Blog do Marcelão

Blog para debate sobre excelência na gestão.

Arquivo da categoria ‘Empreendedorismo’

A diferença entre líderes e gerentes : Controlador X Inovador

Publicado por marcelao em Outubro 2, 2009

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Pessoal,

quem acompanha esse blog sabe que gosto de escrever sobre a diferença entre líderes e gerentes (Clique aqui para acessar minha versão e aqui a versão do Gary Hamel). Estava navegando pela Internet e encontrei o excelente site sobre inovação chamado “Inovation Tools”. No site, eu encontrei um artigo do Sr. Paul Sloane que estabelece a diferença entre líderes inovadores e líderes controladores. Segue abaixo a opinião do Sr. Paul Sloane : Leia o resto deste post »

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Mudar = Aprender = Ter humildade

Publicado por marcelao em Setembro 30, 2009

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Pessoal,

tem uma frase de Albert Einstein que diz “Triste época! É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito.” Todos nós temos nossos préconceitos e muitas vezes são esses préconceitos que nos guiam nas nossas decisões e nas nossas escolhas. A verdade é que não vemos o mundo como ele é, mas sim como nós somos.

O grande problema não é ter préconceitos, o grande problema, na minha opinião, é não saber reconhece-los e corrigi-los. Se você não procura identifica-los, você nunca estará livre deles. Somente após esse processo de reconhecimento é que poderemos mudar nossa visão de mundo e crescermos. É preciso muita humildade para reconhece-los e corrigi-los.

Humildade que é tão importante nos dias de hoje da era do conhecimento. Humildade para reconhecer que você não é dono de toda a verdade, mas sim de parte dela e, mesmo assim, a verdade de hoje que pode não valer amanhã.

No meu mestrado, tive aula com o professor Tomás e ele disse durante uma de suas excelentes aulas que mudar é sinônimo de aprender e vice-versa. Ocorre que para aprender ou mudar é preciso ter humildade para reconhecermos onde estamos errados, fato esse muito dificil de você realizar em um mundo em que as pessoas continuam nos enxergando como máquinas e que o erro deve ser punido, ao invés de ser utilizado como instrumento pedagógico.

Hoje, no fórum mundial de negociação organizado pela HSM, o consultor Paul Schoemaker apresentou um conto sobre uma conversa de uma pessoa iniciante nos negócios com um empreendedor de sucesso : Leia o resto deste post »

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10 lições de Gandhi para mudar o mundo

Publicado por marcelao em Setembro 28, 2009

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(Via @GuyKawasaki)

Pessoal,

Mahatma Gandhi não precisa de introdução longa para que vocês saibam que ele foi. Todo mundo sabe sobre o homem que levou o povo indiano a independência do domínio britânico em 1947. Portanto, segue abaixo 10 ensinamentos dele para mudar o mundo :

1 - Mude a si mesmo – > “Você deve ser a mudança que você quer para o mundo”. Antes de querer mudar o mundo, você deve mudar a si mesmo. Fazendo isso, as pessoas que estão ao seu redor perceberão a mudança e também mudarão. Por essa razão que o conhecimento mais importante é o autoconhecimento. A partir desse conhecimento, você começará a perceber quais são as premissas e os preconceitos que te guiaram em outras situações e que você deve trabalhar para corrigir;

2 – Você está no controle – > “Ninguém pode me ferir sem minha autorização” O que você sente e como você reage a algo está sempre com você. Você é senhor dos seus pensamentos e atitudes. Ninguém além de você pode controlar o que você sente. O segredo é fazer com que esse pensamento ganhe cada vez mais força ao longo do tempo;

3 – Perdoar e deixar ir em frente – > “Os fracos nunca podem perdoar. O perdão é o atributo do forte.” Combater o mal com o mal não vai ajudar ninguém. E, como foi colocado no item anterior, você sempre escolhe como reagir a algo. Não perdoar é ficar preso ao passado e significa falta de aprendizado com a situação, causando apenas sofrimento e paralisando sua ação no presente;

