Posts com Tag ‘cultura organizacional’
Publicado por marcelao em Agosto 26, 2009

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Pessoal,
o último post que publiquei, que foi sobre a Web 3.0, eu fechei afirmando que, para alcançarmos todos os benefícios que a economia digital e social poderá nos trazer, era preciso repensarmos o papel das empresas na sociedade. Então, quero iniciar uma nova série de posts comentando sobre, na minha opinião, qual deveria ser o papel das empresas nesse novo mundo. Quero discutir porque as empresas devem existir.
Hoje (2608), estou participando do evento da IDG!NOW, o Digital Ages, que tem como objetivo discutir a realidade dos negócios com o advento da Internet nos campos do marketing, publicidade, comunicação. Quem me acompanha nos blogs de que participo, sabe que procuro discutir a tecnologia não como bits e bytes, mas sim em como ela transforma tudo no nosso mundo. Dito isso, no meu entender, a Internet é a nossa grande chance de RE-criarmos uma nova sociedade, uma nova humanidade, uma HUMANIDADE 2.0 como diria o meu amigo Gil Giardelli. Parafraseando um famoso politico, Nunca na história desse mundo estivemos tão perto de fazer uma revolução de baixo para cima, uma RE-Evolução.
Existem vários casos que posso citar de eventos associados a essa revolução de baixo para cima como, por exemplo, o movimento dos moradores e associações de bairros da cidade do Rio de Janeiro que estão proporam o boicote ao pagamento IPTU no ano de 2008. A razão desse boicote é que a cidade do Rio de janeiro, segundo relatos, estava entregue a própria sorte quanto a sua manutenção com suas e calçadas esburacadas, grama sem cortar virando capim, árvores que não recebiam poda há muito tempo, proliferação de camelôs nas ruas, … E só quando se aproximaram as eleições é que o prefeito da cidade resolve fazer acontecer valendo-se daquela máxima de que a “última impressão é a que fica”. Resultado : os moradores cansaram-se dessa postura e resolveram pagar o IPTU apenas em Novembro fazendo com que o prefeito não tenha recursos para continuar com essa prática eleitoreira.
Na palestra do Sr. Tony Hsieh, CEO da Zappos (loja on-line de venda de sapatos), ficou claro como essa revolução deveria impactar as empresas. Para Tony, devemos reinventar o DNA das empresas visando encantar nossos clientes e, principalmente, funcionários e torná-los seguidores da marca da empresa. Quem achava que seria uma palestra sobre negócios, recheada com números, foi surpreendido com uma palestra que falou 99% sobre pessoas e 1% sobre negócios. Leia o resto deste post »
Enviado em Colaboração, Consumidor 2.0, Empreendedorismo, Gestão 2.0, Gestão de pessoas, Gestão do Conhecimento, Inovação, Nova Economia, Poder do consumidor | Tagged: cultura organizacional, digital age 2.0, economia digital, Gestão 2.0, Gestão de pessoas, Gestão do Conhecimento, Inovação, Inovação na Gestão, Nova Economia, Poder do consumidor, Redes sociais, Zappos | 4 Comentários »
Publicado por marcelao em Junho 6, 2009

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Pessoal,
encontrei no Twitter via @slrm (Silvio Meira) um site contendo, segundo opinião do autor, as 10 razões de porquê o CEO sabota a inovação. Vamos a elas :
- Falta de convicção de que a inovação fará diferença;
- Falta de habilidade para montar um time comprometido de campeões;
- Dependência excessiva do corte de custos e de inovações incrementais;
- A percepção de falta de tempo;
- Desequilíbrio entre o raciocínio do lado esquerdo (lógico) e o lado direito (criativo) do cérebro;
- CEO assume que o comitê de administração não ficará impressionado;
- Inovação “voa” acima da análise;
- CEOs preservam recursos. Inovação requer mais recursos;
- Muitas reuniões;
- Os resultados só aparecem no longo prazo;
- Inovação aumenta a quantidade de falhas aparentes;
- Inovação exige discordância e desconforto;
Assim como na gestão de pessoas, há uma distância muito grande entre o discurso e a prática. Eu acrescentaria que uma das razões, de porquê a inovação tem dificuldades para surgir nas empresas, é a mentalidade ainda muito mecanicista presente na alta administração das empresas. Acham que a inovação pode surgir a qualquer momento sem que se crie um ambiente adequado não só referente a cultura organizacional, mas também um ambiente físico próprio para o estímulo a inovação.
E na sua empresa, qual das razões acima impedem o estímulo a inovação?
Um abraço.

