Blog do Marcelão

Blog para debate sobre excelência na gestão.

Archive for abril \28\UTC 2011

O futuro das compras

Posted by marcelao em abril 28, 2011


Pessoal,

segue vídeo abaixo projetando como se realizarão as compras no futuro com o advento das redes sociais e do mobile commerce:

Um abraço.

“Maybe I’m a dreamer, but i still believe”

Twitter: @blogdomarcelao

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Dr. House – Design Thinker e CIO

Posted by marcelao em abril 26, 2011


 

Pessoal,

gosto muito de acompanhar a série “House” exibida no Brasil pelo canal de tv a cabo “Universal Channel”. House é um infectologista e nefrologista(especialista em doenças do sistema uirnário) que se destaca não só pela capacidade de elaborar excelentes diagnósticos diferenciais, como também pelo seu mau humor, cepticismo e pelo seu distanciamento dos pacientes, comportamento anti-social(misantropia), já que ele considera completamente desnecessário interagir com eles.

 House, interpretado por Hugh Laurie, é o chefe do Departamento de Medicina Diagnóstica do Hospital de Princeton-Plainsboro. Ele possui uma equipe interdisciplinar formada na primeira temporada por uma imunologista(Cameron), um neurologista (Foreman) e um médico intensivista(Chase), sendo que, a partir da quarta temporada, essa equipe é reformulada e passa a contar com um clinica geral(Thirteen), um cirurgião plástico (Taub) e um médico desportivo e fisiatra(Kutner).

Como vocês podem perceber, a equipe de House reune vários campos de conhecimento da medicina e é aqui que começo a fazer as relações do personagem House com a de um Design Thinker. Quase todos os episódios começam fora do hospital com pessoas anônimas que apresentam vários sintomas de uma doença e, na grande maioria das vezes, raras. House e a sua equipe iniciam o diagnóstico diferencial de um paciente apenas quando o diagnóstico do mesmo falha nos outros hospitais ou durante situações de urgência de Plainsboro, tornando os casos complexos. 

A complexidade apresentada pelos sintomas exige que eles sejam avaliados utilizando mais de uma perspectiva, reunindo conhecimento de vários campos. House atua como um verdadeiro provocador fazendo colidir idéias de campos de conhecimento diferentes de cada membro de sua equipe para gerar soluções diferenciadas que resolvam os problemas complexos apresentados pelos pacientes, uma vez que a resolução desses problemas não se dará pela somatório de idéias, mas sim da combinação entre elas.

Na grande maioria das vezes, os sintomas ou as situações são conflitantes como no caso de uma candidata a um posto de astronauta da Nasa que apresentava sintomas de uma doença que ninguém conseguia diagnosticar devido ao fato de que ela não queria se submeter a nenhum procedimento cirúrgico, pois, se isso acontecesse, ela perderia a vaga de astronauta na Nasa. Chegou um certo momento em que eles precisavam abrir o peito da paciente para realizar um exame, mas ela não permitiu porque deixaria uma cicatriz no local fazendo com que ela fosse despedida da Nasa. Ele voltou para sua equipe e lançou o desafio conflitante: “Como fazer um exame no peito da paciente sem abrir o peito dela?”. Eis que o Dr. Taub(cirurgião plástico) sugeriu que eles fizem um implante de silicone na paciente, porque dessa forma ela poderia alegar que a cicatriz era consequência da cirurgia plástica, uma questão de vaidade.

A equipe de House é a representação perfeita de como uma equipe deve ser montada para resolver os problemas atuais da nova economia, pois em organizações hierárquicas e organizadas estruturalmente de forma vertical, seria preciso vencer as barreiras entre as “caixinhas” das organizações para promover o intercâmbio de conhecimentos, de perspectivas e de experiências diferenciadas de forma a enfrentar os desafios complexos apresentados nos episódios da série.

A associação que podemos fazer do personagem “House” com a de CIO(Chief Information Office – Chefe do departamento de TI) vem de uma frase que ele usa como premissa nos seus diagnósticos que é “Everybody lies”(“todo mundo mente”) que pode ser igualada a uma frase muito recorrente nos departamentos de TI que é “O usuário não sabe pedir”. Muitas vezes no seriado,  os sintomas não são bem definidos porque os pacientes escondem ou simplesmente mentem levando ao Dr. House a utilizar técnicas não muito ortodoxas para reunir informações para seu diagnóstico. A relação que podemos fazer com a área de TI é que nessas ocasiões ele não se restringe simplesmente as informações que o paciente, no caso da TI seria o usuário, transmite para ele. Isso faz com que ele procure informações sobre o comportamento dos pacientes, sobre seus hábitos mais escondidos em busca de informações em que ele possa relacionar com os sintomas apresentados para descobrir a causa da doença. Esse mesmo procedimento poderia ser utilizada pelas equipes de TI procurando mapear a interação dos usuários com seus sintomas a fim de procurar desenvolver soluções que sejam mais funcionais e de uso mais intuitivo, principalmente na fase de diagnóstico do sistema.

