Nesse espaço, você vai poder debater sobre todos os assuntos relacionados a excelência da gestão como gestão de projetos, empreendedorismo corporativo, liderança, planejamento estratégico, gestão do conhecimento e outros assuntos a fim.
Participe com suas opiniões e pontos de vista. Vamos juntos construir aquilo que meu professor de gestão empreendedora, Professor Adolfo, chama de Gestão 2.0.
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na última página da revista HSM Management, sempre vem a seção “O que eles dizem sobre “. Trata-se de um conjunto de frases sobre determinado assunto e que servem como insights para o nosso cotidiano. Acho a idéia excelente e sempre a utilizo para reunir aqui no blog algumas frases apresentadas pelos palestrantes nos eventos da HSM de que participo.
Seguem abaixo, algumas frases que capturei durante a ExpoManagement 2011 realizada entre os dias 05 e 07 de Novembro:
Clayton Christensen:
“Inovação não é algo inerentemente previsível do sucesso”
“Uma estratégia de baixo custo só funciona quando existem concorrentes com produtos de alto custo. Se tudo vira comoditie, essas empresas quebram”
“Os maiores mercados são aqueles que não existem ainda”
“Empresas devem buscar uma compreensão que reflete o modo como os clientes vivem a vida”
“Tentar entender o cliente é errado. O que precisamos compreender é a função que o cliente está querendo utilizar”
“O cliente raramente compra o que as empresas pensam que estão vendendo” (citando Peter Drucker)
“Entenda nao PORQUE o cliente compra seu produto, mas O QUE DE FATO ele faz com ele. Assim você consegue melhorá-lo” Leia o resto deste post »
Nos dias 5 e 6 de junho participei do Fórum HSM de Gestão e liderança onde passaram grandes nomes como John Kotter, Vicente Falconi, Dan Ariely, César Souza. Robert Sutton, Sonia Esteves e Claudio Áraoz que compartilharem com os participantes do evento suas visões e conhecimento sobre gestão em diferentes perspectivas.
Todo o evento teve a cobertura do portal da HSM e está disponível no site da HSM(clique aqui para acessar). Meu objetivo com esse texto é fazer uma síntese e trazer a minha visão do que pude captar nas palestras.
Nesse sentido, se eu tivesse que resumir todas as palestras em duas palavras, essas duas palavras seriam significado e execução. E para cada uma delas eu farei um post.
Significado é o que as pessoas procuram cada vez mais no trabalho que desempenham em suas empresas, principalmente nos tempos atuais onde as mudanças são cada vez mais freqüentes, ou como afirmou César Souza: “Não vivemos em uma época de mudanças, mas sim em uma mudança de época”. Em uma época como essa é “inaceitável a hesitação em um mundo que se move em nanosegundos” Leia o resto deste post »
segue abaixo um vídeo muito interessante e elucidador sobre as mudanças que ela vem provocando no consumo e na relação dessas pessoas com o trabalho e consequentemente nos modelos de gestão das empresas.
O vídeo é produzido pela BOX1824 como resultado de diversos estudos realizados pela empresa nos últimos 5 anos. A BOX1824 é uma empresa especializada em pesquisas de tendências de comportamento e consumo.
De quebra, segue também mais uma paródia, entre tantas que já foram feitas, do filme “A Queda” abordando essas mesmas questões. Esse vídeo foi elaborado pelo grupo Foco e discute a nova relação dos jovens frente a hierarquias, a tecnologia e os líderes, representados, na paródia, pelo personagem do Hitler.
quem acompanha esse blog há algum tempo sabe das minhas criticas aos modelos de gestão atuais. Aliás, é bom que não se confunda com criticas a gestão de pessoas das empresas, pois ela é apenas uma das perspectivas que precisam ser revisadas quando tratamos de inovação na gestão.
Também não se trata de dizer que tudo esteve sempre errado, pois, afinal de contas, se hoje temos ao nosso alcance certos objetos de consumo e tecnologias como celular, Internet e outras coisas mais, deve-se a isso ao modelo de gestão adotados pelas empresas desde o século XIX, que procurou diminuir o custo de transações e, consequentemente, diminuiu os custos de produção de objetos de consumo como os citados anteriormente.