Leia também os seguintes posts :
- O dilema da inovação na gestão – > Clique aqui para ler;
- Gestão 2.0 : Fortaleça os incomodados – > Clique aqui para ler;
- Palestra : Planejamento estratégico pessoal – > Clique aqui para ler;
- Enxergue de forma mais abrangente – > Clique aqui para ler;
- Google – Modelo de inovação na Gestão – > Clique aqui para ler;
- Ostra feliz não faz pérola – > Clique aqui para ler;
- Por quê é tão dificil mudar? – > Clique aqui para ler;
- Não existe planejamento perfeito – > Clique aqui para ler;
- Autoconhecimento : O conhecimento mais importante – > Clique aqui para ler;
- Chegou a hora da administração? – > Clique aqui para ler;
- Questionar é preciso : liderando equipes talentosas – > Clique aqui para ler;
- Gestão e inovação é com o lado direito do cérebro – > Clique aqui para ler;
- Livro : O futuro da administração – > Clique aqui para ler;
- Dica de video – Conheça a cultura corporativa do Google – > Clique aqui para ler;
- Google – Modelo de inovação na Gestão – > Clique aqui para ler;
Enviado em Gestão de pessoas, Gestão do Conhecimento, Inovação | Tagged: cultura organizacional, Gestão 2.0, Gestão de pessoas, Gestão do Conhecimento, Inovação, Inovação na Gestão, liderança | 12 Comentários »
Publicado por marcelao em Junho 6, 2009

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Pessoal,
o objetivo desse post é tentar identificar qual a linha de raciocínio comum entre todas as palestras realizadas no fórum mundial de liderança organizado pela HSM nos dia 02 e 03.06. Portanto, esse post não é o resumo de cada palestra, pois essa tarefa já foi realizada durante o fórum e já está disponível no portal da HSM (Clique aqui para acessar).
O que percebi de comum em todas as palestras foram 4 tópicos :
- Mudança de modelos;
- Sustentabilidade;
- Importância dos valores;
- Construção de significado;
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Enviado em Gestão 2.0, Gestão de pessoas, liderança | Tagged: clima organizacional, comunicação, cultura organizacional, Forum mundial de liderança, Gestão 2.0, HSM management, Inovação na Gestão, liderança | 4 Comentários »
Publicado por marcelao em Junho 6, 2009

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Pessoal,
estou em São Paulo hoje(02.06) participando do fórum mundial de liderança e alta performance organizado pela HSM(acesse aqui a cobertura do evento). Quem abriu o evento foi o professor da universidade de Stanford Jeffrey Pfeffer, um dos maiores especialistas em gestão de pessoas. Entre os vários ensinamentos que o professor Pfeffer compartilhou com todos, destaco a necessidade que o lider aposte na verdade para liderar uma cultura de resultados extraordinarios.
Esse é o ponto em que quero fazer com o universo criado pela autora J.K Rowling com sua saga do bruxinho Harry Potter. Quem acompanha a saga sabe que o vilão é o assassino dos pais de Harry : O Lord Voldemort. O engraçado do filme é que a maioria dos personagens não podem mencionar o nome do vilão, sempre se referindo a ele como “aquele que não deve ser nomeado”, sendo que Harry Potter é o único que tem coragem de falar o nome do vilão. More »« Less
Sabemos que as pessoas dentro das empresas tem consciência dos problemas que suas respectivas empresas enfrentam e que emperram a busca por resultados extraordinários. Ocorre que a conversa e a reflexão sobre esses problemas não são estimulados por aqueles que deveriam liderar a mudança, mesmo sabendo que ela é necessária e inevitável.
Daí surgem aquelas conversas reservadas em lugares isolados e escondidos para falar desses problemas, para falar sobre “aquilo que não deve ser nomeado”. São poucos os “Harry Potter” existentes dentro das empresas que têm coragem para falar o nome do vilão “VOLDEMORT”.
Essa situação chega a extremos com a negação dos fatos como ocorre no quinto filme da série “Harry Potter e a ordem da Fênix” em que, após o quarto filme que marca a volta do vilão, o ministro da magia nega veementemente a volta do vilão e passa a perseguir Harry Potter chamando-o de mentiroso e irresponsável.
As perguntas que quero deixar para reflexão são : Quantos “Voldemort” temos dentro das empresas que precisam deixar de ser “aquele que não deve ser nomeado”? Onde estão os “Harry Potter” dentro das nossas empresas? Até quando teremos que negar a existência dos “Voldemort” dentro de nossas empresas?
Se quisermos alcançar resultados extraordinários temos que passar a encarar de frente os “Voldemort” presentes em nossas empresas. Afinal de contas, para resolver um problema, de qualquer natureza, o primeiro passo é reconhece-los e passar a nomea-los.
Um abraço.
P.S Quero agradecer aqui as minhas colegas de blog da HSM, Adriana e a Raquel, por ter inspirado esse post durante o nosso excelente jantar.

