Blog do Marcelão

Blog para debate sobre excelência na gestão.

Posts com Tag ‘Gestão do Conhecimento’

Burrice das multidões ou Inteligência Coletiva?

Publicado por marcelao em abril 1, 2012

Pessoal,

durante nossa vida, nós acumulamos uma série de lições que aprendemos com diversas pessoas que tivemos contato. Sabe aquela frase: “aprendi com fulano isso…” e outras expressões como essa? Pois um dos ensinamentos que registrei, e que volta e meia eu cito para as pessoas, é uma frase da minha professora de educadoria no MBA que fiz sobre planejamento e gestão empresarial. Em meio a discussão sobre participação das pessoas e processo decisório, alguém comentou sobre a questão da maioria imperar na tomada de decisões. Foi aí que ela afirmou: “Muitos afirmam que a maioria tem razão, mas a maioria não tem razão, a maioria decide o que vai fazer. Se a maioria tivesse razão sempre, nenhuma eleição daria errado”.

Resgato essa passagem, e ensinamento da minha vida, porque tive contato com um artigo da professora de programação e criadora de games Kathy Sierra sobre inteligência coletiva. Segundo a professora, aproveitar a inteligência coletiva pode trazer muitos benefícios – desde que não seja necessário um consenso prévio entre as pessoas que compõem essa inteligência. O objetivo é agregar de algum modo a sabedoria de cada individuo independente. Kathy exemplifica separando inteligência coletiva ou burrice das multidões:

- Inteligência coletiva é um monte de gente escrevendo resenhas de livros na Amazon. Burrice das multidões é um monte de gente tentando escrever um romance juntos;

- Inteligência coletiva são todas as fotos no Flickr, tiradas por individuos independentes, e as novas ideias criadas por esse grupo de fotos. Burrice das multidões é esperar que um grupo de pessoas crie e edite uma foto juntas; Leia o resto deste post »

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Vídeo: 20 dicas para aprender a inovar

Publicado por marcelao em novembro 2, 2011

Pessoal,

segue vídeo da consultoria TerraFórum com 20 dicas para aprender a inovar. Todas elas são muito boas e importantes, mas eu particularmente gostei muito e venho praticando algumas dessas dicas e que comento logo após o jump.

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Minha Entrevista sobre Redes Sociais nos Projetos

Publicado por marcelao em maio 30, 2011

Pessoal,

segue abaixo vídeo contendo uma entrevista que concedi ao pessoal da organização do 8o Congresso de Profissionais de Gerenciamento de Projetos organizados pelo PMI-RJ. Nesse evento, eu palestrei sobre a utilização de Redes Sociais no gerenciamento de projetos.

Esse ano estarei presente palestrante também no 9o Congresso discursando sobre a importância do Design Thinking como ferramenta de criatividade e de percepção real da necessidade do cliente no gerenciamento de projetos.

Um abraço.

“Maybe I’m a dreamer, but i still believe”

Twitter: @blogdomarcelao

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Dr. House – Design Thinker e CIO

Publicado por marcelao em abril 26, 2011

 

Pessoal,

gosto muito de acompanhar a série “House” exibida no Brasil pelo canal de tv a cabo “Universal Channel”. House é um infectologista e nefrologista(especialista em doenças do sistema uirnário) que se destaca não só pela capacidade de elaborar excelentes diagnósticos diferenciais, como também pelo seu mau humor, cepticismo e pelo seu distanciamento dos pacientes, comportamento anti-social(misantropia), já que ele considera completamente desnecessário interagir com eles.

 House, interpretado por Hugh Laurie, é o chefe do Departamento de Medicina Diagnóstica do Hospital de Princeton-Plainsboro. Ele possui uma equipe interdisciplinar formada na primeira temporada por uma imunologista(Cameron), um neurologista (Foreman) e um médico intensivista(Chase), sendo que, a partir da quarta temporada, essa equipe é reformulada e passa a contar com um clinica geral(Thirteen), um cirurgião plástico (Taub) e um médico desportivo e fisiatra(Kutner).

Como vocês podem perceber, a equipe de House reune vários campos de conhecimento da medicina e é aqui que começo a fazer as relações do personagem House com a de um Design Thinker. Quase todos os episódios começam fora do hospital com pessoas anônimas que apresentam vários sintomas de uma doença e, na grande maioria das vezes, raras. House e a sua equipe iniciam o diagnóstico diferencial de um paciente apenas quando o diagnóstico do mesmo falha nos outros hospitais ou durante situações de urgência de Plainsboro, tornando os casos complexos. 