A critica é que esse modelo se esgotou e está em colapso, ou seja, ele já não responde mais aos problemas apresentados atualmente pela sociedade. Sociedade hoje que avançou na criação e no compartilhamento do conhecimento utilizando as redes sociais, que tem maior ciência do seu poder como consumidor e que deseja ter maior participação no processo econômico. Some a isso, uma nova geração que nasceu com a Internet sendo o seu sistema operacional de vida, que valoriza as idéias muito mais que as “patentes militares” de um cargo dentro das empresas.
Nesse sentido, buscando práticas que visem inovar nos modelos de gestão das empresas, acompanho sempre o site “Management Innovation eXchange” administrado pelo professor Gary Hamel que coordena o “Management Lab”, laboratório criado pela London Business School que visa identificar novas práticas gestão, mais adaptados ao mundo atual.
Recentemente, acessei o site e li um artigo que apresenta 10 toxidades dos modelos de gestão adotados ainda pela maioria das empresas atualmente. Compartilho com vocês abaixo junto com meus comentários: Leia o resto deste post »
estou atualmente lendo um livro chamado “Apresentação Zen” que me foi indicado pelo meu amigo Júlio Sérgio Cardozo. O livro aborda técnicas de comunicação para apresentações em públicos que vão além do uso de programas de computador que projetam slides. Nesse livro, o designer de apresentações em comunicação, Garr Reynolds compartilha sua experiência em um mix de iluminação, inspiração, educação e direcionamento.
Em um dos capítulos do livro, o autor compartilha conosco 6 princípios para construção de idéias para criar mensagens simples, mas poderosas para discursos, apresentações ou qualquer outra forma de comunicação:
- Simplicidade: Se tudo é importante, então nada é importante. Se tudo é uma prioridade, então nada é uma prioridade. Você deve ser implacável nos esforços para simplificar – e não deixar mais estúpida – sua mensagem no seu ponto central. Nós não estamos falando de efeitos estúpidos de sons aqui. Toda idéia deve ser reduzida a um significado simples e essencial, se você trabalhar duro o suficiente. Qual é o ponto-chave para sua apresentação? Qual o âmago? Por quê (ou deveria) importa? Leia o resto deste post »
seguindo a programação, hoje publico a parte final do resumo das palestras do evento organizado pela Diretoria de Tecnologia do Banco do Brasil durante a semana de 22 a 26 de novembro que foi a “Jornada de Tecnologia e Gestão – Conectando as pessoas através do diálogo”.
Hoje teremos o resumo das palestras “Gestão e Inovação – Ontem, Hoje e Sempre” e “A Magia da Gestão”.
Palestra “Gestão e Inovação – Ontem, Hoje e Sempre”
O último dia da Jornada foi dedicado mais especificamente à gestão. O professor e diretor comercial do Grupo HSM, Sandro Magaldi, abriu o dia com a palestra “Gestão e Inovação – Ontem, Hoje e Sempre”. Ele explicou que, devido à velocidade das coisas, normalmente não temos tempo para análises e planejamentos complexos. Priorizamos, então, as atividades mais urgentes. Apesar da importância de ações focadas no curto prazo, ele destacou a necessidade de incrementar a capacidade de processamento no médio e no longo prazo.
Atualmente a necessidade de fugir da comoditização faz com que as organizações orientem seus esforços, de forma incondicional, rumo à diferenciação. E são as idéias a matéria prima básica dessa diferenciação.
Aliado ao imperativo da competitividade, temos uma sociedade que se caracteriza pela ascensão do conhecimento. É fato inconteste que o principal ativo de uma corporação é seu capital intelectual acumulado, representado pela inteligência de seus colaboradores. Ter acesso a cérebros que fazem diferença contribuindo ativamente e criando valor para a organização é mais importante do que ter acesso a máquinas e bens imobilizados. Temos aí a base da chamada Sociedade do Conhecimento. Leia o resto deste post »
como havia prometido no post anterior, segue a segunda parte do resumo que fiz sobre a quinta jornada de tecnologia e gestão do Banco do Brasil, realizada entre os dias 22 e 26 de novembro pela Diretoria de Tecnologia do Banco do Brasil.
