Pessoal,
segue abaixo vídeo contendo um trailer do documentário sobre Design Thinking:
Um abraço.
Twitter: @blogdomarcelao
“I believe in change”
Publicado por marcelao em maio 23, 2012
Pessoal,
segue abaixo vídeo contendo um trailer do documentário sobre Design Thinking:
Um abraço.
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“I believe in change”
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Publicado por marcelao em maio 21, 2012
Pessoal,
promover mudanças nas empresas trata-se de um desafio em tanto que aumenta conforme o tamanho da empresa e quão forte está fundamentada a cultura da empresa. No entanto, mudar é preciso.
Já passei por alguns processos de mudança como implantação de escritório de projetos e inicio de implementação de governança corporativa de TI e posso dizer, por experiência própria, que é um processo complexo demais e que necessita do envolvimento de vários atores, principalmente a alta direção da empresa.
Atualmente, estou lendo o livro “Design de Negócios” de autoria do professor Roger Martin, uma das maiores referências mundiais quando se fala em Design Thinking. No livro, o professor relata a mudança conduzida pelo presidente da Procter & Gamble, A. G. Lafley, cujo objetivo era implantar a cultura de design nos processos da empresa.
No livro são apresentados 4 dicas para condução de mudanças nas empresas, que relaciono abaixo com alguns comentários:
- Defina as expectativas com clareza desde cedo e obtenha o aval do seu chefe -> A primeira coisa a se fazer é firmar um contrato com seu chefe especificando o que você poderia ou não fazer e o que teria que aprender para implementar a proposta. O mais importante é definir por onde começar e, no caso da Procter & Gamble – e eu concordo, foi começar pelas áreas onde já havia um interesse pelo Design Thinking e não pelas áreas em que a necessidade era maior, pois não seria uma boa estratégia começar por uma área onde as pessoas não querem o Design Thinking. Outra boa prática é definir prazos com antecedência. No caso da Procter & Gamble, a referência foi a Philips que se transformou de uma indústria manufatureira em uma organização de design centrado no consumidor em um projeto que levou 10 anos. Isso foi importante para mostrar que nada iria acontecer da noite para o dia; Leia o resto deste post »
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Publicado por marcelao em abril 3, 2012
Pessoal,
segue vídeo-documentário ”O que mudou nos últimos 5 anos” foi realizado pela HOTWords e tem como tema as grandes transformações vividas não só pelo mercado da comunicação, mas na sociedade e na economia nos últimos 5 anos. Fazendo assim uma retrospectiva e uma análise dos principais acontecimentos dessa revolução.
Um abraço
“I believe in change”
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Publicado por marcelao em abril 1, 2012
Pessoal,
durante nossa vida, nós acumulamos uma série de lições que aprendemos com diversas pessoas que tivemos contato. Sabe aquela frase: “aprendi com fulano isso…” e outras expressões como essa? Pois um dos ensinamentos que registrei, e que volta e meia eu cito para as pessoas, é uma frase da minha professora de educadoria no MBA que fiz sobre planejamento e gestão empresarial. Em meio a discussão sobre participação das pessoas e processo decisório, alguém comentou sobre a questão da maioria imperar na tomada de decisões. Foi aí que ela afirmou: “Muitos afirmam que a maioria tem razão, mas a maioria não tem razão, a maioria decide o que vai fazer. Se a maioria tivesse razão sempre, nenhuma eleição daria errado”.
Resgato essa passagem, e ensinamento da minha vida, porque tive contato com um artigo da professora de programação e criadora de games Kathy Sierra sobre inteligência coletiva. Segundo a professora, aproveitar a inteligência coletiva pode trazer muitos benefícios – desde que não seja necessário um consenso prévio entre as pessoas que compõem essa inteligência. O objetivo é agregar de algum modo a sabedoria de cada individuo independente. Kathy exemplifica separando inteligência coletiva ou burrice das multidões:
- Inteligência coletiva é um monte de gente escrevendo resenhas de livros na Amazon. Burrice das multidões é um monte de gente tentando escrever um romance juntos;
- Inteligência coletiva são todas as fotos no Flickr, tiradas por individuos independentes, e as novas ideias criadas por esse grupo de fotos. Burrice das multidões é esperar que um grupo de pessoas crie e edite uma foto juntas; Leia o resto deste post »
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Publicado por marcelao em março 7, 2012
Pessoal,
Mudança é assunto mais que recorrente aqui neste espaço. Estamos passando por um período semelhante ao ocorrido quando da revolução industrial, mas com mais impactos na economia, no trabalho e na sociedade. Toda essa mudança é potencializada pelo crescimento e evolução da internet, mas a internet em si não poderia fazer toda essa transformação somente por existir. São as pessoas que a utilizam que mexem com a configuração de forças existentes no mundo.
