outros mais. Cada um deles possui uma passagem no livro onde percebe-se facilmente a importância desses valores para os principios de vida do treinador.

                Para Bernardinho, o espirito de equipe deve ser mantido a todo custo, pois no final das contas, são as pessoas que fazem a diferença. Um exemplo de como esse valor está acima de qualquer individualidade foi o que ocorreu recentemente quando do corte do levantador Ricardinho do pan-americano Rio 2007. Antes do Pan, Ricardinho havia sido eleito o melhor levantador da última liga mundial, no entanto, foi cortado do Pan porque colocou em risco o valor de espirito de equipe da seleção. Mesmo o Pan sendo um título que essa seleção ainda não havia conquistado e se tratando do melhor levantador do mundo, ele colocou em risco essa conquista em prol do espirito de equipe. Isso é que é ter um sistema de valores e prática-los.

                 O espirito de equipe não se trata apenas de juntar os melhores e coloca-los para jogar.  Espirito de equipe é tornar o desempenho do time muito superior à mera soma dos talentos individuais. O papel do lider é entender seus atletas, desvendando seus talentos e suas limitações, identificando os botões corretos a serem apertados.  O que nos leva a refletir que muitos gestores não enxergam os verdadeiros talentos devido a suas próprias limitações como gestores.

                 O “Nós” é sempre mais importante do que o “EU”. Bernardinho cita uma passagem do livro de Earwin “Magic” johnson, um dos gigantes do basquete americano, em que ele dedica um capitulo inteiro aos reservas do seu time, o Los Angeles Lakers, vendo neles a essência do trabalho em equipe que o levou a ganhar tantos campeonatos na NBA. “Eles nos desafiam diariamente a sermos melhores.”

                  O livro apresenta algumas técnicas utilizadas por Bernardinho na condução das suas equipes. Vou citar duas delas :

                   A pirâmide do Sucesso – Uma ferramenta criada por John  R. Wooden, técnico mitico do basquete americano, um grande colecionador de títulos, construtor de times e formador de grandes craques como Kareen Abdul-Jabbar. Wooden percebeu que o sucesso podia ser visto como um edificio construido a partir da superposição de blocos de pedra. Inicialmente, ele selecionou dois blocos como sendo a base do edificio – Empreendedorismo e Entusiasmo, pois sem essas duas virtudes nenhum sucesso era possível. Aos poucos, ele foi acrescentando novos blocos até chegar a 15 que deram forma ao edificio. 5 na base (empreendedorismo, amizade, lealdade, cumplicidade e entusiasmo), 4 sobre eles (autocontrole, concentração, iniciativa e atenção), três acima (condicionamento, talento e espírito de equipe), os dois penúltimos (postura e confiança) e, por fim, o bloco que completa o edificio (espírito de competição). Depois foi acrescentando outras qualidades às faces inclinadas. Uma vez pronta, seu criador percebeu que era possível desvincular o sucesso daquilo que entendemos como vitória;

                    A roda do sucesso – Essa ferramenta foi criada por Bernardinho baseada nas observações colhidas em um ambiente em constante transformação traduzida em um corpo em movimento que gira, descreve circulos, evolui e dirige-se a uma meta estabelecida. Distribuidos ao longo de sua circunferência encontram-se fundamentos como trabalho em equipe, liderança, motivação, perseverança, comprometimento e outros, que, a medida que a roda se movimenta sobre a estrada do planejamento, cada um deles entra em contato com o planejamento para que a meta seja atingida.

                    Em suma, o livro é recheado de ensinamentos de liderança, gestão de projetos, gestão da estratégia e de pessoas. É um verdadeiro prato cheio como exemplo de sucesso e de busca pela excelência.

Um abraço.
P.S : Leia o resumo de outros livros que recomendo nesse link.

Se você quiser ler mais sobre as competências dos lideres do futuro, clique nos links abaixo para ler outros posts relacionados ao assunto :

– Liderança – Existe espaço para arrogância no mundo de hoje? – > Clique aqui;

– Transferência de poder e nova postura do profissional – > Clique aqui;

– Empreendedor Corporativo – > Clique aqui;

– Empreendedorismo, inovação e projetos – > Clique aqui ;

– Liderança do futuro – Lider 2.0 – > Clique aqui;

– Competências dos lideres do futuro – Parte I – > Clique aqui;

– Competências dos lideres do futuro – Parte II – > Clique aqui;

– Leia o resumo do livro “O livro do futuro” de John Naisbitt – > clique aqui;

Posted in competição, Gestão 2.0, liderança, Livros recomendados | Etiquetado: , , , , , , | 15 Comments »

 
%d blogueiros gostam disto: