Blog do Marcelão

Blog para debate sobre excelência na gestão.

Arquivo da categoria ‘Colaboração’

Espalhando Felicidade pela Rede

Publicado por marcelao em maio 10, 2012

Pessoal,

tempos atrás, eu postei um vídeo mostrando como a rede de supermercados Tesco converteu tempo ocioso de espera pelo trem do metrô em tempo para realizar compras.

No vídeo abaixo, a KLM, empresa de aviação, mostra como converter o tempo de espera pelo embarque em momentos de felicidade espalhando pela rede social das pessoas.

Um abraço;

“I believe in change”

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5 Anos que Mudaram TUDO

Publicado por marcelao em abril 3, 2012

Pessoal,

segue vídeo-documentário  ”O que mudou nos últimos 5 anos” foi realizado pela HOTWords e tem como tema as grandes transformações vividas não só pelo mercado da comunicação, mas na sociedade e na economia nos últimos 5 anos. Fazendo assim uma retrospectiva e uma análise dos principais acontecimentos dessa revolução.

Um abraço

“I believe in change”

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Burrice das multidões ou Inteligência Coletiva?

Publicado por marcelao em abril 1, 2012

Pessoal,

durante nossa vida, nós acumulamos uma série de lições que aprendemos com diversas pessoas que tivemos contato. Sabe aquela frase: “aprendi com fulano isso…” e outras expressões como essa? Pois um dos ensinamentos que registrei, e que volta e meia eu cito para as pessoas, é uma frase da minha professora de educadoria no MBA que fiz sobre planejamento e gestão empresarial. Em meio a discussão sobre participação das pessoas e processo decisório, alguém comentou sobre a questão da maioria imperar na tomada de decisões. Foi aí que ela afirmou: “Muitos afirmam que a maioria tem razão, mas a maioria não tem razão, a maioria decide o que vai fazer. Se a maioria tivesse razão sempre, nenhuma eleição daria errado”.

Resgato essa passagem, e ensinamento da minha vida, porque tive contato com um artigo da professora de programação e criadora de games Kathy Sierra sobre inteligência coletiva. Segundo a professora, aproveitar a inteligência coletiva pode trazer muitos benefícios – desde que não seja necessário um consenso prévio entre as pessoas que compõem essa inteligência. O objetivo é agregar de algum modo a sabedoria de cada individuo independente. Kathy exemplifica separando inteligência coletiva ou burrice das multidões:

- Inteligência coletiva é um monte de gente escrevendo resenhas de livros na Amazon. Burrice das multidões é um monte de gente tentando escrever um romance juntos;

- Inteligência coletiva são todas as fotos no Flickr, tiradas por individuos independentes, e as novas ideias criadas por esse grupo de fotos. Burrice das multidões é esperar que um grupo de pessoas crie e edite uma foto juntas; Leia o resto deste post »

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O Mundo mudou. E a sua empresa?

Publicado por marcelao em março 7, 2012

Pessoal,

Mudança é assunto mais que recorrente aqui neste espaço. Estamos passando por um período semelhante ao ocorrido quando da revolução industrial, mas com mais impactos na economia, no trabalho e na sociedade. Toda essa mudança é potencializada pelo crescimento e evolução da internet, mas a internet em si não poderia fazer toda essa transformação somente por existir. São as pessoas que a utilizam que mexem com a configuração de forças existentes no mundo.

As pessoas sempre se rebelaram contra o poder institucionalizado por meio de sindicatos ou de associações de moradores por exemplo, mas o equilíbrio delicado entre as economias de escala proporcionadas pelas grandes empresas e organizações criadas pelas pessoas mudou graças ao surgimento e à disseminação das tecnologias sociais.

