Blog do Marcelão

Blog para debate sobre excelência na gestão.

Posts Tagged ‘Tomada de decisão’

Liderança: 4 Dicas de Saúde

Posted by Marcelão em novembro 23, 2018


PessoALL,

tem quem diga que é impossível conciliar sucesso profissional com qualidade de vida. Não faço parte dessa corrente. Aliás, eu entendo que saúde/qualidade de vida deveria ser entendido como requisito essencial para o sucesso profissional. Portanto, essa discussão está acima de ser possível conciliar as duas coisas.

Nesse sentido, a Dra. Tara Swart é uma neurocientista e coach de liderança que apresenta um angulo único de saúde cerebral do que é preciso para ser um líder melhor e alcançar sucesso.

Seus estudos têm como objetivo ensinar as pessoas porque o funcionamento ideal do cérebro é importante em um líder, explicando que isso fortalece sua tomada de decisão e melhora seu desempenho no trabalho. Ela acrescenta que melhorar a qualidade do seu estilo de vida pode ajudar lideres a melhorar suas habilidades de liderança e se destacar em seu campo.

“Sono pobre, falta de exercício, stress e má nutrição podem contribuir para a má função mental. Isso reduz a capacidade de desempenho no trabalho e a capacidade de apresentar boas qualidades de liderança”

Ela recomenda 5 dicas de hábitos saudáveis para melhorar nossas capacidades de liderança: Continue lendo »

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Negociar e Decidir – Competências Importantes para a Vida

Posted by Marcelão em setembro 30, 2009


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Pessoal,

estou participando do Fórum Mundial de Negociação organizado pela HSM e que vai até amanhã (30/09) e que procurarei apresentar minha visão sobre os assuntos tratados no fórum. Esse é o objetivo dos posts sobre o evento. Portanto, se você quiser acessar um resumo do evento, acesse a cobertura do evento no portal da HSM em www.hsm.com.br

Um dos aspectos mais abordados no fórum é que uma das competências mais importantes para um gestor é a habilidade de tomar decisões. Tomar decisões é um processo inevitável para o gestor, mesmo porque não tomar uma decisão já é uma decisão, além do que, se você não toma decisões, alguém está tomando decisão por você. 

Mas tomar decisão não é simplesmente dizer sim ou não, mas envolve uma série de atividades e precisa ser encarado como um processo que se inicia com a identificação da verdadeira causa do problema e não apenas as consequências, passando por verificar os resultados das decisões e finalizando com a avaliação dos erros cometidos, gerando aprendizado para decisões futuras.

Um dos grandes segredos de qualquer processo de negociação e de tomada de decisão é identificar o problema real a ser solucionado. Identificar a real causa do problema significa mais de 50% do caminho andado na direção de resolver o problema.

Podemos usar como exemplo a gestão de projetos. Uma dos maiores reclamações das empresas é quanto ao cumprimento dos prazos acordados. Ocorre que o não cumprimento dos prazos é apenas a consequência e a parte mais visível do problema. Segundo o Standish groups(se quiser saber mais, clique aqui para acessar), em projetos de TI, as causas mais frequentes de atraso na condução do projeto referem-se requisitos incompletos (13,1%) e falta de envolvimento dos usuários (12,4%). Essas causas estão ligadas a área de conhecimento de Definição do escopo do projeto, mas se analisarmos mais a fundo, a principal causa desses problemas é um problema de comunicação entre quem solicita e quem vai construir solução. Continue lendo »

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Processo Decisório : 3 modelos de Mintzberg

Posted by Marcelão em outubro 12, 2008


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Pessoal,

             esse post é uma resenha de um artigo de autoria do professor Henry Mintzberg, disponível no site da HSM em http://www.hsm.com.br/editorias/altagerencia/primeiro_pense_veja_faca.php?

             O artigo identifica três modelos de tomada de decisão e em que situações usar cada um deles, o modelo primeiro pense, primeiro faça e primeira veja, que são baseados, respectivamente, na lógica racional, na intuição e na ação. O modelo proposto pelo autor vai além do modelo de tomada de decisão mundialmente conhecido (“Primeiro Pense”) que envolve primeiramente definir o problema; depois diagnosticar a causa; em seguida, formule as soluções possíveis; e, finalmente, decida-se pela melhor delas – e, obviamente, coloque-as em prática.