Os dois aspectos apresentados acima mostram a necessidade cada vez maior de entendermos e aplicarmos o processo criativo nas organizações. Em um processo criativo há cinco fases bem definidas e aceitas do pensamento criativo: uma visão em primeiro lugar, a saturação, a incubação, iluminação e a verificação. Nem sempre elas se desdobram de forma previsível, mas elas nos fornecem um roteiro para mapear todo o cérebro, indo e voltando entre pensamento analitico, raciocínio dedutivo do hemisfério esquerdo, e mais os padrões de busca, do grande retrato e o pensamento do hemisfério direito.

Há mais questões para explorar do que nunca antes, mas muitas descobertas serão de uma natureza diferente da do passado. Em vez de nos ajudar a entender as partes individuais do mundo, elas nos ajudarão a entender como essas partes interagem. É como disse o professor Alvin Tofler: “O futuro está lá fora, apenas está mal distribuído”. Nesse sentido, é preciso fazer as conexões entre os diversos campos de conhecimento para saber enxergar esse futuro. É preciso desenvolver cada vez mais o poder de observação e de empatia para descobrir as melhores soluções não só na TI, mas também em todos os campos da economia.

Um abraço.

“Maybe I’m a dreamer, But i still believe”

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O que um pouco de ousadia pode fazer

Posted by marcelao em abril 26, 2011


Pessoal,

vejam no vídeo abaixo o que um pouco de ousadia pode fazer:

Reparem que, no começo do vídeo, o candidato a American Idol, James Durbin, apresenta sua escolha de música para sua apresentação que foi “Heavy Metal” de Sammy Hagar para a trilha sonora do filme de mesmo nome. Depois de fazer um pequeno trecho, o produtor, um dos melhores do mercado americano, pergunta:  “Qual é o gancho?” e James responde que “Esse é o gancho”

O produtor alerta James que essa semana era crítica para os candidatos, pois só restavam 8 candidatos, e que ele corria riscos com essa escolha. James não se importa, salienta que respeita a experiência dos dois produtores, mas que uma música e uma apresentação não poderiam ter seu potencial avaliado com o simples acompanhamento do piano e que aquela música traduzia a paixão dele pelo Heavy Metal.

Ele assumiu os riscos pela decisão que ele tomou, mesmo sendo alertado pela experiência dos dois produtores, e fez uma das maiores apresentações da noite no American Idol, acompanhado pelo grande guitarrista Zakk Wylde,  no episódio exibido aqui no Brasil no último sábado(23/04).

Mostra que a ousadia, mesmo sendo de um novato contra a experiência de um grande produtor, aliada a paixão pelo que faz,  pode fazer coisas que muita gente dúvida.

Um abraço.

“Maybe I’m a dreamer, but i still believe” 

Twitter: @blogdomarcelao

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200 anos e 200 países em Quatro minutos

Posted by marcelao em abril 24, 2011


Pessoal,

segue vídeo abaixo com o professor Hans Rosling e seu fantástico software para apresentar dados estatísticos fazendo uma análise em quatro minutos de 200 países sobre evolução da saúde e do indice de desenvolvimento humano em 200 anos.

Um abraço.

“Maybe I’m a dreamer, but i still believe”

Twitter: @blogdomarcelao

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Fórum HSM de Gestão e Liderança: O Que Eles Disseram

Posted by marcelao em abril 14, 2011


Pessoal,

na última página da revista HSM Management, sempre vem a seção “O que eles dizem sobre “. Trata-se de um conjunto de frases sobre determinado assunto e que servem como insights para o nosso cotidiano. Acho a idéia excelente e sempre a utilizo para reunir aqui no blog algumas frases apresentadas pelos palestrantes nos eventos da HSM de que participo.

Seguem abaixo, algumas frases que capturei durante o Fórum HSM de Gestão e Liderança realizado entre os dias 05 e 06 de abril:

John Kotter:

“O ciclo de vida dos produtos e do processo econômico(crescimemto, recessão, depressão e retomada) são cada vez mais curtos.”