As pessoas sempre se rebelaram contra o poder institucionalizado por meio de sindicatos ou de associações de moradores por exemplo, mas o equilíbrio delicado entre as economias de escala proporcionadas pelas grandes empresas e organizações criadas pelas pessoas mudou graças ao surgimento e à disseminação das tecnologias sociais.
Nesse sentido, relaciono abaixo o que considero serem as grandes forças que estão transformando a economia, o trabalho e a sociedade:
A confiança em empresas está decaindo
Segundo o MIT (Massachusetts Institute of Technology), apenas 14% das pessoas acreditam em propaganda veiculada na mídia tradicional (jornais, TV e rádio). As demais pessoas (86%) acreditam mais nas opiniões veiculadas em mídias sociais como blogs, Facebook e Twitter. Estudo da Mckinsey mostra que 62% da população adulta em 20 países confiavam menos em empresas em dezembro de 2008 do que no ano anterior;
Transformação dos 4”P”s em 4 “E”s do marketing
No lugar de preço, produto, praça e promoção, agora temos respectivamente troca (exchange), experiência, engajamento e onipresença (everyplace);
Transferência do poder das instituições para as pessoas
As tecnologias que mais beneficiam as empresas não costumam pegar, mas aquelas que beneficiam as pessoas, sim. O Facebook, por exemplo, deu às pessoas o poder de se conectarem sem ter a supervisão de uma corporação e a Wikipedia permitiu que as pessoas criem conteúdo sem a necessidade da aprovação de um expert;
Migração de uma economia de massa para uma economia de nicho
Os custos de atingir nichos estão caindo drasticamente, fundamentalmente em empresas que oferecem serviços, cada vez mais realizados de forma digital;
Economia de abundância
Vivemos cada vez mais em uma economia de abundância ao invés de escassez. Os recursos de produção são cada vez mais baratos devido à migração de um mercado que oferecia produtos e que agora oferece serviços;
Crescimento da demanda por sustentabilidade
É preciso encarar sustentabilidade não só como uma agenda ambiental. É preciso perceber o aumento de pessoas doentes por conta do trabalho, o aumento do stress e a disseminação da intolerância, custos intangíveis que as pessoas pagam por um modelo de capitalismo que já se esgotou.
O mundo mudou. E a sua empresa? Com todas essas transformações no mercado, não faz o menor sentido continuar com o mesmo pensamento. Repensar modelos de negócio e gestão é mais do que necessário – é uma questão de sobrevivência.
Um abraço.
“I believe in change”
Twitter: @blogdomarcelao
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Publicado por marcelao em março 6, 2012
Pessoal,
no último post que publiquei nesse espaço, eu deixei uma pergunta em aberto: “Será que, apesar dos céticos, o Brasil já deu certo?”. Pois esse post tem o objetivo de apresentar argumentos que mostram que o Brasil já está dando certo sim.
Hoje, por exemplo, a presidenta Dilma Rousseff participou da abertura da CeBit 2012 que é realizada na Alemanha. Este ano o Brasil é o país parceiro da feira internacional de TI e telecom, considerado um dos eventos mais importantes do setor em nível mundial. Foi uma oportunidade histórica para a TI brasileira consolidar a sua marca no exterior, acabando com a velha imagem de que somos o país do samba e do futebol. Somos benchmarking em vários campos de desenvolvimento da TI. Notadamente no campo da automação bancária com nosso sistema de pagamentos brasileiros que permite a compensação e a intermediação de valores entre bancos praticamente em real-time. Além disso, temos o exemplo também do nosso sistema automatizado de eleições. Leia o resto deste post »
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Publicado por marcelao em fevereiro 29, 2012
Pessoal,
o vídeo(em Inglês) abaixo trata-se da primeira propaganda internacional de um banco brasileiro voltado para pessoas que residem no exterior.
Abaixo segue a versão em português:
A campanha mostra o que já escrevi em posts anteriores, a crise financeira de 2008 mostrou que o Brasil pode mais do que ser um mero coadjuvante no jogo da economia mundial e que podemos disputar de igual para igual com qualquer país na primeira divisão do jogo econômico e não ficar brigando para não cair para a segunda divisão.
Fica a pergunta: Será que, apesar dos céticos, o Brasil já deu certo?
Isso é assunto para o próximo post. Até lá!!!
Um abraço.
