Nesse espaço, você vai poder debater sobre todos os assuntos relacionados a excelência da gestão como gestão de projetos, empreendedorismo corporativo, liderança, planejamento estratégico, gestão do conhecimento e outros assuntos a fim.
Participe com suas opiniões e pontos de vista. Vamos juntos construir aquilo que meu professor de gestão empreendedora, Professor Adolfo, chama de Gestão 2.0.
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como afirmei no post anterior, o Brasil é um país que já deu certo. Citei vários campos onde estamos crescendo e somos reconhecidos pela excelência, mas tem um outro campo em que também temos papel de destaque que é a área de gerenciamento de projetos. Nessa área, não tem como não falar do maior expoente brasileiro nessa área que é o consultor e empreendedor Ricardo Vargas.
Ricardo Vargas é o único não americano a ter feito parte do Board mundial do PMI Headquarter. Além disso, teve recentemente reconhecido seu treinamento PMDome como a melhor solução mundial em treinamento em gerenciamento de projetos pelo PMI Headquarter. Trata-se de um treinamento de gerenciamento de projetos na prática e ajuda as pessoas a utilizar o gerenciamento de projetos de forma mais efetiva na sua empresa e na sua vida.
Abaixo segue vídeo mostrando como esse treinamento com aprendizado na prática se realiza:
Além do PMDome, o site do Ricardo é referência em termos de compartilhamento de conteúdo sobre gerenciamento de projetos. Todas as suas palestras são disponibilizadas para downloads e vários artigos seus são também disponibilizados de forma gratuita. Além disso, você tem a sua disposição vários podcasts realizados pelo próprio Ricardo Vargas.
depois de algum tempo de reflexão, volto novamente a escrever nesse espaço. Durante esse tempo procurei refletir bastante sobre minhas atitudes e a forma como me relaciono com os diversos assuntos que aqui procuro comentar. Como já disse em posts anteriores, são precisos dois processos na aquisição de conhecimento sendo o primeiro o conceito de Exploration, que consiste em explorar e procurar por conhecimento, e o segundo é o processo de Exploitation que implica em absorver o conhecimento através da reflexão e da análise, comparando com conhecimentos que você já detém para depois fazer com que esses novos conhecimentos sejam refletidos nas suas atitudes.
Nesse sentido, procurei refletir bastante sobre um assunto que é parte permanente dos textos que publico nesse blog que é a mudança, principalmente nos modelos de gestão das empresas. Durante muito tempo eu pesquisei sobre vários tipos de ferramentas de gestão que auxiliariam a mudança nos modelos de gestão, mas, confesso que me sentia bastante frustrado ao tentar aplica-los. E aí vem a importãncia do auto-conhecimento em nossas vidas, pois procurei identificar a causa dessa frustração e descobri que ela estava em mim mesmo. Leia o resto deste post »
vejam no vídeo abaixo o que um pouco de ousadia pode fazer:
Reparem que, no começo do vídeo, o candidato a American Idol, James Durbin, apresenta sua escolha de música para sua apresentação que foi “Heavy Metal” de Sammy Hagar para a trilha sonora do filme de mesmo nome. Depois de fazer um pequeno trecho, o produtor, um dos melhores do mercado americano, pergunta: “Qual é o gancho?” e James responde que “Esse é o gancho”
O produtor alerta James que essa semana era crítica para os candidatos, pois só restavam 8 candidatos, e que ele corria riscos com essa escolha. James não se importa, salienta que respeita a experiência dos dois produtores, mas que uma música e uma apresentação não poderiam ter seu potencial avaliado com o simples acompanhamento do piano e que aquela música traduzia a paixão dele pelo Heavy Metal.
Ele assumiu os riscos pela decisão que ele tomou, mesmo sendo alertado pela experiência dos dois produtores, e fez uma das maiores apresentações da noite no American Idol, acompanhado pelo grande guitarrista Zakk Wylde, no episódio exibido aqui no Brasil no último sábado(23/04).
