Arquivo da categoria ‘Gestão do Conhecimento’
Publicado por marcelao em Setembro 6, 2009

↑ Grab this Headline

Pessoal,
o nível atual de competitividade existente no mundo de hoje exige que as empresas busquem a inovação como forma de se manterem competitivas no mercado. Por outro lado, a tecnologia está transformando a inovação na sua essência, permitindo que as empresas testem idéias novas e preços em uma velocidade que era inimaginável há uma década.
Com toda essa velocidade e facilidades proporcionadas pela tecnologia, a inovação deve ser contínua e deve vir de todos os lugares da empresa. Por essa razão, mais importante do que inovar é criar uma cultura de inovação, mas para que essa cultura de inovação apareça dentro das empresas é preciso criar as condições propícias.
Diante disso, relaciono abaixo o que considero as ações necessárias para criar uma cultura de inovação dentro das empresas :
- Adoção imediata de Redes Sociais dentro das empresas : É o que escrevi no post sobre redes sociais nas empresas(clique aqui para ler). É preciso liberar o fluxo contínuo de troca de idéias dentro das empresas fazendo com que as pessoas sintam-se a vontade para expor suas idéias e opiniões sem restrições e preconceitos. As empresas terão de reconhecer as sociedades virtuais como fontes de aprendizado e potencial solução de problemas;
- Capacitar a gerência Média no sentido de facilitar a inovação : A gerência média é sempre alvo de críticas por filtrar em demasia as idéias criativas de suas equipes. É preciso fazer com que a gerência média entenda que são seus funcionários que estão mais próximos dos clientes que, em última instância, são os maiores beneficiados quando a inovação surge, além de também serem fontes para a inovação. É preciso dar maior autonomia aos funcionários que estão na ponta, afinal de contas, algumas das melhores experiências vêm de fora da cadeia de comando; Leia o resto deste post »
Enviado em Colaboração, Gestão 2.0, Gestão de pessoas, Gestão do Conhecimento, Inovação, liderança | Tagged: Colaboração, criatividade, cultura de inovação, Gestão 2.0, Gestão de pessoas, Gestão do Conhecimento, Inovação, Inovação na Gestão, liderança, Redes sociais | 2 Comentários »
Publicado por marcelao em Setembro 2, 2009

↑ Grab this Headline

Pessoal,
como escrevi no post anterior sobre o Digital Age, esse post tem o objetivo de compartilhar as minhas impressões sobre a palestra do consultor da IBM, Mauro Segura, sobre a utilização de redes sociais dentro das empresas.
Muitas empresas tem receio de utilizar redes sociais dentro das empresas alegando que haverá queda na produtividade de seus funcionários. Isso prova, como sempre, que as pessoas preocupam-se mais em identificar os problemas do que em enxergar as oportunidades presentes em certas decisões. Esse tipo de pensamento focado apenas no problema faz com que as empresas substimem a capacidade criativa, de mobilização e criatividade coletiva das pessoas dentro das empresas.
A realidade das empresas mudou. A competição é muito maior do que no século passado e isso faz com que a inovação seja a principalmente competência a ser desenvolvida pelas empresas. Inovação que deve vir de todos os lugares da empresa. A emrpresa deve buscar conhecimento onde quer que ele esteja, seja dentro ou fora da empresa. Alguns dizem que ela deve ser “chuveiro” (de cima para baixo), outros dizem que deve ser “bidê” (de baixo para cima), mas o importante é que ela seja do tipo “hidromassagem” (de todos os lados).
Mauro apresentou o resultado de uma pesquisa que a IBM faz regularmente que se chama “CEO study – The enterprise of the future”. Essa pesquisa apontou 5 tendências :
- As empresas serão ávidas por mudança;
- Inovação de fora para dentro;
- Empresas globalmente integradas;
- Disruptivas por natureza;
- Pensam na sustentabilidade e no longo prazo;
Diante desse cenário, as empresas devem basear suas ações no desenvolvimento do seu capital intelectual a fim de criar uma cultura de inovação em que todos sintam que são livres para expor suas idéias. Para isso, é preciso dar voz as conversas existentes dentro das organizações. Nesse sentido, as redes sociais são ótimas ferramentas para criar esse ambiente de conversas dentro das empresas, pois ela aproxima as pessoas e facilita a conexão entre pessoas com interesses comuns e que poderiam compartilhar idéias. Nesse sentido, Mauro apresentou as 10 razões para se adotar redes sociais dentro das empresas : Leia o resto deste post »
Enviado em Colaboração, Gestão 2.0, Gestão de pessoas, Gestão do Conhecimento, Inovação | Tagged: Colaboração, cultura de inovação, Gestão 2.0, Gestão do Conhecimento, Inovação, Inovação na Gestão, Redes sociais | 10 Comentários »
Publicado por marcelao em Agosto 26, 2009