“Quando o negócio precisa de uma mudança radical, ela precisa de uma ação radical e ousada e não apenas incremental.” citando Jack Welch

“Para mudança de larga escala nas empresas precisamos: 1 – Senso de Urgência; 2 – Criar um time de líderes mentores; 3 – Criar uma visão correta e que faça sentido; 4 – Comunicação Sistemática; 5 – Empoderar para ação; 6 – Crie e comemore pequenas vitórias; 7 – Não deixe para depois; 8 – Fazer a mudança perdurar”

“Complacência é maior doença que existe nas empresas. Não existe senso de urgência e nem reconhecimento dos problemas dessa forma”

“Pessoas vão trabalhar todos os dias determinadas a explorar grandes oportunidades”

“É necessário conhecer a verdadeira urgência nas empresas para que os colaboradores queiram descobrir oportunidades” Continue lendo »

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Fórum HSM de Gestão e Liderança – Síntese II: Execução

Posted by marcelao em abril 11, 2011


Pessoal,

como havia combinado no post anterior, nessa segunda síntese sobre o fórum HSM de gestão e liderança, o tema será EXECUÇÃO.

O professor Vicente Falconi iniciou sua entrevista decretando: “O que falta nas empresas é EXECUÇÃO.” A pergunta então é: Por quê falta?

Conhecimento sobre as ferramentas de gestão e liderança não faltam, afinal de contas, como afirmou o professor Robert Sutton em sua palestra, são publicados mais de 11.000 livros sobre gestão a cada ano, além de 100 bilhões em consultorias e treinamento em gestão.

O que falta mesmo é botar para fazer. Ocorre que para botar para fazer é preciso tentar coisas diferentes, até porque não podemos esperar resultados diferentes fazendo a mesma coisa sempre. Resultados diferentes exigem atitudes diferentes. Para ter atitudes diferentes é preciso tentar, sem tentar não é possível fazer nada novo. Fazer algo novo envolve riscos e, consequentemente, envolve estar disposto a aprender com o erro, afinal de contas, como sacramentou o professor Vicente Falconi, TUDO NESSE MUNDO É APRENDIZADO. Continue lendo »

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Fórum HSM de Gestão e Liderança – Sintese I: Significado

Posted by marcelao em abril 8, 2011



Pessoal,

Nos dias 5 e 6 de junho participei do Fórum HSM de Gestão e liderança onde passaram grandes nomes como John Kotter, Vicente Falconi, Dan Ariely, César Souza. Robert Sutton, Sonia Esteves e Claudio Áraoz que compartilharem com os participantes do evento suas visões e conhecimento sobre gestão em diferentes perspectivas.

Todo o evento teve a cobertura do portal da HSM e está disponível no site da HSM(clique aqui para acessar). Meu objetivo com esse texto é fazer uma síntese e trazer a minha visão do que pude captar nas palestras.

Nesse sentido, se eu tivesse que resumir todas as palestras em duas palavras, essas duas palavras seriam significado e execução. E para cada uma delas eu farei um post.

Significado é o que as pessoas procuram cada vez mais no trabalho que desempenham em suas empresas, principalmente nos tempos atuais onde as mudanças são cada vez mais freqüentes, ou como afirmou César Souza: “Não vivemos em uma época de mudanças, mas sim em uma mudança de época”. Em uma época como essa é “inaceitável a hesitação em um mundo que se move em nanosegundos” Continue lendo »

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A Importância do Design na Revolução Digital

Posted by marcelao em abril 4, 2011


Pessoal,

na semana passada estive em São Paulo no estúdio da Live Work Brasil para o Workshop de Design focado em serviços que foi conduzido pelos craques Tennyson Pinheiro e Luis Alt. Já há algum tempo que venho estudando sobre design thinking e notado a importância que ele tem nos tempos atuais, principalmente porque ele é uma metodologia focado no atendimento das necessidades do ser-humano. O Design thinking é uma abstração do modelo mental utilizado há anos pelos designers para dar vida as idéias.

Na revolução industrial, o foco dos estudos para aumentar a produtividade foi em cima de como melhorar os processos que envolviam as máquinas para desenvolver com custo cada vez menor os produtos que as empresas entendiam ser o melhor para as pessoas consumirem. Esse era um processo que funcionava dentro de uma economia onde as pessoas, enquanto consumidores, pouco participavam do processo de definição de quais produtos elas desejavam consumir.

Nesse sentido, valorizou-se muito mais a aplicação da engenharia e da análise na definição dos produtos e da ciência e racionalidade como modelo mental para entender os processos economicos e sociais daqueles tempos. Conhecimentos esses mais facilmente associados ao desenvolvimento do lado esquerdo do cérebro. Eram tempos de escassez de oferta de produtos e serviços.

Os tempos mudaram e hoje os consumidores tem um poder muito maior de participação no processo econômico com o crescimento das redes sociais. Além disso, vivemos hoje em um mundo de abundância. Segundo estudo apresentado durante o Workshop, diariamente estamos em contato com 3.000 marcas. Isso em um dia que não envolva fazer compras, do contrário, entraremos em contato com mais de 35.000 marcas. Diante de tanta abundância, as empresas tentam atrair a atenção de seus consumidores, mas como atrair essa atenção diante de tanta exposição de marcas? Continue lendo »

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