Nesse espaço, você vai poder debater sobre todos os assuntos relacionados a excelência da gestão como gestão de projetos, empreendedorismo corporativo, liderança, planejamento estratégico, gestão do conhecimento e outros assuntos a fim.
Participe com suas opiniões e pontos de vista. Vamos juntos construir aquilo que meu professor de gestão empreendedora, Professor Adolfo, chama de Gestão 2.0.
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meu colega Dedé do Banco do Brasil publicou em seu ótimo blog (Blog do Dedé – > acesse aqui) os dez princípios para as empresas abraçarem as redes sociais que reproduzo abaixo junto com o texto do post dele :
Blogs e Mídias Sociais estão cada vez mais presentes no mundo dos negócios (com exceções nem tão honrosas), as empresas tentam definir políticas e estratégias empresarias para guiá-las nesse caminho novo.
Faz sentido ? Não. Não há um road map se não há uma estrada, e a estrada se faz ao caminhar. As respostas estão num caminho muito mais Zen do que qualquer consultoria poderia imaginar ?
Prasoon Joshi descreveu 10 princípios para as empresas abraçarem social networking e blogging, aqui humildemente adaptadas. Confira:
Nada prometas: Fazer o que você mais gosta de fazer é o canal. No final, seu trabalho lhe trará felicidade.
Nada ofereças: Não ofereça nada além do compartilhar. Existem muitos que devem estar interessados em seu produto, e irão apreciá-lo, sem que você se sinta pressionado a mostrar algo de valor para sua platéia. Leia o resto deste post »
segue vídeo com apresentação de David Kelley, fundador da empresa de design IDEO, onde ele discursa sobre o que o design de produtos tornou-se menos sobre peças físicas e mais sobre a experiência do usuário. Ele mostra um vídeo dessa nova e mais ampla abordagem, incluindo cenas da loja da Prada em Nova York.
Para ler a legenda em português, clique no botão subtitles e selecione.
durante a madrugada de sábado para domingo, eu assisti ao GP da China de F-1 e, assim como eu, havia várias pessoas no twitter acompanhando e comentando a corrida. A corrida estava cheia de alternativas, assim como sempre acontece quando chove, até que houve a ultrapassagem do Fernando Alonso em cima do Felipe Massa quando os dois estavam entrando para os boxes e ocorreu o que mostra o vídeo abaixo :
A partir desse fato, começou uma discussão no Twitter sobre a manobra do Alonso se teria sido uma manobra legal ou não.
Na F-1, visando a segurança dos pilotos, existe uma linha branca que delimita o caminho dos carros quando eles entram e quando eles estão saindo do box. Segundo o regulamento, se o carro tocar nessa linha branca, o piloto recebe uma punição que consiste em passar pela área dos boxes o que faz com eles percam tempo na corrida. Ocorre que essa punição só é aplicada quando essa infração ocorre na saída dos boxes e não se aplica quando tal fato acontece na entrada dos boxes.
O que quero levar a reflexão nesse post não é a questão esportiva, mas sim a diferença entre o que é legal e o que é moral. Leia o resto deste post »
gosto muito de acompanhar as corridas de F-1 mesmo que não tenhamos brasileiros disputando títulos porque, como grande interessado em tecnologia, trata-se de uma categoria carregada de inovações e de evolução contínua e está sempre encontrando formas criativas de tornar os carros mais rápidos, apesar das tentativas de reduzir a velocidade dos carros utilizando o regulamento para esse fim, além de ser fonte de inovações para várias melhorias implementadas nos nossos carros como o freio ABS, por exemplo.
Esse post é sobre essa evolução contínua e colocar minha opinião sobre o porquê da pífia participação do heptacampeão mundial Michael Schumacher ao retornar a F-1 esse ano.
Ontem a tarde, eu assisti a um programa da Discovery Turbo chamado “A ciência da velocidade”. Você pode pensar que o programa trataria das melhores máquinas e como elas atingiam grandes velocidades, mas você está enganado. O programa foi sobre a velocidade de processamento do cérebro humano. Leia o resto deste post »
faleceu essa manhã, um dos maiores pensadores da gestão moderna, o indiano C. K. Prahalad. Autor de grandes best-sellers como “A Riqueza na Base da Pirâmide” e “O Futuro da Inovação”, o professor Prahalad deixa um grande legado de idéias e responsável por alguns dos conceitos mais fundamentais da gestão de empresas contemporânea, como as competências essenciais, a co-criação, a globalização distribuída (com as multinacionais optando por ter várias sedes) e a inovação com foco na demanda da base da pirâmide socioeconômica para inclusão social pelo consumo e criação de novos mercados, entre outros.