Mostra que a ousadia, mesmo sendo de um novato contra a experiência de um grande produtor, aliada a paixão pelo que faz, pode fazer coisas que muita gente dúvida.
no blog “Gestão e Inovação” (clique aqui para acessar) li um post bem interessante sobre as idéias do cientista indiano Raghunath Mashelkar sobre gestão e inovação. Ele propõe uma abordagem diferente de pesquisa e desenvolvimento baseada nos princípios de vida do ícone maior do pacifismo: Mahatma Gandhi.
Ele chega a cunhar o termo “Engenharia Gandhiana” para definir inovações que permitam conseguir mais com menos para mais pessoas baseado em um dos ensinamentos do herói da independência indiana que dizia que “A Terra provê o suficiente para satisfazer as necessidades, não a ganância, de todos os homens”. Produtos e serviços que melhorem a vida de todos – inclusive, mas não somente, as dos 4 bilhões de pessoas que vivem hoje com menos de dois dólares por dia. Isto significa, sim, custos ultrabaixos. Para isso ele propõe o trinômio “baixo preço, alto desempenho e alta tecnologia”.
Ele cita como exemplos um novo sistema de localização por satélite de zonas pesqueiras elevou os níveis de produtividade, e portanto de renda, de milhões de pessoas ao longo da costa indiana que dependem da pesca para sobreviver. Cientistas medem a quantidade de clorofila na água e a temperatura na superfície do mar para detectar a concentração de peixes em uma determinada área. A informação é, então, transmitida para painéis eletrônicos instalados nos piers onde se concentram os pescadores e, por mensagem de texto, para os celulares daqueles que já estão no mar. Bom negócio tanto para o provedor de notícias por celular (neste caso, a Bharti Airtel) como para os pescadores.
O cientista cita as 5 regras de inovação segundo Gandhi e com meus comentários: Leia o resto deste post »
está disponível uma iniciativa muito legal no portal da HSM que é o mosaico de tendências. O Mosaico está disponível no endereço http://www.hsm.com.br/mosaico/index.html#/pt_BR/home/
Lá você pode fazer suas previsões nos campos da Gestão e Negócios, Sustentabilidade, Web e Mobilidade, Brasil, Marketing e liderança. Se você não tem previsões a fazer, você também pode participar opinando sobre a qualidade das previsões feitas por outras pessoas.
Eu mesmo já fez duas previsões lá. A primeira, que está disponível em http://bit.ly/hkC3sO , é sobre o futuro da gestão das organizações. Na minha opinião, empresas grandes trazem uma complexidade muito grande para serem administradas e o custo de gestão de toda essa complexidade está cada vez mais elevado e insustentável e a consequência disso é a falta de mobilidade e flexibilidade das empresas para acompanhar as mudanças cada vez mais frequentes proporcionadas pela evolução cada vez mais rápida da tecnologia e, o que considero pior, o grande distanciamento da alta administração das grandes empresas daqueles que são a razão de ser de qualquer empresa que são seus clientes. Leia o resto deste post »
Durante a semana de 22 a 26 de novembro, realizamos na Diretoria de Tecnologia do Banco do Brasil a quinta jornada de tecnologia e gestão. A jornada é um evento que tem como diretriz abordar assuntos de vanguarda ligados a inovação colocando os funcionários da Diretoria de Tecnologia em contato com pessoas no mercado que, em suas respectivas empresas, estão a frente dos assuntos inovadores abordados na jornada. O tema desse ano foi “Conectando as pessoas pelo diálogo”.
Além das palestras realizadas no auditório principal da Tecnologia, também é organizada uma mostra de inovação onde os parceiros da Diretoria apresentam suas visões sobre o futuro da tecnologia para a indústria bancária permitindo compartilhar essas visões com os funcionários de modo que possamos construir esse futuro em parceria. Participam da mostra de tecnologia empresas como Microsoft, IBM, Oracle, HP, Diebold, …
Esse é um post mix-resumo das palestras realizadas no auditório principal. Como esse texto será longo, dada a grande quantidade e qualidade das palestras, eu dividi esse resumo em cinco partes, um para cada dia da jornada, que serão publicadas uma a cada dia para que vocês possam ler em um ritmo que for melhor para vocês.