Hoje teremos o resumo dos paineis “Geração X, Y e Z” e “Inovação como atividade social”
Painel “Geração X, Y e Z”
Para criar um bom ambiente de trabalho e permitir o trabalho conjunto entre profissionais experientes e novos talentos é preciso entender como as gerações X, Y e Z pensam e enxergam o mundo. Esse foi o assunto do painel “Geração X, Y e Z” que contou com a presença de Jorge Carvalho, coordenador de soluções da HSM e organizador do espaço geração Y durante a Expomanagement, Beto Toledo, Diretor de Mídias On-line da Young & Rubicam, e Rafael Costa, jovem de 12 anos que já desenvolve aplicativos para o Iphone. O sucesso e a importância do tema foram tão grandes que a Rede Record fez uma reportagem sobre o evento e veiculou no jornal local. Leia o resto deste post »
Durante a semana de 22 a 26 de novembro, realizamos na Diretoria de Tecnologia do Banco do Brasil a quinta jornada de tecnologia e gestão. A jornada é um evento que tem como diretriz abordar assuntos de vanguarda ligados a inovação colocando os funcionários da Diretoria de Tecnologia em contato com pessoas no mercado que, em suas respectivas empresas, estão a frente dos assuntos inovadores abordados na jornada. O tema desse ano foi “Conectando as pessoas pelo diálogo”.
Além das palestras realizadas no auditório principal da Tecnologia, também é organizada uma mostra de inovação onde os parceiros da Diretoria apresentam suas visões sobre o futuro da tecnologia para a indústria bancária permitindo compartilhar essas visões com os funcionários de modo que possamos construir esse futuro em parceria. Participam da mostra de tecnologia empresas como Microsoft, IBM, Oracle, HP, Diebold, …
Esse é um post mix-resumo das palestras realizadas no auditório principal. Como esse texto será longo, dada a grande quantidade e qualidade das palestras, eu dividi esse resumo em cinco partes, um para cada dia da jornada, que serão publicadas uma a cada dia para que vocês possam ler em um ritmo que for melhor para vocês.
Essa primeira parte abordará os temas “Organizações do trabalho no futuro”, que contou com a presença de Silvio Meira e da Adriana Salles Gomes, e o painel “Melhores empresas para se trabalhar” que contou com as presenças de Ruy Shiozawa, Presidente do instituto Great Place to Work, Andreas Huettner, Diretor Comercial da Google Brasil e Daniel Moczydlower, CEO da Chemtech, Leia o resto deste post »
ontem eu assisti a um filme que recomendo como metáfora para o empreendedorismo. O filme chama “Os primeiros 20 milhões” que é uma hilária comédia que satiriza o estouro da bolha da Internet e do comércio eletrônico do final da década de 90, através da história fictícia de um jovem (Adam Garcia) que abandona um excelente emprego no departamento de marketing de uma poderosa empresa do Vale do Silício para perseguir seu sonho de trabalhar construindo algo palpável. Ele se envolve no projeto de invenção e comercialização de um computador de 99 dólares – na verdade a grande piada do centro de estudos. Leia o resto deste post »
muito se fala em inovação, mas pouco se fala o que está envolvido em um processo de inovação. Sem risco e a possibilidade de falha, não pode haver inovação e sucesso. Risco faz parte de qualquer processo de inovação e se há risco, há erro. A diferença está no uso que fazemos do erro, se para a punição gerando o medo, ou como instrumento pedagógico gerando assim aprendizado.
O vídeo abaixo ilustra muito bem a diferença no uso do erro e do fracasso. Enjoy!!
As empresas mais inovadoras têm maior tolerância a erros e encorajam as pessoas a assumirem riscos. Ao invés de puni-los, elas aprendem como melhorar visando o futuro. Elas estabelecem um nível altíssimo de confiança para que seus times não tenham medo de pensar fora da caixa. Elas sabem que, para construir uma cultura de inovação, é preciso encorajar as pessoas a assumirem riscos.
Portanto, sem riscos não há erros, e sem riscos e erros não há inovação. A vida fica sem graça.