↑ Grab this Headline
Pessoal,
o último post que publiquei, que foi sobre a Web 3.0, eu fechei afirmando que, para alcançarmos todos os benefícios que a economia digital e social poderá nos trazer, era preciso repensarmos o papel das empresas na sociedade. Então, quero iniciar uma nova série de posts comentando sobre, na minha opinião, qual deveria ser o papel das empresas nesse novo mundo. Quero discutir porque as empresas devem existir.
Hoje (2608), estou participando do evento da IDG!NOW, o Digital Ages, que tem como objetivo discutir a realidade dos negócios com o advento da Internet nos campos do marketing, publicidade, comunicação. Quem me acompanha nos blogs de que participo, sabe que procuro discutir a tecnologia não como bits e bytes, mas sim em como ela transforma tudo no nosso mundo. Dito isso, no meu entender, a Internet é a nossa grande chance de RE-criarmos uma nova sociedade, uma nova humanidade, uma HUMANIDADE 2.0 como diria o meu amigo Gil Giardelli. Parafraseando um famoso politico, Nunca na história desse mundo estivemos tão perto de fazer uma revolução de baixo para cima, uma RE-Evolução.
Existem vários casos que posso citar de eventos associados a essa revolução de baixo para cima como, por exemplo, o movimento dos moradores e associações de bairros da cidade do Rio de Janeiro que estão proporam o boicote ao pagamento IPTU no ano de 2008. A razão desse boicote é que a cidade do Rio de janeiro, segundo relatos, estava entregue a própria sorte quanto a sua manutenção com suas e calçadas esburacadas, grama sem cortar virando capim, árvores que não recebiam poda há muito tempo, proliferação de camelôs nas ruas, … E só quando se aproximaram as eleições é que o prefeito da cidade resolve fazer acontecer valendo-se daquela máxima de que a “última impressão é a que fica”. Resultado : os moradores cansaram-se dessa postura e resolveram pagar o IPTU apenas em Novembro fazendo com que o prefeito não tenha recursos para continuar com essa prática eleitoreira.
Na palestra do Sr. Tony Hsieh, CEO da Zappos (loja on-line de venda de sapatos), ficou claro como essa revolução deveria impactar as empresas. Para Tony, devemos reinventar o DNA das empresas visando encantar nossos clientes e, principalmente, funcionários e torná-los seguidores da marca da empresa. Quem achava que seria uma palestra sobre negócios, recheada com números, foi surpreendido com uma palestra que falou 99% sobre pessoas e 1% sobre negócios. Leia o resto deste post »
Enviado em Colaboração, Consumidor 2.0, Empreendedorismo, Gestão 2.0, Gestão de pessoas, Gestão do Conhecimento, Inovação, Nova Economia, Poder do consumidor | Tagged: cultura organizacional, digital age 2.0, economia digital, Gestão 2.0, Gestão de pessoas, Gestão do Conhecimento, Inovação, Inovação na Gestão, Nova Economia, Poder do consumidor, Redes sociais, Zappos | 6 Comentários »
Publicado por marcelao em Agosto 6, 2009