Nesse sentido, relaciono abaixo o que considero serem as grandes forças que estão transformando a economia, o trabalho e a sociedade:

A confiança em empresas está decaindo

Segundo o MIT (Massachusetts Institute of Technology), apenas 14% das pessoas acreditam em propaganda veiculada na mídia tradicional (jornais, TV e rádio). As demais pessoas (86%) acreditam mais nas opiniões veiculadas em mídias sociais como blogs, Facebook e Twitter. Estudo da Mckinsey mostra que 62% da população adulta em 20 países confiavam menos em empresas em dezembro de 2008 do que no ano anterior;

Transformação dos 4”P”s em 4 “E”s do marketing

No lugar de preço, produto, praça e promoção, agora temos respectivamente troca (exchange), experiência, engajamento  e onipresença (everyplace);

Transferência do poder das instituições para as pessoas

As tecnologias que mais beneficiam as empresas não costumam pegar, mas aquelas que beneficiam as pessoas, sim. O Facebook, por exemplo, deu às pessoas o poder de se conectarem sem ter a supervisão de uma corporação e a Wikipedia permitiu que as pessoas criem conteúdo sem a necessidade da aprovação de um expert;

Migração de uma economia de massa para uma economia de nicho

Os custos de atingir nichos estão caindo drasticamente, fundamentalmente em empresas que oferecem serviços, cada vez mais realizados de forma digital;

Economia de abundância

Vivemos cada vez mais em uma economia de abundância ao invés de escassez. Os recursos de produção são cada vez mais baratos devido à migração de um mercado que oferecia produtos e que agora oferece serviços;

Crescimento da demanda por sustentabilidade

É preciso encarar sustentabilidade não só como uma agenda ambiental. É preciso perceber o aumento de pessoas doentes por conta do trabalho, o aumento do stress e a disseminação da intolerância, custos intangíveis que as pessoas pagam por um modelo de capitalismo que já se esgotou.

O mundo mudou. E a sua empresa? Com todas essas transformações no mercado, não faz o menor sentido continuar com o mesmo pensamento. Repensar modelos de negócio e gestão é mais do que necessário – é uma questão de sobrevivência.

Um abraço.

“I believe in change”

Twitter: @blogdomarcelao

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Expomanagement 2011: O que eles disseram

Publicado por marcelao em novembro 16, 2011

Pessoal,

na última página da revista HSM Management, sempre vem a seção “O que eles dizem sobre “. Trata-se de um conjunto de frases sobre determinado assunto e que servem como insights para o nosso cotidiano. Acho a idéia excelente e sempre a utilizo para reunir aqui no blog algumas frases apresentadas pelos palestrantes nos eventos da HSM de que participo.

Seguem abaixo, algumas frases que capturei durante a ExpoManagement 2011 realizada entre os dias 05 e 07 de Novembro:

Clayton Christensen:

“Inovação não é algo inerentemente previsível do sucesso”

“Uma estratégia de baixo custo só funciona quando existem concorrentes com produtos de alto custo. Se tudo vira comoditie, essas empresas quebram”

“Os maiores mercados são aqueles que não existem ainda”

“Empresas devem buscar uma compreensão que reflete o modo como os clientes vivem a vida”

“Tentar entender o cliente é errado. O que precisamos compreender é a função que o cliente está querendo utilizar”

“O cliente raramente compra o que as empresas pensam que estão vendendo” (citando Peter Drucker)

“Entenda nao PORQUE o cliente compra seu produto, mas O QUE DE FATO ele faz com ele. Assim você consegue melhorá-lo” Leia o resto deste post »

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Fórum HSM de Marketing e Tendências de Consumo: Co-Criação

Publicado por marcelao em outubro 7, 2011

Pessoal,

no século XXI, século da economia criativa e da inovação, estamos diante de um mundo muito mais complexo e de maior dificuldade na interpretação dos problemas em relação ao contexto que vivemos no século passado. Estamos diante de uma verdadeira e drástica mudança na economia, uma mudança que envolve uma grande transferência de poder, dos chamados países evoluídos como Estados Unidos e Inglaterra para países emergentes como os que compõem o BRIC(Brasil, Rússia, India e China). Transferência de poder também fluindo das empresas, com a confiança questionada por mais de 62% das pessoas segundo pesquisa do MIT, para os consumidores devido ao maior poder de acesso a informação, principalmente com o advento das redes sociais, tornando as pessoas mais informadas e mais conectadas.