             Ocorre que nem sempre as decisões são tomadas dessa forma, muitas vezes elas simplesmente surgem, como no caso do grande mestre de xadrez Alexander Kotov descrito no artigo. O caso exemplifica que as vezes é necessário pensar de forma desorganizada por algum tempo e depois ter um lampejo que ligue as peças desse pensamento anarquico.

              Nesse aspecto, destaco a tese do professor  James Marche que caracteriza o processo de tomada de decisão como uma “séries de soluções à procura de problemas, questões e impressões à procura de situações decisivas nas quais possam se manifestar, soluções à procura de questões às quais possam ser uma resposta e tomadores de decisão à procura de trabalho”. É como se as soluções estivesse armazenadas no nosso inconsciente a espera apenas de uma situação que dispare o gatilho e as desperte o que pode justificar o porque de algumas decisões, que tomamos de forma repentina, darem mais certo do que algumas que tomamos com calma e sem pressa.

           Essa tese reforça ainda mais a idéia que devemos estar sempre nos preparando e com a mente aberta para novos aprendizados, pois essa é uma ação que faz com que nós aumentemos o número de soluções a espera de uma situação que as dispare, além de desenvolver as competências ligadas a visão estratégica, o que aumenta a confiança para enxergar o que os outros não vêem devido ao acumulo de conhecimentos e experiências.

           Outra tese que reforça esse conceito é uma teoria da psicologia de Gestalt que identifica quatro passos na descoberta criativa : preparação, incubação, iluminação e verificação. A preparação vem em primeiro lugar, pois “a sorte favorece apenas a mente preparada” como afirmou Louis Pasteur. O conhecimento adquirido ao longo dos anos é seguido pela incubação sendo tratado pelo nosso inconsciente. Em seguida, se tiver sorte, ocorre aquele lampejo “Eureca”, em geral após uma noite de sono, porque quando dormimos o pensamento racional é desligado e o inconsciente ganha maior liberdade.Depois disso, a mente consciente volta a usar a argumentação lógica, mas a verificação (pensar em tudo de forma linear para demonstrar em detalhe e com provas) leva tempo.

           Esse é um modelo que funciona quando consegue ver ou imaginar a solução para o problema baseado nos conhecimentos acumulados por você ao longo da sua vida, mas o que fazer quando o seu esse conhecimento acumulado não é suficiente ou apropriado em algumas situações? Para esse tipo de situação a solução é o terceiro modelo, ou seja, simplesmente faça que é o que as pessoas pragmáticas costumam fazer porque acreditam que, se fizerem alguma coisa, o pensamento necessário virá em seguida. Isso é experimentação -tentar algo para poder aprender. 
           Uma teoria sobre o “Primeiro faça”, popularizada por Karl Weick, professor de comportamento organizacional, resume-se a “realização, seleção e retenção”. Significa fazer várias coisas, descobrir quais funcionam, entender a razão, repetir os comportamentos mais eficientes e descartar o restante. As pessoas bem-sucedidas sabem que, quando estão entaladas, devem experimentar. O pensamento pode levar à ação, mas esta, certamente, também pode direcioná-lo. Simplesmente, não pensamos para agir; agimos para pensar.

           Em resumo, cada um dos modelos apresentados deve ser usado em situações especificas de acordo com os seus pontos forte e fracos. O modelo “Primeiro pense” é mais voltado para situações mais ligadas ao presente e é mais calcado em fatos do que em hipóteses a serem validadas. É um modelo linear para ser usado em situações estruturadas, com dados confiáveis e requer um pensamento mais analitico e lógico.     

            O modelo “Primeiro veja” é mais apropriado para definições estratégicas, mais calcado em hipóteses e possibilidades. Requer um pensamento mais não-linear quando muitos elementos têm de ser combinados para chegar a soluções criativas e o comprometimento com elas é fundamental, como no lançamento de um novo produto. A organização deve fugir do convencional, estimular a comunicação através das fronteiras, furar bloqueios cerebrais e empenhar tanto o coração como a mente. 
            “Primeiro faça” é preferível em situações inusitadas e confusas, em que as coisas precisam ser resolvidas. Normalmente, é o caso de um novo setor -ou de um antigo que tenha sido lançado no caos por uma nova tecnologia.