A complexidade apresentada pelos sintomas exige que eles sejam avaliados utilizando mais de uma perspectiva, reunindo conhecimento de vários campos. House atua como um verdadeiro provocador fazendo colidir idéias de campos de conhecimento diferentes de cada membro de sua equipe para gerar soluções diferenciadas que resolvam os problemas complexos apresentados pelos pacientes, uma vez que a resolução desses problemas não se dará pela somatório de idéias, mas sim da combinação entre elas.

Na grande maioria das vezes, os sintomas ou as situações são conflitantes como no caso de uma candidata a um posto de astronauta da Nasa que apresentava sintomas de uma doença que ninguém conseguia diagnosticar devido ao fato de que ela não queria se submeter a nenhum procedimento cirúrgico, pois, se isso acontecesse, ela perderia a vaga de astronauta na Nasa. Chegou um certo momento em que eles precisavam abrir o peito da paciente para realizar um exame, mas ela não permitiu porque deixaria uma cicatriz no local fazendo com que ela fosse despedida da Nasa. Ele voltou para sua equipe e lançou o desafio conflitante: “Como fazer um exame no peito da paciente sem abrir o peito dela?”. Eis que o Dr. Taub(cirurgião plástico) sugeriu que eles fizem um implante de silicone na paciente, porque dessa forma ela poderia alegar que a cicatriz era consequência da cirurgia plástica, uma questão de vaidade.

A equipe de House é a representação perfeita de como uma equipe deve ser montada para resolver os problemas atuais da nova economia, pois em organizações hierárquicas e organizadas estruturalmente de forma vertical, seria preciso vencer as barreiras entre as “caixinhas” das organizações para promover o intercâmbio de conhecimentos, de perspectivas e de experiências diferenciadas de forma a enfrentar os desafios complexos apresentados nos episódios da série.

A associação que podemos fazer do personagem “House” com a de CIO(Chief Information Office – Chefe do departamento de TI) vem de uma frase que ele usa como premissa nos seus diagnósticos que é “Everybody lies”(“todo mundo mente”) que pode ser igualada a uma frase muito recorrente nos departamentos de TI que é “O usuário não sabe pedir”. Muitas vezes no seriado,  os sintomas não são bem definidos porque os pacientes escondem ou simplesmente mentem levando ao Dr. House a utilizar técnicas não muito ortodoxas para reunir informações para seu diagnóstico. A relação que podemos fazer com a área de TI é que nessas ocasiões ele não se restringe simplesmente as informações que o paciente, no caso da TI seria o usuário, transmite para ele. Isso faz com que ele procure informações sobre o comportamento dos pacientes, sobre seus hábitos mais escondidos em busca de informações em que ele possa relacionar com os sintomas apresentados para descobrir a causa da doença. Esse mesmo procedimento poderia ser utilizada pelas equipes de TI procurando mapear a interação dos usuários com seus sintomas a fim de procurar desenvolver soluções que sejam mais funcionais e de uso mais intuitivo, principalmente na fase de diagnóstico do sistema.

Os dois aspectos apresentados acima mostram a necessidade cada vez maior de entendermos e aplicarmos o processo criativo nas organizações. Em um processo criativo há cinco fases bem definidas e aceitas do pensamento criativo: uma visão em primeiro lugar, a saturação, a incubação, iluminação e a verificação. Nem sempre elas se desdobram de forma previsível, mas elas nos fornecem um roteiro para mapear todo o cérebro, indo e voltando entre pensamento analitico, raciocínio dedutivo do hemisfério esquerdo, e mais os padrões de busca, do grande retrato e o pensamento do hemisfério direito.

Há mais questões para explorar do que nunca antes, mas muitas descobertas serão de uma natureza diferente da do passado. Em vez de nos ajudar a entender as partes individuais do mundo, elas nos ajudarão a entender como essas partes interagem. É como disse o professor Alvin Tofler: “O futuro está lá fora, apenas está mal distribuído”. Nesse sentido, é preciso fazer as conexões entre os diversos campos de conhecimento para saber enxergar esse futuro. É preciso desenvolver cada vez mais o poder de observação e de empatia para descobrir as melhores soluções não só na TI, mas também em todos os campos da economia.

Um abraço.

“Maybe I’m a dreamer, But i still believe”

Twitter: @blogdomarcelao

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Gestão 2.0: Quanto vale um parafuso?

Publicado por marcelao em fevereiro 27, 2011

Pessoal,

certo dia eu ouvi um conto que achei muito interessante, mas que ilustra bem algumas questões debatidas aqui nesse blog.

O conto era sobre uma empresa que enfrentava um problema com seu servidor de Internet que apresentava quedas constantes prejudicando a realização de negócios da empresa. Diante de tal problema, o diretor-presidente da empresa solicitou a presença de um técnico da empresa fornecedora do servidor para que o problema fosse solucionado.

