Nesse espaço, você vai poder debater sobre todos os assuntos relacionados a excelência da gestão como gestão de projetos, empreendedorismo corporativo, liderança, planejamento estratégico, gestão do conhecimento e outros assuntos a fim.
Participe com suas opiniões e pontos de vista. Vamos juntos construir aquilo que meu professor de gestão empreendedora, Professor Adolfo, chama de Gestão 2.0.
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promover mudanças nas empresas trata-se de um desafio em tanto que aumenta conforme o tamanho da empresa e quão forte está fundamentada a cultura da empresa. No entanto, mudar é preciso.
Já passei por alguns processos de mudança como implantação de escritório de projetos e inicio de implementação de governança corporativa de TI e posso dizer, por experiência própria, que é um processo complexo demais e que necessita do envolvimento de vários atores, principalmente a alta direção da empresa.
Atualmente, estou lendo o livro “Design de Negócios” de autoria do professor Roger Martin, uma das maiores referências mundiais quando se fala em Design Thinking. No livro, o professor relata a mudança conduzida pelo presidente da Procter & Gamble, A. G. Lafley, cujo objetivo era implantar a cultura de design nos processos da empresa.
No livro são apresentados 4 dicas para condução de mudanças nas empresas, que relaciono abaixo com alguns comentários:
- Defina as expectativas com clareza desde cedo e obtenha o aval do seu chefe -> A primeira coisa a se fazer é firmar um contrato com seu chefe especificando o que você poderia ou não fazer e o que teria que aprender para implementar a proposta. O mais importante é definir por onde começar e, no caso da Procter & Gamble – e eu concordo, foi começar pelas áreas onde já havia um interesse pelo Design Thinking e não pelas áreas em que a necessidade era maior, pois não seria uma boa estratégia começar por uma área onde as pessoas não querem o Design Thinking. Outra boa prática é definir prazos com antecedência. No caso da Procter & Gamble, a referência foi a Philips que se transformou de uma indústria manufatureira em uma organização de design centrado no consumidor em um projeto que levou 10 anos. Isso foi importante para mostrar que nada iria acontecer da noite para o dia; Leia o resto deste post »
como afirmei no post anterior, o Brasil é um país que já deu certo. Citei vários campos onde estamos crescendo e somos reconhecidos pela excelência, mas tem um outro campo em que também temos papel de destaque que é a área de gerenciamento de projetos. Nessa área, não tem como não falar do maior expoente brasileiro nessa área que é o consultor e empreendedor Ricardo Vargas.
Ricardo Vargas é o único não americano a ter feito parte do Board mundial do PMI Headquarter. Além disso, teve recentemente reconhecido seu treinamento PMDome como a melhor solução mundial em treinamento em gerenciamento de projetos pelo PMI Headquarter. Trata-se de um treinamento de gerenciamento de projetos na prática e ajuda as pessoas a utilizar o gerenciamento de projetos de forma mais efetiva na sua empresa e na sua vida.
Abaixo segue vídeo mostrando como esse treinamento com aprendizado na prática se realiza:
Além do PMDome, o site do Ricardo é referência em termos de compartilhamento de conteúdo sobre gerenciamento de projetos. Todas as suas palestras são disponibilizadas para downloads e vários artigos seus são também disponibilizados de forma gratuita. Além disso, você tem a sua disposição vários podcasts realizados pelo próprio Ricardo Vargas.
segue abaixo vídeo contendo uma entrevista que concedi ao pessoal da organização do 8o Congresso de Profissionais de Gerenciamento de Projetos organizados pelo PMI-RJ. Nesse evento, eu palestrei sobre a utilização de Redes Sociais no gerenciamento de projetos.