Em um ambiente complexo como esse, as empresas precisam perceber que, para dominar as diversas perspectivas que envolvem entender e atender as necessidades cada vez maiores de seus clientes, nenhuma empresa detem todos os conhecimentos, todas as habilidades e todos os recursos necessários para entregar valor aos seus clientes. Tom Peters afirmou no Fórum HSM de liderança de 2010 que 98% das empresas são as pessoas e o professor Silvio Meira complementou nesse mesmo fórum que realmente 98% das empresas eram as pessoas, mas que 98% das pessoas estavam fora das empresas, ou seja, a grande parte do conhecimento e das habilidades necessárias, para que as empresas atendessem a sociedade, estava fora delas.

Nesse cenário, empresas que quiserem entregar valor deverão entender que ele resultará cada vez mais de processos de co-criação com seus clientes – não importa que sejam consumidores ricos do ocidente ou consumidores pobres de Bangladesh ou da Índia. Todas as empresas precisarão aprender a acessar recursos oriundos de várias fontes, principalmente de seus clientes. Leia o resto deste post »

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Vídeo: A Evolução da Tecnologia e da Comunicação Móvel

Publicado por marcelao em agosto 30, 2011

Pessoal,

assistam ao vídeo abaixo que mostra a evolução da tecnologia em uma linha de tempo que resgata marcos do inicio do século XX e projeta tendências para essa evolução até o ano de 2020.

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Tendências da TI: A Economia Pull

Publicado por marcelao em junho 15, 2011

Pessoal,

mudança é assunto mais que recorrente aqui nesse espaço. Estamos passando por um período semelhante ao ocorrido quando da revolução industrial, mas com mais impactos na economia, no trabalho e na sociedade. Toda essa mudança é potencializada pelo crescimento e evolução da Internet. Mas a Internet em sim não poderia fazer toda essa transformação somente por existir. São as pessoas que as utilizam e mexem com a configuração de forças existentes no mundo. As pessoas se conectam com outras pessoas e recebem poder delas, principalmente nas multidões e, nesse sentido, a Internet potencializou todas essas conexões como nunca antes na história da humanidade.

As pessoas sempre se rebelaram contra o poder institucionalizado através de sindicatos ou associações de moradores, por exemplo, mas o equilíbrio delicado entre as economias de escala proporcionadas pelas grandes empresas e as organizações criadas pelas pessoas mudou graças ao surgimento e disseminação das tecnologias sociais.

Nesse sentido, eu relaciono abaixo o que considero ser a grandes forças que estão transformando a economia, o trabalho e a sociedade como consequência de toda essa mudança:

- Confiança em empresas está decaindo -> Segundo o MIT (Massachusetts Institute of Technology) apenas 14% das pessoas acreditam em propaganda veiculada na mídia tradicional(Jornais, TV e rádio). As demais pessoas(86%) acreditam mais na opinião de outras pessoas veiculadas através das midias sociais como blogs, facebook e twitter. Estudo da Mckinsey mostra que 62% da população adulta em 20 países confiava menos em empresas em dezembro de 2008 do que um ano antes;

- Transformação dos 4”P”s em 4 “E”s do marketing -> Ao invés de preço, produto, praça e promoção, agora temos troca(Exchange) ao invés de preço, Experiência ao invés de produto, Engajamento ao invés de promoção e Onipresença (EveryPlace) ao invés de praça;

- Transferência do poder das instituições para as pessoas – > As tecnologias que mais beneficiam as empresas não costumam pegar. As que beneficiam as pessoas, sim. O Facebook deu às pessoas o poder de se conectar sem terem a supervisão de uma corporação. A Wikipedia permitiu as pessoas criarem conteúdo sem terem a aprovação de um expert. O Twitter, da mesma forma, permite que as pessoas se conectem;

- Migração de uma economia de massa para uma economia de nicho – > Os custos de atingir nichos estão caindo drasticamente, fundamentalmente em empresas que oferecem serviços, pois a produção de serviços é cada vez mais realizada de forma digital.