4 – Sem ação, não se vai a lugar algum – > “Uma grama de prática vale mais do que toneladas de pregação” Intenção sem ação é o mesmo que nada. Agir pode ser duro e díficil diante do novo, mas não podemos criar resistências internas. Os livros podem na maior parte apenas lhe trazer conhecimento, mas você tem que agir e transformar esse conhecimento em resultados e em compreensão; Leia o resto deste post »

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Dicas de conteúdo aberto sobre empreendedorismo e inovação

Publicado por marcelao em Setembro 15, 2009

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Pessoal,

já havia citado aqui o canal da universidade de Harvard no youtube (acesse aqui para ler) e agora cito mais três sites com conteúdos em vídeo com foco em inovação e empreendedorismo.

O primeiro é o Business Innovation Factory (BIF) que é focado em resolver os problemas mais prementes em áreas como saúde, educação e energia criando um lugar onde parceiros podem criar e testar novas soluções em ambientes do mundo real. Através dos seus programas, eventos e projetos, BIF criou uma rede nacional de inovadores que são apaixonadas em repensar radicalmente a forma como o valor é entregue através dos setores público e privado. O endereço do site é http://www.businessinnovationfactory.com/home

A segunda dica é um site criado pela universidade de Stanford voltado para o desenvolvimento do empreendedorismo. É um verdadeiro arquivo on-line gratuito para o ensino e aprendizagem sobre empreendedorismo. A missão do projeto é apoiar e incentivar os docentes de todo o mundo que ensinam empreendedorismo para os futuros cientistas e engenheiros, bem como aqueles em gestão e outras disciplinas. O site foi desenvolvido por uma equipa dinâmica de educadores, empresários, engenheiros e designers na Stanford Technology Ventures Program (STVP). O projeto foi apoiado financeiramente pela Universidade de Stanford e um número de patrocinadores generosos. O endereço do site é http://ecorner.stanford.edu/index.html

Valorizando o que é coisa nossa, vou citar o exemplo nacional que é o site da Endeavor Brasil. O Instituto Empreender Endeavor é uma organização sem fins lucrativos, que tem como missão promover o desenvolvimento sustentável do Brasil, por meio do apoio a empreendedores inovadores e do incentivo à cultura empreendedora, gerando postos de trabalho e renda. Lá você encontra um extenso acervo de vídeos com palestras de grandes empreendedores brasileiros. O endereço é www.endeavor.org.br

E tem gente que reclama de falta de oportunidade de aprendizado.

Um abraço.

“Keep the Faith”

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Leia também os seguintes posts :

- Gestão 2.0 : A diferença entre líderes e gerentes by Gary Hamel – > Clique aqui para ler;

- Gestão 2.o : Crie uma cultura de inovação -> Clique aqui para ler;

- 10 razões para adotar redes sociais nas empresas – > clique aqui para ler;

- Digital Age – Minhas impressões – > Clique aqui para ler;

- O papel das empresas – Parte II – A lição Tony Stark – > Clique aqui para ler;

- O papel das empresas – Parte I – > Clique aqui para ler;

- Vida digital em um planeta inteligente – > Clique aqui para ler;

- Paulo Freire e o líder como educador – > Clique aqui para ler;

- Identifique um agente da inovação e da mudança – > Clique aqui para ler;

- Estratégia : 10 tendências a monitorar – > Clique aqui para ler;

- A dor e o valor de fazer escolhas difíceis - > Clique aqui para ler;

- Gestão 2.0 : Por quê lideres criativos são tão raros? – > Clique aqui para ler;

- A diferença entre líderes e gerentes – > Clique aqui para ler;

- Palestra realizada na Tecnologia do BB – Inovação, empreendedorismo e projetos – > Clique aqui para ler;

- Importância da franqueza nas organizações – > Clique aqui para ler;

- Identifique os agentes da inovação e da mudança – > Clique aqui para ler;

- A gestão de projetos na nova economia – > Clique aqui para ler;