O técnico da empresa chegou e foi direto analisar o que estava acontecendo com o servidor. Abriu a máquina, analisou, fez alguns testes e calculos e chegou a uma conclusão. Ele então trocou um parafuso e o servidor passou a funcionar com 100% da performance que se esperava dele.

Feito o trabalho, ele apresentou a fatura: R$1.000.000,00. O Supervisor da área de produção recebeu a fatura e encaminhou para o diretor-presidente que havia solicitado o serviço. Assim que o diretor-presidente percebeu o valor cobrado, ficou indignado por e exigiu que o técnico discriminasse todos os custos envolvidos, pois ele iria contestar. Leia o resto deste post »

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HSM – Mosaico de Tendências – Minhas previsões

Publicado por marcelao em fevereiro 5, 2011

Pessoal,

está disponível uma iniciativa muito legal no portal da HSM que é o mosaico de tendências. O Mosaico está disponível no endereço http://www.hsm.com.br/mosaico/index.html#/pt_BR/home/

Lá você pode fazer suas previsões nos campos da Gestão e Negócios, Sustentabilidade, Web e Mobilidade, Brasil, Marketing e liderança. Se você não tem previsões a fazer, você também pode participar opinando sobre a qualidade das previsões feitas por outras pessoas.

Eu mesmo já fez duas previsões lá. A primeira, que está disponível em http://bit.ly/hkC3sO , é sobre o futuro da gestão das organizações. Na minha opinião, empresas grandes trazem uma complexidade muito grande para serem administradas e o custo de gestão de toda essa complexidade está cada vez mais elevado e insustentável e a consequência disso é a falta de mobilidade e flexibilidade das empresas para acompanhar as mudanças cada vez mais frequentes proporcionadas pela evolução cada vez mais rápida da tecnologia e, o que considero pior, o grande distanciamento da alta administração das grandes empresas daqueles que são a razão de ser de qualquer empresa que são seus clientes. Leia o resto deste post »

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Steven Johnson: De onde as idéias vêm?

Publicado por marcelao em dezembro 28, 2010

Pessoal,

hoje reservei um tempo para assistir a algumas palestras do TED e pude finalmente assistir toda a palestra do escritor americano Steven Johnson – especializado em divulgar estudos sobre a sociedade, a ciência e as idéias – que faz uma proposta reveladora em seu mais recente livro, Where good Ideas come from (De onde vêm as boas idéias – a história natural da inovação). Segundo ele, a genialidade é uma idéia romântica e momentos de iluminação individual seriam raríssimos.

Para Steven Johnson, a inovação é muito mais resultado da conexão de idéias e essa conexão só ocorre  em ambientes que favoreçam a interação entre as pessoas como em uma rede neural do cérebro. Momentos “Eureka” são na verdade resultado de uma cadeia de outras decobertas, menores, às quais não damos valor.

Concordo com Steven Johnson, afinal de contas, se fizermos um levantamento de todas as invenções realizadas ao longo da história, veremos que muitos dos inventores são anônimos, sendo provável que muitas das invenções básicas, como a primeira roda ou sobre quem fundiu o primeiro cobre, tenham sido feitas independetemente, em diferentes épocas e em diferentes lugares. Mesmo nos tempos atuais, ocorre de inventores rivais registrarem patentes um do outro, em um prazo de dias ou mesmo de horas. A idéia,  em sentido metafórico, estava no ar, pronta para ser agarrada.

Johnson propõe um caminho para desenvolver um ambiente propício para surgimento da cultura de inovação nas empresas utilizando alguns princípios que relaciono abaixo junto com meus comentários:

- A gestação de idéias demora: Uma impressão ou uma intuição precisam de tempo, pesquisa e observação para virar uma idéia. No filme “Avatar” o personagem Jake Sully é orientado a registrar toda a experiência que ele teve ao usar seu avatar porque, segundo os cientistas que o acompanhavam, “Boa ciência é boa observação”. Isaac Newton não descobriu a lei da gravidade quando a maçã caiu em sua cabeça. Essa descoberta foi resultado de um processo que envolveu observações, citações, idéias improvisadas e desenhos descartados. Com certeza, ele releu suas anotações, combinou conceitos e questionou alguns pressupostos. Se você quer um exemplo desse processo, assista ao seriado “House” que passa no Universal Channel; Leia o resto deste post »

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5a Jornada de Tecnologia e Gestão do Banco do Brasil – Parte Final

Publicado por marcelao em dezembro 19, 2010

Pessoal,

seguindo a programação, hoje publico a parte final do resumo das palestras do evento organizado pela Diretoria de Tecnologia do Banco do Brasil durante a semana de 22 a 26 de novembro que foi a “Jornada de Tecnologia e Gestão – Conectando as pessoas através do diálogo”.