↑ Grab this Headline

Pessoal,
no blog da HSM foram publicados dois posts muito interessantes sobre a questão da educação (clique aqui e aqui para ler). Em um deles é citado um dos maiores educadores mundiais, o brasileiro Paulo Freire. Como estudioso, ativista social e trabalhador cultural, Freire desenvolveu, mais do que uma prática de alfabetização, uma pedagogia crítico-libertadora . Em sua proposta, o ato de conhecimento tem como pressuposto fundamental a cultura do educando; não para cristalizá-la, mas como “ponto de partida” para que ele avance na leitura do mundo, compreendendo-se como sujeito da história. É através da relação dialógica que se consolida a educação como prática da liberdade.
Paulo Freire representa um dos maiores e mais significantes educadores do século XX. Sua pedagogia mostra um novo caminho para a relação entre educadores e educandos. Caminho este que, consolida uma proposta político-pedagógica elegendo educador e educando como sujeitos do processo de construção do conhecimento mediatizados pelo mundo, visando a transformação social e construção de uma sociedade justa, democrática e igualitária.
Seu pensamento rompeu a relação cristalizadora de dominação, buscando pensar a realidade dentro do universo do educando, construindo a prática educacional considerando a linguagem e a história da coletividade elementos essenciais dessa prática. Seu trabalho revela dedicação e coerência aliados a convicção de luta por uma sociedade justa, voltada para o processo permanente de humanização entre as pessoas onde ninguém é excluído ou posto à margem da vida. Paulo Freire provou que é possível educar para responder aos desafios da sociedade, neste sentido a educação deve ser um instrumento de transformação global do homem e da sociedade.
O principio central da proposta pedagógica do professor Paulo Freire é o da educação transformadora, na qual a educação é uma atividade onde professores e alunos, mediatizados pela realidade que apreendem e da qual extraem o conteúdo da aprendizagem, atingem um nível de consciência dessa mesma realidade, a fim de nela atuarem para transformá-la, ou seja, a principal característica da proposta é refletir sobre a própria realidade, para que seja possível levantar hipóteses e procurar soluções para transformar a realidade.
Paulo Freire rejeitava as tendências que buscam formatar o aluno como ente passivo e mero receptor/repetidor de conteúdos formatados. A experiência revela que os indivíduos assim formatados se tornam medíocres, sem estímulo para a criação. Um educador nega a educação e forma seres de consciência ingênua quando acha que os educandos devem repetir o que ele diz em sala de aula. Isso significa tratar o aluno como objeto e não reconhecê-lo como sujeito do processo educacional.
Diante disso, o homem não é um ser para adaptação, uma vez que adaptar significa acomodar, contrapondo-se a criar e transformar indo contra o ímpeto próprio do ser humano que é a criação.
Agora, vamos traçar um paralelo com o papel dos líderes nas empresas. O líder deve ter um compromisso com a formação e o desenvolvimento das pessoas. Líderes são inconformistas por natureza e, por essa razão, estão sempre em busca de quebrar paradigmas, principalmente aqueles ilustrados pela famosa frase “Aqui sempre foi assim” que caracteriza a repetição eterna de ações e posturas. Seu compromisso deve ser com a transformação das pessoas e da realidade. Leia o resto deste post »
Enviado em Gestão 2.0, Gestão do Conhecimento, Nova Economia, liderança, Ética | Tagged: Ética, Gestão 2.0, Gestão do Conhecimento, Inovação na Gestão, liderança, Nova Economia, Paulo Freire | 9 Comentários »
Publicado por marcelao em Julho 12, 2009

↑ Grab this Headline

Pessoal,
assisti no site da endeavor o vídeo com o debate entre Ricardo Cavalini, mais conhecido pelos colegas do “Update or die” como Cava, e Marcelo Tas, apresentador do programa de televisão CQC, onde o assunto era redes sociais. Recomendo a todos que assistam, pois é uma verdadeira aula sobre redes sociais. Aliás, eu recomendo todos os vídeos do site da endeavor.
O que eu queria comentar aqui no blog é sobre um trecho do debate em que o Ricardo Cavalini apresentou ao Tas uma pergunta sobre como as empresas deveriam controlar o acesso dos funcionários as redes sociais, como Twitter e Orkut, e se isso não afetava a produtividade dos funcionários. Marcelo Tas respondeu fazendo uma analogia com a fase adolescente pela qual passou a sua filha, fase difícil porque o adolescente costuma ficar mais arredio, se isolar com seus amigos no seu quarto e não querer muito papo com os pais.Para manter o contato com sua filha, durante sua fase adolescente, ele utilizou a técnica da Pizza. Leia o resto deste post »
Enviado em Empreendedorismo, Gestão 2.0, Gestão de mudanças, Gestão de pessoas, Gestão do Conhecimento, Inovação, liderança | Tagged: clima organizacional, Empreendedorismo, Gestão 2.0, Gestão de pessoas, Gestão do Conhecimento, Inovação na Gestão, liderança | 11 Comentários »
Publicado por marcelao em Junho 6, 2009