             Eu, particularmente, gosto muito dos artigos do professor Mintzberg, pois sempre abordam a questão da flexibilidade e adaptabilidade que os atuais tempos de instabilidade exigem. Se você quiser ler mais sobre as idéias do professor Mintzberg, compre e leia o livro “Safari de Estratégia” (um dos livros da minha lista de recomendações – > Clique aqui para acessa-la) que identifica 10 escolas de planejamento e a aplicabilidade de cada uma delas em situações especificas.

Um abraço.

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Entrevista com Vicente Falconi : É tudo uma questão de método

Posted by Marcelão em julho 25, 2008


Pessoal,

              a última edição da revista HSM Management ( Julho/Agosto 2008 ) traz uma entrevista muito especial com o professor Vicente Falconi, fundador do Instituto Nacional de Desenvolvimento da Gestão (INDG) e, segundo o instituto American Society for Quality (ASQ), “uma das 21 vozes do século XXI”.

              A entrevista aborda, principalmente, a revolução silenciosa que vem sendo conduzida pelo professor Falconi, com o patrocínio de grandes empresários brasileiros como o Sr. Jorge Gerdau, que consiste em introduzir no setor público brasileiro a mesma capacidade gerencial atualmente implantada em muitas empresas de sucesso. Seu maior case de sucesso é o choque de gestão implantado no governo do estado de Minas Gerais que saiu de um déficit de 12% no orçamento – e da moratória – em 2003 para, em 2006, ter superávit e R$ 3 bilhões para investir.

               Tudo isso baseado na utilização de método, mas ressaltando que nem mesmo o melhor método consegue sucesso se a liderança da organização não faz acontecer. É preciso compromisso, porque os lideres tem que motivar as equipes e enfrentar as resistências. Para isso é preciso levar em consideração o impacto da cultura organizacional, trabalhando com muita franqueza para identificar os problemas e auxiliando a organização na elaboração dos planos de ação.

               Na entrevista, o professor Falconi esclarece como muita simplicidade o conceito de método como sendo a busca e o conhecimento da verdade. É você tomar decisões baseadas em fatos, entender e continuar. Na opinião do professor, as empresas cometem erros – que custam milhões – porque baseiam seus processos decisórios em opiniões, quando deveriam basea-los em dados e na análise dos dados para tranformá-los em informações que ofereçam suporte ao processo decisório.

               No final da entrevista, o professor apresenta uma visão otimista quanto ao futuro do Brasil devido a mudança na cultura politica do Brasil, ainda que lentamente. Ele acredita que uma cultura de gerenciamento voltado para o resultado pode verdadeiramente mudar o Brasil. Esse futuro está sendo possível devido a atuação do grande herói dessa revolução silenciosa abordada na entrevista que é o Sr. Jorge Gerdau que vem esse trabalho homem a homem, com sua influência e seu poder de empresário e de politico.

               Eu, particularmente, gosto muito dos ensinamentos do professor Falconi. Regularmente, visito o site da INDG e leio os artigos publicados no site do instituto (www.indg.com.br) que são leituras simples e muito prazeirosas para quem tem paixão pelo assunto excelência da gestão.

               Portanto, vá a banca mais próxima e adquira a edição da HSM management com a entrevista do professor. EU RECOMENDO.

 

Um abraço.

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Processo Decisório – > Clique aqui para ler;

Importância do planejamento estratégico para o processo decisório – >  Clique aqui para ler;

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Frases Inspiradoras sobre Coragem

Posted by Marcelão em maio 1, 2008


”É muitas vezes nas pequenas coisas e não nas grandes que se conhecem as pessoas corajosas.” Baldassare Castiglione

“Devemos construir diques de coragem para conter a correnteza do medo.” Martin Luther King

“Coragem é resistência ao medo, domínio do medo, e não ausência do medo.” Mark Twain

“A diferença fundamental entre o homem comum e o guerreiro, é que o guerreiro encara tudo como desafio, enquanto o homem comum encara tudo como benção ou maldição.” Carlos Castañeda

Todas as frases postadas estão reunidas na página “Frases e pensamentos marcantes”

Leia também :

Medo – Barreira para inovação : Clique aqui

Empreendedor Corporativo e o Gerente de projetos : Clique aqui

Competências dos lideres do futuro : Clique aqui

Competências dos lideres do futuro – II : Clique aqui

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Processo Decisório

Posted by Marcelão em abril 22, 2008


Pessoal,

 

               uma das competências mais importantes para um gestor é a habilidade de tomar decisões, mas o que envolve um processo de tomada de decisão?