- Você já fez o velho – > Clique aqui para ler;

- Gestão por decreto = números torturados = comportamento não ético – > Clique aqui para ler;

- Gestão 2.0 : Jogue uma pizza -> Clique aqui para ler;

- Perguntar é a resposta para a inovação – > Clique aqui para ler;

- 10 razões porquê o CEO sabota a inovação – > Clique aqui para ler;

- O exemplo na prática – > Clique aqui para ler;

- “Voldemort” nas empresas – > Clique aqui para ler;

- O que precisa mudar – > Clique aqui para ler;

- O dilema da inovação na gestão – > Clique aqui para ler;

- Gestão 2.0 : Fortaleça os incomodados – > Clique aqui para ler;

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O papel das empresas – Parte I

Publicado por marcelao em Agosto 26, 2009

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Pessoal,

            o último post que publiquei, que foi sobre a Web 3.0,  eu fechei afirmando que, para alcançarmos todos os benefícios que a economia digital e social poderá nos trazer, era preciso repensarmos o papel das empresas na sociedade. Então, quero iniciar uma nova série de posts comentando sobre, na minha opinião, qual deveria ser o papel das empresas nesse novo mundo. Quero discutir porque as empresas devem existir.

Hoje (2608), estou participando do evento da IDG!NOW, o Digital Ages, que tem como objetivo discutir a realidade dos negócios com o advento da Internet nos campos do marketing, publicidade, comunicação. Quem me acompanha nos blogs de que participo, sabe que procuro discutir a tecnologia não como bits e bytes, mas sim em como ela transforma tudo no nosso mundo. Dito isso, no meu entender, a Internet é a nossa grande chance de RE-criarmos uma nova sociedade, uma nova humanidade, uma HUMANIDADE 2.0 como diria o meu amigo Gil Giardelli. Parafraseando um famoso politico, Nunca na história desse mundo estivemos tão perto de fazer uma revolução de baixo para cima, uma RE-Evolução.

Existem vários casos  que posso citar de eventos associados a essa revolução de baixo para cima como, por exemplo, o movimento dos moradores e associações de bairros da cidade do Rio de Janeiro que estão proporam o boicote ao pagamento IPTU no ano de 2008. A razão desse boicote é que a cidade do Rio de janeiro, segundo relatos, estava entregue a própria sorte quanto a sua manutenção com suas e calçadas esburacadas, grama sem cortar virando capim, árvores que não recebiam poda há muito tempo, proliferação de camelôs nas ruas, … E só quando se aproximaram as eleições é que o prefeito da cidade resolve fazer acontecer valendo-se daquela máxima de que a “última impressão é a que fica”. Resultado : os moradores cansaram-se dessa postura e resolveram pagar o IPTU apenas em Novembro fazendo com que o prefeito não tenha recursos para continuar com essa prática eleitoreira.

Na palestra do Sr. Tony Hsieh, CEO da Zappos (loja on-line de venda de sapatos), ficou claro como essa revolução deveria impactar as empresas. Para Tony, devemos reinventar o DNA das empresas visando encantar nossos clientes e, principalmente, funcionários e torná-los seguidores da marca da empresa. Quem achava que seria uma palestra sobre negócios, recheada com números, foi surpreendido com uma palestra que falou 99% sobre pessoas e 1% sobre negócios. Leia o resto deste post »

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A metáfora do futebol

Publicado por marcelao em Agosto 12, 2009

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São Paulo

Pessoal,

ontem assisti a uma palestra de um colega de banco muito interessante onde ele contou uma metáfora de oportunidade que a crise trouxe para as empresas brasileiras.

É o seguinte, imagine o cenário competitivo das empresas como sendo o ambiente dos clubes de futebol. Imaginem que as grandes empresas brasileiras fossem os grandes clubes brasileiros como o Flamengo, São Paulo, Palmeiras, Grêmio, etc. Esses clubes detém a maior parte dos títulos do campeonato brasileiro e, portanto, dominam e conhecem muito bem o ambiente competitivo do mercado nacional o que, de certa forma, acaba por espantar clubes de outros países que queiram tentar a sorte no nosso mercado.

