Nesse espaço, você vai poder debater sobre todos os assuntos relacionados a excelência da gestão como gestão de projetos, empreendedorismo corporativo, liderança, planejamento estratégico, gestão do conhecimento e outros assuntos a fim.
Participe com suas opiniões e pontos de vista. Vamos juntos construir aquilo que meu professor de gestão empreendedora, Professor Adolfo, chama de Gestão 2.0.
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segue vídeo-documentário ”O que mudou nos últimos 5 anos” foi realizado pela HOTWords e tem como tema as grandes transformações vividas não só pelo mercado da comunicação, mas na sociedade e na economia nos últimos 5 anos. Fazendo assim uma retrospectiva e uma análise dos principais acontecimentos dessa revolução.
durante nossa vida, nós acumulamos uma série de lições que aprendemos com diversas pessoas que tivemos contato. Sabe aquela frase: “aprendi com fulano isso…” e outras expressões como essa? Pois um dos ensinamentos que registrei, e que volta e meia eu cito para as pessoas, é uma frase da minha professora de educadoria no MBA que fiz sobre planejamento e gestão empresarial. Em meio a discussão sobre participação das pessoas e processo decisório, alguém comentou sobre a questão da maioria imperar na tomada de decisões. Foi aí que ela afirmou: “Muitos afirmam que a maioria tem razão, mas a maioria não tem razão, a maioria decide o que vai fazer. Se a maioria tivesse razão sempre, nenhuma eleição daria errado”.
Resgato essa passagem, e ensinamento da minha vida, porque tive contato com um artigo da professora de programação e criadora de games Kathy Sierra sobre inteligência coletiva. Segundo a professora, aproveitar a inteligência coletiva pode trazer muitos benefícios – desde que não seja necessário um consenso prévio entre as pessoas que compõem essa inteligência. O objetivo é agregar de algum modo a sabedoria de cada individuo independente. Kathy exemplifica separando inteligência coletiva ou burrice das multidões:
- Inteligência coletiva é um monte de gente escrevendo resenhas de livros na Amazon. Burrice das multidões é um monte de gente tentando escrever um romance juntos;
- Inteligência coletiva são todas as fotos no Flickr, tiradas por individuos independentes, e as novas ideias criadas por esse grupo de fotos. Burrice das multidões é esperar que um grupo de pessoas crie e edite uma foto juntas; Leia o resto deste post »
na última página da revista HSM Management, sempre vem a seção “O que eles dizem sobre “. Trata-se de um conjunto de frases sobre determinado assunto e que servem como insights para o nosso cotidiano. Acho a idéia excelente e sempre a utilizo para reunir aqui no blog algumas frases apresentadas pelos palestrantes nos eventos da HSM de que participo.
Seguem abaixo, algumas frases que capturei durante a ExpoManagement 2011 realizada entre os dias 05 e 07 de Novembro:
Clayton Christensen:
“Inovação não é algo inerentemente previsível do sucesso”
“Uma estratégia de baixo custo só funciona quando existem concorrentes com produtos de alto custo. Se tudo vira comoditie, essas empresas quebram”
“Os maiores mercados são aqueles que não existem ainda”
“Empresas devem buscar uma compreensão que reflete o modo como os clientes vivem a vida”
“Tentar entender o cliente é errado. O que precisamos compreender é a função que o cliente está querendo utilizar”
“O cliente raramente compra o que as empresas pensam que estão vendendo” (citando Peter Drucker)
“Entenda nao PORQUE o cliente compra seu produto, mas O QUE DE FATO ele faz com ele. Assim você consegue melhorá-lo” Leia o resto deste post »
no século XXI, século da economia criativa e da inovação, estamos diante de um mundo muito mais complexo e de maior dificuldade na interpretação dos problemas em relação ao contexto que vivemos no século passado. Estamos diante de uma verdadeira e drástica mudança na economia, uma mudança que envolve uma grande transferência de poder, dos chamados países evoluídos como Estados Unidos e Inglaterra para países emergentes como os que compõem o BRIC(Brasil, Rússia, India e China). Transferência de poder também fluindo das empresas, com a confiança questionada por mais de 62% das pessoas segundo pesquisa do MIT, para os consumidores devido ao maior poder de acesso a informação, principalmente com o advento das redes sociais, tornando as pessoas mais informadas e mais conectadas.
Em um ambiente complexo como esse, as empresas precisam perceber que, para dominar as diversas perspectivas que envolvem entender e atender as necessidades cada vez maiores de seus clientes, nenhuma empresa detem todos os conhecimentos, todas as habilidades e todos os recursos necessários para entregar valor aos seus clientes. Tom Peters afirmou no Fórum HSM de liderança de 2010 que 98% das empresas são as pessoas e o professor Silvio Meira complementou nesse mesmo fórum que realmente 98% das empresas eram as pessoas, mas que 98% das pessoas estavam fora das empresas, ou seja, a grande parte do conhecimento e das habilidades necessárias, para que as empresas atendessem a sociedade, estava fora delas.
Nesse cenário, empresas que quiserem entregar valor deverão entender que ele resultará cada vez mais de processos de co-criação com seus clientes – não importa que sejam consumidores ricos do ocidente ou consumidores pobres de Bangladesh ou da Índia. Todas as empresas precisarão aprender a acessar recursos oriundos de várias fontes, principalmente de seus clientes. Leia o resto deste post »
segue abaixo vídeo contendo uma entrevista que concedi ao pessoal da organização do 8o Congresso de Profissionais de Gerenciamento de Projetos organizados pelo PMI-RJ. Nesse evento, eu palestrei sobre a utilização de Redes Sociais no gerenciamento de projetos.
Esse ano estarei presente palestrante também no 9o Congresso discursando sobre a importância do Design Thinking como ferramenta de criatividade e de percepção real da necessidade do cliente no gerenciamento de projetos.
segue vídeo abaixo demonstrando de forma clara as mudanças que a Internet provocou na questão de direitos autorais, além de mostrar outras possibilidades de criação de conteúdo como no caso da banda White Stripes.
Um abraço.
“Maybe I’m a dreamer, but i still believe”
twitter: @blogdomarcelao
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tempos atrás, eu escrevi um post com 10 tendências a serem monitoradas por todo estrategista. Entre elas estava o fato que a confiança nas empresas estava decaindo e que inclusive apresentava uma pesquisa do MIT que apontava que 62% das pessoas pesquisadas em 20 países não confiavam nas empresas. Falta de confiança essa que aumentou mais ainda depois de escandâlos recentes como a quebra da Enron e a crise financeira de 2009, envolvendo bancos como Lehman Brothers, que foi resultado do excessivo foco no atendimento das expectativas do acionista em detrimento do poder de mobilizar plenamente a energia humana, ou seja, as práticas de gestão empresarial não estavam voltadas a metas mais nobres, socialmente relevantes.
Essa perda de confiança ela não aconteceu de uma hora para outra, trata-se de um movimento silencioso que vem ocorrendo ao longo de muitos anos e de dificil percepção, mas que podem tornar-se supreendentes principalmente para aqueles que não estão prestando atenção. Anos de falta de confiança nos funcionários da sua empresa podem estourar como um verdadeiro terremoto, mas, por mais paradoxal que seja, de forma silenciosa através da falta de comprometimento e de engajamento das pessoas com a missão da empresa e seu papel dentro da sociedade.
A alta concentração de poder no topo da administração das empresas, e a consequente falta de autonomia dos funcionários que estão mais em contato com os clientes, pode ser um dos grandes entraves para o crescimento e a perenidade das empresas na nova economia, a economia da criatividade e do conhecimento. Afinal de contas, o nível de confiança da topo da administração das empresas é medido pelo nível de autonomia concedido aos funcionários que estão em contato direto com os clientes, ou seja, quanto mais concentrado o poder no topo, menor é o nível de autonomia na ponta das empresas e para aqueles que estão em contato direto com a razão de ser de qualquer organização que é o cliente. Leia o resto deste post »
segue vídeo abaixo mostra a transformação do Marketing, com maior foco no “P” de promoção/publicidade, mostrando as adaptações pelo que o mercado passou de acordo com o surgimento de novas mídias e formas de contato com o consumidor. Mostra também a grande transformação que a Internet, mais especificamente o advento da colaboração e da WEB 2.0, trouxe invertendo o fluxo de mensagem deixando de ser um fluxo de 1 meio para N pessoas, unidirecional, e passando a ser N meios para N pessoas com fluxo multidirecional, onde os consumidores fazem e são a parte mais importante do processo de comunicação entre marcas, produtos e consumidores.
Toda essa evolução potencializada pela WEB 2.0 traz para o mundo atual onde temos a substituição da massificação e da customização em massa em busca de uma maior personalização, onde temos a substituição dos 4 “P”s do Marketing (Preço, Praça, Produto, Promoção) pelos 4 “E”s que envolvem troca(Exchange), Experiência, Onipresença(EveryWhere) e Engajamento.
está disponível uma iniciativa muito legal no portal da HSM que é o mosaico de tendências. O Mosaico está disponível no endereço http://www.hsm.com.br/mosaico/index.html#/pt_BR/home/
Lá você pode fazer suas previsões nos campos da Gestão e Negócios, Sustentabilidade, Web e Mobilidade, Brasil, Marketing e liderança. Se você não tem previsões a fazer, você também pode participar opinando sobre a qualidade das previsões feitas por outras pessoas.
Eu mesmo já fez duas previsões lá. A primeira, que está disponível em http://bit.ly/hkC3sO , é sobre o futuro da gestão das organizações. Na minha opinião, empresas grandes trazem uma complexidade muito grande para serem administradas e o custo de gestão de toda essa complexidade está cada vez mais elevado e insustentável e a consequência disso é a falta de mobilidade e flexibilidade das empresas para acompanhar as mudanças cada vez mais frequentes proporcionadas pela evolução cada vez mais rápida da tecnologia e, o que considero pior, o grande distanciamento da alta administração das grandes empresas daqueles que são a razão de ser de qualquer empresa que são seus clientes. Leia o resto deste post »
ainda estou em férias, mas dei uma pausa nela para fazer uma palestra na Campus Party 2011. Para quem não conhece, a Campus Party surgiu na Espanha, onde foi realizado em 1997, posteriormente extendendo-se a outros países como Brasil, Colômbia e México. Hoje é considerado um dos maiores eventos de inovação, ciência, criatividade e entretenimento digital de todo o mundo, tendo reunido milhares de cidadãos de todos os cantos do mundo em único espaço.
Eu já havia sido convidado no ano passado para palestras, mas estava em férias no exterior e não foi possível. Esse ano fui convidado de novo e, como cavalo selado não passa duas vezes, resolvi interromper as férias para participar dessa grande festa.
Abaixo segue o vídeo em 3 partes da minha palestra gravado por uma pessoa na platéia, a quem gostaria de poder agradecer por esse favor.