Segue abaixo um vídeo em que ele participou de um simpósio em Michigan onde fez longa referência ao case das Casas Bahia :
Uma das várias lições que aprendi com o professor C. K. Prahalad, durante o Fórum Mundial de estratégia organizado pela HSM em 2008, é de que não devemos nos concentrar apenas nas melhores práticas, mas também nas PRÓXIMAS práticas.
há algum tempo atrás, eu postei um texto sobre as oportunidades de expansão internacional que as empresas brasileiras poderiam aproveitar com a crise financeira que se instalou em 2009. Fiz até uma analogia com o futebol em que times como São Paulo e Flamengo, hexa-campeões brasileiros, no passado não teriam chances de sucesso se disputassem campeonatos como o Espanhol ou Italiano devido ao poder financeiro desses mercados, mas que com a crise essa distância havia se encurtado e as chances de sucesso desses times passaram a ser maiores. (acesse aqui para ler o post)
Pois bem, ontem o Banco do Brasil recebeu autorização do FED, Banco central norte-americano, para atuar como instituição financeira plena nos Estados Unidos nas mesmas condições inerentes aos bancos locais norte-americanos. O pedido havia sido feito há cerca de um ano. Com esse aval, o BB espera concluir as negociações para adquirir um banco na maior economia do mundo, que pode ocorrer até o meio do ano. Atualmente, existem 700 instituições à venda nos Estados Unidos.
O BB está aproveitando a oportunidade gerada pela crise, que abalou a saúde financeira de muitas instituições e, principalmente, reduziu o preço de venda dessas companhias. Leia o resto deste post »
No último post que escrevi sobre tecnologia, eu disse que vocês deveriam esquecer a tecnologia como limitadora para transformar criatividade em inovação, pois a tecnologia sempre irá apresentar soluções para atender nossas necessidades. A razão para essa afirmação é que na essência de tudo, tecnologia é a ciência que trabalha a informação. Portanto, esqueçam toda mística em torno da sofisticação da tecnologia, pois, no final das contas, o que ela faz é a geração, tratamento e uso da informação. Tudo é software.
Nesse sentido, as possibilidades de criarmos novas soluções que atendam nossas necessidades cotidianas são infinitas. Imaginem que, por exemplo, você não precisará se preocupar em ter que fazer lista de compras de supermercado, pois essa será uma tarefa que será realizada pela sua geladeira e pelos armários da sua cozinha. Estou ficando doido? Não, não estou mesmo. Até já passei por um exame de sanidade mental nos últimos dias e o médico só disse para os meus familiares que eu não poderia ser contrariado.
Vamos pensar : Se tecnologia é responsável por gerar, tratar e usar a informação e tudo que existe possui informação inserida através dos códigos de barra, não fica difícil construir sistemas inteligentes que nos alertem ou nos ajudem a enfrentar os problemas do cotidiano com mais facilidade. Estou falando de um conceito chamado “Internet das coisas” que alguns associam ao termo “computação ubíqua”. Leia o resto deste post »
uma das palestras que mais gostei no último Fórum Mundial de gestão e liderança, organizado pela HSM nos dias 06 e 07 de abril, foi a apresentação do professor Mario Sérgio Cortella. Sou um pouco suspeito para falar sobre as aulas do professor Cortella, afinal de contas essa era a apenas a quinta palestra dele que eu assisti, mas é sempre uma grande oportunidade poder compartilhar dos ensinamentos do professor Cortella.
Uma das características que gosto mais nas palestras do professor Cortella é o fato de que ele procura nos levar a reflexão compartilhando seu conhecimento como filósofo do verdadeiro significado das coisas. No caso da palestra do Fórum, ele refletiu sobre o significado do tempo em diferentes culturas.Quando se trata de países de ética não-judaica-cristã, como as potências China e Índia, a maioria da população é reencarcionista, ao contrário da ética ocidental que possui crença em uma só vida. Para os indianos, a vida não é só esta e, a próxima, dependerá desta.
Para ilustrar esse tipo de pensamento, o professor Cortella citou a ação da China em investir na compra de alguns dos pianos mais sofisticados e desejados do mundo com o objetivo de em 2100 ter os melhores pianistas do mundo. Quero compartilhar com vocês dois conceitos que extraio desses ensinamentos do professor Cortella. O primeiro é que uma visão de longo prazo traz resultados mais sustentáveis e prolongados do que ações de curto prazo. Apenas para exemplificar, e trazendo para a nossa realidade, eu estava escutando a Radio CBN no último domingo (11.04) e o assunto eram as olimpíadas no Brasil em 2016 em um debate com a participação do técnico José Roberto Guimarães da seleção brasileira feminina de vôlei. Leia o resto deste post »