- Economia de abundância – > Vivemos cada vez mais em uma economia de abundância ao invés de escassez, pois os recursos de produção são cada vez mais baratos devido a migração de um mercado que oferecia produtos e que agora oferece serviços. Nesse sentido, é preciso repensar modelos de negócio e gestão, pois tudo o que foi feito até agora nas empresas foi baseada na escassez e no custo alto dos recursos de reprodução;

- Crescimento da demanda por sustentabilidade – > Nesse sentido, não que não seja importante, é preciso encarar sustentabilidade não só como uma agenda ambiental. É preciso perceber os custos intangíveis que as pessoas estão pagando por um modelo de capitalismo que se esgotou como, por exemplo, aumento de pessoas doentes por conta do trabalho, aumento do stress na sociedade e consequente baixa tolerância onde simples acidentes no trânsito podem levar até a morte de alguém, e outras coisas mais;

Nas últimas décadas, têm se verificado uma tendência para a adoção de uma economia pull em alternativa a uma economia push devido a uma libertação do comércio e a um aumento da concorrência, que se traduziu num aumento da oferta muito além da procura. Leia o resto deste post »

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Minha Entrevista sobre Redes Sociais nos Projetos

Publicado por marcelao em maio 30, 2011

Pessoal,

segue abaixo vídeo contendo uma entrevista que concedi ao pessoal da organização do 8o Congresso de Profissionais de Gerenciamento de Projetos organizados pelo PMI-RJ. Nesse evento, eu palestrei sobre a utilização de Redes Sociais no gerenciamento de projetos.

Esse ano estarei presente palestrante também no 9o Congresso discursando sobre a importância do Design Thinking como ferramenta de criatividade e de percepção real da necessidade do cliente no gerenciamento de projetos.

Um abraço.

“Maybe I’m a dreamer, but i still believe”

Twitter: @blogdomarcelao

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A Importância do Design na Revolução Digital

Publicado por marcelao em abril 4, 2011

Pessoal,

na semana passada estive em São Paulo no estúdio da Live Work Brasil para o Workshop de Design focado em serviços que foi conduzido pelos craques Tennyson Pinheiro e Luis Alt. Já há algum tempo que venho estudando sobre design thinking e notado a importância que ele tem nos tempos atuais, principalmente porque ele é uma metodologia focado no atendimento das necessidades do ser-humano. O Design thinking é uma abstração do modelo mental utilizado há anos pelos designers para dar vida as idéias.

Na revolução industrial, o foco dos estudos para aumentar a produtividade foi em cima de como melhorar os processos que envolviam as máquinas para desenvolver com custo cada vez menor os produtos que as empresas entendiam ser o melhor para as pessoas consumirem. Esse era um processo que funcionava dentro de uma economia onde as pessoas, enquanto consumidores, pouco participavam do processo de definição de quais produtos elas desejavam consumir.

Nesse sentido, valorizou-se muito mais a aplicação da engenharia e da análise na definição dos produtos e da ciência e racionalidade como modelo mental para entender os processos economicos e sociais daqueles tempos. Conhecimentos esses mais facilmente associados ao desenvolvimento do lado esquerdo do cérebro. Eram tempos de escassez de oferta de produtos e serviços.

Os tempos mudaram e hoje os consumidores tem um poder muito maior de participação no processo econômico com o crescimento das redes sociais. Além disso, vivemos hoje em um mundo de abundância. Segundo estudo apresentado durante o Workshop, diariamente estamos em contato com 3.000 marcas. Isso em um dia que não envolva fazer compras, do contrário, entraremos em contato com mais de 35.000 marcas. Diante de tanta abundância, as empresas tentam atrair a atenção de seus consumidores, mas como atrair essa atenção diante de tanta exposição de marcas? Leia o resto deste post »

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