Esse ano estarei presente palestrante também no 9o Congresso discursando sobre a importância do Design Thinking como ferramenta de criatividade e de percepção real da necessidade do cliente no gerenciamento de projetos.
recebi a dica do site “Blog CMMi”(www.blogcmmi.com.br) através do colega gerente de projeto Rafael Ramos(@rsouzaramos). Nele eu encontrei uma lista de 15 lembrentes excelentes que devem estar presentes no cotidiano de qualquer gerente de projetos.
Listo-os abaixo com meus comentários:
- Você não consegue produzir um bebê em um mês usando nove mulheres: Conhecia essa como “1 mulher faz um filho em 9 meses, mas 9 mulheres não fazem um filho em um mês”. Isso significa que acrescentar recursos ou pessoas aos projetos não significará redução do prazo na mesma proporção em que se acrescentam esses recursos. Essa é clássica, mas fica cada vez mais evidente sua verdade se pensarmos que estamos em um economia muito mais de serviços do que de produtos;
- O mesmo trabalho será estimado de forma diferente por 10 analistas ou terá diferentes estimativas quando estimado por um mesmo analista em 10 diferentes vezes: Seres humanos não são máquinas, cada um tem seu ritmo de produção e, principalmente, seu ritmo de aprendizado em relação a qualquer tarefa. Além do mais, cada estimativa dependerá muito da compreensão que a pessoa tiver do real problema proposto e também do nível de detalhamento que será apresentado; Leia o resto deste post »
nos últimos dias eu participei de três eventos em que apresentei palestras sobre tendências de TI, planejamento estratégico e a importâncias das redes sociais na gestão de projetos. Como prometi, seguem abaixo os slides das três palestras que realizei:
a matemática tem várias regras como a ordem dos fatores não altera o produto, para aumentar é preciso somar, … Muitas dessas regras da matemática não podemos aplicar a gestão, pelo contrário, elas vão contra a matemática em muitos aspectos.
Na questão inovação, sabemos que quanto mais perspectivas reunimos, maior a probabilidade de gerarmos inovação, ou seja, a partir da soma das diferenças existentes entre as pessoas é que é possível construir um clima ideal para a inovação. Somar diferenças é a chave para muitas inovações apresentadas pelas empresas.
Hoje eu estava comentando com uma colega que uma jornada de 6 horas seria muito mais produtiva do que uma jornada de 8 horas com intervalo de duas horas. Por várias razões como a diminuição da necessidade de deslocamento do trabalho para casa, de casa para o trabalho, maior tempo para dedicar a qualidade de vida e, com isso, termos oportunidades de observarmos e refletirmos melhor sobre o que está acontecendo ao nosso redor. Fora o bem sistêmico que faríamos ao meio-ambiente. Diminuir a jornada de 6 horas aumentaria a produtividade e os ganhos sistêmicos.
Outro exemplo foi a palestra que assisti do presidente da Chemtech, Daniel Moczydlower, empresa do setor de Óleo e Gás, que apresentou o case de sucesso da empresa na implantação de projetos, sendo ganhadora de vários prêmios de melhor empresa para se trabalhar. Daniel tem orgulho de dizer que, apesar de ser uma empresa de engenheiros, a valorização dos talentos está acima de tudo. Na Chemtech, o retorno ao acionista é o terceiro valor da empresa, acima disso estão a qualidade de suas entregas e a entrega de seus projetos no prazo. Daniel disse que a empresa, quando iniciou, procurou contratar pessoas talentosas para depois implantar processos. Leia o resto deste post »
acabei de ler na última HSM Management a excelente entrevista do meu amigo Ricardo Cavallini, realizada pelos meus também grandes amigos Adriana Salles Gomes e Jorge Carvalho, sobre as mudanças que a tecnologia e a web 2.0 estão trazendo para o mundo dos negócios e oferecendo oportunidades de novos modelos de negócio e até novos conceitos como a evolução dos 4 Ps do marketing(Preço, praça, promoção e produto) para os 4 Es (Exchange(troca) em vez de preço, Experiência em vez de produto, Engajamento em vez de promoção, Everywhere (onipresença) em vez de praça).