Agora vamos imaginar que, antes da crise, alguém determine que o São Paulo, por ser o Hexacampeão, não vai mais disputar o campeonato brasileiro, porque já está tudo dominado e que, a partir de agora, ele deve competir na liga dos campeões da Europa e enfrentar clubes como Milan, Real Madrid, Barcelona, etc. Leia o resto deste post »

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A verdadeira demanda

Publicado por marcelao em Agosto 11, 2009

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Pessoal,

no último post que publiquei, escrevi sobre a iniciativa da IBM e o seu direcionamento de que “uma demanda por mudança é uma demanda por inteligência”. A crise financeira pela qual o mundo vem passando mostrou que é preciso rever os pressupostos que guiaram a economia mundial até o presente momento e que são precisas novas bases para fundamentar nossos próximos passos daqui para a frente. É como escrevi em um post anterior, essa crise nada mais é do que a nova economia se vingando da velha economia.

No meu entender, essa crise já vinha dando seus sinais desde a crise do petróleo na década de 70, que mostrou ao mundo a dependência da economia em relação a fontes de energia não renováveis e gerou a noção de que os recursos não são infinitos. Esse é o grande X da questão, temos que liderar nossas equipes e empresas sabendo lidar com restrições de recursos.

Se todos os recursos que precisamos para liderar uma empresa ou projeto fossem infinitos, não haveria a necessidade de desenvolver a criatividade nas nossas atividades. Como essa não é a realidade, os líderes precisam desenvolver essa habilidade e desenvolver sua criatividade para enfrentar os desafios que estão sendo colocados no pós-crise e que são iguais para todos. É justamente quando tudo caminha para ser igual é que devemos partir para a diferenciação.

Não podemos admitir mais permanecermos em uma zona de conforto onde é mais fácil optar por escolher ao invés de combinar. Estava discutindo isso hoje sobre se devemos implementar novos negócios ou zelar pela disponibilidade dos sistemas e apresentei minha visão para o grupo de que devemos ter os dois e não optar por apenas um deles. Esse é o verdadeiro desafio, a escolha deve ser pelo “E” e não pelo “OU”.  É ter qualidade E quantidade, liberdade E disciplina, personalização E massificação. Um exemplo dessa combinação foi a estratégia da HSM na renovação do layout da revista e nas palavras do presidente do grupo HSM : o desafio é inovar com disciplina. Leia o resto deste post »

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A dor e o valor de fazer escolhas difíceis

Publicado por marcelao em Agosto 4, 2009

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Pessoal,

no Orkut tem uma comunidade chamada “A vida é feita de escolhas”. Nossas vidas são determinadas pelas escolhas que nós fazemos ao longo do nosso caminho. Em todos os aspectos da nossa vida, sejam eles pessoais ou profissionais, nós fazemos escolhas que, muitas das vezes, afetam não só nossa vida como também a vida de outras pessoas. Algumas dessas escolhas são reversíveis, outras valem para a vida inteira.

A questão é : Como fazemos nossas escolhas? Elas são conservadoras ou possuem algum risco? Elas são feitas visando o curto ou o longo prazo? Qual o compromisso ao fazermos nossas escolhas com a sustentabilidade das empresas e da sociedade?

Nós, como gerentes de equipes, temos uma responsabilidade muito grande quando fazemos nossas escolhas, porque, quase sempre, elas afetam a vida das pessoas que compõem nossas equipes. Escolhas como, por exemplo, focar no resultado ou na formação das pessoas? Centralizar ou delegar responsabilidades? Muitas dessas escolhas geralmente são processos dolorosos. Eu já passei por situações em que um colega estava com dificuldades para executar uma tarefa e que eu poderia executa-la com mais qualidade e de forma mais rápida, mas qual seria o valor desse tipo de escolha? Se eu optasse pelo caminho mais fácil, eu realizaria a tarefa e não teria problemas com quem pediu, mas perderia a oportunidade de formar essa pessoa para quem eu deleguei inicialmente, além de afetar sua auto-estima e sua confiança em si mesma. Leia o resto deste post »

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Identifique um agente da inovação e da mudança

Publicado por marcelao em Julho 23, 2009

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Pessoal,

encontrei no site da revista CIO, que é voltada para a área de tecnologia, uma lista muito interessante de perguntas que ajudam a identificar quais os profissionais que têm o perfil de agentes de mudança e de inovadores.