I believe in change
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Enviado em Nova Economia | Etiquetado: Competitividade, pioneirismo | 2 Comentários »
Publicado por marcelao em novembro 16, 2011
Pessoal,
na última página da revista HSM Management, sempre vem a seção “O que eles dizem sobre “. Trata-se de um conjunto de frases sobre determinado assunto e que servem como insights para o nosso cotidiano. Acho a idéia excelente e sempre a utilizo para reunir aqui no blog algumas frases apresentadas pelos palestrantes nos eventos da HSM de que participo.
Seguem abaixo, algumas frases que capturei durante a ExpoManagement 2011 realizada entre os dias 05 e 07 de Novembro:
Clayton Christensen:
“Inovação não é algo inerentemente previsível do sucesso”
“Uma estratégia de baixo custo só funciona quando existem concorrentes com produtos de alto custo. Se tudo vira comoditie, essas empresas quebram”
“Os maiores mercados são aqueles que não existem ainda”
“Empresas devem buscar uma compreensão que reflete o modo como os clientes vivem a vida”
“Tentar entender o cliente é errado. O que precisamos compreender é a função que o cliente está querendo utilizar”
“O cliente raramente compra o que as empresas pensam que estão vendendo” (citando Peter Drucker)
“Entenda nao PORQUE o cliente compra seu produto, mas O QUE DE FATO ele faz com ele. Assim você consegue melhorá-lo” Leia o resto deste post »
Enviado em Colaboração, Consumidor 2.0, Empreendedorismo, Frases Marcantes, Gestão 2.0, Gestão de mudanças, Gestão de pessoas, Gestão do Conhecimento, Inovação, liderança, Nova Economia | Etiquetado: Colaboração, criatividade, Expomanagement 2011, frases inspiradoras, Frases Marcantes, Gestão 2.0, Gestão de pessoas, Inovação, liderança, Marketing | Deixar um comentário »
Publicado por marcelao em outubro 7, 2011
Pessoal,
no século XXI, século da economia criativa e da inovação, estamos diante de um mundo muito mais complexo e de maior dificuldade na interpretação dos problemas em relação ao contexto que vivemos no século passado. Estamos diante de uma verdadeira e drástica mudança na economia, uma mudança que envolve uma grande transferência de poder, dos chamados países evoluídos como Estados Unidos e Inglaterra para países emergentes como os que compõem o BRIC(Brasil, Rússia, India e China). Transferência de poder também fluindo das empresas, com a confiança questionada por mais de 62% das pessoas segundo pesquisa do MIT, para os consumidores devido ao maior poder de acesso a informação, principalmente com o advento das redes sociais, tornando as pessoas mais informadas e mais conectadas.
Em um ambiente complexo como esse, as empresas precisam perceber que, para dominar as diversas perspectivas que envolvem entender e atender as necessidades cada vez maiores de seus clientes, nenhuma empresa detem todos os conhecimentos, todas as habilidades e todos os recursos necessários para entregar valor aos seus clientes. Tom Peters afirmou no Fórum HSM de liderança de 2010 que 98% das empresas são as pessoas e o professor Silvio Meira complementou nesse mesmo fórum que realmente 98% das empresas eram as pessoas, mas que 98% das pessoas estavam fora das empresas, ou seja, a grande parte do conhecimento e das habilidades necessárias, para que as empresas atendessem a sociedade, estava fora delas.
Nesse cenário, empresas que quiserem entregar valor deverão entender que ele resultará cada vez mais de processos de co-criação com seus clientes – não importa que sejam consumidores ricos do ocidente ou consumidores pobres de Bangladesh ou da Índia. Todas as empresas precisarão aprender a acessar recursos oriundos de várias fontes, principalmente de seus clientes. Leia o resto deste post »
Enviado em Colaboração, Consumidor 2.0, Inovação, Marketing, Nova Economia, Poder do consumidor | Etiquetado: co-criação, Colaboração, Inovação, Marketing, Nova Economia, Poder do consumidor, prosumers, tendências de consumo | 1 Comentário »
Publicado por marcelao em outubro 6, 2011
Pessoal,
segue vídeo abaixo com o famoso comercial da Apple “Think Differente – The Crazy Ones” utilizando somente imagens de Steve Jobs:
Abaixo segue o comercial original:
Um abraço.
“Maybe I’m a dreamer, but i still believe”
Twitter: @blogdomarcelao
Enviado em Empreendedorismo, Inovação, liderança, Nova Economia | Etiquetado: design, economia criativa, Empreendedorismo, Inovação, liderança, Steve Jobs | 1 Comentário »