Essa primeira parte abordará os temas “Organizações do trabalho no futuro”, que contou com a presença de Silvio Meira e da Adriana Salles Gomes, e o painel “Melhores empresas para se trabalhar” que contou com as presenças de Ruy Shiozawa, Presidente do instituto Great Place to Work, Andreas Huettner, Diretor Comercial da Google Brasil e Daniel Moczydlower, CEO da Chemtech, Leia o resto deste post »
ontem eu assisti a um filme que recomendo como metáfora para o empreendedorismo. O filme chama “Os primeiros 20 milhões” que é uma hilária comédia que satiriza o estouro da bolha da Internet e do comércio eletrônico do final da década de 90, através da história fictícia de um jovem (Adam Garcia) que abandona um excelente emprego no departamento de marketing de uma poderosa empresa do Vale do Silício para perseguir seu sonho de trabalhar construindo algo palpável. Ele se envolve no projeto de invenção e comercialização de um computador de 99 dólares – na verdade a grande piada do centro de estudos. Leia o resto deste post »
muito se fala em inovação, mas pouco se fala o que está envolvido em um processo de inovação. Sem risco e a possibilidade de falha, não pode haver inovação e sucesso. Risco faz parte de qualquer processo de inovação e se há risco, há erro. A diferença está no uso que fazemos do erro, se para a punição gerando o medo, ou como instrumento pedagógico gerando assim aprendizado.
O vídeo abaixo ilustra muito bem a diferença no uso do erro e do fracasso. Enjoy!!
As empresas mais inovadoras têm maior tolerância a erros e encorajam as pessoas a assumirem riscos. Ao invés de puni-los, elas aprendem como melhorar visando o futuro. Elas estabelecem um nível altíssimo de confiança para que seus times não tenham medo de pensar fora da caixa. Elas sabem que, para construir uma cultura de inovação, é preciso encorajar as pessoas a assumirem riscos.
Portanto, sem riscos não há erros, e sem riscos e erros não há inovação. A vida fica sem graça.
na última página da revista HSM Management, sempre vem a seção “O que eles dizem sobre “. Trata-se de um conjunto de frases sobre determinado assunto e que servem como insights para o nosso cotidiano. Acho a idéia excelente e sempre a utilizo para reunir aqui no blog algumas frases apresentadas pelos palestrantes nos eventos da HSM de que participo.
Seguem abaixo, algumas frases que capturei durante a ExpoManagement 2010 realizada entre os dias 08 e 10 de Novembro:
Jim Collins:
“Quanto maior o sucesso, mais aterrorizados ficam os executivos, porque o fracasso sempre pode bater a nossa porta”
“As empresas parecem saudáveis por fora, com uma imagem de robustez e crescimento, mas já tem dentro delas uma doença, que se detectada precocemente pode ser curada”
“Não dá para criar uma empresa duradora se tudo gira ao seu redor de líderes isolados que acreditam que toda a base do sucesso de uma organização se deve a ele.”
“O grande sucesso dos CEOs que lideraram empresas duradouras não se deve a boas intenções, personalidade ou carisma”
“O crescimento sem disciplina pode liquidar uma empresa. A questão não é como crescer, mas como crescer com disciplina”
“Se uma organização permite que o crescimento supere a capacidade de ter as pessoas corretas, nos cargos adequados, isto é um indício de que está a caminho do declínio. O problema não é o crescimento, mas ter gente suficiente para executar o crescimento de forma brilhante”
“Não existe um grande segredo para motivação. As pessoas certas nos lugares certos são auto-motivadas por natureza. O problema é como não destruir esta motivação”
“O maior erro na liderança é oferecer esperanças falsas que serão destruídas pelos fatos”
“90% dos presidentes das empresas que se mantiveram no sucesso vieram de dentro da própria companhia. A busca de “um salvador externo heróico” é uma medida indisciplinada. Isto porque a grandeza não acontece da noite para o dia com um único evento”