               Tomar decisão não é simplesmente dizer sim ou não, mas envolve uma série de atividades e precisa ser encarado como um processo que se inicia com a identificação da verdadeira causa do problema e não apenas as consequências, e finaliza com a verificação dos resultados das decisões.

               Podemos usar como exemplo a gestão de projetos. Uma dos maiores reclamações das empresas é quanto ao cumprimento dos prazos acordados. Ocorre que o não cumprimento dos prazos é apenas a consequência e a parte mais visível do problema. Segundo o Standish groups, em projetos de TI, as causas mais frequentes de atraso na condução do projeto referem-se requisitos incompletos (13,1%) e falta de envolvimento dos usuários (12,4%). Essas causas estão ligadas a área de conhecimento de Definição do escopo do projeto, mas se analisarmos mais a fundo, a principal causa desses problemas é um problema de comunicação entre quem solicita e quem vai construir solução.

                 Após a identificação do problema, passamos a fase de selecionar alternativas para solução do problema atacando as causas. Para o caso citado acima, podemos investir em treinamento que envolva as duas áreas, solicitante e executante. Outra alternativa a ser adotado é uma maior interação entre as duas áreas que pode se realizar com o representante da área executante do projeto vivenciando o problema da área solicitante realizando as tarefas que serão alvo de melhoria do projeto.

                  Apresentadas as alternativas, chegamos a fase de escolha da alternativa a ser seguida. Escolher não envolve apenas optar por alternativa A ou B, mas analisar quais são os prós e contras de cada alternativa. Escolher pode envolver mesclar as alternativas apresentadas e apresentar uma nova alternativa.

                  Muitos consideram que o processo decisório encerra-se aqui. Ledo engano. Agora vem a parte mais importante e mais trabalhosa que é PARTIR PARA AÇÃO. Uma decisão sem ação não passa de INTENÇÃO, ou seja, se uma decisão não se converte em trabalho, ela não será uma decisão. É hora de verificar se as ações propostas estão sendo implementadas e se estão apresentando resultados, pois mesmo a melhor das decisões possuem alto de risco de estarem erradas. O papel do gerente aqui é monitorar e servir de coaching para sua equipe na implementação das mudanças. Ele não pode se limitar a simples análise de relatórios, eles vão e observam. Ir e observar é a melhor, senão a única maneira de um executivo verificar se as premissas sobre as quais a decisão se baseou ainda são válidas ou se estão ficando obseletas, pois as causas do problema podem não ser as que foram identificadas inicialmente ou passou a ser outras as causas do problema.

                  O acompanhamento das decisões deve utilizar da boa prática de indicadores. Indicadores que acompanhem as ações implementadas e os resultados esperados para essas ações. Podemos citar, como exemplo, declaração do governador de Minas Gerais Aécio Neves publicada na revista Veja da semana de 20.04 onde ele cita a importância de se acompanhar o aumento dos exames pré-natais, mas mais importante é verificar se a taxa de mortalidade infantil caiu. Afinal de contas, o número de exames pode aumentar, mas podem estar sendo feitos com baixa qualidade o que não refletirá na queda da taxa de mortalidade infantil do estado.

                   Para concluir, Gestores eficazes não tomam muitas decisões, eles concentram-se naquilo que é importante, pois procuram tomar essas decisões no nível mais alto do entendimento conceitual, querem saber do que trata a decisão e procuram ser justos, em vez de brilhantes. Eles decidem o que é certo e não o que é aceitável ou conveniente. Um gestor verdadeiramente eficaz toma essas decisões como um processo sistemático com elementos claramente definidos e em uma sequência de etapas.

Um abraço.

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Frases inspiradoras sobre processo decisório : Clique aqui;

A importância do planejamento estratégico em ambientes de grandes mudanças : clique aqui ;

Importância do planejamento estratégico para o processo decisório : clique aqui ;

Competências dos lideres do futuro – Parte I : clique aqui ;

Competências dos lideres do futuro – Parte II : clique aqui ;

 

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