Dentro os vários ensinamentos contidos na entrevista, gostaria de destacar a parte final da entrevista em que é abordada a questão do empreendedorismo no Brasil, mais precisamente, quanto a necessidade de assumir uma cultura pró-riscos em nossas empresas. Cavallini disse que precisamos entender riscos de outra maneira. Ao invés de analisarmos apenas pelo lado negativo, devemos encara-lo também pelo lado positivo, como nos investimentos financeiros. Concordo em gênero, número e grau com o Cavallini, ainda mais no ambiente atual em que é preciso inovar cada vez mais e assumir riscos não rima, mas vai muito vem com inovação.
A minha experiência como consultor e mentor de vários líderes de projeto mostrou que quase 100% dos líderes preocupam-se apenas em identificar riscos para os projetos apenas pelo lado negativo, eventos que podem significar atrasos para o projeto. Esquecem-se que risco é apenas um número resultado de uma equação simples : probabilidade X impacto. Se o impacto negativo, o que temos é uma hipótese de perigo para o seu projeto, se ele é positivo, temos uma oportunidade para o projeto. O resultado dessa equação, para cada evento de risco, é que determina nossas ações, ou seja, se negativo, devemos trabalhar para diminuir a probabilidade de que esse risco torne-se um perigo, se positivo, devemos trabalhar para aumentar a probabilidade de que esse risco torne-se uma oportunidade, ou seja, temos que tomar decisões no presente que só se concretizarão no futuro e que estarão sujeitas a situações também futuras. Com isso, estamos, a todo o momento, assumindo riscos. Leia o resto deste post »
encontrei esse excelente texto do Luiz Edmundo no site Web insider que trata da diferença entre um verdadeiro gerente de projetos e alguém que apenas toma conta do projeto.
Aproveitando, informo que estou saindo de férias e que durante esse tempo tentarei manter-me desconectado, o que será difícil, mas tenho que tentar. Volto no início de fevereiro para continuar a compartilhar conhecimento.
Então, ficam aqui mais uma vez meus desejos de um grande 2010 para todos com muito sucesso e saúde não só no campo profissional, mas também no campo pessoal.
“Qual é a dificuldade de ser gerente de projeto? É só saber perguntar para quem vai executar a tarefa: ‘quando é que você acha que fica pronto?’ e anotar no Project. E depois ficar cobrando: ‘Tá pronto? E agora tá pronto? E agora tá pronto?’
E se for o caso, reportar para o superior: ‘Chefe, olha aqui, o fulano falou que tal tarefa vai estar pronta dia tal’.
Não consegui identificar se foi Irônico ou se foi sério.
Ser gerente de projetos é muito mais do que montar e cobrar cronograma. E mesmo essas atividades não são tão simples como parecem.
Montar um cronograma é muito mais do que “colocar atividades no post”. Começa antes, na identificação dessas atividades, baseado nos produtos a serem entregues, na estimativa de esforço e determinação das precedências entre elas.
um dos assuntos debatidos durante a IV jornada de Tecnologia do Banco do Brasil foi a importância da adoção de gestão de portfólios e projetos nas organizações. Montamos um painel que contou com a participação do consultor da CA (Computer Associates), Andrei Monteiro, que falou sobre a ferramenta de gestão de portfólios, programas e projetos (PPM) conhecida como Clarity, e do diretor executivo da Compass International, Américo Pinto, que abordou os aspectos conceituais sobre gestão de portfólios e projetos.
Após as respectivas apresentações, reunimos e realizamos um debate com a participação da platéia e um dos assuntos que mais gerou comentários foi sobre como gerenciar e conciliar a expectativa dos vários stakeholders envolvidos nos projetos(clique aqui para saber mais). Foi aí que o Américo Pinto citou o segredo para manter os stakeholders satisfeitos que é a fórmula da felicidade :