Segundo Amanda Hite, fundadora e presidente da consultoria em recrutamento e recursos humanos Talent Revolution : “As companhias hoje necessitam de pessoas que possam liderar processos de mudança, que tragam novas ideias e soluções para um número cada vez maior de problemas com os quais as empresas têm de lidar”.

Com o intuito de facilitar esse caminho, Amanda criou uma lista de seis perguntas que ajudam a analisar o perfil de cada membro da equipe ou do candidato a uma vaga de emprego :

1.    Como você constrói, gerencia e mantém sua rede de contatos?
Essa questão é especialmente relevante para executivos de TI. As companhias buscam, cada vez mais, por profissionais bem relacionados e que sejam altamente reconhecidos em seus mercado.

2.    Se eu fizer uma busca do seu nome na web, o que vou encontrar?
Além de profissionais com excelente relacionamento, as organizações gostam de saber que todos os seus colaboradores apresentam uma excelente reputação na internet. Ao responder essa pergunta de forma objetiva, o profissional vai demonstrar a preocupação em trabalhar seu nome como ele faria com a marca de um produto. Leia o resto deste post »

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A gestão de projetos na nova economia

Publicado por marcelao em Julho 20, 2009

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Pessoal,

esse final de semana, eu conversei com o Ricardo Cavallini sobre a carreira de gerente de projetos. Uma coisa que ficou clara nessa conversa é que essa é uma carreira que está em franco crescimento e sendo procurado para diversas áreas.

O PMI foi criado em 1969 por engenheiros e durante muito tempo seguiu o modelo mental dessa profissão. O crescimento de adesões ao PMI aconteceu de forma muito linear até meados dos anos 90, que é quando ocorre uma adesão muito forte de pessoas oriundas das áreas de tecnologia das empresas devido a forte dependência que os negócios de algumas empresas passou a ter da TI, notadamente os bancos. Hoje em dia, há uma forte tendência em aplicar a gestão de projetos a áreas outras como, por exemplo, publicidade, marketing e logistica.

Durante muito tempo, o foco do gerenciamento de projetos foi muito grande na parte técnica (Hard Skills), predominando as discussões sobre gestão de cronograma com o desenvolvimento de ferramentas como método de corrente crítica, gráfico de gantt, … Outro foco era na geração de documentação do projeto com suas declarações de escopo, WBS, plano de comunicação, …, ou seja, o foco era na disciplina de gestão de projetos como uma ciência e ao pensar e planejar desconectado da ação e da atenção aos detalhes.

Como ciência, a tentativa é sempre de tentar reduzir a complexidade do sistema, dividindo-o em vários pedaços, analisando cada pedaço de forma isolada de forma a torna-lo mais próximo de um padrão. Como disse meu grande amigo, Marcelo Cota, padrão é a tentativa de simplificar algo que é complexo.

Esse é o ponto que quero levar a reflexão dos leitores desse post, pois se tem uma coisa que todo mundo concorda nesses tempos de nova economia é que a complexidade e a quantidade de variáveis a serem geridas aumentou consideravelmente. Não vivemos mais em mundo em que os fatos acontecem de forma linear. Isso é coisa da velha economia. A gestão de projetos como ciência é como foi a administração científica de Taylor para a indústria, ou seja, desconsidera, principalmente, os aspectos humanos ligados ao trabalho e parte da premissa que podemos prever o curso do ambiente de negócios, controlá-lo e presumir que ele se manterá estável. Leia o resto deste post »

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