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Publicado por marcelao em Maio 15, 2009

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Pessoal,
um dos desafios propostos pelo Gary Hammel para inovação na gestão é fortalecer os renegados e desarmar os reacionários.
Segundo o artigo do professor Hammel publicado na Harvard Business Review de fevereiro/2009, “O monarca no trono normalmente não promove revoluções. A maioria dos sistemas de gestão, no entanto, dá uma parcela desproporcional da influência sobre políticas e estratégias a um pequeno número de altos executivos. Ironicamente, esse é justamente o grupo com mais interesse no status quo e o mais inclinado a defendê-lo. É por isso que empresas estabelecidas costumam “ceder” o futuro para novatas. A única saída é criar sistemas de gestão que transfiram poder para aqueles cujo capital emocional está investido basicamente no futuro e que têm pouco a perder com mudanças.” Leia o resto deste post »
Enviado em Empreendedorismo, Gestão 2.0, Gestão de pessoas, Inovação, liderança | Tagged: clima organizacional, cultura organizacional, Empreendedorismo, Gestão 2.0, Gestão de pessoas, Inovação, Inovação na Gestão, liderança, Modelos de Gestão | 22 Comentários »
Publicado por marcelao em Janeiro 2, 2009

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Pessoal,
tem uma frase do grande Peter Drucker que diz : “Como gerente, você é pago para estar desconfortável. Se você está confortável, é um sinal seguro de que você está fazendo as coisas erradas.” Peço licença ao grande mestre, mas gostaria de corrigi-lo(quanta audácia da minha parte), na verdade, lideres é que são pessoas desconfortáveis e não gerentes.
O objetivo desse post é apresentar o que considero as principais diferenças entre ser um lider e ser um gerente.
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Enviado em Empreendedorismo, Gestão 2.0, Gestão de mudanças, Gestão de pessoas, Gestão do Conhecimento, Inovação, liderança | Tagged: agentes de mudança, clima organizacional, Competências dos lideres do futuro, cultura organizacional, diferença entre lideres e gerentes, empreendedores corporativos, Gestão 2.0, gestão da mudança, Gestão de pessoas, Gestão de Projetos, Inovação na Gestão, liderança, Lideres do futuro, quebra de paradigmas | 41 Comentários »
Publicado por marcelao em Dezembro 13, 2008

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Pessoal,
realizei hoje (11.12) uma palestra na diretoria de tecnologia do Banco do Brasil com o titulo “empreendedorismo corporativo, inovação e projetos”. O objetivo da palestra era apresentar o que caracteriza a inovação e o empreendedorismo e a relação deles com a gestão de projetos.
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Enviado em Colaboração, Empreendedorismo, Gestão 2.0, Gestão de Projetos, Gestão de mudanças, Gestão de pessoas, Gestão do Conhecimento, Inovação, Nova Economia, Palestras realizadas, competição, liderança | Tagged: Aprendizado contínuo, bloqueios a criatividade, clima organizacional, clima para inovação, criatividade, cultura empreendeora, cultura organizacional, empreendedorismo corporativo, Gestão 2.0, gestão da diversidade, Gestão de mudanças, Gestão de pessoas, Gestão de Projetos, gestão empreendedora, Inovação, Inovação na Gestão, intraempreendedorismo, limitadores da criatividade, Modelos de Gestão, projetos | 24 Comentários »
Publicado por marcelao em Novembro 11, 2008

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Pessoal,
parece que para corroborar com o meu post anterior sobre enpreendedorismo corporativo, ouvi o comentário do Max Gehringer na segunda-feira dia 3 de novembro sobre a receita do sucesso.
Max, com sua espetacular competência de sintetizar e tornar os assuntos do mundo corporativo claros e simples, respondeu a carta de um ouvinte que lhe perguntava qual era a receita para o sucesso.
Ele resumiu a receita em 4 fatores determinantes para construir uma carreira :
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Enviado em Empreendedorismo, Gestão 2.0, Gestão de pessoas | Tagged: clima organizacional, Comentário de Max Gehringer, crescimento na carreira, criatividade, cultura organizacional, empreendedor corporativo, Empreendedorismo, gerenciamento de carreira, Gestão de pessoas, Inovação, intraempreendedorismo, receita do insucesso, Receita do sucesso | 18 Comentários »
Publicado por marcelao em Outubro 23, 2008

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Pessoal,
um dos assuntos que mais gosto de abordar aqui nesse espaço é a questão do empreendedor corporativo. Como já escrevi em outros posts, empreendedor corporativo ou intraempreendedor é aquele sujeito que possui as características de empreendedor, mas não não é dono de um negócio próprio, pois prefere e sente-se confortável trabalhando dentro de uma empresa.
O objetivo desse post é mostrar as dificuldades que esse empreendedor encontra no cotidiano das empresas para empreender.
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Enviado em Empreendedorismo, Gestão 2.0, Gestão de Projetos, Gestão de pessoas, Inovação, Nova Economia, competição | Tagged: Atitude empreendedora, barreiras para o empreendedorismo, clima para empreendedorismo, clima para inovação, Competitividade, cultura americana, cultura brasileira, cultura de inovação, cultura empreendedora, cultura organizacional, dimensões culturais, Empreendedorismo, empreendedorismo corporativo, espirito empreendedor, Gestão 2.0, Gestão de pessoas, Gestão de Projetos, Giffor Pinchot, Inovação, intraempreendedorismo, liderança, modelo de Hofstede, normas sociais, Nova Economia, pessoas talentosas, pessoas visionárias, projetos, visão empreendedora | 18 Comentários »