↑ Grab this Headline Animator

Pessoal,
encontrei no Twitter via @slrm (Silvio Meira) um site contendo, segundo opinião do autor, as 10 razões de porquê o CEO sabota a inovação. Vamos a elas :
- Falta de convicção de que a inovação fará diferença;
- Falta de habilidade para montar um time comprometido de campeões;
- Dependência excessiva do corte de custos e de inovações incrementais;
- A percepção de falta de tempo;
- Desequilíbrio entre o raciocínio do lado esquerdo (lógico) e o lado direito (criativo) do cérebro;
- CEO assume que o comitê de administração não ficará impressionado;
- Inovação “voa” acima da análise;
- CEOs preservam recursos. Inovação requer mais recursos;
- Muitas reuniões;
- Os resultados só aparecem no longo prazo;
- Inovação aumenta a quantidade de falhas aparentes;
- Inovação exige discordância e desconforto;
Assim como na gestão de pessoas, há uma distância muito grande entre o discurso e a prática. Eu acrescentaria que uma das razões, de porquê a inovação tem dificuldades para surgir nas empresas, é a mentalidade ainda muito mecanicista presente na alta administração das empresas. Acham que a inovação pode surgir a qualquer momento sem que se crie um ambiente adequado não só referente a cultura organizacional, mas também um ambiente físico próprio para o estímulo a inovação.
E na sua empresa, qual das razões acima impedem o estímulo a inovação?
Um abraço.

Leia também os seguintes posts :
- O dilema da inovação na gestão – > Clique aqui para ler;
- Gestão 2.0 : Fortaleça os incomodados – > Clique aqui para ler;
- Palestra : Planejamento estratégico pessoal – > Clique aqui para ler;
- Enxergue de forma mais abrangente – > Clique aqui para ler;
- Google – Modelo de inovação na Gestão – > Clique aqui para ler;
- Ostra feliz não faz pérola – > Clique aqui para ler;
- Por quê é tão dificil mudar? – > Clique aqui para ler;
- Não existe planejamento perfeito – > Clique aqui para ler;
- Autoconhecimento : O conhecimento mais importante – > Clique aqui para ler;
- Chegou a hora da administração? – > Clique aqui para ler;
- Questionar é preciso : liderando equipes talentosas – > Clique aqui para ler;
- Gestão e inovação é com o lado direito do cérebro – > Clique aqui para ler;
- Livro : O futuro da administração – > Clique aqui para ler;
- Dica de video – Conheça a cultura corporativa do Google – > Clique aqui para ler;
- Google – Modelo de inovação na Gestão – > Clique aqui para ler;
Enviado em Gestão de pessoas, Gestão do Conhecimento, Inovação | Tagged: liderança, Gestão 2.0, Inovação na Gestão, Inovação, Gestão de pessoas, Gestão do Conhecimento, cultura organizacional | 12 Comentários »
Publicado por marcelao em Maio 31, 2009

↑ Grab this Headline

Pessoal,
ontem (dia 29.05) estive no fórum de inovação organizado pelos correios aqui em Brasília a convite do meu colega de Mestrado, Pedro Resende. No fórum foram apresentados as diretrizes que nortearão os próximos rumos do correio com forte foco em inovação principalmente ligadas as tecnologias de geoprocessamento e RFID (Radio-Frequency IDentification).
O evento foi dividido em suas partes : a apresentação das tendênicas e diretrizes da Diretoria de inovação (Dinen) criada recentemente pelos correios e uma apresentação do google sobre gestão da inovação, além de apresentar uma ferramenta muito interessante que se chama Google Insight for search. Leia o resto deste post »
Enviado em Colaboração, Gestão do Conhecimento, Inovação, tendências da tecnologia da informação | Tagged: Colaboração, google, Google Wave, Inovação, Tendências da TI | 15 Comentários »
Publicado por marcelao em Maio 8, 2009

↑ Grab this Headline Animator

Pessoal,
nas últimas duas semanas, eu tive uma certa dificuldade para manter o meu ritmo de postagem nos blogs que participo. Isso estava me incomodando bastante. Mas eu encontrei a causa dessa minha angústia e gostaria de compartilha-la com vocês.
No meu mestrado, eu tenho que fazer semanalmente resumos de artigos e identificar questões que não foram abordadas no texto. Essa semana, o artigo foi sobre a necessidade de evitar armadilhas da competência através da busca do equilibrio entre dois conceitos “Exploitation” e “Exploration”. Leia o resto deste post »
Enviado em Gestão de pessoas, Gestão do Conhecimento | Tagged: aprendizagem organizacional, criatividade, Desenvolvimento de competências, Inovação, Redes sociais | 1 Comentário »