Hoje teremos o resumo das palestras “Gestão e Inovação – Ontem, Hoje e Sempre” e “A Magia da Gestão”.

Palestra “Gestão e Inovação – Ontem, Hoje e Sempre”

O último dia da Jornada foi dedicado mais especificamente à gestão. O professor e diretor comercial do Grupo HSM, Sandro Magaldi, abriu o dia com a palestra “Gestão e Inovação – Ontem, Hoje e Sempre”. Ele explicou que, devido à velocidade das coisas, normalmente não temos tempo para análises e planejamentos complexos. Priorizamos, então, as atividades mais urgentes. Apesar da importância de ações focadas no curto prazo, ele destacou a necessidade de incrementar a capacidade de processamento no médio e no longo prazo.

Atualmente a necessidade de fugir da comoditização faz com que as organizações orientem seus esforços, de forma incondicional, rumo à diferenciação. E são as idéias a matéria prima básica dessa diferenciação.

Aliado ao imperativo da competitividade, temos uma sociedade que se caracteriza pela ascensão do conhecimento. É fato inconteste que o principal ativo de uma corporação é seu capital intelectual acumulado, representado pela inteligência de seus colaboradores. Ter acesso a cérebros que fazem diferença contribuindo ativamente e criando valor para a organização é mais importante do que ter acesso a máquinas e bens imobilizados. Temos aí a base da chamada Sociedade do Conhecimento. Leia o resto deste post »

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5a Jornada de Tecnologia e Gestão do Banco do Brasil – parte IV

Publicado por marcelao em dezembro 18, 2010

Pessoal,

seguindo a programação, hoje publico o resumo das palestras realizadas no dia 24/11 no evento organizado pela Diretoria de Tecnologia do Banco do Brasil durante a semana de 22 a 26 de novembro que foi a “Jornada de Tecnologia e Gestão – Conectando as pessoas através do diálogo”.

Hoje teremos o resumo do painel “Redes Sociais no Ambiente de Trabalho” e a palestra “Design Thinking”.

Painel “Redes Sociais no ambiente de trabalho”

Certo dia, Washington, um funcionário da IBM, trocou o celular e resolveu divulgar seu número para os colegas. Pouco cuidadoso, Washington pegou o mailing de funcionários e enviou uma mensagem de e-mail com seu novo número para 15 mil pessoas. Detalhe: ele esqueceu de incluir os nomes no campo cópia oculta. Pouco tempo depois, inúmeras respostas começaram a aparecer no e-mail de todos, sempre com a mesma pergunta: quem é o Washington? Ainda no mesmo dia, a pergunta virou tema de uma comunidade no orkut.

O caso acima foi citado na palestra de Mauro Segura, diretor de marketing e comunicação da IBM Brasil, que participou do painel “Redes sociais no ambiente de trabalhho”. Mauro também falou sobre o potencial de inovação que as redes sociais despertam e citou investimentos realizados pela IBM em 2006: US$ 100 milhões em 10 ideias sugeridas por seus funcionários e parceiros negociais. Na IBM qualquer funcionário pode ter seu próprio blog e falar em nome da empresa, opção feita por 80 mil deles no mundo. Além disso, todos os 380 mil funcionários utilizam wiki como ferramenta de colaboração e fomento a inovação. Leia o resto deste post »

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5a jornada de tecnologia e gestão do Banco do Brasil – Parte II

Publicado por marcelao em dezembro 14, 2010

Pessoal,

como havia prometido no post anterior, segue a segunda parte do resumo que fiz sobre a quinta jornada de tecnologia e gestão do Banco do Brasil, realizada entre os dias 22 e 26 de novembro pela Diretoria de Tecnologia do Banco do Brasil.

Hoje teremos o resumo dos paineis “Geração X, Y e Z” e “Inovação como atividade social”

Painel “Geração X, Y e Z”

Para criar um bom ambiente de trabalho e permitir o trabalho conjunto entre profissionais experientes e novos talentos é preciso entender como as gerações X, Y e Z pensam e enxergam o mundo. Esse foi o assunto do painel “Geração X, Y e Z” que contou com a presença de Jorge Carvalho, coordenador de soluções da HSM e organizador do espaço geração Y durante a Expomanagement, Beto Toledo, Diretor de Mídias On-line da Young & Rubicam, e Rafael Costa, jovem de 12 anos que já desenvolve aplicativos para o Iphone. O sucesso e a importância do tema foram tão grandes que a Rede Record fez uma reportagem sobre o evento e veiculou no jornal local. Leia o resto deste post »

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